GEOGRAFIA DE GOIÁS
Professor: Frederico Marques Sodré
População do estado de Goiás
 Goiás é uma das unidades federativas que
integram a região Centro-Oeste. Sua extensão
territorial é de 340.103,467 quilômetros
quadrados, correspondendo a 4% do território
nacional.
 Conforme contagem populacional realizada em
2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE), sua população
totaliza 6.003.788 habitantes, distribuídos em
246 municípios, sendo o estado mais populoso
do Centro-Oeste. O crescimento demográfico é
de 1,8% ao ano e a densidade demográfica é de
17,6 habitantes por quilômetro quadrado.
 O povoamento do estado de Goiás intensificou-se
em decorrência de uma série de políticas públicas
para a ocupação e desenvolvimento econômico da
porção oeste do território brasileiro, a chamada
Marcha para o Oeste. Houve a expansão da fronteira
agrícola e maiores investimentos em infraestrutura
no estado, além da construção da nova capital,
Goiânia, e da capital Federal, Brasília. Fatos estes
que desencadearam grandes fluxos migratórios para
Goiás.
 Como resultado dessa política de incentivo à
ocupação do oeste brasileiro, a população de Goiás
teve um aumento significativo, principalmente após
o ano de 1950. Neste, segundo dados do IBGE, havia
1.010.880 habitantes no estado, população essa que
atingiu, conforme dados do mesmo instituto,
6.003.788 habitantes em 2010.
A Economia do estado de Goiás
 Localizado na região Centro-Oeste, na qual a
atividade agropecuária tem grande destaque,
Goiás apresenta extensas áreas de pastagens e
lavouras. Quase metade do território goiano é
formada por latifúndios rurais, ou seja,
propriedades com mais de mil hectares.
 Em 2008, a contribuição de Goiás para o Produto
Interno Bruto (PIB) brasileiro foi de 2,5% e, no
âmbito regional, sua participação foi de 27,6%.
A composição do PIB goiano é a seguinte:
 Agropecuária:11%
Indústria:27%
Serviços: 62%
 A agropecuária goiana tem grande importância no cenário
econômico nacional, uma vez que sua produção de carnes e
grãos impulsiona a exportação estadual.
 Goiás é um dos maiores produtores de tomate, milho e soja
do Brasil. Responsável por 33% da produção nacional de
sorgo, Goiás é o principal produtor desse grão no país.
 Outros cultivos importantes são: algodão, cana-de-açúcar,
café, arroz, feijão, trigo e alho.
A pecuária, por sua vez, está em constante expansão. O
estado possui, atualmente, o terceiro maior rebanho
bovino do país. O aspecto negativo com relação à
agropecuária é que ela é a principal atividade responsável
pela destruição do bioma Cerrado, visto que desencadeia
constantes desmatamentos e degradação do solo.
 Goiás também possui reservas minerais. Entre essas,
destacam-se os municípios de Minaçu (extração de
amianto), Niquelândia e Barro Alto (níquel), além de
Catalão (fosfato)
INDÚSTRIAS DE GOIÁS
Movimento do PIB Goiano
Dados feito pelo Instituto Mauro Borges da Secretaria de Gestão e
Planejamento mostram que a economia goiana conseguiu suportar as
intempéries do cenário nacional e teve um recuo do Produto Interno Bruto
(PIB) abaixo da média brasileira.
Os dados divulgados mostram que o setor agropecuário foi o
responsável por segurar a economia goiana em 2016, fechando o ano com
crescimento de 0,6%. A recuperação do setor foi especialmente
significativa no quarto trimestre, com alta de 4,9%. Enquanto isso, em
todo o Brasil, a agropecuária recuou 6,6% no período.
Perspectiva:
A estimativa preliminar do IMB aponta
que os valores correntes do PIB de Goiás
chegaram a R$ 178,9 bilhões em 2016. Para 2017,
a perspectiva é de um cenário mais favorável, com
a alta nos preços das commodities, a recuperação
da produção agrícola e industrial e o crescimento
das exportações e geração de novos postos de
trabalho.
FONTE: Comunicação Setorial da Segplan
 O que é PIB:
 PIB é a sigla para Produto Interno Bruto, e representa a soma, em
valores monetários, de todos os bens e serviços finais
produzidos numa determinada região, durante um determinado
período.
 Políticas públicas De Goiás :
 A questão das desigualdades regionais começou a fazer parte da
agenda de política pública brasileira no final dos anos de 1950, por tanto
as políticas públicas de desenvolvimento regional sustentável tem como
objetivo propostas de inclusão social, acesso ao crédito, geração de
emprego e renda são necessárias para o desenvolvimento
socioeconômico regional. Neste contexto, o Fundo Constitucional do
Centro-Oeste (FCO) rural aparece como fonte de financiamento para o
desenvolvimento sustentável do setor rural.
As prioridades na aplicação dos recursos dos
fundos concentram-se nas seguintes
atividades:
 Projetos de apoio à agricultura familiar;
 Projetos com alto grau de geração de
emprego e renda e/ou da economia
solidária e/ou que possibilitem a
estruturação e o fortalecimento de cadeias
produtivas;
 Projetos voltados para a preservação e a
recuperação do meio ambiente;
 Projetos que utilizem tecnologias
inovadoras; e) Projetos do setor de
turismo;
 Projetos da indústria de alimentos;
 Projetos dos setores comercial e de
serviços
Polo Industrial de Goianésia:
 Goialli
 Usina Jales Machado
 Usina Codora
 Usina Goianésia
 Hering
 ...
Jalles Machado:
A Jalles Machado é fruto do espírito
empreendedor de Otávio Lage de Siqueira. A empresa já
nasceu com uma missão social: gerar mais empregos e
renda para Goianésia - GO. E hoje, é referência em
qualidade, responsabilidade social, além de estar
presente em várias partes do mundo com a marca Itajá.
Atualmente, são duas unidades industriais que geram
cerca de 3.700 empregos diretos e fazem da cana a
principal atividade econômica do município.
Agricultura e Pecuária do
estado de Goiás
 O setor agropecuário tem sido tradicionalmente
a base da economia goiana. Nas três últimas
décadas do século XX, Goiás foi uma das regiões
de fronteira agrícola mais expressivas do país.
Em muitas culturas, como soja, milho, arroz,
feijão, tornou-se, naquele período, um dos
maiores produtores do país. A principal área
agrícola e pastoril do estado é a região do Mato
Grosso de Goiás, onde se pratica uma agricultura
diversificada, com arroz, milho, soja, feijão,
algodão e mandioca.
 Apesar de possuir o segundo rebanho do país, Goiás
observa uma tradição de baixa produtividade, tanto
em nível de fertilidade quanto de idade de abate dos
animais, idade de primeira parição e produção
leiteira. A bovinocultura de corte representa um
segmento de importância fundamental para a
economia do estado, tanto como fonte de divisas,
pelos excedentes exportáveis, quanto pelo
expressivo contingente de mão-de-obra ocupado
nessa atividade.
 Nos pastos plantados em antigos terrenos florestais
(invernadas) engordam-se bovinos, criados nas áreas
de cerrado, e mantém-se um rebanho de gado
leiteiro. O vale do Paranaíba é a segunda região
econômica de Goiás e maior produtora de arroz e
abacaxi. Cultivam-se também milho, soja, feijão e
mandioca. É grande o rebanho de leite e corte
A soja no estado de Goiás
 A soja é o principal produto agrícola do estado.
 Introduzida em 1980, a cultura foi aperfeiçoada pela obtenção de
sementes adaptadas ao cerrado e aplicação de calcário e outros
elementos para combater a acidez do solo.
 Com o lançamento de novas variedades de grãos mais resistentes
à armazenagem e às pragas, registrou-se forte aumento de
produtividade. A cultura do milho é geralmente associada à
criação de suínos e ao plantio de feijão. A cana-de-açúcar e a
mandioca têm caráter de lavouras de subsistência e servem ao
fabrico de farinha, aguardente e rapadura. O extrativismo vegetal
inclui babaçu, casca de angico, pequi e exploração de madeira,
principalmente mogno.
 Na produção de grãos, Goiás (9,9%) representa a 4ª posição na
avaliação para 2017, ficando atrás somente dos Estados de Mato
Grosso (25,3%), Paraná (18,3%) e Rio Grande do Sul (14,8%).
Esses dados constam de divulgação do IBGE.
 A agricultura foi o carro-chefe do processo de desenvolvimento do
Estado de Goiás. No início esteve voltada para o autoconsumo,
mas a partir dos anos 70, e, principalmente dos anos 80 a
industrialização ganha força no campo.
 No estado de Goiás, a soja introduziu-se e
expandiu-se pela porção sul, substituindo áreas
de cultivos anuais tradicionais e de subsistência.
 O cultivo da soja 1º Sorgo 43,34% 2º Algodão
20,99% 3º Tomate 12,83% 4º Soja 10,80% 3º
Alho 10,12% 6º Milho 8,45% 5º Commodities
agrícolas 8,5% Agricultura 15 se deveu à
campanha oficial de aumento da produtividade e
diversificação de cultivos de 1970, cujo objetivo
principal era atenuar a instabilidade econômica
advinda do apoio exclusivo da economia agrícola
estadual na produção de arroz. Essa campanha
era uma ação integrada do Ministério da
Agricultura e Associação de Crédito e da
Assistência Rural (ACAR – GO).
Energia e Mineração
 Terceira maior província mineral do País, Goiás
desponta hoje no Brasil e no mundo pela grande
fertilidade de seu ambiente geológico.
 O Estado possui verdadeiros tesouros como
níquel, ouro, cobre, nióbio, fosfato e amianto,
distribuídos em pouco mais de mil quilômetros
quadrados de seu território, riqueza que têm
atraído as atenções de grandes grupos do setor.
 Um dos carros-chefes da economia goiana, a
mineração tem cerca de R$ 7,8 bilhões em
investimentos já em fase de andamento ou
programados para até 2019.
 O valor da produção mineral do Estado
cresceu quase 46% entre 2010 e 2012, quando
alcançou os R$ 6,6 bilhões, segundo dados do
Departamento Nacional de Produção Mineral
(DNPM), ligado ao Ministério de Minas e
Energia.
 O crescimento só não foi maior por causa da
queda na cotação de vários minerais. Os
municípios goianos que registram os maiores
valores são Alto Horizonte, Niquelândia,
Barro Alto, Crixás, Minaçu e Catalão. Os
minerais níquel, cobre, ouro e amianto detêm
os maiores valores (veja quadro).
 Goiás é o primeiro colocado no ranking brasileiro de
extração de níquel, com 37,12% da produção
nacional.
 O Estado também lidera a produção nacional de
cobre, com 34,38% do volume nacional, e é o
segundo colocado na produção de ouro, com
20,04% de participação.
 Já foram descobertas reservas minerais de Norte a
Sul do Estado, desde a década de 60, sendo muitas
exploradas ainda hoje. Atualmente, o setor gera 14,2
mil empregos em Goiás. Outros 6 mil empregos
diretos e indiretos devem ser criados com os
investimentos em andamento. A Região Sul do
Estado, com destaque para Catalão e Ouvidor, é rica
em reservas de fosfato e nióbio. O POPULAR
apurou que mais de R$ 3 bilhões serão investidos
para ampliar a produção desses minerais na região.
O Transporte em Goiás
 Na década de 1970, em consonância com as diretrizes
federais, o estado de Goiás iniciou a implantação dos
primeiros corredores de exportação, conceito que definiu
rotas de transporte destinadas a ligar as áreas produtivas a
algum porto, com prioridade para os excedentes agrícolas.
 Posteriormente, essas diretrizes foram aplicadas ao
abastecimento, visando a articular os sistemas de
armazenagem e escoamento de uma determinada área
geográfica, de forma a adequar os fluxos das fontes de
produção até os centros de consumo ou terminais de
embarque, com destino ao mercado externo ou a outras
regiões do país.
 No estado de Goiás estabeleceu-se uma rede rodoviária
capaz de dar sustentação ao transporte das regiões
produtoras de grãos e minerais para os pontos de
captação de cargas ferroviárias de Goiânia, Anápolis,
Brasília, Pires do Rio e Catalão.
 Na área de influência do corredor de exportação
goiano, os principais troncos utilizados para atingir os
pontos de transbordo ferroviário, sobretudo para a
soja e o farelo, são: a BR-153, principal eixo de
escoamento do norte de Goiás e de Tocantins,
interligado ao ponto de transbordo rodoferroviário de
Anápolis; a GO-060, que liga Aragarças a Goiânia,
numa distância de 388km; a BR-020, que liga o
nordeste de Goiás à região oeste da Bahia e a Brasília,
onde está instalado outro ponto de transbordo; a BR-
060, que liga Santa Rita do Araguaia/Rio Verde a
Goiânia; a BR-452, que liga Rio Verde a Itumbiara,
importante centro produtor e beneficiador de grãos, e
segue até Uberlândia MG, onde está instalada uma
rede de armazenagem de grande capacidade; e a BR-
364-365, que liga Jataí a Uberlândia e atravessa a
cidade de São Simão, outra opção para o escoamento
da produção do sudoeste goiano.
Comunicação
 Os jornais de maior circulação são:
O Popular, a Tribuna de Goiás, o Diário Oficial do
Estado e o Diário do Município, em Goiânia.
 Em Anápolis, circulam:
A Imprensa eTribuna de Anápolis.
 Na antiga capital, Goiás, circula:
O Cidade de Goiás.
Há várias emissoras de rádio em AM e FM. A
principal emissora de televisão é a TV Anhanguera,
pertencente à Organização Jaime Câmara.
Trabalho Apresentado ao Colégio Estadual
Laurentino Martins Rodrigues
 Disciplina: Geografia
 Série: 3ª Série – Ensino Médio
 Alunos (as):
Albenaia, Alessandra, Brenda, Edilaine, Edvan,
Elber, Fernanda, Geordana, Ian, Joana, Maraísa,
Mayra, Mirella, Murilo,Wanderson, Maxson.

Geografia de Goiás

  • 1.
    GEOGRAFIA DE GOIÁS Professor:Frederico Marques Sodré
  • 2.
    População do estadode Goiás  Goiás é uma das unidades federativas que integram a região Centro-Oeste. Sua extensão territorial é de 340.103,467 quilômetros quadrados, correspondendo a 4% do território nacional.  Conforme contagem populacional realizada em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sua população totaliza 6.003.788 habitantes, distribuídos em 246 municípios, sendo o estado mais populoso do Centro-Oeste. O crescimento demográfico é de 1,8% ao ano e a densidade demográfica é de 17,6 habitantes por quilômetro quadrado.
  • 3.
     O povoamentodo estado de Goiás intensificou-se em decorrência de uma série de políticas públicas para a ocupação e desenvolvimento econômico da porção oeste do território brasileiro, a chamada Marcha para o Oeste. Houve a expansão da fronteira agrícola e maiores investimentos em infraestrutura no estado, além da construção da nova capital, Goiânia, e da capital Federal, Brasília. Fatos estes que desencadearam grandes fluxos migratórios para Goiás.  Como resultado dessa política de incentivo à ocupação do oeste brasileiro, a população de Goiás teve um aumento significativo, principalmente após o ano de 1950. Neste, segundo dados do IBGE, havia 1.010.880 habitantes no estado, população essa que atingiu, conforme dados do mesmo instituto, 6.003.788 habitantes em 2010.
  • 4.
    A Economia doestado de Goiás  Localizado na região Centro-Oeste, na qual a atividade agropecuária tem grande destaque, Goiás apresenta extensas áreas de pastagens e lavouras. Quase metade do território goiano é formada por latifúndios rurais, ou seja, propriedades com mais de mil hectares.  Em 2008, a contribuição de Goiás para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro foi de 2,5% e, no âmbito regional, sua participação foi de 27,6%. A composição do PIB goiano é a seguinte:  Agropecuária:11% Indústria:27% Serviços: 62%
  • 5.
     A agropecuáriagoiana tem grande importância no cenário econômico nacional, uma vez que sua produção de carnes e grãos impulsiona a exportação estadual.  Goiás é um dos maiores produtores de tomate, milho e soja do Brasil. Responsável por 33% da produção nacional de sorgo, Goiás é o principal produtor desse grão no país.  Outros cultivos importantes são: algodão, cana-de-açúcar, café, arroz, feijão, trigo e alho. A pecuária, por sua vez, está em constante expansão. O estado possui, atualmente, o terceiro maior rebanho bovino do país. O aspecto negativo com relação à agropecuária é que ela é a principal atividade responsável pela destruição do bioma Cerrado, visto que desencadeia constantes desmatamentos e degradação do solo.  Goiás também possui reservas minerais. Entre essas, destacam-se os municípios de Minaçu (extração de amianto), Niquelândia e Barro Alto (níquel), além de Catalão (fosfato)
  • 6.
  • 7.
    Movimento do PIBGoiano Dados feito pelo Instituto Mauro Borges da Secretaria de Gestão e Planejamento mostram que a economia goiana conseguiu suportar as intempéries do cenário nacional e teve um recuo do Produto Interno Bruto (PIB) abaixo da média brasileira. Os dados divulgados mostram que o setor agropecuário foi o responsável por segurar a economia goiana em 2016, fechando o ano com crescimento de 0,6%. A recuperação do setor foi especialmente significativa no quarto trimestre, com alta de 4,9%. Enquanto isso, em todo o Brasil, a agropecuária recuou 6,6% no período. Perspectiva: A estimativa preliminar do IMB aponta que os valores correntes do PIB de Goiás chegaram a R$ 178,9 bilhões em 2016. Para 2017, a perspectiva é de um cenário mais favorável, com a alta nos preços das commodities, a recuperação da produção agrícola e industrial e o crescimento das exportações e geração de novos postos de trabalho. FONTE: Comunicação Setorial da Segplan
  • 8.
     O queé PIB:  PIB é a sigla para Produto Interno Bruto, e representa a soma, em valores monetários, de todos os bens e serviços finais produzidos numa determinada região, durante um determinado período.  Políticas públicas De Goiás :  A questão das desigualdades regionais começou a fazer parte da agenda de política pública brasileira no final dos anos de 1950, por tanto as políticas públicas de desenvolvimento regional sustentável tem como objetivo propostas de inclusão social, acesso ao crédito, geração de emprego e renda são necessárias para o desenvolvimento socioeconômico regional. Neste contexto, o Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO) rural aparece como fonte de financiamento para o desenvolvimento sustentável do setor rural.
  • 9.
    As prioridades naaplicação dos recursos dos fundos concentram-se nas seguintes atividades:  Projetos de apoio à agricultura familiar;  Projetos com alto grau de geração de emprego e renda e/ou da economia solidária e/ou que possibilitem a estruturação e o fortalecimento de cadeias produtivas;  Projetos voltados para a preservação e a recuperação do meio ambiente;  Projetos que utilizem tecnologias inovadoras; e) Projetos do setor de turismo;  Projetos da indústria de alimentos;  Projetos dos setores comercial e de serviços
  • 10.
    Polo Industrial deGoianésia:  Goialli  Usina Jales Machado  Usina Codora  Usina Goianésia  Hering  ...
  • 11.
    Jalles Machado: A JallesMachado é fruto do espírito empreendedor de Otávio Lage de Siqueira. A empresa já nasceu com uma missão social: gerar mais empregos e renda para Goianésia - GO. E hoje, é referência em qualidade, responsabilidade social, além de estar presente em várias partes do mundo com a marca Itajá. Atualmente, são duas unidades industriais que geram cerca de 3.700 empregos diretos e fazem da cana a principal atividade econômica do município.
  • 12.
    Agricultura e Pecuáriado estado de Goiás  O setor agropecuário tem sido tradicionalmente a base da economia goiana. Nas três últimas décadas do século XX, Goiás foi uma das regiões de fronteira agrícola mais expressivas do país. Em muitas culturas, como soja, milho, arroz, feijão, tornou-se, naquele período, um dos maiores produtores do país. A principal área agrícola e pastoril do estado é a região do Mato Grosso de Goiás, onde se pratica uma agricultura diversificada, com arroz, milho, soja, feijão, algodão e mandioca.
  • 13.
     Apesar depossuir o segundo rebanho do país, Goiás observa uma tradição de baixa produtividade, tanto em nível de fertilidade quanto de idade de abate dos animais, idade de primeira parição e produção leiteira. A bovinocultura de corte representa um segmento de importância fundamental para a economia do estado, tanto como fonte de divisas, pelos excedentes exportáveis, quanto pelo expressivo contingente de mão-de-obra ocupado nessa atividade.  Nos pastos plantados em antigos terrenos florestais (invernadas) engordam-se bovinos, criados nas áreas de cerrado, e mantém-se um rebanho de gado leiteiro. O vale do Paranaíba é a segunda região econômica de Goiás e maior produtora de arroz e abacaxi. Cultivam-se também milho, soja, feijão e mandioca. É grande o rebanho de leite e corte
  • 14.
    A soja noestado de Goiás  A soja é o principal produto agrícola do estado.  Introduzida em 1980, a cultura foi aperfeiçoada pela obtenção de sementes adaptadas ao cerrado e aplicação de calcário e outros elementos para combater a acidez do solo.  Com o lançamento de novas variedades de grãos mais resistentes à armazenagem e às pragas, registrou-se forte aumento de produtividade. A cultura do milho é geralmente associada à criação de suínos e ao plantio de feijão. A cana-de-açúcar e a mandioca têm caráter de lavouras de subsistência e servem ao fabrico de farinha, aguardente e rapadura. O extrativismo vegetal inclui babaçu, casca de angico, pequi e exploração de madeira, principalmente mogno.  Na produção de grãos, Goiás (9,9%) representa a 4ª posição na avaliação para 2017, ficando atrás somente dos Estados de Mato Grosso (25,3%), Paraná (18,3%) e Rio Grande do Sul (14,8%). Esses dados constam de divulgação do IBGE.  A agricultura foi o carro-chefe do processo de desenvolvimento do Estado de Goiás. No início esteve voltada para o autoconsumo, mas a partir dos anos 70, e, principalmente dos anos 80 a industrialização ganha força no campo.
  • 15.
     No estadode Goiás, a soja introduziu-se e expandiu-se pela porção sul, substituindo áreas de cultivos anuais tradicionais e de subsistência.  O cultivo da soja 1º Sorgo 43,34% 2º Algodão 20,99% 3º Tomate 12,83% 4º Soja 10,80% 3º Alho 10,12% 6º Milho 8,45% 5º Commodities agrícolas 8,5% Agricultura 15 se deveu à campanha oficial de aumento da produtividade e diversificação de cultivos de 1970, cujo objetivo principal era atenuar a instabilidade econômica advinda do apoio exclusivo da economia agrícola estadual na produção de arroz. Essa campanha era uma ação integrada do Ministério da Agricultura e Associação de Crédito e da Assistência Rural (ACAR – GO).
  • 16.
    Energia e Mineração Terceira maior província mineral do País, Goiás desponta hoje no Brasil e no mundo pela grande fertilidade de seu ambiente geológico.  O Estado possui verdadeiros tesouros como níquel, ouro, cobre, nióbio, fosfato e amianto, distribuídos em pouco mais de mil quilômetros quadrados de seu território, riqueza que têm atraído as atenções de grandes grupos do setor.  Um dos carros-chefes da economia goiana, a mineração tem cerca de R$ 7,8 bilhões em investimentos já em fase de andamento ou programados para até 2019.
  • 17.
     O valorda produção mineral do Estado cresceu quase 46% entre 2010 e 2012, quando alcançou os R$ 6,6 bilhões, segundo dados do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), ligado ao Ministério de Minas e Energia.  O crescimento só não foi maior por causa da queda na cotação de vários minerais. Os municípios goianos que registram os maiores valores são Alto Horizonte, Niquelândia, Barro Alto, Crixás, Minaçu e Catalão. Os minerais níquel, cobre, ouro e amianto detêm os maiores valores (veja quadro).
  • 18.
     Goiás éo primeiro colocado no ranking brasileiro de extração de níquel, com 37,12% da produção nacional.  O Estado também lidera a produção nacional de cobre, com 34,38% do volume nacional, e é o segundo colocado na produção de ouro, com 20,04% de participação.  Já foram descobertas reservas minerais de Norte a Sul do Estado, desde a década de 60, sendo muitas exploradas ainda hoje. Atualmente, o setor gera 14,2 mil empregos em Goiás. Outros 6 mil empregos diretos e indiretos devem ser criados com os investimentos em andamento. A Região Sul do Estado, com destaque para Catalão e Ouvidor, é rica em reservas de fosfato e nióbio. O POPULAR apurou que mais de R$ 3 bilhões serão investidos para ampliar a produção desses minerais na região.
  • 19.
    O Transporte emGoiás  Na década de 1970, em consonância com as diretrizes federais, o estado de Goiás iniciou a implantação dos primeiros corredores de exportação, conceito que definiu rotas de transporte destinadas a ligar as áreas produtivas a algum porto, com prioridade para os excedentes agrícolas.  Posteriormente, essas diretrizes foram aplicadas ao abastecimento, visando a articular os sistemas de armazenagem e escoamento de uma determinada área geográfica, de forma a adequar os fluxos das fontes de produção até os centros de consumo ou terminais de embarque, com destino ao mercado externo ou a outras regiões do país.  No estado de Goiás estabeleceu-se uma rede rodoviária capaz de dar sustentação ao transporte das regiões produtoras de grãos e minerais para os pontos de captação de cargas ferroviárias de Goiânia, Anápolis, Brasília, Pires do Rio e Catalão.
  • 20.
     Na áreade influência do corredor de exportação goiano, os principais troncos utilizados para atingir os pontos de transbordo ferroviário, sobretudo para a soja e o farelo, são: a BR-153, principal eixo de escoamento do norte de Goiás e de Tocantins, interligado ao ponto de transbordo rodoferroviário de Anápolis; a GO-060, que liga Aragarças a Goiânia, numa distância de 388km; a BR-020, que liga o nordeste de Goiás à região oeste da Bahia e a Brasília, onde está instalado outro ponto de transbordo; a BR- 060, que liga Santa Rita do Araguaia/Rio Verde a Goiânia; a BR-452, que liga Rio Verde a Itumbiara, importante centro produtor e beneficiador de grãos, e segue até Uberlândia MG, onde está instalada uma rede de armazenagem de grande capacidade; e a BR- 364-365, que liga Jataí a Uberlândia e atravessa a cidade de São Simão, outra opção para o escoamento da produção do sudoeste goiano.
  • 21.
    Comunicação  Os jornaisde maior circulação são: O Popular, a Tribuna de Goiás, o Diário Oficial do Estado e o Diário do Município, em Goiânia.  Em Anápolis, circulam: A Imprensa eTribuna de Anápolis.  Na antiga capital, Goiás, circula: O Cidade de Goiás. Há várias emissoras de rádio em AM e FM. A principal emissora de televisão é a TV Anhanguera, pertencente à Organização Jaime Câmara.
  • 23.
    Trabalho Apresentado aoColégio Estadual Laurentino Martins Rodrigues  Disciplina: Geografia  Série: 3ª Série – Ensino Médio  Alunos (as): Albenaia, Alessandra, Brenda, Edilaine, Edvan, Elber, Fernanda, Geordana, Ian, Joana, Maraísa, Mayra, Mirella, Murilo,Wanderson, Maxson.