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III FIEV-FÓRUM INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO DE VILHENA
 “A (RE) CONSTRUÇÃO DA PRÁTICA DO PROFISSIONAL NA
                  ATUALIDADE”




        HISTÓRIA NO CONTEXTO
                 DA
            CULTURA AFRO
áFrica 2012
PONTOS
POSITIVOS:
 "A lei visa fazer um resgate histórico que é importante não só para o
 negro mas para a sociedade brasileira como um todo. Esse é o
 grande ponto. As pessoas pensam que a lei está retificando a
 história, e não é. A gente está querendo dar oportunidade para as
 pessoas negras conhecerem um pouco melhor o Brasil, conhecerem
 um pouco melhor a sua história, e as pessoas brancas sobretudo;
 porque você não vence o preconceito e a discriminação com um
 grupo só sabendo, você só vence quando todos os grupos ficarem
 sabendo".
                        Renato Ferreira, advogado e coordenador do Programa de
                        Políticas da Cor da UERJ (Universidade Estadual do Rio de
                        Janeiro),



 A nossa matriz curricular é eurocêntrica, temos a tendência de
 reproduzir o que achamos importante.


Dia da consciência negra – Valoriza a luta dos negros.
A abolição da escravatura, de forma oficial, só veio em 1888. Porém,
os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressão e as
injustiças advindas da escravidão.


“Considero isso como um dever que tinha, não apenas
com meu povo, mas também com minha profissão,
praticar a lei e a justiça para toda a humanidade, gritar
contra esta discriminação...”
                                 Frase de Nelson Mandela
áFrica 2012
Segundo Adilton de Paula, membro da Coordenação
 Nacional de Entidades Negras e Assessor Sindical da
 FETIESC. Quando alterado a Lei 10639, pela lei 11635,
 cria-se uma confusão novamente na cabeça dos gestores
 educacionais e dos educadores e educadoras brasileiras.
 Voltamos à estaca zero, voltamos à idéia de que estamos
 falando só de mais uma diversidade, sem conseguir
 entender e compreender a profundidade e a complexidade
 da questão negro-racial no Brasil.
                       http://valeuzumbivaleu.blogspot.com


Lei nº 9.394/96 –Art. 26.
§ 4º - O ensino da História do Brasil levará em conta as
contribuições das diferentes culturas e etnias para a
formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes
indígenas, africana e européia.
Art. 32
§ 3º - O ensino fundamental regular será ministrado em
língua portuguesa, assegurada às comunidades indígenas
a utilização de suas línguas maternas e processos próprios
de aprendizagem.

              “A educação é a arma mais poderosa que
              você pode usar para mudar o mundo. “
                                        Nelson Mandela
    



    O que você sabe sobre a África?




        Vídeo: “A cor da cultura”




               ?
ÁFRICA
•Subdivisões
   Obras literárias de origem africana:
   Que literatura é está? Africana?
    
   De origem, de influência, de temática africana, o certo é que há uma
    literatura que tem abordado a África e tudo o que pode se atribuir a ela: a
    diversidade, a multiculturalidade, a etnia, as tradições milenares, as artes, a
    culinária, os rituais...

   Mas, para falar da África, de uma cultura multifacetada, não podemos esquecer
    que falamos de um continente muito antigo, com extensões gigantescas, de
    tradições culturais variadas, de muitos países, povos, línguas, dialetos, tribos,
    religiões. A África são muitas Áfricas! A África são muitos povos!
            A produção de obras literárias para crianças e jovens se insere no que
    podemos chamar de um mercado editorial, em que os editores produzem para
    atender ou criar demandas.
           Em 2003, foi decretada a Lei Federal n.º 10.639 que mudou a Lei de
    Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), ao estabelecer a obrigatoriedade
    do ensino e transmissão de cultura africana e afro-brasileira nos
    estabelecimentos de ensino públicos e privados de todo o País. Há debates a favor
    e contra essa decisão, com receio de que haja mais segregação ao se destacar a
    história do povo negro de outros temas curriculares.
           Nitidamente, essa proposta aqueceu a edição de livros infantis literários e
    informativos, o que pode ser verificado na produção recente nacional. Muitos
    livros,brasileiros e traduzidos, têm circulado nas feiras e livrarias dedicadas ao
    setor. Alguns deles com o cuidado que os leitores merecem: informações sobre o
    país africano, o povo a que se refere a história, por exemplo.
            Outros livros, sem maiores cuidados, trazem a África como uma unidade
    cultural, com conhecimentos rasos e superficiais e, muitas vezes,
    preconceituosos. Por exemplo, a produção caracterizada como literatura afro-
    brasileira, o que seria? A literatura feita por autores negros?         A literatura
    que aborda a África? A literatura que desenvolve o hibridismo entre Brasil e
    África? Na África, não há apenas uma religião, nem podemos afirmar que os
    orixás são deuses africanos
— ou que os cultos nagôs ou yorubanos são os principais do continente africano.
    Não podemos, tampouco, tratar as línguas africanas que vieram para o Brasil
    como dialetos. Sabemos que havia dialetos lá, mas o que veio para o Brasil foram
    línguas (a exemplo da nagô, quimbundo, umbundo, mandinga).
         Os negros que desembarcaram na Bahia, por exemplo, são de origem e
    cultura diferentes dos que desembarcaram no Rio de Janeiro ou em Pernambuco.
    Sorte a nossa! Isso engrandeceu a herança cultural que devemos a eles (religião,
    língua, oralidade, hábitos, habilidades corporais, plásticas e musicais...). É
    lamentável que em muitos recontos, histórias e textos de informação dirigidos ao
    público infantil essa diversidade se perca e venha como um único produto-
    descendente “negro”. A África está além da nossa capacidade de conceituação,
    exatamente porque as culturas são dinâmicas e interativas. Entendemos que
    afro-brasileira é toda produção cultural nossa, nacional, brasileira. Afinal, somos
    todos filhos da África!
         Fomos constituídos também pela cultura africana, além da européia e da
    indígena. Melhor seria chamar esta produção editorial de literatura de herança,
    de temática africana. Assim, seríamos mais justos com a riqueza cultural
    africana e com as variações brasileiras de traços oriundos do Velho Continente
    Africano.
         Como a literatura infantil tem suas raízes na oralidade folclórica de
    diferentes povos (a exemplo dos contos de fadas), no Brasil, isso não é diferente.
    A nossa literatura dirigida à infância nasce e se consolida com traços do folclore
    nacional, de culturas variadas, como a africana, a indígena, a portuguesa, a
    árabe. Monteiro Lobato foi genial ao inaugurar uma literatura voltada às nossas
    origens e ao que há de mais autêntico no hibridismo cultural do qual fazemos
    parte.
         Os livros de histórias ilustradas, de contos, de novelas, nos moldes da
    produção do pioneiro autor Joel Rufino dos Santos, também historiador, que
    começou a publicar na década de 70 do século passado, ainda quando se formava
    a literatura infantil contemporânea que hoje conhecemos.Em sua obra, Joel tem
    primado pelo respeito à oralidade, que é marca da tradição cultural africana e
    dos povos que dela herdaram marcas na linguagem. Além disso, dá voz a
    personagens do povo brasileiro, a outros folclóricos, sábios de uma cultura
    popular de raízes africanas. Deixamos aqui umas palavras do consagrado Mia
    Couto sobre a África:

           "Este Continente é, ao mesmo tempo, muitos continentes. A
Conto Africano:


Mendigo Sexta- feira jogando no Mundial – Mia Couto
áFrica 2012
Lenda Africana:
Vídeo: “Kiriku e a Feiticeira”

    Desenho francês sobre lenda africana.Excelente
  para trabalhar com diversidade cultural em sala de
  aula.
Literatura Infantil Africana
Livro:Menina Bonita do Laço de Fita
ATIVIDADE: MURAL COM FOTOS DOS
         FAMILIARES DOS ALUNOS.


DIFERENÇAS: NÃO BASTA RECONHECÊ-LAS É
        PRECISO VALORIZÁ-LAS.
Museu Afro Brasil
Vídeo: História & Memória




Museu da Lingua Portuguesa (São Paulo)
Arte Africana
     As Mandalas Africanas fazem parte de rituais mágicos de diversas
culturas ao redor do mundo: dos hinduístas, dos islâmicos, dos budistas, dos
cristãos (nas rosetas das catedrais), e das práticas xamânicas de diversas
culturas ancestrais. Mandala tem origem na palavra do sânscrito que
significa círculo ou centro.
    Há muitos tipos de mandalas, usadas para várias finalidades nas práticas
budistas do sutra e do tantra. Como exemplos podem citar mandalas
oferecidas em oferendas para guias espirituais equivalentes às oferendas das
religiões Africanas, ou seja, com mesmo objetivo.
áFrica 2012
áFrica 2012
Vestuário Feminino Africano




 Influências da Arte Africana
                        Estampas Africanas




“Roupas”

      Vestuário feminino




       Vestuário Feminino




     Estampas Africanas
Dança Africana


       “Kuduro”


        Kuduro é um gênero musical e sobretudo um gênero de
    dança surgida em Angola. Hoje em dia, está também
    largamente disseminado pelas áreas suburbanas da cidade de
    Lisboa, Portugal. Também se tem popularizado no Brasil
    ultimamente, já existindo até alguns grupos e bandas de kuduro
    próprios do Brasil, em especial nos subúrbios das cidades do Rio
    de Janeiro e de Salvador. É hoje influênciado por outros generos
    como Sungura, Kizomba, Semba, Ragga e Rap.
    
        O kuduro surgiu primeiro como uma dança e com o passar
    do tempo evoluiu para um género musical. Muito
    provavelmente, o nome kuduro provem também do kimbundo
    (língua nacional de Angola), ou ainda pela expressão que o
    nome mesmo já supõe, até pelo próprio estilo da dança em que
    se tem o quadril duro.
Esporte Africano
        “Capoeira”




Vídeo:“Sou   movido pela capoeira”
Filme

    Vídeo: “AMISTAD” - O Navio Negreiro (Castro Alves)
    Música: Navio Negreiro – Caetano Veloso


     Atividade
    Vídeo “Amistad” – Música “Negro Rei” - Solo
    musical pela aluna Sabrina



 
Letra de Música
Música: “Negro Rei” / Cantor: Cidade Negra

Ayê
Ayê mãe África
Seus filhos vieram de longe
Só pra sofrer
Ayê
Ayê mãe África
Todo guerreiro
No seu terreiro
Sabe sua lei
E vai coroar negro rei [x3]
 Ayê, ayê, ayê
  Ika adobale ô
Ika adobale a
Ika adobale a, ea
Mãe África
 Prende a tristeza meu erê
Sei que essa dor te faz sofrer
Mas guarda esse choro
Isso é um tesouro
Ó filhos de rei
 O sol que queima a face
Aquece o desejo mais que otin
O sal escorre no corpo
E a dor da chibata é só cicatriz
Quem é que sabe como será o seu amanhã
Qualquer remanso é o descanso pro amor de Nanã
Esquece a dor axogun
Faz uma prece a Olorun
Na força de Ogun
 Prende a tristeza meu erê
Sei que essa dor te faz sofrer
Mas guarda esse choro
Isso é um tesouro
Aos filhos de rei
 Ayê yê yê, ayê yê yê
Atividade
01)Retire da letra da música “Negro Rei” todas as palavras de origem
  Africana:
 
 



 
 
    02) Analise do trecho da música “Negro Rei”
 
     “O sol que queima a face
     Aquece o desejo mais que otin
     O sal escorre no corpo
     E a dor da chibata é só cicatriz
     Quem é que sabe como será o seu amanhã”

    a) A frase musical “O sal escorre no corpo” se refere a quem?

     ____________________________________________________________________
     ____________________________________________________________________
     ____________________________________________________________________
     ____________
 
     b) “E a dor da chibata é só cicatriz”. O que vem a sua mente quando
     ouve essas palavras?
     Reflita é de sua opinião.

     ____________________________________________________________________
Escravidão Passado e Presente
(Baseado no conto de Machado de Assis)




Vídeo:Quanto Vale ou é por Quilo?
áFrica 2012
África e Meio Ambiente
(Narrativa Áudio Visual e Texto Descritivo)




  vídeo: “Rei Leão”
Atividade

a) Leitura de narrativa áudio visual“filme :
 “Rei Leão”
b) Produção de texto descritivo ,Obra do Filme
  “Rei Leão” (‘trabalhando com esçapo fisico e meio
  ambiente)
c) Pesquisa sobre os animais em extinção,
  apresentados no filme.
O Terceiro maior continente da terra, situado entre os Trópicos de Câncer e de Capricórnio, possui baixa densidade demográfica como conseqüência das características de seu território. Com uma extensão de cerca de 30 milhões de km² e mais de 800 milhões de habitantes em 54 países, a África é freqüentemente dividida em cinco regiões de acordo com características geográficas e demográficas: a África Oriental, África Ocidental, África Setentrional, África Central e África Meridional.




                  O Terceiro maior continente da terra, situado entre os Trópicos de
         Câncer e de Capricórnio, possui baixa densidade demográfica como
         conseqüência das características de seu território. Com uma extensão de cerca
         de 30 milhões de km² e mais de 800 milhões de habitantes em 54 países, a
         África é freqüentemente dividida em cinco regiões de acordo com
         características geográficas e demográficas: a África Oriental, África
         Ocidental, África Setentrional, África Central e África Meridional.
Angola (10,9 milhões de habitantes)
Cabo Verde (415 mil)
Moçambique (18,8 milhões)
São Tomé e Príncipe (182 mil)
Guiné Bissau (1,4 milhão)
   Atividade
    


  O1) Países do continente Africano onde a língua Portuguesa é predominante:
   
    
    
    
    
    




    


    

                                            São Tomé
    Moçambique        Guiné - Bissau           &     CaboVerde Angola
                                            Príncipe


   Sugestões:
    
   a) Dividir alunos em grupos, cada grupo apresentara as características de seu país
    escolhido.
   b)Cada grupo poderá fazer sua criatividade como pesquisa em dicionário, barsa,
    enciclopédia, Wikipédia, biblioteca, laboratório de informática.
   c)Apresentações poderão ser feita em slide na sala de informática ou em sala com
    recurso de multimídias.
    
Religiões Afro-brasileira
    São consideradas religiões afro-brasileiras, todas as religiões que
tiveram origem nas Religiões tradicionais africanas, que foram
trazidas para o Brasil pelos negros africanos, na condição de escravos.
Ou religiões que absorveram ou adotaram costumes e rituais
africanos.

•Babaçuê-  Maranhão, Pará
•Batuque - Rio Grande do Sul
•Cabula - Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa
Catarina.
•Candomblé - Em todos estados do Brasil
•Culto aos Egungun - Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo
•Culto de Ifá - Bahia Rio de Janeiro, São Paulo
•Encantaria - Maranhão, Piauí, Pará, Amazonas
•Omoloko - Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo
•Pajelança - Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas
•Quimbanda- Em todos estados do Brasil
•Tambor-de-Mina - Maranhão,
•Terecô - Maranhão
•Umbanda - Em todos estados do Brasil
•Xambá - Alagoas, Pernambuco
•Xangô do Nordeste - Pernambuco



 Religiões Predominates no Estado de Rondônia:
 
   Atividade
    
   01) Dividir a sala em cinco grupos, cada grupo ficará com uma Religião afro-
    brasileira como tema do grupo, sendo assim separando cada grupo por tema.
    




    Candomblé Umbanda Tambor Xangô Quimbanda
                       - de -
                       Mina

 

    a)Separar tribos por temas.
    b)Produção de crachás, para cada tribo.
    c)Pesquisa sobre as religiões Afro Brasileira, cada grupo fará sua pesquisa em
    barsa, dicionário, enciclopédia, Wikipédia, Biblioteca, laboratório de
    informática.
     d)Produção de slides e criatividade dos alunos.
     e)Apresentação de trabalhos dos grupos.
 
   Culinária Afro-Brasileira
   Africanos enriqueceram a cozinha brasileira
    
       Mas uma das contribuições mais importantes aos nossos hábitos alimentares,
    durante todo o período de colonização, foi aquela que veio da África, trazida pelos
    escravos. Se os comerciantes de escravos traziam os ingredientes (especiarias), os
    escravos traziam na memória os usos e os gostos de sua terra. Era aí que estava o
    segredo.
        Os escravos não tinham uma alimentação farta. Comiam os restos que os
    seus senhores lhes destinavam. Os ingredientes nobres, o preparo requintado e as
    maneiras européias à mesa aconteciam na casa grande. Enquanto isso, a cozinha
    negra se desenvolvia na senzala, em tachos de ferro.


       Azeite de dendê

        Alguns escravos conseguiam criar algum animal ou cultivar uma pequena
    horta. Talvez por isso, o tempero e o uso de uma grande variedade de pimentas
    deu um sabor especial aos seus pratos. O azeite de dendê também foi um dos
    ingredientes mais importantes da culinária negra. O dendezeiro é uma palmeira
    de origem africana, e de sua polpa se extrai o azeite que dá a cor, o sabor e o
    aroma de tantas receitas deliciosas como o caruru, o vatapá e o acarajé.

       O uso de pimentas, que já era antigo nas terras da América, se espalhou pelo
    Brasil no século 18. Uma outra tradição, a de vender comida nas ruas, em grandes
    tabuleiros, se estabeleceu na mesma época na cidade de Salvador, na Bahia. Esses
    tabuleiros traziam de tudo. Um cronista daquele tempo relatou ter visto, num
    mesmo tabuleiro, mais de vinte qualidades diferentes de comidas salgadas e doces.
    Entre essas iguarias estava, além do acarajé, do vatapá e do abará, angu, mingau,
    pamonha e canjica.

       O acarajé se tornou tão importante que foi transformado em patrimônio
    nacional. É uma referência tão importante para nossa cultura, que é reconhecido e
    protegido pelo patrimônio histórico. Ele é especialmente típico da cidade de
O fator religioso
        Um outro fator que ajudou a difundir a comida de origem negra foi
    a religião africana - o candomblé. O candomblé tem uma relação muito
    especial com a comida. Os devotos servem para os santos comida que
    pertencem à tradição africana. Como as comunidades negras se
    espalharam pelo Brasil, a culinária que veio da África se espalhou por
    todo o país.

         Hoje em dia, os pratos e os temperos da cozinha negra fazem parte
    da nossa alimentação. São saboreados no dia-a-dia e também nas festas
    populares. Os caldos, extraídos dos alimentos assados, misturados com
    farinha de mandioca (o pirão) ou com farinha de milho (o angu), são
    uma herança dos africanos. Podemos lembrar que da África também
    vieram ingredientes tão importantes como o coco e o café.
        Pipoca
      Passar pipoca no corpo, segundo a tradição das Religiões Afro-
    Brasileiras, limpa o corpo de doenças. É uma espécie de descarrego. O
    banho de pipoca no Candomblé simboliza a limpeza espiritual.
    
       Feijoada
         Para terminar, não se pode deixar de mencionar um dos pratos
    favoritos do país: a feijoada, que também se originou nas senzalas.
    Enquanto as melhores carnes iam para a mesa dos senhores, os
    escravos ficavam com as sobras: pés e orelhas de porco, lingüiça, carne-
    seca etc., eram misturados com feijão preto ou mulatinho e cozidos num
    grande caldeirão.

         Segundo registra o folclorista Câmara Cascudo, as receitas são
    incontáveis e, com elas, variam tanto as carnes quanto as verduras
    usadas. A feijoada chegou a servir de inspiração para escritores como
Feijoada Completa - Chico Buarque de Holanda

   Mulher
    Você vai gostar
    Tô levando uns amigos pra conversar
    Eles vão com uma fome que nem me contem
    Eles vão com uma sede de anteontem
    Salta cerveja estupidamente gelada prum batalhão
    E vamos botar água no feijão

    Mulher
    Não vá se afobar
    Não tem que pôr a mesa, nem dá lugar
    Ponha os pratos no chão, e o chão tá posto
    E prepare as lingüiças pro tira gosto
    Uca, açúcar, cumbuca de gelo, limão
    E vamos botar água no feijão

    Mulher
    Você vai fritar
    Um montão de torresmo pra acompanhar
    Arroz branco, farofa e a malagueta
    A laranja-bahia ou da seleta
    Joga o paio, carne seca, toucinho no caldeirão
    E vamos botar água no feijão
Atividade
Culinária Afro –Brasileira
Personalidades Afrodescendentes:
(Nacional e Internacional)

  Vídeo:
Dia Internacional da Mulher

 Vídeo:
Música: “Mulher ,Mulher,Mulher”
Avaliação da Oficina

O que você esperava da oficina ?

Oficina correspondeu as suas expectativas ?

Qual foi assunto mais interessante da
oficina?

O que poderia ser melhorado na pratica da
oficina?

Qual tema da Cultura afro que você mais
gosta?
Referencias:

   RIBEIRO, Darcy. O Povo Brasileiro. A formação e o
    sentido do Brasil.
VIANA, Walny Terezinha de Marino. Consciência Negra:
  uma reflexão crítica sobre a história e a cultura afro-
  brasileira.Central do Saber. 2ª edição. Curitiba, PR.


http://www.brasilescola.com/brasil/as-origens-povo-brasileiro.htm


http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.639.hm

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áFrica 2012

  • 1. III FIEV-FÓRUM INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO DE VILHENA “A (RE) CONSTRUÇÃO DA PRÁTICA DO PROFISSIONAL NA ATUALIDADE” HISTÓRIA NO CONTEXTO DA CULTURA AFRO
  • 3. PONTOS POSITIVOS: "A lei visa fazer um resgate histórico que é importante não só para o negro mas para a sociedade brasileira como um todo. Esse é o grande ponto. As pessoas pensam que a lei está retificando a história, e não é. A gente está querendo dar oportunidade para as pessoas negras conhecerem um pouco melhor o Brasil, conhecerem um pouco melhor a sua história, e as pessoas brancas sobretudo; porque você não vence o preconceito e a discriminação com um grupo só sabendo, você só vence quando todos os grupos ficarem sabendo". Renato Ferreira, advogado e coordenador do Programa de Políticas da Cor da UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), A nossa matriz curricular é eurocêntrica, temos a tendência de reproduzir o que achamos importante. Dia da consciência negra – Valoriza a luta dos negros. A abolição da escravatura, de forma oficial, só veio em 1888. Porém, os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressão e as injustiças advindas da escravidão. “Considero isso como um dever que tinha, não apenas com meu povo, mas também com minha profissão, praticar a lei e a justiça para toda a humanidade, gritar contra esta discriminação...” Frase de Nelson Mandela
  • 5. Segundo Adilton de Paula, membro da Coordenação Nacional de Entidades Negras e Assessor Sindical da FETIESC. Quando alterado a Lei 10639, pela lei 11635, cria-se uma confusão novamente na cabeça dos gestores educacionais e dos educadores e educadoras brasileiras. Voltamos à estaca zero, voltamos à idéia de que estamos falando só de mais uma diversidade, sem conseguir entender e compreender a profundidade e a complexidade da questão negro-racial no Brasil. http://valeuzumbivaleu.blogspot.com Lei nº 9.394/96 –Art. 26. § 4º - O ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígenas, africana e européia. Art. 32 § 3º - O ensino fundamental regular será ministrado em língua portuguesa, assegurada às comunidades indígenas a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem. “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo. “ Nelson Mandela
  • 6.   O que você sabe sobre a África? Vídeo: “A cor da cultura” ?
  • 8. Obras literárias de origem africana:  Que literatura é está? Africana?     De origem, de influência, de temática africana, o certo é que há uma literatura que tem abordado a África e tudo o que pode se atribuir a ela: a diversidade, a multiculturalidade, a etnia, as tradições milenares, as artes, a culinária, os rituais...  Mas, para falar da África, de uma cultura multifacetada, não podemos esquecer que falamos de um continente muito antigo, com extensões gigantescas, de tradições culturais variadas, de muitos países, povos, línguas, dialetos, tribos, religiões. A África são muitas Áfricas! A África são muitos povos!         A produção de obras literárias para crianças e jovens se insere no que podemos chamar de um mercado editorial, em que os editores produzem para atender ou criar demandas.          Em 2003, foi decretada a Lei Federal n.º 10.639 que mudou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), ao estabelecer a obrigatoriedade do ensino e transmissão de cultura africana e afro-brasileira nos estabelecimentos de ensino públicos e privados de todo o País. Há debates a favor e contra essa decisão, com receio de que haja mais segregação ao se destacar a história do povo negro de outros temas curriculares.  Nitidamente, essa proposta aqueceu a edição de livros infantis literários e informativos, o que pode ser verificado na produção recente nacional. Muitos livros,brasileiros e traduzidos, têm circulado nas feiras e livrarias dedicadas ao setor. Alguns deles com o cuidado que os leitores merecem: informações sobre o país africano, o povo a que se refere a história, por exemplo.         Outros livros, sem maiores cuidados, trazem a África como uma unidade cultural, com conhecimentos rasos e superficiais e, muitas vezes, preconceituosos. Por exemplo, a produção caracterizada como literatura afro- brasileira, o que seria? A literatura feita por autores negros? A literatura que aborda a África? A literatura que desenvolve o hibridismo entre Brasil e África? Na África, não há apenas uma religião, nem podemos afirmar que os orixás são deuses africanos
  • 9. — ou que os cultos nagôs ou yorubanos são os principais do continente africano. Não podemos, tampouco, tratar as línguas africanas que vieram para o Brasil como dialetos. Sabemos que havia dialetos lá, mas o que veio para o Brasil foram línguas (a exemplo da nagô, quimbundo, umbundo, mandinga).  Os negros que desembarcaram na Bahia, por exemplo, são de origem e cultura diferentes dos que desembarcaram no Rio de Janeiro ou em Pernambuco. Sorte a nossa! Isso engrandeceu a herança cultural que devemos a eles (religião, língua, oralidade, hábitos, habilidades corporais, plásticas e musicais...). É lamentável que em muitos recontos, histórias e textos de informação dirigidos ao público infantil essa diversidade se perca e venha como um único produto- descendente “negro”. A África está além da nossa capacidade de conceituação, exatamente porque as culturas são dinâmicas e interativas. Entendemos que afro-brasileira é toda produção cultural nossa, nacional, brasileira. Afinal, somos todos filhos da África!  Fomos constituídos também pela cultura africana, além da européia e da indígena. Melhor seria chamar esta produção editorial de literatura de herança, de temática africana. Assim, seríamos mais justos com a riqueza cultural africana e com as variações brasileiras de traços oriundos do Velho Continente Africano.  Como a literatura infantil tem suas raízes na oralidade folclórica de diferentes povos (a exemplo dos contos de fadas), no Brasil, isso não é diferente. A nossa literatura dirigida à infância nasce e se consolida com traços do folclore nacional, de culturas variadas, como a africana, a indígena, a portuguesa, a árabe. Monteiro Lobato foi genial ao inaugurar uma literatura voltada às nossas origens e ao que há de mais autêntico no hibridismo cultural do qual fazemos parte.  Os livros de histórias ilustradas, de contos, de novelas, nos moldes da produção do pioneiro autor Joel Rufino dos Santos, também historiador, que começou a publicar na década de 70 do século passado, ainda quando se formava a literatura infantil contemporânea que hoje conhecemos.Em sua obra, Joel tem primado pelo respeito à oralidade, que é marca da tradição cultural africana e dos povos que dela herdaram marcas na linguagem. Além disso, dá voz a personagens do povo brasileiro, a outros folclóricos, sábios de uma cultura popular de raízes africanas. Deixamos aqui umas palavras do consagrado Mia Couto sobre a África: "Este Continente é, ao mesmo tempo, muitos continentes. A
  • 10. Conto Africano: Mendigo Sexta- feira jogando no Mundial – Mia Couto
  • 12. Lenda Africana: Vídeo: “Kiriku e a Feiticeira” Desenho francês sobre lenda africana.Excelente para trabalhar com diversidade cultural em sala de aula.
  • 13. Literatura Infantil Africana Livro:Menina Bonita do Laço de Fita
  • 14. ATIVIDADE: MURAL COM FOTOS DOS FAMILIARES DOS ALUNOS. DIFERENÇAS: NÃO BASTA RECONHECÊ-LAS É PRECISO VALORIZÁ-LAS.
  • 15. Museu Afro Brasil Vídeo: História & Memória Museu da Lingua Portuguesa (São Paulo)
  • 16. Arte Africana As Mandalas Africanas fazem parte de rituais mágicos de diversas culturas ao redor do mundo: dos hinduístas, dos islâmicos, dos budistas, dos cristãos (nas rosetas das catedrais), e das práticas xamânicas de diversas culturas ancestrais. Mandala tem origem na palavra do sânscrito que significa círculo ou centro. Há muitos tipos de mandalas, usadas para várias finalidades nas práticas budistas do sutra e do tantra. Como exemplos podem citar mandalas oferecidas em oferendas para guias espirituais equivalentes às oferendas das religiões Africanas, ou seja, com mesmo objetivo.
  • 19. Vestuário Feminino Africano Influências da Arte Africana Estampas Africanas “Roupas” Vestuário feminino Vestuário Feminino Estampas Africanas
  • 20. Dança Africana   “Kuduro”   Kuduro é um gênero musical e sobretudo um gênero de dança surgida em Angola. Hoje em dia, está também largamente disseminado pelas áreas suburbanas da cidade de Lisboa, Portugal. Também se tem popularizado no Brasil ultimamente, já existindo até alguns grupos e bandas de kuduro próprios do Brasil, em especial nos subúrbios das cidades do Rio de Janeiro e de Salvador. É hoje influênciado por outros generos como Sungura, Kizomba, Semba, Ragga e Rap.     O kuduro surgiu primeiro como uma dança e com o passar do tempo evoluiu para um género musical. Muito provavelmente, o nome kuduro provem também do kimbundo (língua nacional de Angola), ou ainda pela expressão que o nome mesmo já supõe, até pelo próprio estilo da dança em que se tem o quadril duro.
  • 21. Esporte Africano “Capoeira” Vídeo:“Sou movido pela capoeira”
  • 22. Filme Vídeo: “AMISTAD” - O Navio Negreiro (Castro Alves) Música: Navio Negreiro – Caetano Veloso Atividade Vídeo “Amistad” – Música “Negro Rei” - Solo musical pela aluna Sabrina  
  • 23. Letra de Música Música: “Negro Rei” / Cantor: Cidade Negra Ayê Ayê mãe África Seus filhos vieram de longe Só pra sofrer Ayê Ayê mãe África Todo guerreiro No seu terreiro Sabe sua lei E vai coroar negro rei [x3] Ayê, ayê, ayê Ika adobale ô Ika adobale a Ika adobale a, ea Mãe África Prende a tristeza meu erê Sei que essa dor te faz sofrer Mas guarda esse choro Isso é um tesouro Ó filhos de rei O sol que queima a face Aquece o desejo mais que otin O sal escorre no corpo E a dor da chibata é só cicatriz Quem é que sabe como será o seu amanhã Qualquer remanso é o descanso pro amor de Nanã Esquece a dor axogun Faz uma prece a Olorun Na força de Ogun Prende a tristeza meu erê Sei que essa dor te faz sofrer Mas guarda esse choro Isso é um tesouro Aos filhos de rei Ayê yê yê, ayê yê yê
  • 24. Atividade 01)Retire da letra da música “Negro Rei” todas as palavras de origem Africana:         02) Analise do trecho da música “Negro Rei”   “O sol que queima a face Aquece o desejo mais que otin O sal escorre no corpo E a dor da chibata é só cicatriz Quem é que sabe como será o seu amanhã” a) A frase musical “O sal escorre no corpo” se refere a quem? ____________________________________________________________________ ____________________________________________________________________ ____________________________________________________________________ ____________   b) “E a dor da chibata é só cicatriz”. O que vem a sua mente quando ouve essas palavras? Reflita é de sua opinião. ____________________________________________________________________
  • 25. Escravidão Passado e Presente (Baseado no conto de Machado de Assis) Vídeo:Quanto Vale ou é por Quilo?
  • 27. África e Meio Ambiente (Narrativa Áudio Visual e Texto Descritivo) vídeo: “Rei Leão”
  • 28. Atividade a) Leitura de narrativa áudio visual“filme : “Rei Leão” b) Produção de texto descritivo ,Obra do Filme “Rei Leão” (‘trabalhando com esçapo fisico e meio ambiente) c) Pesquisa sobre os animais em extinção, apresentados no filme.
  • 29. O Terceiro maior continente da terra, situado entre os Trópicos de Câncer e de Capricórnio, possui baixa densidade demográfica como conseqüência das características de seu território. Com uma extensão de cerca de 30 milhões de km² e mais de 800 milhões de habitantes em 54 países, a África é freqüentemente dividida em cinco regiões de acordo com características geográficas e demográficas: a África Oriental, África Ocidental, África Setentrional, África Central e África Meridional. O Terceiro maior continente da terra, situado entre os Trópicos de Câncer e de Capricórnio, possui baixa densidade demográfica como conseqüência das características de seu território. Com uma extensão de cerca de 30 milhões de km² e mais de 800 milhões de habitantes em 54 países, a África é freqüentemente dividida em cinco regiões de acordo com características geográficas e demográficas: a África Oriental, África Ocidental, África Setentrional, África Central e África Meridional.
  • 30. Angola (10,9 milhões de habitantes) Cabo Verde (415 mil) Moçambique (18,8 milhões) São Tomé e Príncipe (182 mil) Guiné Bissau (1,4 milhão)
  • 31. Atividade    O1) Países do continente Africano onde a língua Portuguesa é predominante:                         São Tomé Moçambique Guiné - Bissau & CaboVerde Angola Príncipe  Sugestões:     a) Dividir alunos em grupos, cada grupo apresentara as características de seu país escolhido.  b)Cada grupo poderá fazer sua criatividade como pesquisa em dicionário, barsa, enciclopédia, Wikipédia, biblioteca, laboratório de informática.  c)Apresentações poderão ser feita em slide na sala de informática ou em sala com recurso de multimídias.   
  • 32. Religiões Afro-brasileira São consideradas religiões afro-brasileiras, todas as religiões que tiveram origem nas Religiões tradicionais africanas, que foram trazidas para o Brasil pelos negros africanos, na condição de escravos. Ou religiões que absorveram ou adotaram costumes e rituais africanos. •Babaçuê- Maranhão, Pará •Batuque - Rio Grande do Sul •Cabula - Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. •Candomblé - Em todos estados do Brasil •Culto aos Egungun - Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo •Culto de Ifá - Bahia Rio de Janeiro, São Paulo •Encantaria - Maranhão, Piauí, Pará, Amazonas •Omoloko - Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo •Pajelança - Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas •Quimbanda- Em todos estados do Brasil •Tambor-de-Mina - Maranhão, •Terecô - Maranhão •Umbanda - Em todos estados do Brasil •Xambá - Alagoas, Pernambuco •Xangô do Nordeste - Pernambuco Religiões Predominates no Estado de Rondônia:
  • 33.    Atividade     01) Dividir a sala em cinco grupos, cada grupo ficará com uma Religião afro- brasileira como tema do grupo, sendo assim separando cada grupo por tema.    Candomblé Umbanda Tambor Xangô Quimbanda - de - Mina   a)Separar tribos por temas. b)Produção de crachás, para cada tribo. c)Pesquisa sobre as religiões Afro Brasileira, cada grupo fará sua pesquisa em barsa, dicionário, enciclopédia, Wikipédia, Biblioteca, laboratório de informática. d)Produção de slides e criatividade dos alunos. e)Apresentação de trabalhos dos grupos.  
  • 34. Culinária Afro-Brasileira  Africanos enriqueceram a cozinha brasileira     Mas uma das contribuições mais importantes aos nossos hábitos alimentares, durante todo o período de colonização, foi aquela que veio da África, trazida pelos escravos. Se os comerciantes de escravos traziam os ingredientes (especiarias), os escravos traziam na memória os usos e os gostos de sua terra. Era aí que estava o segredo.  Os escravos não tinham uma alimentação farta. Comiam os restos que os seus senhores lhes destinavam. Os ingredientes nobres, o preparo requintado e as maneiras européias à mesa aconteciam na casa grande. Enquanto isso, a cozinha negra se desenvolvia na senzala, em tachos de ferro.  Azeite de dendê  Alguns escravos conseguiam criar algum animal ou cultivar uma pequena horta. Talvez por isso, o tempero e o uso de uma grande variedade de pimentas deu um sabor especial aos seus pratos. O azeite de dendê também foi um dos ingredientes mais importantes da culinária negra. O dendezeiro é uma palmeira de origem africana, e de sua polpa se extrai o azeite que dá a cor, o sabor e o aroma de tantas receitas deliciosas como o caruru, o vatapá e o acarajé. O uso de pimentas, que já era antigo nas terras da América, se espalhou pelo Brasil no século 18. Uma outra tradição, a de vender comida nas ruas, em grandes tabuleiros, se estabeleceu na mesma época na cidade de Salvador, na Bahia. Esses tabuleiros traziam de tudo. Um cronista daquele tempo relatou ter visto, num mesmo tabuleiro, mais de vinte qualidades diferentes de comidas salgadas e doces. Entre essas iguarias estava, além do acarajé, do vatapá e do abará, angu, mingau, pamonha e canjica. O acarajé se tornou tão importante que foi transformado em patrimônio nacional. É uma referência tão importante para nossa cultura, que é reconhecido e protegido pelo patrimônio histórico. Ele é especialmente típico da cidade de
  • 35. O fator religioso  Um outro fator que ajudou a difundir a comida de origem negra foi a religião africana - o candomblé. O candomblé tem uma relação muito especial com a comida. Os devotos servem para os santos comida que pertencem à tradição africana. Como as comunidades negras se espalharam pelo Brasil, a culinária que veio da África se espalhou por todo o país. Hoje em dia, os pratos e os temperos da cozinha negra fazem parte da nossa alimentação. São saboreados no dia-a-dia e também nas festas populares. Os caldos, extraídos dos alimentos assados, misturados com farinha de mandioca (o pirão) ou com farinha de milho (o angu), são uma herança dos africanos. Podemos lembrar que da África também vieram ingredientes tão importantes como o coco e o café. Pipoca  Passar pipoca no corpo, segundo a tradição das Religiões Afro- Brasileiras, limpa o corpo de doenças. É uma espécie de descarrego. O banho de pipoca no Candomblé simboliza a limpeza espiritual.     Feijoada  Para terminar, não se pode deixar de mencionar um dos pratos favoritos do país: a feijoada, que também se originou nas senzalas. Enquanto as melhores carnes iam para a mesa dos senhores, os escravos ficavam com as sobras: pés e orelhas de porco, lingüiça, carne- seca etc., eram misturados com feijão preto ou mulatinho e cozidos num grande caldeirão. Segundo registra o folclorista Câmara Cascudo, as receitas são incontáveis e, com elas, variam tanto as carnes quanto as verduras usadas. A feijoada chegou a servir de inspiração para escritores como
  • 36. Feijoada Completa - Chico Buarque de Holanda  Mulher Você vai gostar Tô levando uns amigos pra conversar Eles vão com uma fome que nem me contem Eles vão com uma sede de anteontem Salta cerveja estupidamente gelada prum batalhão E vamos botar água no feijão Mulher Não vá se afobar Não tem que pôr a mesa, nem dá lugar Ponha os pratos no chão, e o chão tá posto E prepare as lingüiças pro tira gosto Uca, açúcar, cumbuca de gelo, limão E vamos botar água no feijão Mulher Você vai fritar Um montão de torresmo pra acompanhar Arroz branco, farofa e a malagueta A laranja-bahia ou da seleta Joga o paio, carne seca, toucinho no caldeirão E vamos botar água no feijão
  • 39. Dia Internacional da Mulher Vídeo: Música: “Mulher ,Mulher,Mulher”
  • 40. Avaliação da Oficina O que você esperava da oficina ? Oficina correspondeu as suas expectativas ? Qual foi assunto mais interessante da oficina? O que poderia ser melhorado na pratica da oficina? Qual tema da Cultura afro que você mais gosta?
  • 41. Referencias:  RIBEIRO, Darcy. O Povo Brasileiro. A formação e o sentido do Brasil. VIANA, Walny Terezinha de Marino. Consciência Negra: uma reflexão crítica sobre a história e a cultura afro- brasileira.Central do Saber. 2ª edição. Curitiba, PR. http://www.brasilescola.com/brasil/as-origens-povo-brasileiro.htm http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.639.hm

Notas do Editor

  1. 13 de maio – Libertação dos escravos- liberdade sem igualdade. Referencia europeia. 20 de novembro ressalta a luta e a conquista do negro, Zumbi do Palmares.
  2. O AVANÇO DA LEI Segundo o advogado Renato Ferreira, do Laboratório de Políticas Públicas - UERJ e coordenador do Programa Políticas da Cor, existem uma discussão e trabalhos pontuais de capacitação. Muitos professores querem se capacitar, mas não existe uma política pública nesse sentido. “A lei é um avanço significativo por duas questões: ela permite que um assunto de tamanha relevância seja tratado da forma que merece. É o reconhecimento do estado brasileiro da necessidade de implementação de políticas afirmativas para promover a igualdade racial. A lei não é boa só para o negro, ela é uma ferramenta para promoção da diversidade como um valor nacional. Num país plural como o nosso isso só nós obriga a não permitir que a educação seja dada somente pela matriz européia. Essa lei está pelo menos 100 anos atrasada”, ele frisa.