INFOINCLUSÃO PARA TODOS
O que é? Inclusão digital ou infoinclusão é o nome dado ao processo de democratização do acesso às  tecnologias da Informação , de forma a permitir a inserção de todos na  sociedade da informação . Inclusão digital é também simplificar a sua rotina diária, maximizar o tempo e as suas potencialidades. Um incluído digitalmente não é aquele que apenas utiliza essa nova linguagem, que é o mundo digital, para trocar  e-mails , mas aquele que usufrui desse suporte para melhorar as suas condições de vida. A inclusão digital, para acontecer, precisa de três instrumentos básicos que são: computador, acesso à rede e o domínio dessas ferramentas pois não basta apenas o cidadão possuir um simples computador conectado à internet que iremos considerar ele, um incluído digitalmente. Ele precisa saber o que fazer com essas ferramentas. http://pt.wikipedia.org/wiki/Inclus%C3%A3o_digital
Analfabetismo Digital Um ato digital é uma ação objetiva, voluntária ou não, individual ou coletiva, realizada no mundo real, por meios digitais, mediada por ambiente simulado ou virtual, com resultados e desdobramentos concretos e reais. Popularmente dizendo, coisas não mandam em pessoas. São pessoas que determinam quando, onde, como e o que as coisas devem fazer. É incontestável a escalada no uso de computadores e da internet. Sua popularização tende a ser diretamente proporcional à lacuna que se caracteriza pelo despreparo da quase totalidade dos cidadãos em lidar com este meio de comunicação, aos quais deve ser dada a mínima noção de que o mundo virtual nada mais é que uma extensão do mundo real e que suas ações “virtuais” resultarão em reações reais. Aos cidadãos, faz-se premente o seu preparo aos parâmetros sociais que ora se instalam, visto que estão sujeitos ao potencial uso de seus recursos tecnológicos por indivíduos que têm a capacidade de fazê-los meros instrumentos de suas vontades para a prática de ilícitos e a sua conseqüente responsabilização. Passam-lhes despercebidas as vulnerabilidades existentes e por existir. Frentes de ação devem ser abertas de forma a dar vazão às demandas do "querer saber" da população brasileira. Não somente envolvendo segurança da informação e comunicações, mas envolvendo todo um planejamento de formação cidadã para as próximas duas ou três gerações.Na implantação de políticas públicas de popularização dos meios digitais e na contenção da criminalidade digital devem-se evitar a improvisação e posturas meramente reativas, valorizando, portanto, a prevenção. Mais em:  http://www.webartigos.com/articles/66235/1/ANALFABETISMO-DIGITAL-E-RESPONSABILIDADE-OBJETIVA/pagina1.html
Na educação A formação dos educadores, a adequação dos espaços escolares, a capacitação das gestões administrativas, a atualização das práticas pedagógicas e investimentos adequados são indispensáveis em uma educação inclusiva nesta “era do acesso”, conforme Jeremy Rifkin. A inclusão digital deve ser meta da educação pública e as escolas devem disponibilizar à comunidade escolar laboratórios de informática, telecentros, cursos básicos e avançados sobre hardware e software, estando adequadas para pesquisas e atividades, inclusive além dos horários das aulas. Os gestores do ensino devem estimular a comunidade escolar na realização de projetos objetivos que facilitem a inclusão e fortaleçam a cidadania, adotando programas livres e organizando os espaços físicos dos estabelecimentos de ensino às necessidades comunitárias. É indispensável compartilhar as informações, a inteligência e o conhecimento, assegurando aos cidadãos a possibilidade de dominar as tecnologias utilizadas, erradicando o analfabetismo digital e desenvolvendo o país para produzir e não somente consumir conhecimentos e tecnologia. Fonte:  http://www.ecodebate.com.br/2010/06/15/inclusao-digital-e-educacao-publica-artigo-de-antonio-silvio-hendges/
Na educação especial Muito se tem falado sobre Educação Especial, Inclusão Digital e outros termos que fazem do computador importante ferramenta de auxílio no aprendizado de muitas pessoas com necessidades especiais. Essa ferramenta desde que bem utilizada poderá trazer evoluções consideráveis. O uso desta nova tecnologia nas escolas constitui-se um verdadeiro laboratório, onde se desenvolvem experiências e observam-se reações e resultados. De acordo com Dr. Jorge Márcio Pereira de Andrade  "No campo da Educação Especial quando falamos de 'inovações' estamos apenas apontando o que de ferramentas visíveis estão em uso junto ao educando com necessidades especiais " [1]. Não percebemos, muitas vezes, que atrás de tudo isso possui também outros tipos de tecnologias e aparatos tecnológicos que auxiliam o educando no processo de aprendizagem. Alguns métodos utilizados na transmissão de conhecimento, obviamente nunca serão deixados de lado, como antigos inventos encontramos a lousa, o giz, o apagador. Mais para muitas pessoas utilizar métodos como esses citados, torna-se extremamente impossível, pois possuem necessidades que apenas a tecnologia de ponta poderá auxiliar, sendo assim a introdução do computador e ou da tecnologia da informação na sala de aula para Educação Especial tornou-se uma saída tecnologicamente necessária. A idéia de resolver esse 'problema' dando ao aluno o direito de participar, de aprender e ter uma convivência educacional como qualquer outra pessoa, fez com que muitos órgãos e empresas de Tecnologias da Informação investissem em estudo e desenvolvimento de programas de assistência às pessoas especiais. Vemos que a preocupação em ensinar e aprender, é cada vez mais crescente, com esse empenho poderemos quebrar todas as barreiras, levando educação e conhecimento para todos, não importando o grau de necessidade especial, mais sim a constante "sede" de aprender. Mais em:  https://sites.google.com/site/infoinclusaoparatodos/inclusao-digital-no-brasil/na-educacao
Plano Nacional da Banda Larga O que é o Plano Nacional de Banda Larga? O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) teve seu lançamento oficial em maio de 2010. Seu objetivo é massificar até 2014 a oferta de acessos de internet banda larga para a população. Qual a velocidade da banda larga que o PNBL deve oferecer? Qual o preço? A intenção é oferecer velocidade de 1 Mbps com preços a partir de R$ 35. As mensalidades dos planos de 1 Mbps oferecidos hoje pela maioria das operadoras custam a partir de R$ 39,90, considerando os preços de São Paulo. A banda larga poderá chegar a R$ 29,90 nos estados que aceitarem retirar o ICMS do serviço. Para baixar um arquivo de 1,2 GB da internet com conexão de 1 Mbps, o usuário levaria 2h40, em média. Quantas pessoas devem ser beneficiadas pelo PNBL? A expectativa do governo é disponiblizar o serviço de 11,9 milhões de domicílios para quase 40 milhões de domicílios até 2014. Qual a participação do governo no PNBL? E das operadoras de telefonia? A estatal Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebrás) é a gestora do plano e as empresas privadas atuarão de forma complementar, levando o serviço ao usuário final. A Telebrás será encarregada de implementar a rede de comunicação da administração pública federal e prestar suporte a políticas de conexão à internet em banda larga para universidades, centros de pesquisa, escolas, hospitais e outras localidades de interesse público.  Quanto vai custar ao país a criação do PNBL? Na época do anúncio do plano, a previsão do custo do PNBL de 2010 a 2014, entre desonerações, capitalização da Telebrás, investimentos em pesquisa e financiamentos,  era de aproximadamente R$ 12,8 bilhões. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ficou encarregado de emprestar R$ 6,5 bilhões para aquisição de equipamentos de telecomunicações com tecnologia nacional, e R$ 1 bilhão para micro, pequenos e médios prestadores de serviços de telecomunicações e lan houses. Quais cidades devem ter acesso à internet barata? Em agosto de 2010, a Telebras divulgou uma lista com as 100 primeiras cidades a receber o PNBL. A maior parte das cidades, que têm uma população conjunta de 14 milhões de pessoas, fica nas regiões Nordeste (58) e Sudeste (30). Os estados com mais cidades listadas são Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, com 8 cada. Nenhuma dos cem municípios fica nos estados da região Sul. No Norte, apenas Tocantins, com 6 cidades, entrou na lista. Já o Centro-Oeste será beneficiado com a implantação do projeto em 6 municípios goianos. Fonte:  http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/06/entenda-o-plano-nacional-de-banda-larga.html

Infoinclusão para todos

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    O que é?Inclusão digital ou infoinclusão é o nome dado ao processo de democratização do acesso às  tecnologias da Informação , de forma a permitir a inserção de todos na  sociedade da informação . Inclusão digital é também simplificar a sua rotina diária, maximizar o tempo e as suas potencialidades. Um incluído digitalmente não é aquele que apenas utiliza essa nova linguagem, que é o mundo digital, para trocar  e-mails , mas aquele que usufrui desse suporte para melhorar as suas condições de vida. A inclusão digital, para acontecer, precisa de três instrumentos básicos que são: computador, acesso à rede e o domínio dessas ferramentas pois não basta apenas o cidadão possuir um simples computador conectado à internet que iremos considerar ele, um incluído digitalmente. Ele precisa saber o que fazer com essas ferramentas. http://pt.wikipedia.org/wiki/Inclus%C3%A3o_digital
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    Analfabetismo Digital Umato digital é uma ação objetiva, voluntária ou não, individual ou coletiva, realizada no mundo real, por meios digitais, mediada por ambiente simulado ou virtual, com resultados e desdobramentos concretos e reais. Popularmente dizendo, coisas não mandam em pessoas. São pessoas que determinam quando, onde, como e o que as coisas devem fazer. É incontestável a escalada no uso de computadores e da internet. Sua popularização tende a ser diretamente proporcional à lacuna que se caracteriza pelo despreparo da quase totalidade dos cidadãos em lidar com este meio de comunicação, aos quais deve ser dada a mínima noção de que o mundo virtual nada mais é que uma extensão do mundo real e que suas ações “virtuais” resultarão em reações reais. Aos cidadãos, faz-se premente o seu preparo aos parâmetros sociais que ora se instalam, visto que estão sujeitos ao potencial uso de seus recursos tecnológicos por indivíduos que têm a capacidade de fazê-los meros instrumentos de suas vontades para a prática de ilícitos e a sua conseqüente responsabilização. Passam-lhes despercebidas as vulnerabilidades existentes e por existir. Frentes de ação devem ser abertas de forma a dar vazão às demandas do "querer saber" da população brasileira. Não somente envolvendo segurança da informação e comunicações, mas envolvendo todo um planejamento de formação cidadã para as próximas duas ou três gerações.Na implantação de políticas públicas de popularização dos meios digitais e na contenção da criminalidade digital devem-se evitar a improvisação e posturas meramente reativas, valorizando, portanto, a prevenção. Mais em:  http://www.webartigos.com/articles/66235/1/ANALFABETISMO-DIGITAL-E-RESPONSABILIDADE-OBJETIVA/pagina1.html
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    Na educação Aformação dos educadores, a adequação dos espaços escolares, a capacitação das gestões administrativas, a atualização das práticas pedagógicas e investimentos adequados são indispensáveis em uma educação inclusiva nesta “era do acesso”, conforme Jeremy Rifkin. A inclusão digital deve ser meta da educação pública e as escolas devem disponibilizar à comunidade escolar laboratórios de informática, telecentros, cursos básicos e avançados sobre hardware e software, estando adequadas para pesquisas e atividades, inclusive além dos horários das aulas. Os gestores do ensino devem estimular a comunidade escolar na realização de projetos objetivos que facilitem a inclusão e fortaleçam a cidadania, adotando programas livres e organizando os espaços físicos dos estabelecimentos de ensino às necessidades comunitárias. É indispensável compartilhar as informações, a inteligência e o conhecimento, assegurando aos cidadãos a possibilidade de dominar as tecnologias utilizadas, erradicando o analfabetismo digital e desenvolvendo o país para produzir e não somente consumir conhecimentos e tecnologia. Fonte:  http://www.ecodebate.com.br/2010/06/15/inclusao-digital-e-educacao-publica-artigo-de-antonio-silvio-hendges/
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    Na educação especialMuito se tem falado sobre Educação Especial, Inclusão Digital e outros termos que fazem do computador importante ferramenta de auxílio no aprendizado de muitas pessoas com necessidades especiais. Essa ferramenta desde que bem utilizada poderá trazer evoluções consideráveis. O uso desta nova tecnologia nas escolas constitui-se um verdadeiro laboratório, onde se desenvolvem experiências e observam-se reações e resultados. De acordo com Dr. Jorge Márcio Pereira de Andrade  "No campo da Educação Especial quando falamos de 'inovações' estamos apenas apontando o que de ferramentas visíveis estão em uso junto ao educando com necessidades especiais " [1]. Não percebemos, muitas vezes, que atrás de tudo isso possui também outros tipos de tecnologias e aparatos tecnológicos que auxiliam o educando no processo de aprendizagem. Alguns métodos utilizados na transmissão de conhecimento, obviamente nunca serão deixados de lado, como antigos inventos encontramos a lousa, o giz, o apagador. Mais para muitas pessoas utilizar métodos como esses citados, torna-se extremamente impossível, pois possuem necessidades que apenas a tecnologia de ponta poderá auxiliar, sendo assim a introdução do computador e ou da tecnologia da informação na sala de aula para Educação Especial tornou-se uma saída tecnologicamente necessária. A idéia de resolver esse 'problema' dando ao aluno o direito de participar, de aprender e ter uma convivência educacional como qualquer outra pessoa, fez com que muitos órgãos e empresas de Tecnologias da Informação investissem em estudo e desenvolvimento de programas de assistência às pessoas especiais. Vemos que a preocupação em ensinar e aprender, é cada vez mais crescente, com esse empenho poderemos quebrar todas as barreiras, levando educação e conhecimento para todos, não importando o grau de necessidade especial, mais sim a constante "sede" de aprender. Mais em:  https://sites.google.com/site/infoinclusaoparatodos/inclusao-digital-no-brasil/na-educacao
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    Plano Nacional daBanda Larga O que é o Plano Nacional de Banda Larga? O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) teve seu lançamento oficial em maio de 2010. Seu objetivo é massificar até 2014 a oferta de acessos de internet banda larga para a população. Qual a velocidade da banda larga que o PNBL deve oferecer? Qual o preço? A intenção é oferecer velocidade de 1 Mbps com preços a partir de R$ 35. As mensalidades dos planos de 1 Mbps oferecidos hoje pela maioria das operadoras custam a partir de R$ 39,90, considerando os preços de São Paulo. A banda larga poderá chegar a R$ 29,90 nos estados que aceitarem retirar o ICMS do serviço. Para baixar um arquivo de 1,2 GB da internet com conexão de 1 Mbps, o usuário levaria 2h40, em média. Quantas pessoas devem ser beneficiadas pelo PNBL? A expectativa do governo é disponiblizar o serviço de 11,9 milhões de domicílios para quase 40 milhões de domicílios até 2014. Qual a participação do governo no PNBL? E das operadoras de telefonia? A estatal Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebrás) é a gestora do plano e as empresas privadas atuarão de forma complementar, levando o serviço ao usuário final. A Telebrás será encarregada de implementar a rede de comunicação da administração pública federal e prestar suporte a políticas de conexão à internet em banda larga para universidades, centros de pesquisa, escolas, hospitais e outras localidades de interesse público.  Quanto vai custar ao país a criação do PNBL? Na época do anúncio do plano, a previsão do custo do PNBL de 2010 a 2014, entre desonerações, capitalização da Telebrás, investimentos em pesquisa e financiamentos,  era de aproximadamente R$ 12,8 bilhões. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ficou encarregado de emprestar R$ 6,5 bilhões para aquisição de equipamentos de telecomunicações com tecnologia nacional, e R$ 1 bilhão para micro, pequenos e médios prestadores de serviços de telecomunicações e lan houses. Quais cidades devem ter acesso à internet barata? Em agosto de 2010, a Telebras divulgou uma lista com as 100 primeiras cidades a receber o PNBL. A maior parte das cidades, que têm uma população conjunta de 14 milhões de pessoas, fica nas regiões Nordeste (58) e Sudeste (30). Os estados com mais cidades listadas são Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, com 8 cada. Nenhuma dos cem municípios fica nos estados da região Sul. No Norte, apenas Tocantins, com 6 cidades, entrou na lista. Já o Centro-Oeste será beneficiado com a implantação do projeto em 6 municípios goianos. Fonte:  http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/06/entenda-o-plano-nacional-de-banda-larga.html