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O Brasil no Mercosul atualmente Colégio – “ Jesus Cristo Rei “. Componentes: Beatriz Tirelo, Ana Luísa Carari, Gabriella Machado, Rafael Souza, Brielly Bernardo, Luana Calvi, Luís Paulo Smarzaro, Lorena Torres, João Vitor Bittencourt, Israel Moreira, Rômulo Delatorre
Introdução: Introduzimos neste trabalho um pouco sobre o Mercosul atualmente e a Dívida Externa Brasileira. O Mercado Comum do Sul (Mercosul), instituído em 1991 como um dos mais importantes blocos regionais do movimento de integração entre os países da América Latina, compreende, entre seus membros, Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai; Chile e Bolívia são países associados ao Mercosul, desde 1996 e 1997, respectivamente. A Dívida Externa adquiriu proporções durante o regime militar (1964-85).O primeiro empréstimo externo do Brasil foi obtido em 1824, no valor de 3 milhões de libras esterlinas e ficou conhecido como "empréstimo português",destinado a cobrir dívidas do período colonial e que na prática significava um pagamento à Portugal pelo reconhecimento de nossa independência. Em 1929 foi realizado um novo empréstimo que ficou conhecido como ‘O ruinoso”,também serviu para cobrir parcelas que não foram pagas do empréstimo anterior. Logo depois,dois novos empréstimos importantes foram realizados durante o Império(1843-1852),com a função de quitar débitos relativos ao primeiro empréstimo que foi totalmente quitado somente no ano de 1890.Durante este período o Brasil ainda se endividou-se mais em função da guerra contra o Paraguai.
A divida externa brasileira No caso do Brasil, grande parte da chamada dívida externa foi contraída durante a ditadura que teve início em 1964.  A pobreza do terceiro mundo é uma resposta aos serventuários da dívida externa; pois, enquanto engrandece a riqueza dos que já têm, enfraquece cada vez mais os que não têm nada. A preocupação do povo brasileiro não é calote em ninguém; mas, exigir dos banqueiros internacionais, uma maneira de pagamento sem aumentar a miséria interna do país. A luta se processa por um acordo que faça com que se possa dinamizar a economia do lado nacional e quando tiver condições, que se pague todo débito que foi contraído no exterior. A população brasileira precisa de um espaço de tempo e recursos para organizar a economia, para depois, pensar em pagar seus débitos que não foram contraídos para implementar a economia interna. A parte relativa ao período dos governos militares foi contraída sem conhecimento do povo. É como alguém que emprestasse dinheiro a uma criança, impossibi­litada de distinguir, e pretendesse depois cobrar o empréstimo aos pais. Essa parte da divida teve o objetivo político de sustentar os regimes militares latino-americanos, com a finalidade econômica de saquear nossas riquezas e nos es­cravizar. Uma outra razão foi aplicar os excedentes finan­ceiros dos países ricos. Se os objetivos são injustos, o meio para alcançar o fim é também injusto, segundo princípio ético-jurídico tradicional.
Portanto, a dívida externa brasileira é um mal imperdoável, porque foi contraída sem o aval de seu povo. Buscou-se dinheiro internacional e se gastou, onde não se sabe. Foram recursos que chegaram e ninguém sabe onde entraram, apenas só resta o compromisso que massacra impiedosamente a sua gente que não merece este estado de coisas. Os banqueiros internacionais querem a todo custo puxar seus altos e volumosos cheques, não importando quem fique aqui, passando fome com seu país sendo sucateado. A dívida externa hoje é o maior problema que os países pobres enfrentam, não pelo fato de dever; contudo, pelas dificuldades impostas ao desenvolvimento de cada nação. Assim, podemos ver claramente as dificuldades enfrentadas pelo México. Os problemas que cercam Nicarágua. Os atropelos que enfrenta El Salvador. As Imposições à Argentina. Enfim, a dívida externa é um compromisso intercapitalismo; entretanto, tornou-se um instrumento de imposição e destronamento de governos fracos. O pagamento da dívida externa é como uma compra a crédito atacadista, onde o gerente diz sem vacilar, pode levar a vontade, o pagamento não é problema e na hora de pagar, esse mesmo gerente insiste em deixar uma parte para ser pago depois. Isto significa dependência.
Podemos dizer então, que a dívida externa brasileira serviu a aumentando os seus patrimônios industriais e fundiários. Desta forma, as riquezas particulares aumentaram, em detrimento da economia como um todo, isto porque, os recursos particulares não eram convertidos em produção para a economia nacional. Assim sendo, não apareciam os ganhos para a sociedade em termos de habitação, saúde, escolas, ciência e, sobretudo, salários para aqueles que participavam diretamente da economia produtiva. É neste sentido que se diz que a dívida externa brasileira foi e é o sacrifício de muitos e o apogeu e alegria de poucos que se enriqueceram com a situação dos poderios econômicos  que dominaram o país à custa do desenvolvimento e bem-estar do povo brasileiro. Hoje, a dívida é  50 vezes superior à dívida deixada pelo presidente constitucional João Goulart, derrubado em 1º de abril de 1964.
O Mercado Comum do Sul ( Mercosul ) foi criado em 26/03/1991 com a assinatura do Tratado de Assunção no Paraguai. Os membros deste importante bloco econômico do América do Sul  são os seguintes países : Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela O Brasil é, fundamentalmente, um  global trader  com interesses muito diversificados e natural preferência por um sistema multilateral de comércio. O interesse do Brasil em uma inserção na economia mundial vai além do comércio de mercadorias; diz respeito, principalmente , a acesso aos recursos finaceiros e à tecnologia, normalmente só encontrados em países desenvolvidos. Por todas essas razões, a integração regional não pode ser senão um complemento limitado à área de bens no quadro de uma inserção brasileira mais ampla no cenário mundial. De qualquer modo, a integração regional não deve se circunscrever ao Mercosul, mas incluir todos os nossos vizinhos da América do Sul, como previsto na iniciativa brasileira de constituição de uma Área de Livre Comércio Sul Americana — ALCSA. O Mercosul, como uma zona de livre comércio em seu estágio final de conformação, pode ser visto como fator mais significativo na notável expansão das exportações brasileiras para seus parceiros. Contudo, a conversão do Mercosul em união aduaneira deverá ser conduzida com cuidado, a fim de evitar que sua tarifa externa comum se transforme em restrição indevida da capacidade do Brasil de formular e executar políticas comerciais e industriais requeridas por seus objetivos de desenvolvimento  . O Brasil no Mercosul, atualmente
Os conflitos comerciais entre Brasil e Argentina   As duas maiores economias do Mercosul enfrentam algumas dificuldades nas relações comerciais. A Argentina está impondo algumas barreiras no setor automobilístico e da linha branca ( geladeiras, micro-ondas, fogões ), pois a livre entrada dos produtos brasileiros está dificultando o crescimento destes setores na Argentina.  Na área agrícola também ocorrem dificuldades de integração, pois os argentinos alegam que o governo brasileiro oferece subsídios aos produtores de açúcar. Desta forma, o produto chegaria ao mercado argentino a um preço muito competitivo, prejudicando o produtor e o comércio argentino.  Em 1999, o Brasil recorreu à OMC ( Organização Mundial do Comércio ), pois a Argentina estabeleceu barreiras aos tecidos de algodão e lã produzidos no Brasil. No mesmo ano, a Argentina começa a exigir selo de qualidade nos calçados vindos do Brasil. Esta medida visava prejudicar a entrada de calçados brasileiros no mercado argentino. Estas dificuldades estão sendo discutidas e os governos estão caminhando e negociando no sentido de superar barreiras e fazer com que o bloco econômico funcione plenamente.  ,[object Object]
Anexos: (charges)
 
Mapa do Mercosul: Mapa do Mercosul :
Conclusão   Esperamos que o Mercosul supere suas dificuldades e comece a funcionar plenamente e possibilite a entrada de novos parceiros da América do Sul. Esta integração econômica, bem sucedida, aumentaria o desenvolvimento econômico nos países membros, além de facilitar as relações comerciais entre o Mercosul e outros blocos econômicos, como o NAFTA e a União Européia. Economistas renomados afirmam que, muito em breve, dentro desta economia globalizada as relações comerciais não mais acontecerão entre países, mas sim entre blocos econômicos. Participar de um bloco econômico forte será de extrema importância para o Brasil.
BIBLIOGRAFIA:   -> http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=211 -> http://www.dhnet.org.br/direitos/militantes/herkenhoff/livro3/c49.html -> http://www.eumed.net/cursecon/libreria/2004/lgs-mem/27.htm  -> http://www.ibls.com/dl/MERCOSUL-Regulation-Portuguese.pdf -> http://www.suapesquisa.com/mercosul/

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Grupo 1

  • 1. O Brasil no Mercosul atualmente Colégio – “ Jesus Cristo Rei “. Componentes: Beatriz Tirelo, Ana Luísa Carari, Gabriella Machado, Rafael Souza, Brielly Bernardo, Luana Calvi, Luís Paulo Smarzaro, Lorena Torres, João Vitor Bittencourt, Israel Moreira, Rômulo Delatorre
  • 2. Introdução: Introduzimos neste trabalho um pouco sobre o Mercosul atualmente e a Dívida Externa Brasileira. O Mercado Comum do Sul (Mercosul), instituído em 1991 como um dos mais importantes blocos regionais do movimento de integração entre os países da América Latina, compreende, entre seus membros, Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai; Chile e Bolívia são países associados ao Mercosul, desde 1996 e 1997, respectivamente. A Dívida Externa adquiriu proporções durante o regime militar (1964-85).O primeiro empréstimo externo do Brasil foi obtido em 1824, no valor de 3 milhões de libras esterlinas e ficou conhecido como "empréstimo português",destinado a cobrir dívidas do período colonial e que na prática significava um pagamento à Portugal pelo reconhecimento de nossa independência. Em 1929 foi realizado um novo empréstimo que ficou conhecido como ‘O ruinoso”,também serviu para cobrir parcelas que não foram pagas do empréstimo anterior. Logo depois,dois novos empréstimos importantes foram realizados durante o Império(1843-1852),com a função de quitar débitos relativos ao primeiro empréstimo que foi totalmente quitado somente no ano de 1890.Durante este período o Brasil ainda se endividou-se mais em função da guerra contra o Paraguai.
  • 3. A divida externa brasileira No caso do Brasil, grande parte da chamada dívida externa foi contraída durante a ditadura que teve início em 1964. A pobreza do terceiro mundo é uma resposta aos serventuários da dívida externa; pois, enquanto engrandece a riqueza dos que já têm, enfraquece cada vez mais os que não têm nada. A preocupação do povo brasileiro não é calote em ninguém; mas, exigir dos banqueiros internacionais, uma maneira de pagamento sem aumentar a miséria interna do país. A luta se processa por um acordo que faça com que se possa dinamizar a economia do lado nacional e quando tiver condições, que se pague todo débito que foi contraído no exterior. A população brasileira precisa de um espaço de tempo e recursos para organizar a economia, para depois, pensar em pagar seus débitos que não foram contraídos para implementar a economia interna. A parte relativa ao período dos governos militares foi contraída sem conhecimento do povo. É como alguém que emprestasse dinheiro a uma criança, impossibi­litada de distinguir, e pretendesse depois cobrar o empréstimo aos pais. Essa parte da divida teve o objetivo político de sustentar os regimes militares latino-americanos, com a finalidade econômica de saquear nossas riquezas e nos es­cravizar. Uma outra razão foi aplicar os excedentes finan­ceiros dos países ricos. Se os objetivos são injustos, o meio para alcançar o fim é também injusto, segundo princípio ético-jurídico tradicional.
  • 4. Portanto, a dívida externa brasileira é um mal imperdoável, porque foi contraída sem o aval de seu povo. Buscou-se dinheiro internacional e se gastou, onde não se sabe. Foram recursos que chegaram e ninguém sabe onde entraram, apenas só resta o compromisso que massacra impiedosamente a sua gente que não merece este estado de coisas. Os banqueiros internacionais querem a todo custo puxar seus altos e volumosos cheques, não importando quem fique aqui, passando fome com seu país sendo sucateado. A dívida externa hoje é o maior problema que os países pobres enfrentam, não pelo fato de dever; contudo, pelas dificuldades impostas ao desenvolvimento de cada nação. Assim, podemos ver claramente as dificuldades enfrentadas pelo México. Os problemas que cercam Nicarágua. Os atropelos que enfrenta El Salvador. As Imposições à Argentina. Enfim, a dívida externa é um compromisso intercapitalismo; entretanto, tornou-se um instrumento de imposição e destronamento de governos fracos. O pagamento da dívida externa é como uma compra a crédito atacadista, onde o gerente diz sem vacilar, pode levar a vontade, o pagamento não é problema e na hora de pagar, esse mesmo gerente insiste em deixar uma parte para ser pago depois. Isto significa dependência.
  • 5. Podemos dizer então, que a dívida externa brasileira serviu a aumentando os seus patrimônios industriais e fundiários. Desta forma, as riquezas particulares aumentaram, em detrimento da economia como um todo, isto porque, os recursos particulares não eram convertidos em produção para a economia nacional. Assim sendo, não apareciam os ganhos para a sociedade em termos de habitação, saúde, escolas, ciência e, sobretudo, salários para aqueles que participavam diretamente da economia produtiva. É neste sentido que se diz que a dívida externa brasileira foi e é o sacrifício de muitos e o apogeu e alegria de poucos que se enriqueceram com a situação dos poderios econômicos  que dominaram o país à custa do desenvolvimento e bem-estar do povo brasileiro. Hoje, a dívida é 50 vezes superior à dívida deixada pelo presidente constitucional João Goulart, derrubado em 1º de abril de 1964.
  • 6. O Mercado Comum do Sul ( Mercosul ) foi criado em 26/03/1991 com a assinatura do Tratado de Assunção no Paraguai. Os membros deste importante bloco econômico do América do Sul  são os seguintes países : Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai e Venezuela O Brasil é, fundamentalmente, um global trader com interesses muito diversificados e natural preferência por um sistema multilateral de comércio. O interesse do Brasil em uma inserção na economia mundial vai além do comércio de mercadorias; diz respeito, principalmente , a acesso aos recursos finaceiros e à tecnologia, normalmente só encontrados em países desenvolvidos. Por todas essas razões, a integração regional não pode ser senão um complemento limitado à área de bens no quadro de uma inserção brasileira mais ampla no cenário mundial. De qualquer modo, a integração regional não deve se circunscrever ao Mercosul, mas incluir todos os nossos vizinhos da América do Sul, como previsto na iniciativa brasileira de constituição de uma Área de Livre Comércio Sul Americana — ALCSA. O Mercosul, como uma zona de livre comércio em seu estágio final de conformação, pode ser visto como fator mais significativo na notável expansão das exportações brasileiras para seus parceiros. Contudo, a conversão do Mercosul em união aduaneira deverá ser conduzida com cuidado, a fim de evitar que sua tarifa externa comum se transforme em restrição indevida da capacidade do Brasil de formular e executar políticas comerciais e industriais requeridas por seus objetivos de desenvolvimento . O Brasil no Mercosul, atualmente
  • 7.
  • 9.  
  • 10. Mapa do Mercosul: Mapa do Mercosul :
  • 11. Conclusão Esperamos que o Mercosul supere suas dificuldades e comece a funcionar plenamente e possibilite a entrada de novos parceiros da América do Sul. Esta integração econômica, bem sucedida, aumentaria o desenvolvimento econômico nos países membros, além de facilitar as relações comerciais entre o Mercosul e outros blocos econômicos, como o NAFTA e a União Européia. Economistas renomados afirmam que, muito em breve, dentro desta economia globalizada as relações comerciais não mais acontecerão entre países, mas sim entre blocos econômicos. Participar de um bloco econômico forte será de extrema importância para o Brasil.
  • 12. BIBLIOGRAFIA:   -> http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=211 -> http://www.dhnet.org.br/direitos/militantes/herkenhoff/livro3/c49.html -> http://www.eumed.net/cursecon/libreria/2004/lgs-mem/27.htm -> http://www.ibls.com/dl/MERCOSUL-Regulation-Portuguese.pdf -> http://www.suapesquisa.com/mercosul/