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GEHBOARD: UM DASHBOARD GENERAL-ERP
PARA USUÁRIOS DE NIVEL ESTRATÉGICO
WELYNTON FELLIPE DE OLIVEIRA
PROF. ME. DAWILMAR GUIMARÃES ARAÚJO
Resumo
É importante para uma empresa ter uma gestão eficiente e um planejamento a curto, médio e longo
prazo, para isso é relevante conhecer ferramentas que busquem alcançar os objetivos da empresa. Neste
sentido, este trabalho traz o Gehboard, um dashboard para usuários de nível estratégico, demostrando
o que são, sua relevância na gestão empresarial e como é desenvolvimento na prática para sistema ERP,
enfatizando a importância da experiência de usuário na hora da visualização dos indicadores-chave de
desempenho. O projeto foi divido em duas partes essenciais que foram a abstração de dados e
prototipação, partes que se utilizaram de metodologias do UX Design (Experiência de Usuário),
suportado por tecnologias baseada na web. Ressalta-se que protótipo é entendido na construção do
projeto como resultado principal, traduz os conceitos do dashboard. Outros resultados, como
expectativa, tornar a experiência do usuário mais agradável, produtiva permitir os melhores resultados.
A pesquisa mostra a importância da dashboard para empresa independentemente do porte, tipo e
negócio, visto que proporciona uma gestão mais eficiente.
Palavras-chave: Dashboard; Indicadores-Chave de Desempenho; Experiência de Usuário.
Abstract
It is important for a company to have an efficient management and the short, medium and long-term
planning, for this is relevant to know tools that seek to achieve the company's goals. Thus, this work
brings Gehboard, a dashboard for strategic-level users, showing what they are, their relevance in
business management and how it is developing in practice for ERP system, emphasizing the importance
of user experience when indicators of view Performance key. The project was divided into two essential
parts that have data abstraction and prototyping, parts that were used methodologies of Design UX
(User Experience), supported by web-based technologies. It is noteworthy that prototype is understood
in the construction of the project as the main outcome, translates the concepts of the dashboard. Other
results, such expectation, make the user experience more enjoyable, productive allow the best results.
Research shows the importance of dashboard for enterprise regardless of size, type and business as it
provides a more efficient management.
Keywords: Dashboard; Key Performance Indicators; User Experience.
Introdução
Com o passar dos anos, gerenciar uma empresa se tornou uma tarefa cada vez mais
complexa e cheia de número. Traduzi os números em informações, em indicadores-chave de
desempenho é o que consequentemente gera boas decisões. Para alcançar os objetivos gestores
devem apostar em novas ferramentas, técnicas e metodologias. Por isso o uso das dashboard
como essa técnica de controle é de suma importância
Entretanto a adoção dessa ferramenta requer cuidados, pois caso mal implementada
pode causar problemas de compreensão das informações ou indicadores Few (2010, p 1)
explica que:
[...].Something does not qualify as information visualization or data
visualization simply because electronic data was used to produce it. When
something artistic is produced based on electronic data, it can be worthwhile
without leading to a better understanding of the stories contained in the
underlying data, but it isn't information visualization.1
Como a citação acima relata que apenas usar os dados eletrônicos para produzir a
visualização da informação não pode ser caracterizado de fato uma visualização, pois deve
trazer algum conhecimento ao usuário e que algo mais artístico pode trazer benefícios caso
transmita com clareza os indicadores por trás dos dados. Nota-se que o processo de construção
de uma dashboard é muito mais complexa do que se imagina, visto que demanda conhecer o
que realmente relevante a para organização e como será apresentada aos stakeholders
envolvidos no nível estratégicos.
O processo de medição é único mecanismo capaz de informar a partir de um conjunto
de dados e fatos (expressos em números), se os objetivos da empresa serão mesmo alcançados,
um conjunto de indicadores-chave de desempenhos faz que seja possível identificação prévia
de problemas ou oportunidades. Enfim, todos os principais elementos que exercem influência
no crescimento e desenvolvimento da empresa podem ser medidos por esses indicadores. É
notável que hoje os sistemas informatizados se tornaram mais acessíveis a maioria da
população até mesmo as pessoas com menos prática, assim pensar em suas experiências se faz
necessárias em qualquer novo projeto de sistema, visto propicia maior confiança e que todo de
nova ferramenta ou serviços depende exclusivamente de seus clientes no nosso caso o usuário
final.
1. Revisão bibliográfica/Fundamentação Teórica
Na revisão bibliográfica serão apresentados conceitos essências para o entendimento
dos objetivos desse projeto. Inicia-se com os conceitos de Dashboard, UX design, Indicador-
chave de desempenho.
1.1 Indicador-chave de desempenho
Um indicador é uma informação quantitativa ou qualitativa que expressa o desempenho
empresarial no caso do projeto proposto, pode ser analisado em termos de eficiência, eficácia
ou nível de satisfação. (FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE, 2014). Na lista abaixo
está descrito o que caracteriza um indicador:
1
Algo não se qualifica como visualização de informações ou visualização de dados, simplesmente
porque os dados eletrônicos foram utilizados para produzi-lo. Quando algo artístico é produzido com
base em dados eletrônicos, pode valer a pena se conduzir a uma melhor compreensão das histórias
contidas nos dados de base, mas não é a visualização das informações. (TRADUÇÂO LIVRE)
 Manipulados matematicamente por meio de fórmulas;
 Representado em gráficos lineares;
 Com foco no que é relevante.
Sua característica principal é a existência de fórmulas mais complexas para o cálculo,
entre duas informações, se não houver uma divisão entre duas informações ainda não existe
um indicador genuíno, apenas uma informação com o foco abrangente e dispersivo.
(FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE, 2014). Para se escolher um bom indicador
antes de tudo deve-se identificar os objetivos e os fatores críticos da organização.
(FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE, 2014). Outro ponto importante para o
indicador segundo Fundação Nacional da Qualidade (2014, p. 10) “[...] é a capacidade de ser
comparável ou a facilidade de obter dados similares de referenciais externos”.
O Indicador-chave de desempenho conhecido também como KPI (Key Performance
Indicator) que segundo Caldeira (2012,13) “[...] São os indicadores eleitos como os mais
importantes para a empresa”. Atualmente com a elevada concorrência e exigência dos clientes
atuais é fundamental para as empresas independentes do porte técnicas e ferramentas que
adotem um sistema de indicadores para um melhor gerenciamento. ANDRÉ (2009).
Tais indicadores tem como objetivo transmitir informações da empresa com clareza,
para que se possa controlar e monitorar em determinado aspecto e para aperfeiçoar a
organização ou empresa. CALDEIRA (2012).
Por hora André (2009) conclui que as empresas que implementa os indicadores-chave
de desempenho se propicia de uma “[...] gestão mais responsável, com medidas de eficiência
e concentração de esforços que permitem direcionar as atividades de todos os colaboradores e
gerentes para a execução da estratégia, tomada de decisão mais racional”.
1.2 Dashboard
O dashboard é um termo que pode ser traduzido literalmente como painel de bordo, é
utilizado para transmitir informações, necessárias para alcançar um ou mais objetivos,
organizadas em uma única tela para que as informações possam ser monitoradas com uma
olhada apenas. (FEW, 2006).
O dashboard pode ser classificado segundo Few (2006, 30) “[...] Dashboards can be
categorized in several ways. No matter how limited and flawed the effort, doing so is useful
because it helps us to examine the benefits and many uses of the medium.2
” Os critérios de
classificação seguem na Tabela 1:
VARIÁVEL VALORES
FUNÇÃO Estratégico
Analítico
Operacional
TIPOS DE DADOS Quantitativo
Não-quantitativo
DOMÍNIO DE DADOS Vendas
Finanças
Marketing
Produção
Recursos Humanos
TIPO DE MEDIDAS Balanced Scorecard (por exemplos KPI)
Six Sigma
Não-desempenho
EXTENSÃO DE DADOS Toda a empresa
Departamental
Individual
FREQUENCIA DE ATUALIZAÇÃO Mensal
Semanal
Diariamente
A cada hora
Tempo real ou quase em tempo real
INTERATIVIDADE Exposição estática
Exposição interativa ( filtros , etc.)
MECANISMOS DE EXIBIÇÃO Principalmente gráfica
Principalmente texto
Integração de gráficos e texto
PORTAL FUNCIONALIDADE Adição de dados adicionais
Sem Funcionalidade
Na Tabela 1 vê-se que essa ferramenta tem três funções bem especificas, tais como
explicitaremos abaixo:
Dashboard a nível estratégico: tem o foco em medidas de alto nível de desempenho,
incluindo o passado, presente e futuro. Deve se tomar cuidado na apresentação das informações
nesse nível de dashboard, visto que podem distrair gestores nas suas principais metas. (FEW,
2006).
2 Dashboards podem ser classificados de diversas maneiras. Não importa o quão limitado e imperfeito
o esforço , isso é útil porque nos ajuda a analisar os benefícios e os muitos usos do meio. (TRADUÇÂO
LIVRE)
Tabela 1: Classificação dos Dashboard.
Fonte: Adaptado de Few (2006, p. 31)
Dashboard a nível analítico: requer uma abordagem de design diferente, pois exige um
contexto de informações mais amplo. Visto que devem apoiar tomadas de decisões mais
subjacentes para examinar principalmente as causas do que está acontecendo dentro da
empresa. (FEW, 2006).
Dashboard a nível operacional: deve ser concedido de forma dinâmica, visto que os
eventos na operação mudam constantemente e pode exigir respostas imediatas. Tais
dashboards tem uma mídia de exibição mais simples e detalhadas por ser mais específicos.
(FEW, 2006).
Acima vimos que o dashboard tem várias funções, tipos de dados, atualizações entre
outras variáveis assim segue ao gestor o desafio de implementar o melhor dashboard para sua
empresa. As fontes de dados geralmente são dos sistemas ERP (Enterprise Resource Planning)
conhecido também como Sistema Integrado de Gestão Laudon e Laudon (2010) define que:
[...]fundamentam em uma suíte de módulos de software integrados e um banco de
dados central comum. Esse banco de dados coleta os dados das diferentes divisões e
dos departamentos da empresa, e de um grande número de processos de negócios
centrais nas áreas de produção e manufatura, finanças e contabilidade, vendas,
marketing e recursos humanos, e torna-os disponíveis para aplicações utilizadas em
praticamente todas atividades internas da organização.
Dentro desse contexto, os ERP são utilizados como fonte de dados, visto que estão
integrados como todos partes essenciais para empresa, os dados são atualizados a todo
momento e melhora os processos dos negócios. Assim os Sistemas Integrados de Gestão causa
não só mudança de tecnologia, mas também implica em uma de mudança organizacional.
Por hora os dashboards é de vasta importância, pois ajuda o usuário a pensar de forma
mais eficiente, obter objetivos e resultados mais eficazes, apoio a tomada de decisão mais
precisas e tudo sendo visualizado de forma agradável. FEW (2010).
1.3 UX Design (Experiência de Usuário)
UX é termo que é traduzido literalmente como experiência de usuário e que significa
para Rogers (2013, p. 13) apud de Garrett (2010, p.10): "[...] todo produto que é usado por
alguém envolve uma experiência de usuário: jornais, ketchup, poltronas reclináveis, blusas
cardigãs”. Sendo mais concreto a experiência de usuário é como uma pessoa se sente ao usar
o produto, isso inclui a sensação de como é bom usá-lo desde do efeito de pequenos detalhes
até o som de um clique. ROGERS (2013). Para se desenvolver uma boa experiência é preciso
entender funções bem específicas que são classificadas como disciplinas são elas:
 Arquitetura da informação: Organizar e catalogar títulos dentro dos meios
digitais. As informações do menu de um site, por exemplo, de forma que sejam
acessadas mais facilmente. Ou seja, modo de como a informação é organizada
e acessada.
 Usabilidade: Interfaces fáceis de usar e motivando o usuário e incentivando a
seguir adiante.
 Design de interação: Entender e definir o comportamento das interfaces quando
o usuário interage com elas.
 Taxonomia; Rotular a informação de forma que faça sentido para o usuário.
 Estratégia de design: É as definições dos porquês do produto final e como cada
parte deve funcionar ou porque está em determinado local.
 Pesquisa com usuários: É como o público-alvo do entende o funcionamento do
produto.
Hoje seu principal foco são os produtos digitais: websites, smartphone, tablets,
videogames, TVs digitais, caixas eletrônicos entre outros, visto que são consumidos diversos
serviços nesses meios desde de noticiários, filmes ou até compras em diversos e-commerce's.
Existe dois tipos de experiência, são elas as positivas quando o usuário consegue realizar a
tarefa sem demora e sem frustrações, já as negativas quando o usuário não consegue realizar a
tarefa e se frustra, mas as experiências são subjetivas e cada pessoas tem a sua. São
influenciadas por fatores humanos e externos tais como visão, capacidade de ler e entender,
ambiente, horários entre outros inúmeros fatores. TEIXEIRA (2014).
No processo de desenvolvimento de algum produto ou serviço baseado no UX é
importante tomar como a preocupação central as decisões mais abstratas sobre o produto, no
qual o objetivo é mapear as funcionalidades e metas do negócio conciliando com a real
necessidades do usuário. TEIXEIRA (2014). Por isso se faz importância de se criar estratégias
para se entender os usuários final, para isso podemos nos utilizar de personas que Vianna (2012
p. 81) define como “[...] personagens ficcionais, concebidos a partir da síntese de
comportamentos observados entre consumidores”. A utilização da prototipação nesse processo
é indispensável, visto que é a parte do design que permitir que os usuários interagem com o
objeto antes mesmo da conclusão. O protótipo pode ser feito com qualquer coisa desde um
sketch (geralmente desenhos de interfaces no papel) até um website. ROGERS (2013).
2. Metodologia/Materiais e Métodos
Nessa parte será apresenta toda a explicação detalhada de todo percurso do
desenvolvimento da pesquisa. Detalharemos todo o contexto, os métodos e estratégias
(procedimentos), materiais e ferramentas (instrumentos) utilizados para coleta de dados
alcançar os resultados.
2.1 Materiais
Os materiais escolhidos para o desenvolvimento foram as tecnologias HTML5,
Javascript, PHP e MYSQL. Os frameworks foram o Bootstarp e JQuery. Todas essas
ferramentas serão descritas melhor no decorrer da metodologia utilizada para o
desenvolvimento da pesquisa. Foram escolhidas tais ferramentas pôr ser um sistema feito para
ser totalmente usado na internet via navegador, ou seja, um sistema web.
2.2 Personas
Para desenvolvimento de projeto, foi feito a parte de criação das personas para se
entender mais profundamente o que realmente era necessário para o usuário final. Diante disso
foi feito uma abstração de dados do negócio e dos proprietários, visto que somente eles iriam
operar a dashboard.
Em seguida a abstração das informações partiu-se para a criação das personas para
determinar em qual linguagem seria utilizada para se comunicar com usuário, entender
comportamentos dos consumidores do serviço, criar uma aparência de adequadas ao negócio.
Veremos nas Figuras 1 e 2 como foram caracterizadas as personas que utilizaram a dashboard.
Figura 1: Caracterizando o usuário com Personas 1
Fonte: Elaborado pelo autor
Figura 2: Caracterizando o usuário com Personas 2
Fonte: Elaborado pelo autor
Nas imagens Figura 1 e 2 vemos duas pessoas diferentes em aspectos e objetivos para
o sistema todos as personas são gestores de empresas de portes diferentes, para cada uma delas
foram caracterizadas suas características, família, expectativas, frustrações e sentimentos
observados.
Essa etapa é foi de suma importância para a conclusão desse projeto, visto que aqui foi
definido as características do sistema que são:
 Passar informações, precisas e rápida;
 Transmitir segurança ao utilizador;
 Apoiar a tomada decisão.
Logo depois da conclusão desse ciclo pudemos ir para a escolha dos indicadores-chave
de desempenho com todos os objetivos definidos.
2.3 Modelo escolhas Indicadores-Chave de Desempenho
Então para a escolha dos indicadores foi criado um modelo conceitual para a escolha,
algo mais genérico para que seja aplicado a qualquer tipo de empresa, porte e negócio.
Exemplificando o modelo primeiramente deve ser analisado os objetivos da empresa. Assim
tendo os objetivos pode se subdividir em quais módulos os indicadores estarão, Na Figura 3
veremos os detalhes.
Figura 3: Modelo de Escolha Indicadores-Chave de Desempenho
Fonte: Elaborado pelo autor.
O modelo possibilita a abstração da realidade, assim disso somente será observado
apenas somente os elementos essenciais da realidade observada são enfatizados, descartando-
se os elementos não essenciais. Portanto esse modelo é dividido em quatro etapas essências
são elas:
1. Analisar Empresa;
2. Identificar os Objetivos;
3. Identificar Módulos;
4. Indicadores.
Por hora esse modelo faz parte do ciclo de desenvolvimento do sistema, visto que
transmiti as informações de vital importância para um bom resultado do projeto.
2.4 Escolha Indicadores-Chave de Desempenho
Nessa parte do desenvolvimento foram escolhidos os indicadores de acordo o modelo
escolha Indicadores-Chave de Desempenho o banco de dados do sistema ERP. Na Figura 4
ilustrará a aplicação do modelo para este projeto:
Figura 4: Escolhendo os Indicadores
Fonte: Elaborado pelo autor.
Esses indicadores que foram escolhidos, pois foram que melhor se adequaram ao os
aspectos da empresa e do banco de dados do ERP. São dozes indicadores que proporcionará
aos usuários uma visão estratégica do que está ocorrendo na sua empresa nas suas áreas
principais.
2.5 Coleta dos dados
Na realizada pesquisa ainda não houve a integração da dashboard com sistema ERP.
Mas a essa integração foi pensada e contextualizada como irá acontecer e na figura abaixo será
exemplificada como irá funcionar.
Na Figura 5, exemplifica como o ERP vai interagir com o Dashboard, primeiramente o
cliente terá que ter o sistema devidamente instalado em computador ou notebook e todas suas
operações relacionadas a banco de dados tais como consulta e gravação serão enviadas ao
servidor remoto onde estará instalado o banco de dados do ERP. Ao acessar o Dashboard de
qualquer lugar, será acessará o sistema conectado à internet, o sistema ao ser acessado fará uma
requisição de dados ao banco de dados com o PHP5, os dados serão enviados ao sistema que
por sua vez tornarão essas informações em indicadores-chave de desempenho.
Figura 5: Coleta de dados
Fonte: Elaborado pelo Autor.
Coleta de dados proposta necessita ser remota, visto que o dashboard pode ser acessado
de qualquer local e qualquer horário, proporcionando maior agilidade e facilidade aos usuários.
2.6 Prototipação da Dashboard
Depois de todo requisitos anteriores definidos chegou a hora da prototipação da
dashboard, e a hora em que houve realmente a construção do sistema.
Primeiro passo foi a construção dos sketches foi uma parte importante para restante da
pesquisa, visto que aqui foi discutido pontos iniciais sobre as necessidades dos clientes e as
características definidas no desenvolvimento das personas. Foram desenhadas as primeiras
interfaces no papel a tela de login e pagina inicial principal e todas as interações iniciais. A
seguir as imagens dos sketches (Figura 6 e 7):
Figura 6: Sketch do Sistema 1
Fonte: Elaborado pelo autor
Figura 7: Sketch do Sistema 2
Fonte: Elaborado pelo autor.
Concluindo a parte dos sketches pudemos ir para a prototipação de alta fidelidade que
foi o própria dashboard para que fosse construída foram utilizados o HTML5, o framework
Bootstarp e Javascript por meio do JQuery para o desenvolvimento das interfaces. Foi
construído para funcionar em qualquer tipo de navegadores e tamanho telas. Com esse
protótipo pudemos colocar tudo para se deixar a dashboard mais real possível como se
comportaria como um sistema funcional e proporcionando a experiência que foi pensada no
início do projeto. Na Figura 8 veremos alguns elementos estratégicos:
Figura 8: Protótipo Dashboard
Fonte: Elaborado pelo autor.
Essa etapa é foi de suma importância para a conclusão desse projeto, visto que aqui foi
definido as características do sistema, para se tornar a experiência mais agradável aos usuários,
alguns desses itens estão numerados na imagem acima, são eles:
1. Menu retrátil para acesso em módulos separados. Ver com mais detalhes as
informações do módulo específico;
2. Números de elementos nas páginas levanto em consideração habilidades
cognitivas de memória curta do usuário;
3. Bordas coloridas em cada painel, para auxiliar o reconhecimento dos módulos;
4. Botão de acionar e fechar o menu, posicionado para que funcione em todos os
tamanhos de telas;
5. Ícones no menu para reconhecimento do módulo mais rapidamente.
Todos os elementos foram pensados para o determinado tipo de usuário e todo processo
de prototipação está totalmente relacionado e dependente com todo processo realizado
anteriormente.
3. Resultados e Discussão
Podemos dizer que o dashboard proposto tem uma função estratégica visto que o foco
em medidas de alto nível de desempenho, incluindo o passado, presente e futuro das
organizações.
Com o trabalho finalizado, dada o momento do desenvolvimento de pesquisa já
realizado, tendo como resultado o protótipo dashboard. Buscando mostrar a relevância desta
ferramenta para a gestão de uma empresa independentemente do porte, tipo e negócios e
propondo uma nova perspectiva à experiência ao usuário de nível estratégico do dashboard.
Figura 9: Protótipo do dashboard 1.
Fonte: Elaborado pelo autor.
Confirmando hipóteses da pesquisa o próprio dashboard e a importância dos
indicadores-chave de desempenho para a gestão de uma empresa está começando, dada a
momento do desenvolvimento de pesquisa já realizado, tendo como resultado o protótipo
dashboard. Buscando mostrar a relevância desta ferramenta para a gestão de uma empresa
independentemente do porte, tipo e negócios e propondo uma nova perspectiva à experiência
ao usuário de nível estratégico do dashboard. Podemos dizer que o dashboard proposto tem
uma função estratégica visto que o foco em medidas de alto nível de desempenho, incluindo o
passado, presente e futuro das organizações.
Conclusão
Concluimos que o trabalho é de vasta importância para empresas indepedente do porte,
tipo e negocio. Pois com os indicadores tem como objetivo transmitir informações da empresa
com clareza, para que se possa controlar e monitorar em determinado aspecto e para aperfeiçoar
a organização ou empresa.
Tendo uma ferramenta de totalmente pensado em uma experiência para o usuário de
nível estratégico como a dashboard proposta pode aumentar a eficiência administração da
gestão.
O objetivo proposto no início do projeto foi atingindo com o protótipo do dashboard e
todo seu processo de desenvolvimento, mostrando sua a importância de uma ferramenta de
gestão e como os indicadores são importantes para uma empresa.
Figura 10: Protótipo do dashboard 2.
Fonte: Elaborado pelo autor.
Pode-se dizer que a pesquisa muito relevante, devido aos conhecimentos adquiridos
durante a realização da pesquisa, que poderão ser usados nas próximas pesquisas.
A pesquisas pode ter uso prático em empresas que use o ERP remoto e precisam de
indicadores-chave de desempenho para medir seus objetivos ou prejuízos. Como trabalho
futuro é criar um dashboard que funcione em qualquer ERP (GENERAL-ERP) que se utilize
um banco de dados remotos além de aprimorar a experiência do usuário que utilizaram o
sistema.
Referência
ANDRÉ, Reginaldo. Indicadores de Desempenho: Ferramentas para uma gestão mais
competente. 2009. Disponível em:
<http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/indicadores-de-desempenho-
ferramentas-para-uma-gestao-mais-competente/28575/>. Acesso em: 10 out. 2015.
CALDEIRA, Jorge. 100 Indicadores da Gestão: KEY PERFORM INDICATORS. Coimbra:
Conjuntura Actual Editora, 2012.
FEW, Stephen. Information Dashboard Design. Sebastopol: O’Neil, 2006. 223 p.
FEW, Stephen. Information Visualization, Design, and the Arts Collision or
Collaboration? 2010. Disponível em:
<http://www.perceptualedge.com/articles/visual_business_intelligence/information_visualiza
tion_and_art.pdf>. Acesso em: 01 nov. 2015.
FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. Sistema Indicadores. Desconhecida:
Desconhecida, 2014.
LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. Sistemas de informação gerenciais.9. ed. São
Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
ROGERS, Yvone; SHARP, Helen; PREECE, Jennifer. Design de Interação: Além da
Intecação Humano-computador. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.
TEIXEIRA, Fabrício. UX Design: Introdução Boas Práticas em. São Paulo: Casa do Código,
2014.
VIANNA, Maurício José et al. Design Thinking: Inovação em Negócios. Rio Janeiro: MJV,
2012. 162 p.

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GEHBOARD: UM DASHBOARD GENERAL-ERP PARA USUÁRIOS DE NIVEL ESTRATÉGICO

  • 1. GEHBOARD: UM DASHBOARD GENERAL-ERP PARA USUÁRIOS DE NIVEL ESTRATÉGICO WELYNTON FELLIPE DE OLIVEIRA PROF. ME. DAWILMAR GUIMARÃES ARAÚJO Resumo É importante para uma empresa ter uma gestão eficiente e um planejamento a curto, médio e longo prazo, para isso é relevante conhecer ferramentas que busquem alcançar os objetivos da empresa. Neste sentido, este trabalho traz o Gehboard, um dashboard para usuários de nível estratégico, demostrando o que são, sua relevância na gestão empresarial e como é desenvolvimento na prática para sistema ERP, enfatizando a importância da experiência de usuário na hora da visualização dos indicadores-chave de desempenho. O projeto foi divido em duas partes essenciais que foram a abstração de dados e prototipação, partes que se utilizaram de metodologias do UX Design (Experiência de Usuário), suportado por tecnologias baseada na web. Ressalta-se que protótipo é entendido na construção do projeto como resultado principal, traduz os conceitos do dashboard. Outros resultados, como expectativa, tornar a experiência do usuário mais agradável, produtiva permitir os melhores resultados. A pesquisa mostra a importância da dashboard para empresa independentemente do porte, tipo e negócio, visto que proporciona uma gestão mais eficiente. Palavras-chave: Dashboard; Indicadores-Chave de Desempenho; Experiência de Usuário. Abstract It is important for a company to have an efficient management and the short, medium and long-term planning, for this is relevant to know tools that seek to achieve the company's goals. Thus, this work brings Gehboard, a dashboard for strategic-level users, showing what they are, their relevance in business management and how it is developing in practice for ERP system, emphasizing the importance of user experience when indicators of view Performance key. The project was divided into two essential parts that have data abstraction and prototyping, parts that were used methodologies of Design UX (User Experience), supported by web-based technologies. It is noteworthy that prototype is understood in the construction of the project as the main outcome, translates the concepts of the dashboard. Other results, such expectation, make the user experience more enjoyable, productive allow the best results. Research shows the importance of dashboard for enterprise regardless of size, type and business as it provides a more efficient management. Keywords: Dashboard; Key Performance Indicators; User Experience. Introdução Com o passar dos anos, gerenciar uma empresa se tornou uma tarefa cada vez mais complexa e cheia de número. Traduzi os números em informações, em indicadores-chave de desempenho é o que consequentemente gera boas decisões. Para alcançar os objetivos gestores devem apostar em novas ferramentas, técnicas e metodologias. Por isso o uso das dashboard como essa técnica de controle é de suma importância Entretanto a adoção dessa ferramenta requer cuidados, pois caso mal implementada pode causar problemas de compreensão das informações ou indicadores Few (2010, p 1) explica que: [...].Something does not qualify as information visualization or data visualization simply because electronic data was used to produce it. When
  • 2. something artistic is produced based on electronic data, it can be worthwhile without leading to a better understanding of the stories contained in the underlying data, but it isn't information visualization.1 Como a citação acima relata que apenas usar os dados eletrônicos para produzir a visualização da informação não pode ser caracterizado de fato uma visualização, pois deve trazer algum conhecimento ao usuário e que algo mais artístico pode trazer benefícios caso transmita com clareza os indicadores por trás dos dados. Nota-se que o processo de construção de uma dashboard é muito mais complexa do que se imagina, visto que demanda conhecer o que realmente relevante a para organização e como será apresentada aos stakeholders envolvidos no nível estratégicos. O processo de medição é único mecanismo capaz de informar a partir de um conjunto de dados e fatos (expressos em números), se os objetivos da empresa serão mesmo alcançados, um conjunto de indicadores-chave de desempenhos faz que seja possível identificação prévia de problemas ou oportunidades. Enfim, todos os principais elementos que exercem influência no crescimento e desenvolvimento da empresa podem ser medidos por esses indicadores. É notável que hoje os sistemas informatizados se tornaram mais acessíveis a maioria da população até mesmo as pessoas com menos prática, assim pensar em suas experiências se faz necessárias em qualquer novo projeto de sistema, visto propicia maior confiança e que todo de nova ferramenta ou serviços depende exclusivamente de seus clientes no nosso caso o usuário final. 1. Revisão bibliográfica/Fundamentação Teórica Na revisão bibliográfica serão apresentados conceitos essências para o entendimento dos objetivos desse projeto. Inicia-se com os conceitos de Dashboard, UX design, Indicador- chave de desempenho. 1.1 Indicador-chave de desempenho Um indicador é uma informação quantitativa ou qualitativa que expressa o desempenho empresarial no caso do projeto proposto, pode ser analisado em termos de eficiência, eficácia ou nível de satisfação. (FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE, 2014). Na lista abaixo está descrito o que caracteriza um indicador: 1 Algo não se qualifica como visualização de informações ou visualização de dados, simplesmente porque os dados eletrônicos foram utilizados para produzi-lo. Quando algo artístico é produzido com base em dados eletrônicos, pode valer a pena se conduzir a uma melhor compreensão das histórias contidas nos dados de base, mas não é a visualização das informações. (TRADUÇÂO LIVRE)
  • 3.  Manipulados matematicamente por meio de fórmulas;  Representado em gráficos lineares;  Com foco no que é relevante. Sua característica principal é a existência de fórmulas mais complexas para o cálculo, entre duas informações, se não houver uma divisão entre duas informações ainda não existe um indicador genuíno, apenas uma informação com o foco abrangente e dispersivo. (FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE, 2014). Para se escolher um bom indicador antes de tudo deve-se identificar os objetivos e os fatores críticos da organização. (FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE, 2014). Outro ponto importante para o indicador segundo Fundação Nacional da Qualidade (2014, p. 10) “[...] é a capacidade de ser comparável ou a facilidade de obter dados similares de referenciais externos”. O Indicador-chave de desempenho conhecido também como KPI (Key Performance Indicator) que segundo Caldeira (2012,13) “[...] São os indicadores eleitos como os mais importantes para a empresa”. Atualmente com a elevada concorrência e exigência dos clientes atuais é fundamental para as empresas independentes do porte técnicas e ferramentas que adotem um sistema de indicadores para um melhor gerenciamento. ANDRÉ (2009). Tais indicadores tem como objetivo transmitir informações da empresa com clareza, para que se possa controlar e monitorar em determinado aspecto e para aperfeiçoar a organização ou empresa. CALDEIRA (2012). Por hora André (2009) conclui que as empresas que implementa os indicadores-chave de desempenho se propicia de uma “[...] gestão mais responsável, com medidas de eficiência e concentração de esforços que permitem direcionar as atividades de todos os colaboradores e gerentes para a execução da estratégia, tomada de decisão mais racional”. 1.2 Dashboard O dashboard é um termo que pode ser traduzido literalmente como painel de bordo, é utilizado para transmitir informações, necessárias para alcançar um ou mais objetivos, organizadas em uma única tela para que as informações possam ser monitoradas com uma olhada apenas. (FEW, 2006). O dashboard pode ser classificado segundo Few (2006, 30) “[...] Dashboards can be categorized in several ways. No matter how limited and flawed the effort, doing so is useful
  • 4. because it helps us to examine the benefits and many uses of the medium.2 ” Os critérios de classificação seguem na Tabela 1: VARIÁVEL VALORES FUNÇÃO Estratégico Analítico Operacional TIPOS DE DADOS Quantitativo Não-quantitativo DOMÍNIO DE DADOS Vendas Finanças Marketing Produção Recursos Humanos TIPO DE MEDIDAS Balanced Scorecard (por exemplos KPI) Six Sigma Não-desempenho EXTENSÃO DE DADOS Toda a empresa Departamental Individual FREQUENCIA DE ATUALIZAÇÃO Mensal Semanal Diariamente A cada hora Tempo real ou quase em tempo real INTERATIVIDADE Exposição estática Exposição interativa ( filtros , etc.) MECANISMOS DE EXIBIÇÃO Principalmente gráfica Principalmente texto Integração de gráficos e texto PORTAL FUNCIONALIDADE Adição de dados adicionais Sem Funcionalidade Na Tabela 1 vê-se que essa ferramenta tem três funções bem especificas, tais como explicitaremos abaixo: Dashboard a nível estratégico: tem o foco em medidas de alto nível de desempenho, incluindo o passado, presente e futuro. Deve se tomar cuidado na apresentação das informações nesse nível de dashboard, visto que podem distrair gestores nas suas principais metas. (FEW, 2006). 2 Dashboards podem ser classificados de diversas maneiras. Não importa o quão limitado e imperfeito o esforço , isso é útil porque nos ajuda a analisar os benefícios e os muitos usos do meio. (TRADUÇÂO LIVRE) Tabela 1: Classificação dos Dashboard. Fonte: Adaptado de Few (2006, p. 31)
  • 5. Dashboard a nível analítico: requer uma abordagem de design diferente, pois exige um contexto de informações mais amplo. Visto que devem apoiar tomadas de decisões mais subjacentes para examinar principalmente as causas do que está acontecendo dentro da empresa. (FEW, 2006). Dashboard a nível operacional: deve ser concedido de forma dinâmica, visto que os eventos na operação mudam constantemente e pode exigir respostas imediatas. Tais dashboards tem uma mídia de exibição mais simples e detalhadas por ser mais específicos. (FEW, 2006). Acima vimos que o dashboard tem várias funções, tipos de dados, atualizações entre outras variáveis assim segue ao gestor o desafio de implementar o melhor dashboard para sua empresa. As fontes de dados geralmente são dos sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) conhecido também como Sistema Integrado de Gestão Laudon e Laudon (2010) define que: [...]fundamentam em uma suíte de módulos de software integrados e um banco de dados central comum. Esse banco de dados coleta os dados das diferentes divisões e dos departamentos da empresa, e de um grande número de processos de negócios centrais nas áreas de produção e manufatura, finanças e contabilidade, vendas, marketing e recursos humanos, e torna-os disponíveis para aplicações utilizadas em praticamente todas atividades internas da organização. Dentro desse contexto, os ERP são utilizados como fonte de dados, visto que estão integrados como todos partes essenciais para empresa, os dados são atualizados a todo momento e melhora os processos dos negócios. Assim os Sistemas Integrados de Gestão causa não só mudança de tecnologia, mas também implica em uma de mudança organizacional. Por hora os dashboards é de vasta importância, pois ajuda o usuário a pensar de forma mais eficiente, obter objetivos e resultados mais eficazes, apoio a tomada de decisão mais precisas e tudo sendo visualizado de forma agradável. FEW (2010). 1.3 UX Design (Experiência de Usuário) UX é termo que é traduzido literalmente como experiência de usuário e que significa para Rogers (2013, p. 13) apud de Garrett (2010, p.10): "[...] todo produto que é usado por alguém envolve uma experiência de usuário: jornais, ketchup, poltronas reclináveis, blusas cardigãs”. Sendo mais concreto a experiência de usuário é como uma pessoa se sente ao usar o produto, isso inclui a sensação de como é bom usá-lo desde do efeito de pequenos detalhes até o som de um clique. ROGERS (2013). Para se desenvolver uma boa experiência é preciso entender funções bem específicas que são classificadas como disciplinas são elas:
  • 6.  Arquitetura da informação: Organizar e catalogar títulos dentro dos meios digitais. As informações do menu de um site, por exemplo, de forma que sejam acessadas mais facilmente. Ou seja, modo de como a informação é organizada e acessada.  Usabilidade: Interfaces fáceis de usar e motivando o usuário e incentivando a seguir adiante.  Design de interação: Entender e definir o comportamento das interfaces quando o usuário interage com elas.  Taxonomia; Rotular a informação de forma que faça sentido para o usuário.  Estratégia de design: É as definições dos porquês do produto final e como cada parte deve funcionar ou porque está em determinado local.  Pesquisa com usuários: É como o público-alvo do entende o funcionamento do produto. Hoje seu principal foco são os produtos digitais: websites, smartphone, tablets, videogames, TVs digitais, caixas eletrônicos entre outros, visto que são consumidos diversos serviços nesses meios desde de noticiários, filmes ou até compras em diversos e-commerce's. Existe dois tipos de experiência, são elas as positivas quando o usuário consegue realizar a tarefa sem demora e sem frustrações, já as negativas quando o usuário não consegue realizar a tarefa e se frustra, mas as experiências são subjetivas e cada pessoas tem a sua. São influenciadas por fatores humanos e externos tais como visão, capacidade de ler e entender, ambiente, horários entre outros inúmeros fatores. TEIXEIRA (2014). No processo de desenvolvimento de algum produto ou serviço baseado no UX é importante tomar como a preocupação central as decisões mais abstratas sobre o produto, no qual o objetivo é mapear as funcionalidades e metas do negócio conciliando com a real necessidades do usuário. TEIXEIRA (2014). Por isso se faz importância de se criar estratégias para se entender os usuários final, para isso podemos nos utilizar de personas que Vianna (2012 p. 81) define como “[...] personagens ficcionais, concebidos a partir da síntese de comportamentos observados entre consumidores”. A utilização da prototipação nesse processo é indispensável, visto que é a parte do design que permitir que os usuários interagem com o objeto antes mesmo da conclusão. O protótipo pode ser feito com qualquer coisa desde um sketch (geralmente desenhos de interfaces no papel) até um website. ROGERS (2013).
  • 7. 2. Metodologia/Materiais e Métodos Nessa parte será apresenta toda a explicação detalhada de todo percurso do desenvolvimento da pesquisa. Detalharemos todo o contexto, os métodos e estratégias (procedimentos), materiais e ferramentas (instrumentos) utilizados para coleta de dados alcançar os resultados. 2.1 Materiais Os materiais escolhidos para o desenvolvimento foram as tecnologias HTML5, Javascript, PHP e MYSQL. Os frameworks foram o Bootstarp e JQuery. Todas essas ferramentas serão descritas melhor no decorrer da metodologia utilizada para o desenvolvimento da pesquisa. Foram escolhidas tais ferramentas pôr ser um sistema feito para ser totalmente usado na internet via navegador, ou seja, um sistema web. 2.2 Personas Para desenvolvimento de projeto, foi feito a parte de criação das personas para se entender mais profundamente o que realmente era necessário para o usuário final. Diante disso foi feito uma abstração de dados do negócio e dos proprietários, visto que somente eles iriam operar a dashboard. Em seguida a abstração das informações partiu-se para a criação das personas para determinar em qual linguagem seria utilizada para se comunicar com usuário, entender comportamentos dos consumidores do serviço, criar uma aparência de adequadas ao negócio. Veremos nas Figuras 1 e 2 como foram caracterizadas as personas que utilizaram a dashboard.
  • 8. Figura 1: Caracterizando o usuário com Personas 1 Fonte: Elaborado pelo autor
  • 9. Figura 2: Caracterizando o usuário com Personas 2 Fonte: Elaborado pelo autor Nas imagens Figura 1 e 2 vemos duas pessoas diferentes em aspectos e objetivos para o sistema todos as personas são gestores de empresas de portes diferentes, para cada uma delas foram caracterizadas suas características, família, expectativas, frustrações e sentimentos observados. Essa etapa é foi de suma importância para a conclusão desse projeto, visto que aqui foi definido as características do sistema que são:  Passar informações, precisas e rápida;  Transmitir segurança ao utilizador;  Apoiar a tomada decisão. Logo depois da conclusão desse ciclo pudemos ir para a escolha dos indicadores-chave de desempenho com todos os objetivos definidos. 2.3 Modelo escolhas Indicadores-Chave de Desempenho Então para a escolha dos indicadores foi criado um modelo conceitual para a escolha, algo mais genérico para que seja aplicado a qualquer tipo de empresa, porte e negócio.
  • 10. Exemplificando o modelo primeiramente deve ser analisado os objetivos da empresa. Assim tendo os objetivos pode se subdividir em quais módulos os indicadores estarão, Na Figura 3 veremos os detalhes. Figura 3: Modelo de Escolha Indicadores-Chave de Desempenho Fonte: Elaborado pelo autor. O modelo possibilita a abstração da realidade, assim disso somente será observado apenas somente os elementos essenciais da realidade observada são enfatizados, descartando- se os elementos não essenciais. Portanto esse modelo é dividido em quatro etapas essências são elas: 1. Analisar Empresa; 2. Identificar os Objetivos; 3. Identificar Módulos; 4. Indicadores. Por hora esse modelo faz parte do ciclo de desenvolvimento do sistema, visto que transmiti as informações de vital importância para um bom resultado do projeto.
  • 11. 2.4 Escolha Indicadores-Chave de Desempenho Nessa parte do desenvolvimento foram escolhidos os indicadores de acordo o modelo escolha Indicadores-Chave de Desempenho o banco de dados do sistema ERP. Na Figura 4 ilustrará a aplicação do modelo para este projeto: Figura 4: Escolhendo os Indicadores Fonte: Elaborado pelo autor. Esses indicadores que foram escolhidos, pois foram que melhor se adequaram ao os aspectos da empresa e do banco de dados do ERP. São dozes indicadores que proporcionará aos usuários uma visão estratégica do que está ocorrendo na sua empresa nas suas áreas principais. 2.5 Coleta dos dados Na realizada pesquisa ainda não houve a integração da dashboard com sistema ERP. Mas a essa integração foi pensada e contextualizada como irá acontecer e na figura abaixo será exemplificada como irá funcionar. Na Figura 5, exemplifica como o ERP vai interagir com o Dashboard, primeiramente o cliente terá que ter o sistema devidamente instalado em computador ou notebook e todas suas operações relacionadas a banco de dados tais como consulta e gravação serão enviadas ao servidor remoto onde estará instalado o banco de dados do ERP. Ao acessar o Dashboard de qualquer lugar, será acessará o sistema conectado à internet, o sistema ao ser acessado fará uma
  • 12. requisição de dados ao banco de dados com o PHP5, os dados serão enviados ao sistema que por sua vez tornarão essas informações em indicadores-chave de desempenho. Figura 5: Coleta de dados Fonte: Elaborado pelo Autor. Coleta de dados proposta necessita ser remota, visto que o dashboard pode ser acessado de qualquer local e qualquer horário, proporcionando maior agilidade e facilidade aos usuários. 2.6 Prototipação da Dashboard Depois de todo requisitos anteriores definidos chegou a hora da prototipação da dashboard, e a hora em que houve realmente a construção do sistema. Primeiro passo foi a construção dos sketches foi uma parte importante para restante da pesquisa, visto que aqui foi discutido pontos iniciais sobre as necessidades dos clientes e as características definidas no desenvolvimento das personas. Foram desenhadas as primeiras
  • 13. interfaces no papel a tela de login e pagina inicial principal e todas as interações iniciais. A seguir as imagens dos sketches (Figura 6 e 7): Figura 6: Sketch do Sistema 1 Fonte: Elaborado pelo autor Figura 7: Sketch do Sistema 2 Fonte: Elaborado pelo autor.
  • 14. Concluindo a parte dos sketches pudemos ir para a prototipação de alta fidelidade que foi o própria dashboard para que fosse construída foram utilizados o HTML5, o framework Bootstarp e Javascript por meio do JQuery para o desenvolvimento das interfaces. Foi construído para funcionar em qualquer tipo de navegadores e tamanho telas. Com esse protótipo pudemos colocar tudo para se deixar a dashboard mais real possível como se comportaria como um sistema funcional e proporcionando a experiência que foi pensada no início do projeto. Na Figura 8 veremos alguns elementos estratégicos: Figura 8: Protótipo Dashboard Fonte: Elaborado pelo autor. Essa etapa é foi de suma importância para a conclusão desse projeto, visto que aqui foi definido as características do sistema, para se tornar a experiência mais agradável aos usuários, alguns desses itens estão numerados na imagem acima, são eles: 1. Menu retrátil para acesso em módulos separados. Ver com mais detalhes as informações do módulo específico; 2. Números de elementos nas páginas levanto em consideração habilidades cognitivas de memória curta do usuário; 3. Bordas coloridas em cada painel, para auxiliar o reconhecimento dos módulos; 4. Botão de acionar e fechar o menu, posicionado para que funcione em todos os tamanhos de telas; 5. Ícones no menu para reconhecimento do módulo mais rapidamente.
  • 15. Todos os elementos foram pensados para o determinado tipo de usuário e todo processo de prototipação está totalmente relacionado e dependente com todo processo realizado anteriormente. 3. Resultados e Discussão Podemos dizer que o dashboard proposto tem uma função estratégica visto que o foco em medidas de alto nível de desempenho, incluindo o passado, presente e futuro das organizações. Com o trabalho finalizado, dada o momento do desenvolvimento de pesquisa já realizado, tendo como resultado o protótipo dashboard. Buscando mostrar a relevância desta ferramenta para a gestão de uma empresa independentemente do porte, tipo e negócios e propondo uma nova perspectiva à experiência ao usuário de nível estratégico do dashboard. Figura 9: Protótipo do dashboard 1. Fonte: Elaborado pelo autor.
  • 16. Confirmando hipóteses da pesquisa o próprio dashboard e a importância dos indicadores-chave de desempenho para a gestão de uma empresa está começando, dada a momento do desenvolvimento de pesquisa já realizado, tendo como resultado o protótipo dashboard. Buscando mostrar a relevância desta ferramenta para a gestão de uma empresa independentemente do porte, tipo e negócios e propondo uma nova perspectiva à experiência ao usuário de nível estratégico do dashboard. Podemos dizer que o dashboard proposto tem uma função estratégica visto que o foco em medidas de alto nível de desempenho, incluindo o passado, presente e futuro das organizações. Conclusão Concluimos que o trabalho é de vasta importância para empresas indepedente do porte, tipo e negocio. Pois com os indicadores tem como objetivo transmitir informações da empresa com clareza, para que se possa controlar e monitorar em determinado aspecto e para aperfeiçoar a organização ou empresa. Tendo uma ferramenta de totalmente pensado em uma experiência para o usuário de nível estratégico como a dashboard proposta pode aumentar a eficiência administração da gestão. O objetivo proposto no início do projeto foi atingindo com o protótipo do dashboard e todo seu processo de desenvolvimento, mostrando sua a importância de uma ferramenta de gestão e como os indicadores são importantes para uma empresa. Figura 10: Protótipo do dashboard 2. Fonte: Elaborado pelo autor.
  • 17. Pode-se dizer que a pesquisa muito relevante, devido aos conhecimentos adquiridos durante a realização da pesquisa, que poderão ser usados nas próximas pesquisas. A pesquisas pode ter uso prático em empresas que use o ERP remoto e precisam de indicadores-chave de desempenho para medir seus objetivos ou prejuízos. Como trabalho futuro é criar um dashboard que funcione em qualquer ERP (GENERAL-ERP) que se utilize um banco de dados remotos além de aprimorar a experiência do usuário que utilizaram o sistema. Referência ANDRÉ, Reginaldo. Indicadores de Desempenho: Ferramentas para uma gestão mais competente. 2009. Disponível em: <http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/indicadores-de-desempenho- ferramentas-para-uma-gestao-mais-competente/28575/>. Acesso em: 10 out. 2015. CALDEIRA, Jorge. 100 Indicadores da Gestão: KEY PERFORM INDICATORS. Coimbra: Conjuntura Actual Editora, 2012. FEW, Stephen. Information Dashboard Design. Sebastopol: O’Neil, 2006. 223 p. FEW, Stephen. Information Visualization, Design, and the Arts Collision or Collaboration? 2010. Disponível em: <http://www.perceptualedge.com/articles/visual_business_intelligence/information_visualiza tion_and_art.pdf>. Acesso em: 01 nov. 2015. FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE. Sistema Indicadores. Desconhecida: Desconhecida, 2014. LAUDON, Kenneth C.; LAUDON, Jane P. Sistemas de informação gerenciais.9. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. ROGERS, Yvone; SHARP, Helen; PREECE, Jennifer. Design de Interação: Além da Intecação Humano-computador. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. TEIXEIRA, Fabrício. UX Design: Introdução Boas Práticas em. São Paulo: Casa do Código, 2014. VIANNA, Maurício José et al. Design Thinking: Inovação em Negócios. Rio Janeiro: MJV, 2012. 162 p.