A SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO NO AMBIENTE HOSPITALAR
Sumário: 1 – Introdução 2 – Legislação - CBMERJ - Min. do Trabalho 3 – Programa de Prevenção e Combate a Incêndio – PPCI, para Hospitais.
"O incêndio ocorre quando ninguém acredita que ele possa ocorrer"
O maior problema na área de incêndio em hospitais é a falta de conscientização do público interno sobre o perigo que sofre ao cometer atos inseguros. A maioria dos incêndios ocorridos em hospitais começou pequenos e a detecção da mudança do ambiente falhou, tendo como conseqüência a destruição do patrimônio e de vidas humanas. 1-Introdução
 
“ ¡Hay que sacar a los pacientes de acá! Tendremos que desconectarlos de los ventiladores mecánicos y continuar con la ventilación manual”. Esta fue la compleja situación que debieron enfrentar los médicos, enfermeras y auxiliares del Hospital Barros Luco Trudeau, cuando al medio día del 27 de mayo de 2003, un incendio de grandes proporciones afectó al área sur del recinto, específicamente el tercer piso del Centro de Diagnóstico y Tratamiento, donde se ubican la UTI y UCI cardiológico, pabellones de otorrinolaringología y la posta del hospital.
 
 
 
 
É importante ressaltar as diferentes características entre um  hospital  e outras organizações no que se refere à possível ocorrência de um sinistro que obrigue a desocupação do prédio. São elas:
1) população dependente de auxílio para locomoção, como pacientes acamados, inconscientes, em respiração artificial, com medicação contínua e soro endovenoso;
2) dificuldades para o desligamento das redes elétrica e de gazes pela dependência dos pacientes em respiração mecânica (respiradores elétricos) ou em uso constante de oxigênio;
3) centro cirúrgico com pacientes em cirurgias;
4) laboratório clínico com amostras de material biológico contaminadas, além de substâncias tóxicas usadas nos diferentes métodos diagnósticos;
5) farmácia hospitalar com medicamentos sensíveis a pequenas variações térmicas, além de antibióticos e quimioterápicos que não podem ser inalados caso evaporem com o calor;
6) equipamentos de precisão, de alto custo, em quase todas as áreas da instituição (radiologia, laboratório, enfermarias, banco de sangue).
Dentro deste enfoque, o conceito a ser implantado pelo hospital na área de prevenção e combate ao fogo deve priorizar três aspectos: DETECÇÃO REAÇÃO ABANDONO
2-Legislação O tema Segurança Contra Incêndio e Pânico impõe as unidades hospitalares, o cumprimento de uma legislação vasta e muito rigorosa.  Estar devidamente enquadrado dentro desta legislação deve ser uma das metas de um Gestor de Hospital que espera sucesso na sua administração.
1- Decreto-Lei nº 247, de 21 de Julho de 1975, que dispõe sobre a segurança contra incêndio e pânico, e que foi regulamentado pelo Decreto nº 897, de 21 de Setembro de 1976 - Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico - COSCIP, do Corpo de Bombeiro Militar do estado do Rio de Janeiro; 2-Legislação
2-Legislação 2- Lei Estadual nº 1.535, de 26 de Setembro de 1989, que dispõe sobre a obrigatoriedade de medidas que orientem os freqüentadores de recintos fechados, no caso de acidentes de grande porte, explosões, incêndio ou pânico, no Estado do Rio de Janeiro, estabelece sanções e dá outras providências. Foi regulamentada pela Resolução SEDEC nº 097, de 04 de Novembro de 1991;
Local de Concentração
3- Ministério do Trabalho: Norma Regulamentadora 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. Norma Regulamentadora 23 – Combate a Incêndio. -Norma Regulamentadora 26 – Sinalização de segurança. 2-Legislação
2-Legislação Norma Regulamentadora 23  Combate a Incêndio. Determina que toda Empresa possua pessoal adestrado no uso correto de equipamentos de combate a incêndio.
 
Determinando ainda que periodicamente sejam feitos exercícios de combate ao fogo para que os funcionários gravem o significado do sinal de alarme, que a evacuação do local se faça em boa ordem, que seja evitado qualquer pânico, que sejam atribuídas tarefas e responsabilidades específicas aos empregados e que seja verificado se a sirene de alarme foi ouvida em todas as áreas. 2-Legislação Norma Regulamentadora 23 – Combate a Incêndio.
3-Programa de Prevenção e  Combate a Incêndio - PPCI
O Programa de Prevenção de Combate a Incêndio – PPCI de um hospital, tem por objetivo, a preparação e organização dos meios existente, para garantir a salvaguarda dos seus ocupantes, em caso de ocorrência de uma situação perigosa.
PPCI Plano de Prevenção : Manutenção dos equipamentos de detecção e combate a incêndio, Treinamento periódicos de funcionários, Manutenção adequada de todo hospital, Inspeções preventivas. Plano de Emergência : O que fazer, como fazer e por quem, em casos sinistros. Deve ser detalhado para cada setor tendo em vista as diferentes características de cada um. Plano de Evacuação : Determina a rota mais curta e mais segura que deve ser seguida em caso de emergência, devendo ter todo trajeto sinalizado.
Fonte: ANVISA + 400 m² 200 – 400 m² - 200 m² Oficinas X + 125 m² -125 m² Garagem Alto Risco Área para central de gases Alto Risco Área para tanques de oxigênio Alto Risco Incinerador + 30 m² 15 – 30 m² -15 m² Depósito de resíduos sólidos (lixo) + 400 m² 200 – 400 m² - 200 m² Depósito de Combustível Alto Risco Sala de Caldeira Alto Risco Gerador e subestação X + 50m² - 50m² Armazenagem (roupa, material expediente e mobiliário) + 400 m² 200 – 400 m² - 200 m² Lavanderia X + 50m² - 50m² Arquivo + 300 m² 100 – 300 m² - 100 m² Central de Material Esterelizado + 400 m² 200 – 400 m² - 200 m² Farmácia + 200 m² 20 – 200 m² - 20 m² Cozinha  ( 90 m² ) + 200 m² 100 – 200 m² - 100 m² Laboratórios  ( 1000 m² ) Alto Risco Médio Risco Baixo Risco Dimensões Ambientes
Dentro deste enfoque, o conceito a ser implantado  (PPCI)  pelo hospital na área de prevenção e combate ao fogo deve priorizar três aspectos: DETECÇÃO REAÇÃO ABANDONO
DETECÇÃO A detecção faz com que a identificação de situações de anormalidade seja rapidamente verificada e acionadas as respectivas reações ao sinistro, evitando e/ou reduzindo o impacto ao patrimônio.
 
FUMAÇA
 
Casuísticas dos incêndios. Uma estatística realizada em 1981 pela N.F.P.A. (National Fire Protection Association) Associação Nacional de Proteção Contra Incêndios dos Estados Unidos da América, demonstrou que entre vária causas de mortes nos incêndios a fumaça ocupava o primeiro lugar: UM DOS COMPONENTES DA FUMAÇA REPONSÁVEL POR 80% DAS MORTES É O MONÓXIDO DE CARBONO
Propagação do calor.
Calor Fumaça Fogo Detectores
Sistema automático
REAÇÃO Consiste em desencadear as ações previamente treinadas pelos funcionários e que são: Alarme Combate ao incêndio Escape da área
Alarme
Combate ao incêndio
Escape da área
ABANDONO É muito importante que rotas de fuga sejam planejadas previamente e ensaiadas para que em situação de emergência seja possível realizar uma desocupação rápida e sem acidentes. A sua elaboração deve levar em conta as características físicas de cada setor e as condições dos pacientes a serem removidos.
Dimensionar Sinalizar Divulgar Treinar
É um mapa que representa, através de símbolos apropriados, o trajeto a ser seguido pelo indivíduo no caso de necessidade urgente de evacuação do local, em função de incêndio, desabamentos ou outros casos fortuitos. ROTA DE FUGA D I M E N S I O N A R
S I N A L I Z A R
 
 
Lei Estadual nº 1.535, de 26 de Setembro de 1989. Divulgar Placa a cada 20 metros Impressos distribuídos
Treinar
Determina que toda Empresa possua pessoal adestrado no uso correto de equipamentos de combate a incêndio.  Determinando ainda que periodicamente sejam feitos exercícios de combate ao fogo para que os funcionários gravem o significado do sinal de alarme, que a evacuação do local se faça em boa ordem, que seja evitado qualquer pânico, que sejam atribuídas tarefas e responsabilidades específicas aos empregados e que seja verificado se a sirene de alarme foi ouvida em todas as áreas. Norma Regulamentadora 23  Combate a Incêndio.
Associação Nacional de Proteção Contra Incêndios dos Estados Unidos da América. N.F.P.A. (National Fire Protection Association)  FILME
PROCURE SEMPRE PARTICIPAR DE TREINAMENTOS DE PREVENÇÃO, COMBATE A INCÊNDIO E ESCAPE ISTO UM DIA PODERÁ LHE SALVAR A VIDA OU DE ALGUÉM !!!
Continua . . .
Palestrante: Eduardo Ribeiro Neto Tenente Coronel Bombeiro Militar Especialista em Segurança Contra Incêndio Especialista e Administração Hospitalar E-mail:  [email_address] Tel: (22) 9983-8712

Incendio En Hospitales (Seguridad hospitalaria)

  • 1.
    A SEGURANÇA CONTRAINCÊNDIO E PÂNICO NO AMBIENTE HOSPITALAR
  • 2.
    Sumário: 1 –Introdução 2 – Legislação - CBMERJ - Min. do Trabalho 3 – Programa de Prevenção e Combate a Incêndio – PPCI, para Hospitais.
  • 3.
    "O incêndio ocorrequando ninguém acredita que ele possa ocorrer"
  • 4.
    O maior problemana área de incêndio em hospitais é a falta de conscientização do público interno sobre o perigo que sofre ao cometer atos inseguros. A maioria dos incêndios ocorridos em hospitais começou pequenos e a detecção da mudança do ambiente falhou, tendo como conseqüência a destruição do patrimônio e de vidas humanas. 1-Introdução
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  • 6.
    “ ¡Hay quesacar a los pacientes de acá! Tendremos que desconectarlos de los ventiladores mecánicos y continuar con la ventilación manual”. Esta fue la compleja situación que debieron enfrentar los médicos, enfermeras y auxiliares del Hospital Barros Luco Trudeau, cuando al medio día del 27 de mayo de 2003, un incendio de grandes proporciones afectó al área sur del recinto, específicamente el tercer piso del Centro de Diagnóstico y Tratamiento, donde se ubican la UTI y UCI cardiológico, pabellones de otorrinolaringología y la posta del hospital.
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    É importante ressaltaras diferentes características entre um hospital e outras organizações no que se refere à possível ocorrência de um sinistro que obrigue a desocupação do prédio. São elas:
  • 12.
    1) população dependentede auxílio para locomoção, como pacientes acamados, inconscientes, em respiração artificial, com medicação contínua e soro endovenoso;
  • 13.
    2) dificuldades parao desligamento das redes elétrica e de gazes pela dependência dos pacientes em respiração mecânica (respiradores elétricos) ou em uso constante de oxigênio;
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    3) centro cirúrgicocom pacientes em cirurgias;
  • 15.
    4) laboratório clínicocom amostras de material biológico contaminadas, além de substâncias tóxicas usadas nos diferentes métodos diagnósticos;
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    5) farmácia hospitalarcom medicamentos sensíveis a pequenas variações térmicas, além de antibióticos e quimioterápicos que não podem ser inalados caso evaporem com o calor;
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    6) equipamentos deprecisão, de alto custo, em quase todas as áreas da instituição (radiologia, laboratório, enfermarias, banco de sangue).
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    Dentro deste enfoque,o conceito a ser implantado pelo hospital na área de prevenção e combate ao fogo deve priorizar três aspectos: DETECÇÃO REAÇÃO ABANDONO
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    2-Legislação O temaSegurança Contra Incêndio e Pânico impõe as unidades hospitalares, o cumprimento de uma legislação vasta e muito rigorosa. Estar devidamente enquadrado dentro desta legislação deve ser uma das metas de um Gestor de Hospital que espera sucesso na sua administração.
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    1- Decreto-Lei nº247, de 21 de Julho de 1975, que dispõe sobre a segurança contra incêndio e pânico, e que foi regulamentado pelo Decreto nº 897, de 21 de Setembro de 1976 - Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico - COSCIP, do Corpo de Bombeiro Militar do estado do Rio de Janeiro; 2-Legislação
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    2-Legislação 2- LeiEstadual nº 1.535, de 26 de Setembro de 1989, que dispõe sobre a obrigatoriedade de medidas que orientem os freqüentadores de recintos fechados, no caso de acidentes de grande porte, explosões, incêndio ou pânico, no Estado do Rio de Janeiro, estabelece sanções e dá outras providências. Foi regulamentada pela Resolução SEDEC nº 097, de 04 de Novembro de 1991;
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    3- Ministério doTrabalho: Norma Regulamentadora 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. Norma Regulamentadora 23 – Combate a Incêndio. -Norma Regulamentadora 26 – Sinalização de segurança. 2-Legislação
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    2-Legislação Norma Regulamentadora23 Combate a Incêndio. Determina que toda Empresa possua pessoal adestrado no uso correto de equipamentos de combate a incêndio.
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    Determinando ainda queperiodicamente sejam feitos exercícios de combate ao fogo para que os funcionários gravem o significado do sinal de alarme, que a evacuação do local se faça em boa ordem, que seja evitado qualquer pânico, que sejam atribuídas tarefas e responsabilidades específicas aos empregados e que seja verificado se a sirene de alarme foi ouvida em todas as áreas. 2-Legislação Norma Regulamentadora 23 – Combate a Incêndio.
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    3-Programa de Prevençãoe Combate a Incêndio - PPCI
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    O Programa dePrevenção de Combate a Incêndio – PPCI de um hospital, tem por objetivo, a preparação e organização dos meios existente, para garantir a salvaguarda dos seus ocupantes, em caso de ocorrência de uma situação perigosa.
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    PPCI Plano dePrevenção : Manutenção dos equipamentos de detecção e combate a incêndio, Treinamento periódicos de funcionários, Manutenção adequada de todo hospital, Inspeções preventivas. Plano de Emergência : O que fazer, como fazer e por quem, em casos sinistros. Deve ser detalhado para cada setor tendo em vista as diferentes características de cada um. Plano de Evacuação : Determina a rota mais curta e mais segura que deve ser seguida em caso de emergência, devendo ter todo trajeto sinalizado.
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    Fonte: ANVISA +400 m² 200 – 400 m² - 200 m² Oficinas X + 125 m² -125 m² Garagem Alto Risco Área para central de gases Alto Risco Área para tanques de oxigênio Alto Risco Incinerador + 30 m² 15 – 30 m² -15 m² Depósito de resíduos sólidos (lixo) + 400 m² 200 – 400 m² - 200 m² Depósito de Combustível Alto Risco Sala de Caldeira Alto Risco Gerador e subestação X + 50m² - 50m² Armazenagem (roupa, material expediente e mobiliário) + 400 m² 200 – 400 m² - 200 m² Lavanderia X + 50m² - 50m² Arquivo + 300 m² 100 – 300 m² - 100 m² Central de Material Esterelizado + 400 m² 200 – 400 m² - 200 m² Farmácia + 200 m² 20 – 200 m² - 20 m² Cozinha ( 90 m² ) + 200 m² 100 – 200 m² - 100 m² Laboratórios ( 1000 m² ) Alto Risco Médio Risco Baixo Risco Dimensões Ambientes
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    Dentro deste enfoque,o conceito a ser implantado (PPCI) pelo hospital na área de prevenção e combate ao fogo deve priorizar três aspectos: DETECÇÃO REAÇÃO ABANDONO
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    DETECÇÃO A detecçãofaz com que a identificação de situações de anormalidade seja rapidamente verificada e acionadas as respectivas reações ao sinistro, evitando e/ou reduzindo o impacto ao patrimônio.
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    Casuísticas dos incêndios.Uma estatística realizada em 1981 pela N.F.P.A. (National Fire Protection Association) Associação Nacional de Proteção Contra Incêndios dos Estados Unidos da América, demonstrou que entre vária causas de mortes nos incêndios a fumaça ocupava o primeiro lugar: UM DOS COMPONENTES DA FUMAÇA REPONSÁVEL POR 80% DAS MORTES É O MONÓXIDO DE CARBONO
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    ABANDONO É muitoimportante que rotas de fuga sejam planejadas previamente e ensaiadas para que em situação de emergência seja possível realizar uma desocupação rápida e sem acidentes. A sua elaboração deve levar em conta as características físicas de cada setor e as condições dos pacientes a serem removidos.
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    É um mapaque representa, através de símbolos apropriados, o trajeto a ser seguido pelo indivíduo no caso de necessidade urgente de evacuação do local, em função de incêndio, desabamentos ou outros casos fortuitos. ROTA DE FUGA D I M E N S I O N A R
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    Lei Estadual nº1.535, de 26 de Setembro de 1989. Divulgar Placa a cada 20 metros Impressos distribuídos
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    Determina que todaEmpresa possua pessoal adestrado no uso correto de equipamentos de combate a incêndio. Determinando ainda que periodicamente sejam feitos exercícios de combate ao fogo para que os funcionários gravem o significado do sinal de alarme, que a evacuação do local se faça em boa ordem, que seja evitado qualquer pânico, que sejam atribuídas tarefas e responsabilidades específicas aos empregados e que seja verificado se a sirene de alarme foi ouvida em todas as áreas. Norma Regulamentadora 23 Combate a Incêndio.
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    Associação Nacional deProteção Contra Incêndios dos Estados Unidos da América. N.F.P.A. (National Fire Protection Association) FILME
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    PROCURE SEMPRE PARTICIPARDE TREINAMENTOS DE PREVENÇÃO, COMBATE A INCÊNDIO E ESCAPE ISTO UM DIA PODERÁ LHE SALVAR A VIDA OU DE ALGUÉM !!!
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    Palestrante: Eduardo RibeiroNeto Tenente Coronel Bombeiro Militar Especialista em Segurança Contra Incêndio Especialista e Administração Hospitalar E-mail: [email_address] Tel: (22) 9983-8712