Sindialimentação/ES - 20 de dezembro de 2012



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Sindicato luta por melhorias, mas empresa
  prefere reprimir a melhorar condições

A
         edição do jornal dessa semana está prevista para sair nessa sexta-feira,
         21 de dezembro, porém o fato ocorrido no setor do Recheio nos leva a
        produzir esta edição extraordinária. Nosso sindicato, verificou nesse setor
 uma condição de trabalho absurda: Dois trabalhadores fazendo o trabalho que
deveria, na avaliação do sindicato, ser feita por 4 trabalhadores. A situação é tão
grave, que não está dando tempo para ir ao banheiro ou até mesmo beber água.
 Além disso, o ritmo intenso de trabalho, aliado à pouca mão-de-obra pode gerar
acidentes. Como o assunto da redução da mão-de-obra já estava sendo tratado
   com a empresa, como é o caso do setor do pneumático, o dirigente sindical
   Elifas, procurou a gerência responsável para relatar a situação. Ao invés de
 buscar uma solução imediata para o problema, a empresa optou por reprimir os
 trabalhadores no setor. Aproveitando-se da ausência do diretor do sindicato no
    momento, pois o mesmo estava fazendo os apontamentos da produção, a
   supervisão local reuniu os trabalhadores para reprimi-los porque o problema
                 verificado pelo dirigente do sindicato veio à tona.
        O sindicato repudia expressamente essa postura por dois motivos:
1) É papel dos representantes sindicais, garantido por lei, investigar e denunciar
         más condições de trabalho e buscar a negociação de melhorias;
2) Uma empresa que diz que leva a sério a questão da segurança deve optar por
                 discutir soluções e não reprimir os trabalhadores.

    Por fim, a postura da empresa é contraditória pois a mesma cobra que se
denuncie condições de trabalho inseguras, mas opta por reprimir e tentar abafar
o problema quando ele aparece. A questão da saúde e segurança na Garoto não
                 pode ser apenas uma fachada para auditor ver.

Jornal ATITUDE edição EXTRA

  • 1.
    Sindialimentação/ES - 20de dezembro de 2012 EXTRA EXTRAEXTRAEXTR EXTRAEXTRAEXTRAEXTRA EX EXTRA EXTRA EX EXTRA EXTRAEXTRAEXT Sindicato luta por melhorias, mas empresa prefere reprimir a melhorar condições A edição do jornal dessa semana está prevista para sair nessa sexta-feira, 21 de dezembro, porém o fato ocorrido no setor do Recheio nos leva a produzir esta edição extraordinária. Nosso sindicato, verificou nesse setor uma condição de trabalho absurda: Dois trabalhadores fazendo o trabalho que deveria, na avaliação do sindicato, ser feita por 4 trabalhadores. A situação é tão grave, que não está dando tempo para ir ao banheiro ou até mesmo beber água. Além disso, o ritmo intenso de trabalho, aliado à pouca mão-de-obra pode gerar acidentes. Como o assunto da redução da mão-de-obra já estava sendo tratado com a empresa, como é o caso do setor do pneumático, o dirigente sindical Elifas, procurou a gerência responsável para relatar a situação. Ao invés de buscar uma solução imediata para o problema, a empresa optou por reprimir os trabalhadores no setor. Aproveitando-se da ausência do diretor do sindicato no momento, pois o mesmo estava fazendo os apontamentos da produção, a supervisão local reuniu os trabalhadores para reprimi-los porque o problema verificado pelo dirigente do sindicato veio à tona. O sindicato repudia expressamente essa postura por dois motivos: 1) É papel dos representantes sindicais, garantido por lei, investigar e denunciar más condições de trabalho e buscar a negociação de melhorias; 2) Uma empresa que diz que leva a sério a questão da segurança deve optar por discutir soluções e não reprimir os trabalhadores. Por fim, a postura da empresa é contraditória pois a mesma cobra que se denuncie condições de trabalho inseguras, mas opta por reprimir e tentar abafar o problema quando ele aparece. A questão da saúde e segurança na Garoto não pode ser apenas uma fachada para auditor ver.