Professora estagiária Alexandra 2º anos – C.E.Marechal FlorianoA Sociedade Medieval
...um mundo inseguro (invasões bárbaras, guerras feudais, epidemias)...um mundo rural, onde as cidades tem pouca importância...um mundo onde a religião é a base ideológica e cultural de toda Europa ocidental...e onde a sociedade é estamentalEstamos na Idade Média...
Sociedade EstamentalREISENHORESGUERREIROSSERVOS
A classe que deveria proteger as outras, isto é, GUERREAVA.
Faziam parte dela os SUSERANOS e VASSALOS, ou seja, os senhores de terras e os homens guerreiros em geral. Os Cavaleiros
Quando um guerreiro conseguia um senhorio, construía uma LINHAGEM de donos daquele lugar. Para se tornar um cavaleiro existia todo um RITUAL DE INICIAÇÃO que, cada vez mais, foi tomando aspectos religiosos.contrato de suserania e vassalagem, com o famoso beijo simbólico 
Deveria defender os interesses do seu suserano nas guerras, expedições militares e/ou na guarda do casteloDeveria dar conselhos sempre que fosse chamado a opinarPoderia ter mais de um suserano O Vassalo...
iluminura medieval ilustrando o momento da "Homenagem" ou celebração da Suserania e Vassalagem
A Tapeçaria de Bayeuxé uma obra feita em bordado, datada do. século XII Foi feita em Inglaterra para comemorar os eventos da batalha de Hastings (14 de Outubro 1066) e o sucesso da Conquista Normanda de Inglaterra, levada a cabo por Guilherme II, Duque da Normandia.
A morte do rei Haroldo II, o último rei saxão da Inglaterra
“Lestrèsrichesheuresduduc de Berry” ("As mui ricas horas do duque de Berry"), 1410, capa de maio
Deveria proteger seu vassalo materialmente = dando-lhe terras e/ou equipamentosDeveria defender seu vassalo caso ele fosse preso por alguém ou atacadoUMA RUPTURA DESSE PACTO ENTRE OS DOIS TAMBÉM ERA UM RITUAL PÚBLICO E PODERIA ACABAR EM GUERRA...O Suserano...
Sacre de Saint Louis (Louis IX de France) à Reim
Tinha suas próprias regras, ditadas pela tradição do lugar (como a língua local, por exemplo) e pelo senhor daquelas terras.Era regida pelo tempo AGRÍCOLA e pelo tempo LITÚRGICO. Exemplo: ao longo do dia, se percebia o tempo passar pela posição do sol e o toque dos sinos, que indicavam as horas de oração.A Vida no Feudo...AGRÍCOLALITÚRGICO
Dama = feminino de dominus (= senhor, em latim). A esposa do senhor feudal.Deveria representar ordem e moderação.Sua sexualidade estava vinculada ao futuro da linhagem do marido: se não tinha filhos, a culpa era só sua (ia para o mosteiro).Se era infiel, desonrava toda sua família.As Damas...
Tinha sido educada para ser uma BOA ESPOSA:
Garantia um bom relacionamento de sua família para     com a do marido.
Ter boa formação religiosa para salvá-lo.
Filhos: cuidar com sua formação moral e boas maneiras. Preocupação especial com as meninas: tinha que zelar pela sua virtude, pois deveriam ou arranjar casamento ou ir para o convento. Santa Clara de Assim, quadro de 1322–1326, Simone Martini“Lestrèsrichesheures” , capa de abril
Deveres domésticos: Controlava serviçais
Zelava pelo bem-estar de todos
Garantia hospitalidade
Deveria saber fiar, tecer, bordar: estar preparada para a ausência do marido. Deveria trajar roupas sóbrias, mas sem modéstia excessiva: ela representava o poder da família.Deveria comer moderadamente, ter uma dieta balanceada pró-fertilidade: sem pratos muito quentes e bebidas alcoolicas. Deveria ter gestos contidos. Seu exemplo, Maria.Annunciation (The Holy_Doors) from Saint Catherine's Monastery, Mount Sinai, século XII
Christine de Pizan  (Veneza, 1364 — Poissy, 1430)
O “AMOR CORTÊS” foi um estilo de poemas (as trovas) muito popular no fim da I. Média. Eles refletiam o estilo de vida da nobreza, o código de conduta da elite feudal.Uma vez que o homem é incapaz de se aperfeiçoar sem o estímulo e o exemplo femininos, é conveniente que ele se ligue a uma mulher que o incentive na prática das virtudes. É fácil compreender, portanto, que a característica mais saliente da moral da cortesia seja o amor: só pode amar quem é cortês, mas também é o amor que educa a virtude da cortesia. « Roman de la Rose » (original século XIII) Guillaume de Lorris, Jean de Meun. Edição + - de 1500.

Idademediasociedade

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    Professora estagiária Alexandra2º anos – C.E.Marechal FlorianoA Sociedade Medieval
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    ...um mundo inseguro(invasões bárbaras, guerras feudais, epidemias)...um mundo rural, onde as cidades tem pouca importância...um mundo onde a religião é a base ideológica e cultural de toda Europa ocidental...e onde a sociedade é estamentalEstamos na Idade Média...
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    A classe quedeveria proteger as outras, isto é, GUERREAVA.
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    Faziam parte delaos SUSERANOS e VASSALOS, ou seja, os senhores de terras e os homens guerreiros em geral. Os Cavaleiros
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    Quando um guerreiroconseguia um senhorio, construía uma LINHAGEM de donos daquele lugar. Para se tornar um cavaleiro existia todo um RITUAL DE INICIAÇÃO que, cada vez mais, foi tomando aspectos religiosos.contrato de suserania e vassalagem, com o famoso beijo simbólico 
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    Deveria defender osinteresses do seu suserano nas guerras, expedições militares e/ou na guarda do casteloDeveria dar conselhos sempre que fosse chamado a opinarPoderia ter mais de um suserano O Vassalo...
  • 8.
    iluminura medieval ilustrandoo momento da "Homenagem" ou celebração da Suserania e Vassalagem
  • 9.
    A Tapeçaria deBayeuxé uma obra feita em bordado, datada do. século XII Foi feita em Inglaterra para comemorar os eventos da batalha de Hastings (14 de Outubro 1066) e o sucesso da Conquista Normanda de Inglaterra, levada a cabo por Guilherme II, Duque da Normandia.
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    A morte dorei Haroldo II, o último rei saxão da Inglaterra
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    “Lestrèsrichesheuresduduc de Berry”("As mui ricas horas do duque de Berry"), 1410, capa de maio
  • 12.
    Deveria proteger seuvassalo materialmente = dando-lhe terras e/ou equipamentosDeveria defender seu vassalo caso ele fosse preso por alguém ou atacadoUMA RUPTURA DESSE PACTO ENTRE OS DOIS TAMBÉM ERA UM RITUAL PÚBLICO E PODERIA ACABAR EM GUERRA...O Suserano...
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    Sacre de SaintLouis (Louis IX de France) à Reim
  • 14.
    Tinha suas própriasregras, ditadas pela tradição do lugar (como a língua local, por exemplo) e pelo senhor daquelas terras.Era regida pelo tempo AGRÍCOLA e pelo tempo LITÚRGICO. Exemplo: ao longo do dia, se percebia o tempo passar pela posição do sol e o toque dos sinos, que indicavam as horas de oração.A Vida no Feudo...AGRÍCOLALITÚRGICO
  • 15.
    Dama = femininode dominus (= senhor, em latim). A esposa do senhor feudal.Deveria representar ordem e moderação.Sua sexualidade estava vinculada ao futuro da linhagem do marido: se não tinha filhos, a culpa era só sua (ia para o mosteiro).Se era infiel, desonrava toda sua família.As Damas...
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    Tinha sido educadapara ser uma BOA ESPOSA:
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    Garantia um bomrelacionamento de sua família para com a do marido.
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    Ter boa formaçãoreligiosa para salvá-lo.
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    Filhos: cuidar comsua formação moral e boas maneiras. Preocupação especial com as meninas: tinha que zelar pela sua virtude, pois deveriam ou arranjar casamento ou ir para o convento. Santa Clara de Assim, quadro de 1322–1326, Simone Martini“Lestrèsrichesheures” , capa de abril
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    Deveria saber fiar,tecer, bordar: estar preparada para a ausência do marido. Deveria trajar roupas sóbrias, mas sem modéstia excessiva: ela representava o poder da família.Deveria comer moderadamente, ter uma dieta balanceada pró-fertilidade: sem pratos muito quentes e bebidas alcoolicas. Deveria ter gestos contidos. Seu exemplo, Maria.Annunciation (The Holy_Doors) from Saint Catherine's Monastery, Mount Sinai, século XII
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    Christine de Pizan (Veneza, 1364 — Poissy, 1430)
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    O “AMOR CORTÊS”foi um estilo de poemas (as trovas) muito popular no fim da I. Média. Eles refletiam o estilo de vida da nobreza, o código de conduta da elite feudal.Uma vez que o homem é incapaz de se aperfeiçoar sem o estímulo e o exemplo femininos, é conveniente que ele se ligue a uma mulher que o incentive na prática das virtudes. É fácil compreender, portanto, que a característica mais saliente da moral da cortesia seja o amor: só pode amar quem é cortês, mas também é o amor que educa a virtude da cortesia. « Roman de la Rose » (original século XIII) Guillaume de Lorris, Jean de Meun. Edição + - de 1500.