SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 7
Baixar para ler offline
Colégio “Jesus Cristo Rei”

Professor: Mário de Mori
Título:
Conteúdo: Tema 5
Alunos: Grupo 5
Disciplina: Geografia
Série: 1°        Turma: mA




 Cachoeiro de Itapemirim, ES- 08/04/2009
Dívida externa
•   Origens:
           O primeiro empréstimo
    externo do Brasil foi feito em 1824,
    no valor de 3 milhões de libras
    esterlinas e ficou conhecido como
    “empréstimo português”, para cobrir
    dívidas do período colonial que na
    verdade significava comprar a carta
    de alforria do Brasil.
•   História:
           O Brasil independente passou a
    ter mais e mais dívidas como em
    1906, no valor de 12 milhões de
    libras, com o “ Convênio de Taubaté”.
    A partir de empréstimos no exterior,
    o governo do Brasil compraria e
    estocaria a produção de café na
    república velha.
• Causas
  As principais causas se originaram com os empréstimos
  internacionais que foram realizados com juros baixos, que
  estavam disponíveis devido ao acúmulo de renda nos países
  árabes.
  E, como o mundo foi exposto às crises do petróleo e à
  especulação financeira decorrente dessas crises, as taxas de
  juros dos contratos subiram muito, principalmente a partir da
  década de 1980.
  E para tentar saldar as dívidas, o governo precisou fazer
  empréstimos com o FMI (Fundo Monetário Internacional), que
  oferecia taxas comparativamente menores. Contudo, a
  estratégia de se endividar com o FMI para saldar essas dívidas,
  não foi benéfica. Aumentando mais a dívida externa

• Consequências:
 Baixo crescimento econômico;
 Alto desemprego;
 Expansão de todos os tipos de submoradias nos grandes
  centros urbanos.
O Brasil no “Global Trader”.
     Aliar-se politicamente e economicamente com outros
países, podendo assim fazer exportações e importações.
Esse acordo pode ser bilateral ou multilateral.
     O Brasil é, fundamentalmente, um “global trader” com
interesses muito diversificados e natural preferência por
um sistema multilateral de comércio. O interesse do Brasil
em uma inserção na economia mundial vai além do
comércio de mercadorias; diz respeito, principalmente, a
acesso aos recursos financeiros e à tecnologia,
normalmente só encontrados em países desenvolvidos. Por
todas essas razões, a integração regional não pode ser
senão um complemento limitado à área de bens no quadro
de uma inserção brasileira mais ampla no cenário mundial.
Medidas tomadas pelo governo:
    O grande destaque foi a decisão política de
nos aproximarmos diplomaticamente dos países
subdesenvolvidos, através de vários tipos de
contatos e missões presidenciais e empresariais.
Incentivados pela nova orientação da política
externa nacional, os empresários se esforçaram
mais para efetivar o aumento das exportações de
seus produtos para países que têm várias
semelhanças com o nosso, como África do Sul,
Índia e o conjunto Latino Americano.
Aliados com o Brasil na nova
     geografia comercial.

Para facilitar essa aliança, o Brasil preferiu
  se aproximar mais com os países que
       possuem semelhanças a ele.
                 E são estes:
 China, África, Rússia e o Oriente Médio.
Consequências da política comercial
           brasileira.
     A política comercial brasileira pode ser considerada
como resultante da interação de fatores internos e externos.
     Os fatores externos que condicionam a política
comercial brasileira podem, algo artificialmente, ser
classificados como de dois tipos: os que resultam de
negociações multilaterais, regionais ou sub-regionais em que
o Brasil esteja envolvido.
     Diretamente; e os que decorrem de negociações entre
parceiros brasileiros que tenham implicações importantes
sobre interesses econômicos do país mas das quais o Brasil
não participe. A capacidade de o governo brasileiro interferir
diretamente com sucesso para flexibilizar as restrições
externas oriundas de negociações em que não esteja
diretamente envolvido é nula, restando apenas a
possibilidade de tentar adotar iniciativas que cancelem as
conseqüências desfavoráveis originais.

Mais conteúdo relacionado

Destaque

Geografia 5ª série vol 1
Geografia 5ª série vol 1Geografia 5ª série vol 1
Geografia 5ª série vol 1nicholasfavaro
 
Atividades Biomas
Atividades BiomasAtividades Biomas
Atividades BiomasDoug Caesar
 
PCN de Geografia - Prof. Amábile
PCN de Geografia - Prof. AmábilePCN de Geografia - Prof. Amábile
PCN de Geografia - Prof. AmábileCarmina Monteiro
 
Geografia para o ensino fundamental partir dos PCN
Geografia para o ensino fundamental partir dos PCNGeografia para o ensino fundamental partir dos PCN
Geografia para o ensino fundamental partir dos PCNPatrícia Éderson Dias
 
Como trabalhar a geografia nas séries iniciais?
Como trabalhar a geografia nas séries iniciais?Como trabalhar a geografia nas séries iniciais?
Como trabalhar a geografia nas séries iniciais?Fabiola Sampaio
 
Banco de-atividades-de-matematica-7c2ba-ano
Banco de-atividades-de-matematica-7c2ba-anoBanco de-atividades-de-matematica-7c2ba-ano
Banco de-atividades-de-matematica-7c2ba-anoJorge Basílio
 
Geografia bíblica
Geografia bíblicaGeografia bíblica
Geografia bíblicaNatan Silva
 
Apostila de Arte Ensino Fundamental I
Apostila de Arte Ensino Fundamental IApostila de Arte Ensino Fundamental I
Apostila de Arte Ensino Fundamental IEliane Sanches
 
Aula 1 - geografia 1
Aula 1 - geografia 1Aula 1 - geografia 1
Aula 1 - geografia 1Palloma Luana
 

Destaque (9)

Geografia 5ª série vol 1
Geografia 5ª série vol 1Geografia 5ª série vol 1
Geografia 5ª série vol 1
 
Atividades Biomas
Atividades BiomasAtividades Biomas
Atividades Biomas
 
PCN de Geografia - Prof. Amábile
PCN de Geografia - Prof. AmábilePCN de Geografia - Prof. Amábile
PCN de Geografia - Prof. Amábile
 
Geografia para o ensino fundamental partir dos PCN
Geografia para o ensino fundamental partir dos PCNGeografia para o ensino fundamental partir dos PCN
Geografia para o ensino fundamental partir dos PCN
 
Como trabalhar a geografia nas séries iniciais?
Como trabalhar a geografia nas séries iniciais?Como trabalhar a geografia nas séries iniciais?
Como trabalhar a geografia nas séries iniciais?
 
Banco de-atividades-de-matematica-7c2ba-ano
Banco de-atividades-de-matematica-7c2ba-anoBanco de-atividades-de-matematica-7c2ba-ano
Banco de-atividades-de-matematica-7c2ba-ano
 
Geografia bíblica
Geografia bíblicaGeografia bíblica
Geografia bíblica
 
Apostila de Arte Ensino Fundamental I
Apostila de Arte Ensino Fundamental IApostila de Arte Ensino Fundamental I
Apostila de Arte Ensino Fundamental I
 
Aula 1 - geografia 1
Aula 1 - geografia 1Aula 1 - geografia 1
Aula 1 - geografia 1
 

Semelhante a Grupo 5

Crise econômica MUNDIAL
Crise econômica MUNDIALCrise econômica MUNDIAL
Crise econômica MUNDIALizzidoro
 
Economia Brasileira - Da Economia Cafeeira ao Plano Real
Economia Brasileira - Da Economia Cafeeira ao Plano RealEconomia Brasileira - Da Economia Cafeeira ao Plano Real
Economia Brasileira - Da Economia Cafeeira ao Plano RealDiana Sampaio
 
Unidade 7 8º ano (Temas 1 e 2)
Unidade 7  8º ano (Temas 1 e 2)Unidade 7  8º ano (Temas 1 e 2)
Unidade 7 8º ano (Temas 1 e 2)Christie Freitas
 
O desafio da inserção internacional soberana
O desafio da inserção internacional soberanaO desafio da inserção internacional soberana
O desafio da inserção internacional soberanaguestc76adb0
 
O DESAFIO DA INSERÇÃO INTERNACIONAL SOBERANA
O DESAFIO DA INSERÇÃO INTERNACIONAL SOBERANAO DESAFIO DA INSERÇÃO INTERNACIONAL SOBERANA
O DESAFIO DA INSERÇÃO INTERNACIONAL SOBERANAAloizio Mercadante
 
O brasil em um mundo globalizado
O brasil em um mundo globalizadoO brasil em um mundo globalizado
O brasil em um mundo globalizadototonhodemorais
 
Ch18 4e t rev cmc
Ch18 4e t rev cmcCh18 4e t rev cmc
Ch18 4e t rev cmccideni
 
Comércio internacional no século XXI: alternativas para o Brasil
Comércio internacional no século XXI:  alternativas para o BrasilComércio internacional no século XXI:  alternativas para o Brasil
Comércio internacional no século XXI: alternativas para o BrasilFundação Dom Cabral - FDC
 
Brasil vive desindustrialização
Brasil vive desindustrializaçãoBrasil vive desindustrialização
Brasil vive desindustrializaçãoFabricio Rocha
 
ADEX - seminario emprende 2012: supermercados casa fiesta
ADEX - seminario emprende 2012: supermercados casa fiestaADEX - seminario emprende 2012: supermercados casa fiesta
ADEX - seminario emprende 2012: supermercados casa fiestaHernani Larrea
 
Dívida pública acumulação de capital e desenvolvimento
Dívida pública acumulação de capital e desenvolvimentoDívida pública acumulação de capital e desenvolvimento
Dívida pública acumulação de capital e desenvolvimentopaulo rubem santiago
 
Economia na República Velha
Economia na República VelhaEconomia na República Velha
Economia na República VelhaMarco Santos
 

Semelhante a Grupo 5 (20)

Grupo 05
Grupo 05Grupo 05
Grupo 05
 
Grupo 1
Grupo 1Grupo 1
Grupo 1
 
Grupo 02
Grupo 02Grupo 02
Grupo 02
 
Crise econômica MUNDIAL
Crise econômica MUNDIALCrise econômica MUNDIAL
Crise econômica MUNDIAL
 
Economia Brasileira - Da Economia Cafeeira ao Plano Real
Economia Brasileira - Da Economia Cafeeira ao Plano RealEconomia Brasileira - Da Economia Cafeeira ao Plano Real
Economia Brasileira - Da Economia Cafeeira ao Plano Real
 
Unidade 7 8º ano (Temas 1 e 2)
Unidade 7  8º ano (Temas 1 e 2)Unidade 7  8º ano (Temas 1 e 2)
Unidade 7 8º ano (Temas 1 e 2)
 
Grupo 4
Grupo 4Grupo 4
Grupo 4
 
O desafio da inserção internacional soberana
O desafio da inserção internacional soberanaO desafio da inserção internacional soberana
O desafio da inserção internacional soberana
 
08865
0886508865
08865
 
O DESAFIO DA INSERÇÃO INTERNACIONAL SOBERANA
O DESAFIO DA INSERÇÃO INTERNACIONAL SOBERANAO DESAFIO DA INSERÇÃO INTERNACIONAL SOBERANA
O DESAFIO DA INSERÇÃO INTERNACIONAL SOBERANA
 
Grupo 02
Grupo 02Grupo 02
Grupo 02
 
O brasil em um mundo globalizado
O brasil em um mundo globalizadoO brasil em um mundo globalizado
O brasil em um mundo globalizado
 
Alca
AlcaAlca
Alca
 
Ch18 4e t rev cmc
Ch18 4e t rev cmcCh18 4e t rev cmc
Ch18 4e t rev cmc
 
Comércio internacional no século XXI: alternativas para o Brasil
Comércio internacional no século XXI:  alternativas para o BrasilComércio internacional no século XXI:  alternativas para o Brasil
Comércio internacional no século XXI: alternativas para o Brasil
 
Brasil vive desindustrialização
Brasil vive desindustrializaçãoBrasil vive desindustrialização
Brasil vive desindustrialização
 
ADEX - seminario emprende 2012: supermercados casa fiesta
ADEX - seminario emprende 2012: supermercados casa fiestaADEX - seminario emprende 2012: supermercados casa fiesta
ADEX - seminario emprende 2012: supermercados casa fiesta
 
O Brasil No Mundo
O Brasil No MundoO Brasil No Mundo
O Brasil No Mundo
 
Dívida pública acumulação de capital e desenvolvimento
Dívida pública acumulação de capital e desenvolvimentoDívida pública acumulação de capital e desenvolvimento
Dívida pública acumulação de capital e desenvolvimento
 
Economia na República Velha
Economia na República VelhaEconomia na República Velha
Economia na República Velha
 

Mais de ProfMario De Mori

100 DICAS PARA ACERTAR NO ENEM
100 DICAS PARA ACERTAR NO ENEM100 DICAS PARA ACERTAR NO ENEM
100 DICAS PARA ACERTAR NO ENEMProfMario De Mori
 
ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 2º ANOS
ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 2º ANOS ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 2º ANOS
ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 2º ANOS ProfMario De Mori
 
ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 1º ANOS
ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 1º ANOS ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 1º ANOS
ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 1º ANOS ProfMario De Mori
 
ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 9º ANOS
ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 9º ANOS ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 9º ANOS
ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 9º ANOS ProfMario De Mori
 
Aula charges sociologia 2º anos
Aula charges sociologia 2º anosAula charges sociologia 2º anos
Aula charges sociologia 2º anosProfMario De Mori
 
Aula atlas 2º anos - 2º BIMESTRE
Aula atlas 2º anos - 2º BIMESTRE Aula atlas 2º anos - 2º BIMESTRE
Aula atlas 2º anos - 2º BIMESTRE ProfMario De Mori
 
Aula charges sociologia 1º anos
Aula charges sociologia 1º anosAula charges sociologia 1º anos
Aula charges sociologia 1º anosProfMario De Mori
 
Aula charges sociologia 1º anos
Aula charges sociologia 1º anosAula charges sociologia 1º anos
Aula charges sociologia 1º anosProfMario De Mori
 
Aula atlas 1º anos - 2º BIMESTRE
Aula atlas 1º anos - 2º BIMESTRE Aula atlas 1º anos - 2º BIMESTRE
Aula atlas 1º anos - 2º BIMESTRE ProfMario De Mori
 

Mais de ProfMario De Mori (20)

100 DICAS PARA ACERTAR NO ENEM
100 DICAS PARA ACERTAR NO ENEM100 DICAS PARA ACERTAR NO ENEM
100 DICAS PARA ACERTAR NO ENEM
 
ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 2º ANOS
ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 2º ANOS ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 2º ANOS
ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 2º ANOS
 
ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 1º ANOS
ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 1º ANOS ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 1º ANOS
ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 1º ANOS
 
ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 9º ANOS
ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 9º ANOS ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 9º ANOS
ATIVIDADES DAS TIRAS E DO ATLAS 9º ANOS
 
100 DICAS ENEM PARTE 11
100 DICAS ENEM PARTE 11100 DICAS ENEM PARTE 11
100 DICAS ENEM PARTE 11
 
100 DICAS ENEM PARTE 10
100 DICAS ENEM PARTE 10100 DICAS ENEM PARTE 10
100 DICAS ENEM PARTE 10
 
100 DICAS ENEM PARTE 09
100 DICAS ENEM PARTE 09100 DICAS ENEM PARTE 09
100 DICAS ENEM PARTE 09
 
100 DICAS ENEM PARTE 08
100 DICAS ENEM PARTE 08100 DICAS ENEM PARTE 08
100 DICAS ENEM PARTE 08
 
100 DICAS ENEM PARTE 07
100 DICAS ENEM PARTE 07100 DICAS ENEM PARTE 07
100 DICAS ENEM PARTE 07
 
100 DICAS ENEM PARTE 06
100 DICAS ENEM PARTE 06100 DICAS ENEM PARTE 06
100 DICAS ENEM PARTE 06
 
100 DICAS ENEM PARTE 05
100 DICAS ENEM PARTE 05100 DICAS ENEM PARTE 05
100 DICAS ENEM PARTE 05
 
100 DICAS ENEM PARTE 04
100 DICAS ENEM PARTE 04100 DICAS ENEM PARTE 04
100 DICAS ENEM PARTE 04
 
100 DICAS ENEM PARTE 03
100 DICAS ENEM PARTE 03100 DICAS ENEM PARTE 03
100 DICAS ENEM PARTE 03
 
100 DICAS ENEM PARTE 02
100 DICAS ENEM PARTE 02100 DICAS ENEM PARTE 02
100 DICAS ENEM PARTE 02
 
100 DICAS ENEM PARTE 01
100 DICAS ENEM PARTE 01100 DICAS ENEM PARTE 01
100 DICAS ENEM PARTE 01
 
Aula charges sociologia 2º anos
Aula charges sociologia 2º anosAula charges sociologia 2º anos
Aula charges sociologia 2º anos
 
Aula atlas 2º anos - 2º BIMESTRE
Aula atlas 2º anos - 2º BIMESTRE Aula atlas 2º anos - 2º BIMESTRE
Aula atlas 2º anos - 2º BIMESTRE
 
Aula charges sociologia 1º anos
Aula charges sociologia 1º anosAula charges sociologia 1º anos
Aula charges sociologia 1º anos
 
Aula charges sociologia 1º anos
Aula charges sociologia 1º anosAula charges sociologia 1º anos
Aula charges sociologia 1º anos
 
Aula atlas 1º anos - 2º BIMESTRE
Aula atlas 1º anos - 2º BIMESTRE Aula atlas 1º anos - 2º BIMESTRE
Aula atlas 1º anos - 2º BIMESTRE
 

Último

DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...Martin M Flynn
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxHenriqueLuciano2
 
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxQUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxAntonioVieira539017
 
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxkarinasantiago54
 
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mimJunto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mimWashingtonSampaio5
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024GleyceMoreiraXWeslle
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxDeyvidBriel
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...LuizHenriquedeAlmeid6
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaFernanda Ledesma
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...nexocan937
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxJMTCS
 
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxAULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxGislaineDuresCruz
 
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptxErivaldoLima15
 
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLinguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLaseVasconcelos1
 
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parteDança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira partecoletivoddois
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
A população Brasileira e diferença de populoso e povoado
A população Brasileira e diferença de populoso e povoadoA população Brasileira e diferença de populoso e povoado
A população Brasileira e diferença de populoso e povoadodanieligomes4
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxacaciocarmo1
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullyingMary Alvarenga
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptAlineSilvaPotuk
 

Último (20)

DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
 
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxQUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
 
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
 
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mimJunto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
Junto ao poço estava eu Quando um homem judeu Viu a sede que havia em mim
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
 
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxAULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
 
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
 
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLinguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
 
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parteDança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
 
A população Brasileira e diferença de populoso e povoado
A população Brasileira e diferença de populoso e povoadoA população Brasileira e diferença de populoso e povoado
A população Brasileira e diferença de populoso e povoado
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
 

Grupo 5

  • 1. Colégio “Jesus Cristo Rei” Professor: Mário de Mori Título: Conteúdo: Tema 5 Alunos: Grupo 5 Disciplina: Geografia Série: 1° Turma: mA Cachoeiro de Itapemirim, ES- 08/04/2009
  • 2. Dívida externa • Origens: O primeiro empréstimo externo do Brasil foi feito em 1824, no valor de 3 milhões de libras esterlinas e ficou conhecido como “empréstimo português”, para cobrir dívidas do período colonial que na verdade significava comprar a carta de alforria do Brasil. • História: O Brasil independente passou a ter mais e mais dívidas como em 1906, no valor de 12 milhões de libras, com o “ Convênio de Taubaté”. A partir de empréstimos no exterior, o governo do Brasil compraria e estocaria a produção de café na república velha.
  • 3. • Causas As principais causas se originaram com os empréstimos internacionais que foram realizados com juros baixos, que estavam disponíveis devido ao acúmulo de renda nos países árabes. E, como o mundo foi exposto às crises do petróleo e à especulação financeira decorrente dessas crises, as taxas de juros dos contratos subiram muito, principalmente a partir da década de 1980. E para tentar saldar as dívidas, o governo precisou fazer empréstimos com o FMI (Fundo Monetário Internacional), que oferecia taxas comparativamente menores. Contudo, a estratégia de se endividar com o FMI para saldar essas dívidas, não foi benéfica. Aumentando mais a dívida externa • Consequências:  Baixo crescimento econômico;  Alto desemprego;  Expansão de todos os tipos de submoradias nos grandes centros urbanos.
  • 4. O Brasil no “Global Trader”. Aliar-se politicamente e economicamente com outros países, podendo assim fazer exportações e importações. Esse acordo pode ser bilateral ou multilateral. O Brasil é, fundamentalmente, um “global trader” com interesses muito diversificados e natural preferência por um sistema multilateral de comércio. O interesse do Brasil em uma inserção na economia mundial vai além do comércio de mercadorias; diz respeito, principalmente, a acesso aos recursos financeiros e à tecnologia, normalmente só encontrados em países desenvolvidos. Por todas essas razões, a integração regional não pode ser senão um complemento limitado à área de bens no quadro de uma inserção brasileira mais ampla no cenário mundial.
  • 5. Medidas tomadas pelo governo: O grande destaque foi a decisão política de nos aproximarmos diplomaticamente dos países subdesenvolvidos, através de vários tipos de contatos e missões presidenciais e empresariais. Incentivados pela nova orientação da política externa nacional, os empresários se esforçaram mais para efetivar o aumento das exportações de seus produtos para países que têm várias semelhanças com o nosso, como África do Sul, Índia e o conjunto Latino Americano.
  • 6. Aliados com o Brasil na nova geografia comercial. Para facilitar essa aliança, o Brasil preferiu se aproximar mais com os países que possuem semelhanças a ele. E são estes: China, África, Rússia e o Oriente Médio.
  • 7. Consequências da política comercial brasileira. A política comercial brasileira pode ser considerada como resultante da interação de fatores internos e externos. Os fatores externos que condicionam a política comercial brasileira podem, algo artificialmente, ser classificados como de dois tipos: os que resultam de negociações multilaterais, regionais ou sub-regionais em que o Brasil esteja envolvido. Diretamente; e os que decorrem de negociações entre parceiros brasileiros que tenham implicações importantes sobre interesses econômicos do país mas das quais o Brasil não participe. A capacidade de o governo brasileiro interferir diretamente com sucesso para flexibilizar as restrições externas oriundas de negociações em que não esteja diretamente envolvido é nula, restando apenas a possibilidade de tentar adotar iniciativas que cancelem as conseqüências desfavoráveis originais.