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Informativo dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação do ES - 27 de agosto de 2013 - Distribuição: Garoto
Nova cozinha do recheio seria espaço
mais seguro e arejado, mas ficou só
na promessa. Em quase 7 meses de
funcionamento, já aconteceram 3
acidentes.
Insegurança ronda dia a dia
de quem fica coberto de
EPI’s mas ainda assim não se
sente protegido.
Cozinha recheada de
Proteção coletiva
Essas são as condições de trabalho de
quem fica na cozinha do recheio: calor in-
tenso, perigo iminente do vapor, máscaras
incômodas, luvas que dificultam a precisão
dos movimentos e aventais que formam
uma estufa ao redor do corpo. Mesmo
com tantos Equipamentos de Proteção In-
dividuais (EPI’s), os acidentes e incidentes
se acumulam. O Sindicato não é contra o
uso dos EPI’s, mas, se eles não estão evi-
tando ou minimizando os riscos, significa
que tem algo errado. Por isso, acreditamos
que adequações na linha e a implantação
de Equipamentos de Proteção Coletiva
(EPC’s) sejam mais eficazes para garantir a
segurança do trabalhador.
A cozinha nova prometia modernida-
de e máquinas de última geração. Mas só
vieram problemas. Os trabalhadores das
linhas vizinhas estão em pânico tendo em
vista os graves acidentes e incidentes que
já ocorreram. Todos os trabalhadores do
COBOM, setor onde a cozinha está insta-
lada, já solicitaram óculos de proteção,
pois, por ser um local de passagem, eles
também estão expostos ao risco. O lugar
já tem até apelido entre os trabalhadores:
bomba-relógio. Uma hora pode explodir, e
ninguém quer, e nem pode, estar perto!
PROBLEMAS!
Empresa reconhece perigo
A própria empresa sinaliza a
gravidade do setor. No gráfico de
risco, está relacionada uma vasta
quantidade de incidentes (quase
acidentes) e acidentes graves com
afastamento. A linha foi delimitada
e classificada como área vermelha,
ou seja, com alto risco de acidente.
Entretanto, apenas delimitar o peri-
go não o elimina.
O Sindialimentação cobra da
empresa uma proteção coletiva.
Chega de apenas maquiar os pro-
blemas. A cozinha moderna e se-
gura ficou só na promessa. Os tra-
balhadores precisam de condições
mínimas para trabalhar, e é obriga-
ção da empresa oferecer isso!
Na última semana aconteceu mais um aci-
dente na nova cozinha, provocando queimadu-
ras e o afastamento de um trabalhador. Este já é o
terceiro, em apenas sete meses de funcionamento, o
que equivale a uma média de um acidente a cada dois
meses. Um número absurdo e inaceitável. O primeiro
acidente envolveu o recheio do Caribe, causando
queimaduras. O segundo não teve vítimas, mas po-
deria ser uma tragédia: cerca de 100 litros de álco-
ol vazaram no setor, que teve que ser evacuado.
O que mais a empresa vai esperar aconte-
cer para tomar medidas que solucionem de fato
o problema?
Assembleia provou
para a empresa que os
trabalhadores estão firmes
com o Sindicato por uma PLR
digna. Vamos seguir com as
negociações até o fim!
Apesar do avanço,
número está longe
do esperado
Após assembleia em que
os trabalhadores rejeitaram a
proposta da empresa, a Ga-
roto apresentou novos núme-
ros. O novo valor é R$ 3.550,00
+ 95% do salário e teto de R$
6.800,00. A proposta que ain-
da não atende aos anseios do
trabalhador, foi feita na reunião
desta segunda-feira, 26.
O Sindicato se posicionou
mais uma vez contra, por en-
tender que os números estão
longe do que a categoria me-
rece. Diante disso, a empresa
agendou nova reunião para o
dia 29 de agosto, às 14h30, pro-
metendo apresentar novo nú-
mero.
A Coordenadora Geral do
Sindialimentação, Linda Morais,
ressalta a importância da atu-
ação expressiva de todos. “A
presença de cada trabalhador
fortalece a nossa representa-
ção e dá mais fôlego para con-
tinuarmos as negociações da
PLR”, garante a diretora.
Trabalhador, continue co-
nosco na luta! Você fez a dife-
rença na Assembleia. O Sindia-
limentação está sempre junto
com você!
Sindicato vai cobrar cumprimento
do acordo coletivo
Trabalhadores de diversos setores
da fábrica reclamam de desvio de fun-
ção e promessas de reclassificação que
nunca são cumpridas. Em todos os ca-
sos, o objetivo da empresa é o mesmo:
lucrar mais colocando trabalhadores de
níveis mais baixos em funções que pos-
suiriam salários mais altos. Isso descumpre o acordo
coletivo de trabalho e fere a dignidade do trabalhador
que trabalha mais sem ser recompensado. Exigimos que
o trabalhador seja nivelado por cima! Se você está pas-
sando por uma situação semelhante às relatadas nes-
ta matéria, reúna provas e testemunhas para cobrar o
cumprimento do acordo coletivo. Esse e outros temas serão tratados com
a empresa na mesa de negociação.
Desvio de função no CDES
No Centro de Distribuição
(CDES) existem três cargos dife-
rentes: auxiliar de armazenagem,
operador de empilhadeira e con-
ferente. Da mesma forma que nos
outros casos expostos aqui, apesar
da diferença no nome e no salá-
rio, todos estão realizando as mes-
mas atividades.
No picking, o problema tem
outro ingrediente. No princípio,
as atividades eram realizadas
apenas por conferentes. Depois,
o setor foi terceirizado e, com o
processo aberto pelo Sindicato
contestando a terceirização, a
empresa primarizou novamente
a seção. Quando o setor voltou a
ter apenas trabalhadores da Ga-
roto, a empresa contratou auxilia-
res ao invés de conferentes, que
têm salários mais baixos.
Pneumático: classificação
fica só na promessa
No pneumático, está faltan-
do operador. Para cobrir o “bura-
co” deixado, auxiliares de produ-
ção são escalados para o cargo,
com promessas de classificação.
Quase completando três meses,
tempo limite previsto no Acordo
Coletivo para ser efetivado na
função, o trabalhador é retirado
do cargo, e outro auxiliar é colo-
cado no lugar. Nem a diferença
salarial entre as funções prevista
está sendo paga. Ingenuamente,
e com a esperança de subir de
nível, muitos acabam não denun-
ciando a empresa.
Usar de má fé, burlar o acor-
do coletivo, prometer e não cum-
prir: é esse o comportamento da
Garoto atualmente, uma prática
que não condiz com uma empre-
sa de porte multinacional.
Controladores: cinco cargos, mesma função
É a Matriz de Responsabilidade da empresa que descreve o posto
de atuação de cada trabalhador na fábrica. Segundo ela, as funções de
controlador estariam divididas nos níveis junior, pleno e sênior, cada um
com atividades e salários diferenciados, respeitando a hierarquia. No en-
tanto, todos os controladores estão exercendo as mesmas funções. Além
disso, a empresa tem colocado auxiliar de produção e operador 1 para
“quebrar um galho” como controlador. Ou seja, controladores, auxiliares
de produção e operadores 1 estão realizando os mesmos procedimentos.
Essa situação é um desrespeito ao trabalhador. São cinco cargos
realizando as mesmas atividades, mas com salários diferentes. Com essa
atitude, a empresa quer ganhar mais pagando menos. Existem trabalha-
dores que têm responsabilidades de nível de gestor, mas salários bem mais
baixos. Mas o grau de responsabilidade não se reflete na folha de paga-
mento. A diferença de remuneração entre um auxiliar de produção e um
controlador sênior, por exemplo, chega a ser de R$ 800,00.
O Sindicato entende que, se todos exercem as mesmas funções, de-
vem ser equiparados da mesma forma. Por isso, todos os trabalhadores
que hoje exercem as atividades de controladores deveriam receber a re-
muneração de controlador sênior, nivelando todos por cima.
Editorial
Linda Morais
Coordenadora Geral do Sindialimentação
Você trabalha
para quem? É para
o seu sustento e da
sua família ou da
empresa? Quando
somos chamados
de “colaborado-
res”, a empresa
procura nos envol-
ver em um projeto
que não necessa-
riamente é o nosso. É para você que
você trabalha, é para conquistar seu
futuro! A diretoria do Sindialimentação
conhece a insegurança dos trabalha-
dores que vivem sem qualquer garan-
tia de continuidade no emprego, e
sofrem sem piedade demissões sem
motivo. Sobrecarga, assédio moral,
falta de organização e planejamento
no local de trabalho são denúncias
constantes recebidas pelo sindicato.
Por isso a Diretoria do Sindialimenta-
ção se preocupa em fazer mais que
a rotina de acordos coletivos. Realiza-
mos eventos de formação, interação e
confraternização. Somente é possível
vencer essas lutas com a sua partici-
pação.
Não bastassem todos nossos pro-
blemas, o Projeto de Lei 4330/2004, do
empresário e Deputado Sandro Mabel
pretende liberar a terceirização de
todos os setores e retirar os nossos di-
reitos. Vivemos um momento em que
precisamos assumir que somos muito
mais que colaboradores de uma em-
presa. Somos trabalhadores, depende-
mos do nosso trabalho e do nosso sa-
lário, e essa condição nos une em um
ideal comum. É hora de união, e nossa
diretoria convoca todos a darmos as
mãos, pois somente juntos defendere-
mos o que é nosso.
Trabalhadores ou colaboradores?
INFORMATIVO DOS TRABALHADORES NAS
INDÚSTRIAS DE ALIMENTAÇÃO DO ES
Estrada Jerônimo Monteiro, 1732 - Vila Velha - ES
Telefone: 3339-5027
E-mail: sindialimentacao.es@gmail.com
COORDENADORA GERAL DO SINDICATO
Linda Morais
COORDENADOR DA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO
Elifas Medeiros
EDIÇÃO E DIAGRAMAÇÃO
Sylvia Ruth
ESTAGIÁRIA
Marina Denadai

[Garoto] 27 08 13

  • 1.
    P L R Informativo dos Trabalhadoresnas Indústrias de Alimentação do ES - 27 de agosto de 2013 - Distribuição: Garoto Nova cozinha do recheio seria espaço mais seguro e arejado, mas ficou só na promessa. Em quase 7 meses de funcionamento, já aconteceram 3 acidentes. Insegurança ronda dia a dia de quem fica coberto de EPI’s mas ainda assim não se sente protegido. Cozinha recheada de Proteção coletiva Essas são as condições de trabalho de quem fica na cozinha do recheio: calor in- tenso, perigo iminente do vapor, máscaras incômodas, luvas que dificultam a precisão dos movimentos e aventais que formam uma estufa ao redor do corpo. Mesmo com tantos Equipamentos de Proteção In- dividuais (EPI’s), os acidentes e incidentes se acumulam. O Sindicato não é contra o uso dos EPI’s, mas, se eles não estão evi- tando ou minimizando os riscos, significa que tem algo errado. Por isso, acreditamos que adequações na linha e a implantação de Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC’s) sejam mais eficazes para garantir a segurança do trabalhador. A cozinha nova prometia modernida- de e máquinas de última geração. Mas só vieram problemas. Os trabalhadores das linhas vizinhas estão em pânico tendo em vista os graves acidentes e incidentes que já ocorreram. Todos os trabalhadores do COBOM, setor onde a cozinha está insta- lada, já solicitaram óculos de proteção, pois, por ser um local de passagem, eles também estão expostos ao risco. O lugar já tem até apelido entre os trabalhadores: bomba-relógio. Uma hora pode explodir, e ninguém quer, e nem pode, estar perto! PROBLEMAS! Empresa reconhece perigo A própria empresa sinaliza a gravidade do setor. No gráfico de risco, está relacionada uma vasta quantidade de incidentes (quase acidentes) e acidentes graves com afastamento. A linha foi delimitada e classificada como área vermelha, ou seja, com alto risco de acidente. Entretanto, apenas delimitar o peri- go não o elimina. O Sindialimentação cobra da empresa uma proteção coletiva. Chega de apenas maquiar os pro- blemas. A cozinha moderna e se- gura ficou só na promessa. Os tra- balhadores precisam de condições mínimas para trabalhar, e é obriga- ção da empresa oferecer isso! Na última semana aconteceu mais um aci- dente na nova cozinha, provocando queimadu- ras e o afastamento de um trabalhador. Este já é o terceiro, em apenas sete meses de funcionamento, o que equivale a uma média de um acidente a cada dois meses. Um número absurdo e inaceitável. O primeiro acidente envolveu o recheio do Caribe, causando queimaduras. O segundo não teve vítimas, mas po- deria ser uma tragédia: cerca de 100 litros de álco- ol vazaram no setor, que teve que ser evacuado. O que mais a empresa vai esperar aconte- cer para tomar medidas que solucionem de fato o problema? Assembleia provou para a empresa que os trabalhadores estão firmes com o Sindicato por uma PLR digna. Vamos seguir com as negociações até o fim! Apesar do avanço, número está longe do esperado Após assembleia em que os trabalhadores rejeitaram a proposta da empresa, a Ga- roto apresentou novos núme- ros. O novo valor é R$ 3.550,00 + 95% do salário e teto de R$ 6.800,00. A proposta que ain- da não atende aos anseios do trabalhador, foi feita na reunião desta segunda-feira, 26. O Sindicato se posicionou mais uma vez contra, por en- tender que os números estão longe do que a categoria me- rece. Diante disso, a empresa agendou nova reunião para o dia 29 de agosto, às 14h30, pro- metendo apresentar novo nú- mero. A Coordenadora Geral do Sindialimentação, Linda Morais, ressalta a importância da atu- ação expressiva de todos. “A presença de cada trabalhador fortalece a nossa representa- ção e dá mais fôlego para con- tinuarmos as negociações da PLR”, garante a diretora. Trabalhador, continue co- nosco na luta! Você fez a dife- rença na Assembleia. O Sindia- limentação está sempre junto com você!
  • 2.
    Sindicato vai cobrarcumprimento do acordo coletivo Trabalhadores de diversos setores da fábrica reclamam de desvio de fun- ção e promessas de reclassificação que nunca são cumpridas. Em todos os ca- sos, o objetivo da empresa é o mesmo: lucrar mais colocando trabalhadores de níveis mais baixos em funções que pos- suiriam salários mais altos. Isso descumpre o acordo coletivo de trabalho e fere a dignidade do trabalhador que trabalha mais sem ser recompensado. Exigimos que o trabalhador seja nivelado por cima! Se você está pas- sando por uma situação semelhante às relatadas nes- ta matéria, reúna provas e testemunhas para cobrar o cumprimento do acordo coletivo. Esse e outros temas serão tratados com a empresa na mesa de negociação. Desvio de função no CDES No Centro de Distribuição (CDES) existem três cargos dife- rentes: auxiliar de armazenagem, operador de empilhadeira e con- ferente. Da mesma forma que nos outros casos expostos aqui, apesar da diferença no nome e no salá- rio, todos estão realizando as mes- mas atividades. No picking, o problema tem outro ingrediente. No princípio, as atividades eram realizadas apenas por conferentes. Depois, o setor foi terceirizado e, com o processo aberto pelo Sindicato contestando a terceirização, a empresa primarizou novamente a seção. Quando o setor voltou a ter apenas trabalhadores da Ga- roto, a empresa contratou auxilia- res ao invés de conferentes, que têm salários mais baixos. Pneumático: classificação fica só na promessa No pneumático, está faltan- do operador. Para cobrir o “bura- co” deixado, auxiliares de produ- ção são escalados para o cargo, com promessas de classificação. Quase completando três meses, tempo limite previsto no Acordo Coletivo para ser efetivado na função, o trabalhador é retirado do cargo, e outro auxiliar é colo- cado no lugar. Nem a diferença salarial entre as funções prevista está sendo paga. Ingenuamente, e com a esperança de subir de nível, muitos acabam não denun- ciando a empresa. Usar de má fé, burlar o acor- do coletivo, prometer e não cum- prir: é esse o comportamento da Garoto atualmente, uma prática que não condiz com uma empre- sa de porte multinacional. Controladores: cinco cargos, mesma função É a Matriz de Responsabilidade da empresa que descreve o posto de atuação de cada trabalhador na fábrica. Segundo ela, as funções de controlador estariam divididas nos níveis junior, pleno e sênior, cada um com atividades e salários diferenciados, respeitando a hierarquia. No en- tanto, todos os controladores estão exercendo as mesmas funções. Além disso, a empresa tem colocado auxiliar de produção e operador 1 para “quebrar um galho” como controlador. Ou seja, controladores, auxiliares de produção e operadores 1 estão realizando os mesmos procedimentos. Essa situação é um desrespeito ao trabalhador. São cinco cargos realizando as mesmas atividades, mas com salários diferentes. Com essa atitude, a empresa quer ganhar mais pagando menos. Existem trabalha- dores que têm responsabilidades de nível de gestor, mas salários bem mais baixos. Mas o grau de responsabilidade não se reflete na folha de paga- mento. A diferença de remuneração entre um auxiliar de produção e um controlador sênior, por exemplo, chega a ser de R$ 800,00. O Sindicato entende que, se todos exercem as mesmas funções, de- vem ser equiparados da mesma forma. Por isso, todos os trabalhadores que hoje exercem as atividades de controladores deveriam receber a re- muneração de controlador sênior, nivelando todos por cima. Editorial Linda Morais Coordenadora Geral do Sindialimentação Você trabalha para quem? É para o seu sustento e da sua família ou da empresa? Quando somos chamados de “colaborado- res”, a empresa procura nos envol- ver em um projeto que não necessa- riamente é o nosso. É para você que você trabalha, é para conquistar seu futuro! A diretoria do Sindialimentação conhece a insegurança dos trabalha- dores que vivem sem qualquer garan- tia de continuidade no emprego, e sofrem sem piedade demissões sem motivo. Sobrecarga, assédio moral, falta de organização e planejamento no local de trabalho são denúncias constantes recebidas pelo sindicato. Por isso a Diretoria do Sindialimenta- ção se preocupa em fazer mais que a rotina de acordos coletivos. Realiza- mos eventos de formação, interação e confraternização. Somente é possível vencer essas lutas com a sua partici- pação. Não bastassem todos nossos pro- blemas, o Projeto de Lei 4330/2004, do empresário e Deputado Sandro Mabel pretende liberar a terceirização de todos os setores e retirar os nossos di- reitos. Vivemos um momento em que precisamos assumir que somos muito mais que colaboradores de uma em- presa. Somos trabalhadores, depende- mos do nosso trabalho e do nosso sa- lário, e essa condição nos une em um ideal comum. É hora de união, e nossa diretoria convoca todos a darmos as mãos, pois somente juntos defendere- mos o que é nosso. Trabalhadores ou colaboradores? INFORMATIVO DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DE ALIMENTAÇÃO DO ES Estrada Jerônimo Monteiro, 1732 - Vila Velha - ES Telefone: 3339-5027 E-mail: sindialimentacao.es@gmail.com COORDENADORA GERAL DO SINDICATO Linda Morais COORDENADOR DA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO Elifas Medeiros EDIÇÃO E DIAGRAMAÇÃO Sylvia Ruth ESTAGIÁRIA Marina Denadai