Alexandre P. Santos
3C Arquitetura e Urbanismo
Casa das Cidades
Zona de Inovação Sustentável de Porto Alegre
Porto Alegre | RS | Brasil
CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS
PARA O DESENVOLVIMENTO
PARTE 1
O QUE É A
CONFERÊNCIA?
 3ª Conferência da ONU sobre
habitação e desenvolvimento
urbano;
 ocorre há cada 20 anos, tendo sido
precedida por Vancouver, 1976 e
Istambul, 1996;
 teve 30.000 participantes, sendo
10.000 internacionais entre
cidades, empresas, entidades
governamentais (como o CAU) e
ONGS;
 cerca de 200 nações estiveram
representadas na Assembleia
Geral.
OBJETIVOS DA
CONFERÊNCIA
 Assegurar um renovado
compromisso para o
desenvolvimento urbano
sustentável
 Avaliar as conquistas da Agenda
Habitat (1996)
 Eliminar a pobreza e identificar e
solucionar novos e emergentes
desafios
CONTEXTO
HISTÓRICO
1976: criação da ONU Habitat
1987: conceito de desenvolvimento sustentável
1992: políticas globais para desenvolvimento sustentável
1996: declaração dos Assentamentos Humanos
2000: Objetivos de Desenvolvimento do Milênio
2002: Agenda 21 prioriza saneamento
2015: Objetivos de Des. Sustentável
2015: aquecimento global e
urbanização
2016: Nova Agenda Urbana
CONTEXTO
IMEDIATO
2000 – Objetivos de Desenvolvimento do
Milênio (ODM) (8/22)
2005 – adoção do Protocolo de Kioto
2005 – migrações em massa para Europa
2015 – COP21 – Acordo de Paris
2015 – Objetivos do Desenvolvimento
Sutentável (ODS) (17/169)
Habitat III é a primeira conferência geral
da ONU sobre o ambiente urbano desde
a formulação dos principais acordos
globais para desenvolvimento sustentável
2016/out – Habitat III
2016/nov – eleição dos EUA + COP22
CONTEXTO
IMEDIATO
 3ª Conferência da ONU
sobre habitação e
desenvolvimento urbano
ELABORAÇÃO DA NOVA
AGENDA URBANA
ELABORAÇÃO DA NOVA
AGENDA URBANA
reuniões/relatórios temáticos
Fórum Urbano Mundial
Documentos Temáticos
reuniões/relatórios regionais e nacionais –
Abuja, Jacarta, Praga, Toluca
reuniões dos “pensadores urbanos”
World Urban Campaign
reuniões de especialistas
Assembléia Geral de Parceiros
unidades de política pública
Documentos de Política
rascunho “zero” da NAU
reuniões preparatórias:
rascunho de Nova Iorque (9/2014)
rascunho de Nairobi (4/2015)
rascunho de Subaraya(7/2016)
NOVA AGENDA URBANA:
DOCUMENTOS BASE
declarações temáticas:
Sustainable Energy and Cities: Abu Dhabi Declaration
Intermediate Cities: Cuenca Declaration (English) (Spanish)
Financing Urban Development: Mexico City Declaration
Civic Engagement: Tel Aviv Declaration
Metropolitan Areas: Montreal Declaration (English) (Spanish) (French)
Public Spaces: Barcelona Declaration
Informal Settlements: Pretoria Declaration
relatórios de políticas públicas:
The Right to the City and Cities for All
Socio-Cultural Urban Framework
National Urban Policies
Urban Governance, Capacity and Institutional Development
Municipal Finance and Local Fiscal Systems
Urban Spatial Strategies: Land Market and Segregation
Urban Economic Development Strategies
Urban Ecology and Resilience
Urban Services and Technology
Housing Policies
14. Local Economic Development
15. Jobs and Livelihoods
16. Informal Sector
17. Urban Resilience
18. Urban Ecosystems and Resource Management
19. Cities and Climate Change and Disaster Risk
Management
20. Urban Infrastructure and Basic Services,
including energy
21. Transport and Mobility
22. Housing
NOVA AGENDA URBANA:
DOCUMENTOS BASE
documentos temáticos (issue papers):
1. Inclusive Cities (Pro Poor, Gender,
Youth, Ageing)
2. Migration and Refugees in Urban
Areas
3. Safer Cities
4. Urban Culture and Heritage
5. Urban Rules and Legislation
6. Urban Governance
7. Municipal Finance
8. Urban and Spatial Planning and
Design
9. Urban Land
10. Urban-Rural Linkages
11. Public Space
12. Smart Cities
13. Informal Settlements
ELABORAÇÃO DA NOVA
AGENDA URBANA
O QUE RESULTA DA
CONFERÊNCIA
Nova Agenda Urbana
 novo foco entre agências da ONU
 ajuste nas prioridades dos financiadores: Banco Mundial, bancos
regionais (como o BIRD);
 comprometimentos específicos dos países com a Agenda: para
alguns países, serão os primeiros;
 reforço do papel das cidades, num contexto de diminuição da
relevância dos poderes nacionais;
 uma estrutura institucional de colaboração/participação público-
privada global.
O “legado” da Habitat
COMO FOI A CONFERÊNCIA:
O LUGAR
COMO FOI A
CONFERÊNCIA:
PROGRAMA
 Plenárias
– chefes de estado/
delegações
 Eventos:
– Side
– Parallel,
– Networking
 Mostras
– Exibição
– Habitat III VIllage
COMO FOI A
CONFERÊNCIA:
PROGRAMA
COMO FOI A CONFERÊNCIA:
EVENTOS “SIDE” E “NETWORKING”
COMO FOI A CONFERÊNCIA:
EXPOSIÇÃO
COMO FOI A CONFERÊNCIA:
EXPOSIÇÃO
O QUE FUI FAZER LÁ?
Projeto GeoSUMR
aplicação e treinamento em
geotecnologias para
resiliência e engajamento
1º estudo de caso: geração e
distribuição decentralizada de
energia solar
 fomenter o uso
 aumentar eficiência
energética
 governo + sociedade +
universidade + empresas
CONCEITO DO PROJETO:
GEOINFORMAÇÃO PARA
COMPLEXIDADE
cidades como sistemas
complexos: foco nas relações
socioeconômicas e
socioespaciais
 forças de aglomeração
 ambiente construído como
plataforma para
desenvolvimento
(reciprocidade)
cidades como locias de interação
 troca/comércio
 cultura
 compartilhamento/co-
existência
Geodesign como processo de
engajamento
 aquisição de dados +
visualização + análise
 determinado e
implementado pela
população
 mapeamento de recursos +
análise das redes de
relacionamento
 oficinas participativas de SIG
tomada de decisão baseada
em evidências e participação
PROJETO GEOSUMR:
COMO FUNCIONA
Projeto
GeoSUMR
US Department
of State
Ecocity
Builders
Association of
American
Geographers
ESRI
Zona de Inovação Sustentável
de Porto Alegre
UFRGS
PUCRS
Renova
Empresa
Junior
OTMZA
Empresa
Junior
UFRGS
Hestia
Incubadora
Porto
Alegre
Resiliente
Procempa
InovaPOA
POA Digital
ObservaPOA
Paralelo
Vivo Hub
Young
Energy
3C
Arquitetura e
Urbanismo
Natureza
Digital
Oz
Engenharia
Global Urban
Development
Instituto
Gaúcho de
Sustentabilida
de
World
Resources
Institute
Brasil
PARCEIROS E
APOIADORES
O QUE FUI FAZER LÁ?
2 SIDE EVENTS, 3 APRESENTAÇÕES, DÚZIAS DE CARTÕES
FRAMEWORKS, DADOS E
GEOTECNOLOGIAS
PARTE 2
NOVA AGENDA URBANA: OS
PRINCIPAIS PONTOS
1. Coesão social e equidade – cidades habitáveis, inclusivas, seguras,
cultura e patrimônio urbano, migração e refugiados;
2. Plataformas Urbanas (Urban Frameworks) – regras e normativas,
governance, finanças municipais;
3. Desenvolvimento Espacial – planegamento e projeto urbano, terra
urbana, vínculos urbano-rural, espaço público;
4. Economia Urbana – desenvolvimento econômico local, emprego e
rensa, setor informal;
5. Ecologia e ambiente urbano – resiliência, ecossistemas urbanos e
gestão de recursos, mudanças climáticas, gestão de riscos
6. Moradia e serviços básicos urbanos – infraestrutura e serviços
básicos, transporte e mobilidade, moradia, cidades inteligentes,
assentamentos informais
NOVA AGENDA URBANA
 Urbanização como motor de
desenvolvimento e geração
de valor
– meios de implementação –
recursos endógenos
“endogenous resources”
 Importância da “forma
urbana”, planejamento e
desenho
– [influência no resultado
econômico, nível de inclusão
social, e impacto ambiental]
 Enfoque integrado,
governança multi-nível,
participação e contribuição
de todos os atores
NOVA AGENDA URBANA
5 áreas principais
1. Política Urbana Nacional
2. Legislação Urbana - Regras e
regulamentos
3. Planejamento e Desenho
Urbano
4. Economia Urbana e Finanças
Municipais
5. Extensões / Renovações
Urbanas Planejadas
30 pontos de ação chave
NOVA AGENDA URBANA:
COMO IMPLANTAR
Plano de Implementação de Quito: visão,
princípios e compromissos
 compromissos transformativos
 não deixar ninguém para trás
 prosperidade urbana sustentável
para todos
 sustentabilidade ambiental e
resiliência
 implantação eficaz
 construção de estrutura para
Governança Urbana
 planeamento e gestão do
desenvolvimento urbano especial
 meios de implementação
 acompanhamento e revisão
 alinhamento coerente com Agend
2030 e ODS 11
 inclusive, embasado o máximo
sobre estruturas, plataformas e
experitses disponíveis
declaração de
Quito
implementação
eficaz
acompanhamento
e revisão
compromissos
transformativos
nova
agenda
urbana
EVIDENCE-BASED
DECISION MAKING
 estrutura de tomada de
decisão baseada em
evidências da realidade
 planejamento ancorado em
diagnósticos e prognósticos
 avaliação de planos e
medidas enquanto são
efetivadas
da Nova Agenda Urbana:
 planejamento baseado nas projeções de
população;
 planejamento Regional no lugar de
apenas municipal;
 estabelecimento de sistemas de gestão
de terras;
 promover o equilíbrio de direitos e
interesses no desenvolvimento urbano
através de um controle pró-ativo de
desenvolvimento
 realizar o planejamento para crises
 avaliação dos padrões urbanos e sua
influência sobre a habitabilidade e
sustentabilidade
 planejamento baseado em informações
demográficas, econômicas e outras
projeções holísticas faz diferença na
qualidade de vida
 a oferta de terras para a expansão
urbana precisam acompanhar o mesmo
ritmo do crescimento
ODS – OBJETIVO 11: CIDADES E
ASSENTAMENTOS HUMANOS
11.1 – habitação segura, adequada e preço
acessível
11.2 – transportes seguros, acessíveis,
sustentáveis
11.3 – urbanização inclusiva e sustentável +
gestão e planejamento
11.4 – proteger e salvaguardar o patrimônio cultural e
natural
11.5 – reduzir mortes e prejuízos com desastres
11.6 – reduzir o impacto ambiental negativo per
capita das cidades
11.7 – acesso universal a espaços públicos
seguros, inclusivos, acessíveis e verdes
11.a – relações econômicas, sociais e ambientais
positivas entre áreas urbanas,
periurbanas e rurais
11.b – redução do risco de desastres
11.c – apoiar os países menos desenvolvidos
Objetivo 11. Tornar as cidades e os
assentamentos humanos inclusivos,
seguros, resilientes e sustentáveis
MONITORANDO OS
FRAMEWORKS
 cada agência da ONU está
adotando algum sistema;
 as principais ONGs também
têm os seus (Ford, Habitat
para a Humanidade, etc);
 forte ligação com os Objetivos
do Desenvolvimento
Sustentável: como medir?
 necessidade crescente de
justificar os investimentos e
ações realizadas pelo
governo.
CITY PROSPERITY
INITIATIVE
ATLAS DA EXPANSÃO URBANA
2012
 Trabalho conjunto
NYU
+ Instituto Lincoln
+ ONU-Habitat
 amostra de 120 cidades ao
redor do globo para dados
de 1990 – 2000
+ 30 cidades para dados de
1800 – 2000
ATLAS DA EXPANSÃO URBANA
2012
 crescimento urbano =
consumo de terra
 crescimento urbano ≠
crescimento populacional
ATLAS DA EXPANSÃO URBANA
2016
 Revisão do trabalho de 2012
 amostra de 200 cidades:
“UN Sample of 200 Cities”
 dados 1990 – 2013
Exemplo: Kozhikode,
Qindao/CN:
 7,2% a.a. crescimento
populacional
 11,6% a.a. expansão urbana
de 1990-2013
GLOBAL HUMAN SETTLEMENT
LAYER
GLOBAL HUMAN SETTLEMENT
LAYER
produzir informação
 reproduzível
 cientificamente defensável
 escala fina
 sinóptica
 completa
 escala planetária
 eficiente em custos
GLOBAL HUMAN SETTLEMENT
LAYER
GLOBAL HUMAN SETTLEMENT
LAYER
GLOBAL HUMAN SETTLEMENT
LAYER
GLOBAL HUMAN SETTLEMENT
LAYER
GLOBAL HUMAN SETTLEMENT
LAYER
GLOBAL HUMAN SETTLEMENT
LAYER
GLOBAL HUMAN SETTLEMENT
LAYER
GLOBAL HUMAN SETTLEMENT
LAYER
GLOBAL HUMAN SETTLEMENT
LAYER
GLOBAL HUMAN SETTLEMENT
LAYER
GLOBAL HUMAN SETTLEMENT
LAYER
ECOCITY BUILDERS
URBINSIGHT
ECOCITY BUILDERS
URBINSIGHT
ECOCITY BUILDERS
URBINSIGHT
ECOCITY BUILDERS
URBINSIGHT
ECOCITY BUILDERS
URBINSIGHT
Obrigado!
Alexandre Pereira Santos Arq. MS
alexandre@3c.arq.br
www.3c.arq.brwww.globalurban.org www.zispoa.info

Habitat III: contradições, parcerias e informação geográfica na Nova Agenda Urbana - Alexandre Pereira Santos/Casa das Cidades

  • 1.
    Alexandre P. Santos 3CArquitetura e Urbanismo Casa das Cidades Zona de Inovação Sustentável de Porto Alegre Porto Alegre | RS | Brasil
  • 2.
    CONFERÊNCIA DAS NAÇÕESUNIDAS PARA O DESENVOLVIMENTO PARTE 1
  • 3.
    O QUE ÉA CONFERÊNCIA?  3ª Conferência da ONU sobre habitação e desenvolvimento urbano;  ocorre há cada 20 anos, tendo sido precedida por Vancouver, 1976 e Istambul, 1996;  teve 30.000 participantes, sendo 10.000 internacionais entre cidades, empresas, entidades governamentais (como o CAU) e ONGS;  cerca de 200 nações estiveram representadas na Assembleia Geral.
  • 4.
    OBJETIVOS DA CONFERÊNCIA  Assegurarum renovado compromisso para o desenvolvimento urbano sustentável  Avaliar as conquistas da Agenda Habitat (1996)  Eliminar a pobreza e identificar e solucionar novos e emergentes desafios
  • 5.
    CONTEXTO HISTÓRICO 1976: criação daONU Habitat 1987: conceito de desenvolvimento sustentável 1992: políticas globais para desenvolvimento sustentável 1996: declaração dos Assentamentos Humanos 2000: Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 2002: Agenda 21 prioriza saneamento 2015: Objetivos de Des. Sustentável 2015: aquecimento global e urbanização 2016: Nova Agenda Urbana
  • 6.
    CONTEXTO IMEDIATO 2000 – Objetivosde Desenvolvimento do Milênio (ODM) (8/22) 2005 – adoção do Protocolo de Kioto 2005 – migrações em massa para Europa 2015 – COP21 – Acordo de Paris 2015 – Objetivos do Desenvolvimento Sutentável (ODS) (17/169) Habitat III é a primeira conferência geral da ONU sobre o ambiente urbano desde a formulação dos principais acordos globais para desenvolvimento sustentável 2016/out – Habitat III 2016/nov – eleição dos EUA + COP22
  • 7.
  • 8.
     3ª Conferênciada ONU sobre habitação e desenvolvimento urbano ELABORAÇÃO DA NOVA AGENDA URBANA
  • 9.
    ELABORAÇÃO DA NOVA AGENDAURBANA reuniões/relatórios temáticos Fórum Urbano Mundial Documentos Temáticos reuniões/relatórios regionais e nacionais – Abuja, Jacarta, Praga, Toluca reuniões dos “pensadores urbanos” World Urban Campaign reuniões de especialistas Assembléia Geral de Parceiros unidades de política pública Documentos de Política rascunho “zero” da NAU reuniões preparatórias: rascunho de Nova Iorque (9/2014) rascunho de Nairobi (4/2015) rascunho de Subaraya(7/2016)
  • 10.
    NOVA AGENDA URBANA: DOCUMENTOSBASE declarações temáticas: Sustainable Energy and Cities: Abu Dhabi Declaration Intermediate Cities: Cuenca Declaration (English) (Spanish) Financing Urban Development: Mexico City Declaration Civic Engagement: Tel Aviv Declaration Metropolitan Areas: Montreal Declaration (English) (Spanish) (French) Public Spaces: Barcelona Declaration Informal Settlements: Pretoria Declaration relatórios de políticas públicas: The Right to the City and Cities for All Socio-Cultural Urban Framework National Urban Policies Urban Governance, Capacity and Institutional Development Municipal Finance and Local Fiscal Systems Urban Spatial Strategies: Land Market and Segregation Urban Economic Development Strategies Urban Ecology and Resilience Urban Services and Technology Housing Policies
  • 11.
    14. Local EconomicDevelopment 15. Jobs and Livelihoods 16. Informal Sector 17. Urban Resilience 18. Urban Ecosystems and Resource Management 19. Cities and Climate Change and Disaster Risk Management 20. Urban Infrastructure and Basic Services, including energy 21. Transport and Mobility 22. Housing NOVA AGENDA URBANA: DOCUMENTOS BASE documentos temáticos (issue papers): 1. Inclusive Cities (Pro Poor, Gender, Youth, Ageing) 2. Migration and Refugees in Urban Areas 3. Safer Cities 4. Urban Culture and Heritage 5. Urban Rules and Legislation 6. Urban Governance 7. Municipal Finance 8. Urban and Spatial Planning and Design 9. Urban Land 10. Urban-Rural Linkages 11. Public Space 12. Smart Cities 13. Informal Settlements
  • 12.
  • 13.
    O QUE RESULTADA CONFERÊNCIA Nova Agenda Urbana  novo foco entre agências da ONU  ajuste nas prioridades dos financiadores: Banco Mundial, bancos regionais (como o BIRD);  comprometimentos específicos dos países com a Agenda: para alguns países, serão os primeiros;  reforço do papel das cidades, num contexto de diminuição da relevância dos poderes nacionais;  uma estrutura institucional de colaboração/participação público- privada global. O “legado” da Habitat
  • 14.
    COMO FOI ACONFERÊNCIA: O LUGAR
  • 15.
    COMO FOI A CONFERÊNCIA: PROGRAMA Plenárias – chefes de estado/ delegações  Eventos: – Side – Parallel, – Networking  Mostras – Exibição – Habitat III VIllage
  • 16.
  • 17.
    COMO FOI ACONFERÊNCIA: EVENTOS “SIDE” E “NETWORKING”
  • 18.
    COMO FOI ACONFERÊNCIA: EXPOSIÇÃO
  • 19.
    COMO FOI ACONFERÊNCIA: EXPOSIÇÃO
  • 20.
    O QUE FUIFAZER LÁ? Projeto GeoSUMR aplicação e treinamento em geotecnologias para resiliência e engajamento 1º estudo de caso: geração e distribuição decentralizada de energia solar  fomenter o uso  aumentar eficiência energética  governo + sociedade + universidade + empresas
  • 21.
    CONCEITO DO PROJETO: GEOINFORMAÇÃOPARA COMPLEXIDADE cidades como sistemas complexos: foco nas relações socioeconômicas e socioespaciais  forças de aglomeração  ambiente construído como plataforma para desenvolvimento (reciprocidade) cidades como locias de interação  troca/comércio  cultura  compartilhamento/co- existência
  • 22.
    Geodesign como processode engajamento  aquisição de dados + visualização + análise  determinado e implementado pela população  mapeamento de recursos + análise das redes de relacionamento  oficinas participativas de SIG tomada de decisão baseada em evidências e participação PROJETO GEOSUMR: COMO FUNCIONA
  • 23.
    Projeto GeoSUMR US Department of State Ecocity Builders Associationof American Geographers ESRI Zona de Inovação Sustentável de Porto Alegre UFRGS PUCRS Renova Empresa Junior OTMZA Empresa Junior UFRGS Hestia Incubadora Porto Alegre Resiliente Procempa InovaPOA POA Digital ObservaPOA Paralelo Vivo Hub Young Energy 3C Arquitetura e Urbanismo Natureza Digital Oz Engenharia Global Urban Development Instituto Gaúcho de Sustentabilida de World Resources Institute Brasil PARCEIROS E APOIADORES
  • 24.
    O QUE FUIFAZER LÁ? 2 SIDE EVENTS, 3 APRESENTAÇÕES, DÚZIAS DE CARTÕES
  • 25.
  • 26.
    NOVA AGENDA URBANA:OS PRINCIPAIS PONTOS 1. Coesão social e equidade – cidades habitáveis, inclusivas, seguras, cultura e patrimônio urbano, migração e refugiados; 2. Plataformas Urbanas (Urban Frameworks) – regras e normativas, governance, finanças municipais; 3. Desenvolvimento Espacial – planegamento e projeto urbano, terra urbana, vínculos urbano-rural, espaço público; 4. Economia Urbana – desenvolvimento econômico local, emprego e rensa, setor informal; 5. Ecologia e ambiente urbano – resiliência, ecossistemas urbanos e gestão de recursos, mudanças climáticas, gestão de riscos 6. Moradia e serviços básicos urbanos – infraestrutura e serviços básicos, transporte e mobilidade, moradia, cidades inteligentes, assentamentos informais
  • 27.
    NOVA AGENDA URBANA Urbanização como motor de desenvolvimento e geração de valor – meios de implementação – recursos endógenos “endogenous resources”  Importância da “forma urbana”, planejamento e desenho – [influência no resultado econômico, nível de inclusão social, e impacto ambiental]  Enfoque integrado, governança multi-nível, participação e contribuição de todos os atores
  • 28.
    NOVA AGENDA URBANA 5áreas principais 1. Política Urbana Nacional 2. Legislação Urbana - Regras e regulamentos 3. Planejamento e Desenho Urbano 4. Economia Urbana e Finanças Municipais 5. Extensões / Renovações Urbanas Planejadas 30 pontos de ação chave
  • 29.
    NOVA AGENDA URBANA: COMOIMPLANTAR Plano de Implementação de Quito: visão, princípios e compromissos  compromissos transformativos  não deixar ninguém para trás  prosperidade urbana sustentável para todos  sustentabilidade ambiental e resiliência  implantação eficaz  construção de estrutura para Governança Urbana  planeamento e gestão do desenvolvimento urbano especial  meios de implementação  acompanhamento e revisão  alinhamento coerente com Agend 2030 e ODS 11  inclusive, embasado o máximo sobre estruturas, plataformas e experitses disponíveis declaração de Quito implementação eficaz acompanhamento e revisão compromissos transformativos nova agenda urbana
  • 30.
    EVIDENCE-BASED DECISION MAKING  estruturade tomada de decisão baseada em evidências da realidade  planejamento ancorado em diagnósticos e prognósticos  avaliação de planos e medidas enquanto são efetivadas da Nova Agenda Urbana:  planejamento baseado nas projeções de população;  planejamento Regional no lugar de apenas municipal;  estabelecimento de sistemas de gestão de terras;  promover o equilíbrio de direitos e interesses no desenvolvimento urbano através de um controle pró-ativo de desenvolvimento  realizar o planejamento para crises  avaliação dos padrões urbanos e sua influência sobre a habitabilidade e sustentabilidade  planejamento baseado em informações demográficas, econômicas e outras projeções holísticas faz diferença na qualidade de vida  a oferta de terras para a expansão urbana precisam acompanhar o mesmo ritmo do crescimento
  • 31.
    ODS – OBJETIVO11: CIDADES E ASSENTAMENTOS HUMANOS 11.1 – habitação segura, adequada e preço acessível 11.2 – transportes seguros, acessíveis, sustentáveis 11.3 – urbanização inclusiva e sustentável + gestão e planejamento 11.4 – proteger e salvaguardar o patrimônio cultural e natural 11.5 – reduzir mortes e prejuízos com desastres 11.6 – reduzir o impacto ambiental negativo per capita das cidades 11.7 – acesso universal a espaços públicos seguros, inclusivos, acessíveis e verdes 11.a – relações econômicas, sociais e ambientais positivas entre áreas urbanas, periurbanas e rurais 11.b – redução do risco de desastres 11.c – apoiar os países menos desenvolvidos Objetivo 11. Tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis
  • 32.
    MONITORANDO OS FRAMEWORKS  cadaagência da ONU está adotando algum sistema;  as principais ONGs também têm os seus (Ford, Habitat para a Humanidade, etc);  forte ligação com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável: como medir?  necessidade crescente de justificar os investimentos e ações realizadas pelo governo.
  • 33.
  • 34.
    ATLAS DA EXPANSÃOURBANA 2012  Trabalho conjunto NYU + Instituto Lincoln + ONU-Habitat  amostra de 120 cidades ao redor do globo para dados de 1990 – 2000 + 30 cidades para dados de 1800 – 2000
  • 35.
    ATLAS DA EXPANSÃOURBANA 2012  crescimento urbano = consumo de terra  crescimento urbano ≠ crescimento populacional
  • 36.
    ATLAS DA EXPANSÃOURBANA 2016  Revisão do trabalho de 2012  amostra de 200 cidades: “UN Sample of 200 Cities”  dados 1990 – 2013 Exemplo: Kozhikode, Qindao/CN:  7,2% a.a. crescimento populacional  11,6% a.a. expansão urbana de 1990-2013
  • 37.
  • 38.
    GLOBAL HUMAN SETTLEMENT LAYER produzirinformação  reproduzível  cientificamente defensável  escala fina  sinóptica  completa  escala planetária  eficiente em custos
  • 39.
  • 40.
  • 41.
  • 42.
  • 43.
  • 44.
  • 45.
  • 46.
  • 47.
  • 48.
  • 49.
  • 50.
  • 51.
  • 52.
  • 53.
  • 54.
  • 55.
    Obrigado! Alexandre Pereira SantosArq. MS alexandre@3c.arq.br www.3c.arq.brwww.globalurban.org www.zispoa.info