FORMAÇÃO MUNICIPAL -
MÓDULO 3
TARDE
AGENDA
MANHÃ
Acolhida: Nossa escola em (Re) construção – o que o
jovem tem a dizer sobre a escola.
Apresentação do documento formativo – elaboração e
análise itens e cadernos viagem ao conhecimento: 2ª estação.
Oficina 01 - Elaboração de itens (Maria da Anunciação
- Técnica CECOM – Célula de Cooperação com os Municípios).
Oficina 02 - Uso das ferramentas digitais
• ChatGPT
• Canva
Texto: Como desenvolver uma mentalidade de crescimento?
Imersão em jogos e atividades.
Reflexões sobre o aprender com a diferença.
Roda de conversa sobre:
• Mapas de Foco;
• SPAECE/SAEB;
• IDE Metas Municipais;
Apresentação da Matriz Unificada – SPAECE/SAEB/CAED.
Socialização da SD.
Disponibilização de materiais.
Avaliação e Encerramento.
TARDE
PARA REFLETIR...
VOAN
DO
ALTO
ELABORAÇ
ÃO E
ANÁLISEDE
ITENS
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Elaboração e
análise de itens
I. MATRIZ DE
REFERÊNCIA
Disponível em:
https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/matriz-de-referencia
O termo matriz de referência é utilizado especificamente no contexto das avaliações em larga escala para indicar
habilidades a serem avaliadas em cada etapa da escolarização e orientar a elaboração de itens de testes e provas,
bem como a construção de escalas de proficiência que definem o que e o quanto o aluno realiza no contexto da
avaliação. Esse termo não deve ser confundido com o que se refere à “matriz de ensino”, utilizado para a especificação
dos diferentes componentes curriculares que precisam ser desenvolvidos pelo professor com seus alunos ao longo de
cada ano escolar.
Embora ambas as definições se refiram a componentes curriculares e sinalizem habilidades que deveriam
ser construídas em etapas específicas da escolaridade, há diferenças significativas nas suas finalidades.
Enquanto a matriz de ensino diz respeito ao conjunto de componentes curriculares a ser desenvolvido ao
longo de um ano letivo, a matriz de referência apresenta apenas o objeto da avaliação, uma vez que
as habilidades selecionadas para a composição dos testes são aquelas que podem ser
mensuradas por testes padronizados compostos, geralmente, por itens de múltipla escolha.
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II. ITENS DE RESPOSTA SELECIONADA
Os itens de resposta selecionada, conhecidos por professores e estudantes como atividades de
múltipla escolha ou questões objetivas, são o tipo de instrumento mais utilizado para compor
avaliações e testes em larga escala, dada a facilidade com que os seus resultados podem ser
processados. isso porque a sua correção é bastante simples e objetiva, bastando, geralmente,
apenas verificar se o estudante marcou a alternativa correspondente ao gabarito.
Sendo assim, podemos afirmar que as principais vantagens do itens de resposta selecionada
consistem em:
pouca ou nenhuma subjetividade ao corrigir;
possibilidade de testar uma grande variedade de conteúdos em pouco tempo;
facilidade para serem corrigidos usando o computador.
Por outro lado, há algumas desvantagens que devem ser destacadas. São elas:
impedimento da elaboração de respostas criativas pelos estudantes;
dificuldade para construir distratores (alternativas incorretas) de boa qualidade;
impossibilidade de aferir certas habilidades mais complexas, como produção
textual e desenho geométrico régua e compasso;
suscetibilidade ao chute.
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Por outro lado, essa praticidade só conduzirá a uma melhora do aprendizado se os testes forem
elaborados de acordo com critérios de qualidade bem estabelecidos. Afinal, um item que
contenha falhas provavelmente não nos fornecerá a informação de que tanto precisamos, isto
é,
se o estudante desenvolveu ou não determinada habilidade. Na pior das hipóteses,
o resultado conduzirá a um diagnóstico em desacordo com a realidade dos
estudantes, de modo que as ações que virão a ser desenvolvidas com base
nesses resultados poderão não surtir os efeitos positivos esperados.
As atividades de múltipla escolha permitem que o profissional elabore, aplique e corrija, em
um curto espaço de tempo, testes que verifiquem o desenvolvimento de habilidades previstas
no currículo de um determinado ano escolar e área do conhecimento.
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Por isso, é fundamental o domínio da técnica de elaboração de itens para o uso de
avaliações educacionais e a gestão do currículo escolar. [...] mesmo se a avaliação não tiver
sido elaborada pelo professor ou pela professora, o conhecimento sobre o instrumento
utilizado permitirá que o profissional se aproprie melhor dos resultados gerados e faça um
uso mais direcionado. Afinal, para sermos capazes de interpretar bem os dados de
desempenho de nossos estudantes, precisamos, antes de tudo, compreender de que forma
eles foram gerados.
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III. ITEM DE RESPOSTA SELECIONADA
De acordo com Thomas Haladyna (2004, p.3), o item é a unidade básica de observação em um
teste, por meio da qual o estudante recebe uma instrução que o induz a uma resposta, cuja
pontuação pode seguir métodos variados e se inserir em diferentes escalas. Por sua vez, o teste é
um instrumento de avaliação composto por itens e destinado a descrever, numericamente, o grau
ou a quantidade de aprendizado em condições uniformes e padronizadas.
Enquanto no item precisa haver uma padronização para que o processo não sofra interferência e as
informações produzidas não estejam distorcidas, na atividade escolar, o professor ou a professora
pode estabelecer critérios de acordo com o contexto, como fornecer apoio diferenciado para
estudantes em níveis de desenvolvimento distintos.
ATIVIDADE
ESCOLAR:
DESENVOLVE
HABILIDADES!
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III. ARQUITETURA DE ITENS DE MÚLTIPLA ESCOLHA
Embora cada item de resposta selecionada tenha características próprias, com níveis de
dificuldade diferentes, todos irão possuir uma mesma estrutura, que se divide entre enunciado e
alternativas.
O ENUNCIADO é o estímulo que faz com que o estudante mobilize recursos cognitivos, a fim de
solucionar o problema apresentado, podendo conter um texto, uma imagem ou outros recursos que
recebem o nome de SUPORTE, ou apresentar uma situação-problema que funcione como um
questionamento ou uma contextualização. Com ou sem suporte, o enunciado deve apresentar todos os
dados e informações necessários à resolução do item.
ITEM DE MÚLTIPLA
ESCOLHA
CONVENCIONAL
ITEM DE MÚLTIPLA
ESCOLHA
CONTEXTUALIZAD
O
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Além do suporte, outro elemento que faz parte do enunciado é o COMANDO, que tem como
função apresentar o problema que irá direcionar o estudante a uma resposta correspondente,
podendo ser elaborado em formato de pergunta ou de sentença a ser completada pelas
alternativas. De antemão, já é possível perceber que o comando deve ser sempre claro e objetivo,
de modo que o estudante que domina a habilidade avaliada não tenha dúvidas daquilo que lhe
está sendo solicitado.
Nos testes de MATEMÁTICA, alguns itens não apresentam suporte, enquanto nos de LÍNGUA PORTUGUESA,
salvo a etapa de alfabetização, a presença do suporte costuma ser obrigatória. Há diferentes tipos de
suporte, que podem ser criados pelo professor ou pela professora - no caso de gráficos e tabelas - e
retirado de livros, periódicos e meios digitais - no caso de contos, poemas, fragmentos de romance,
artigos, notícias, verbetes, tirinhas de jornal, entre diversos outros -, os quais devem ter os direitos
autorais respeitados e referenciados.
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Depois do comando, chegamos às ALTERNATIVAS, que se dividem entre DISTRATORES e GABARITO.
Por último, o GABARITO é a alternativa correta do item, ou seja, é a resposta para o que está
problematizado no comando. Tal qual os distratores, um gabarito não pode dar margem para que a sua
correção seja questionada.
Os DISTRATORES são as alternativas incorreta, de modo que qualquer alternativa que não seja um
gabarito é um distrator. O distrator é uma das partes mais importantes e mais difíceis na hora da
elaboração do item, pois deve ser PLAUSÍVEL - para quem ainda não desenvolveu a habilidade avaliada
-, de tal maneira que o estudante não o descarte por conta de algum elemento absurdo, ao mesmo
tempo que seu conteúdo precisa, sem sombra de dúvida, ser INCORRETO, considerando o que foi
solicitado no comando.
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OBSERVAÇÕES PARA ELABORADORES:
I. É importante evitar comandos muito longos e pouco claros, ou que apresentem termos
na negativa, para que o aluno não se confunda; ou que peçam para que seja identificava a
alternativa incorreta em vez da correta – afinal, queremos avaliar a capacidade do
estudante de indicar o percurso certo, não o errado.
II. Estar atento ao Documento Curricular Referencial do Ceará na escolha dos gêneros
textuais e habilidades.
III. Além disso, nem o gabarito e nem o distrator devem se destacar em relação às demais
alternativas, para que não atraiam excessivamente a atenção do aluno. Sendo assim, na
hora de redigir as alternativas, procure seguir uma mesma estrutura, com sintaxe e
tamanhos semelhantes, como no exemplo de atividade apresentada.
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Prof. Wendel Melo Andrade
https://matematicauva.org/semana2011/palestras/wend
el_oficina1.pdf
REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA
PALACIOS, Carlos; OLIVEIRA, Lina Kátia Mesquita. (Org.) Avaliação da Educação Básica e seus instrumentos. Rio
de Janeiro: Ed. dos Autores, 2022.
Cadernos Viagem ao
Conhecimento
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2º ESTAÇÃO
HABILIDADE-META: (EF04MA05) Utilizar das
propriedades das operaçõespara
desenvolver estratégias de cálculo.
4º ANO
2º ESTAÇÃO
HABILIDADE-META: (EF05MA19) Resolver e
elaborar problemas envolvendo medidas das
grandezas comprimento, área, massa, tempo,
temperatura e capacidade, recorrendo a
transformações entre as unidades mais
usuais em contextos socioculturais.
5º ANO
USO DE FERRAMENTAS
DIGITAIS
ChatGPTcomo
ferramenta pedagógica
5
Mini-oficina
Chat GPT como Ferramenta Pedagógica
5
Chat GPT como Ferramenta Pedagógica
ObjetivoGeral
Apresentar o Chat GPT como uma
ferramenta pedagógica inovadora e
destacar suas aplicações no planejamento
de aulas, aquisição de metodologias e
criação de atividades para os alunos.
5
O Chat GPT como Ferramenta Pedagógica
ObjetivoEspecíficos
• Explorar as funcionalidades do Chat GPT no contexto educacional;
• Demonstrar como o ChatGPT pode ser utilizado no planejamento
de aulas, fornecendo acesso a materiais e recursos relevantes;
• Apresentar exemplos práticos de como o ChatGPT pode auxiliar na
aquisição de metodologias pedagógicas inovadoras.
5
O Chat GPT como Ferramenta Pedagógica
ObjetivoEspecíficos
• Discutir como o ChatGPT pode ser usado na criação de atividades
personalizadas e envolventes para os alunos;
• Conscientizar sobre as considerações éticas e restritas do uso do
ChatGPT na educação;
• Encorajar os professores a explorar e utilizar o Chat;GPT como
uma ferramenta adicional em seu processo de ensino e
aprendizagem.
O Chat GPT como Ferramenta Pedagógica
AplicaçãodoChatGPTnoplanejamentodeaulas
• Pesquisa de materiais
• Geração de ideias
• Acesso a informações atualizadas
• Adaptação de materiais existentes
• Orientação pedagógica
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O Chat GPT como Ferramenta Pedagógica
ExemplospráticosdecomooChatGPTpodeserusado​​na
aquisiçãodemetodologias
• Explorar métodos de ensino ativo, como aprendizagem
baseada em projetos ou sala de aula invertida.
• Obter sugestões de estratégias de avaliação formativa.
• Aprender sobre abordagens pedagógicas inovadoras, como
gamificação ou ensino híbrido.
O Chat GPT como Ferramenta Pedagógica
AplicaçõesdoChatGPTnacriaçãodeatividadesparaos
alunos
O Chat GPT pode auxiliar na criação
de atividades personalizadas e
envolventes para os alunos.
5
O Chat GPT como Ferramenta Pedagógica
ConsideraçõeséticaserestritasdoChatGPT
É importante ressaltar que o ChatGPT deve ser usado como uma
ferramenta complementar, pois não substitui a expertise do
professor. A interação com o ChatGPT pode auxiliar no processo
de planejamento, mas é essencial que o professor avalie e
adapte as informações e sugestões geradas pelo modelo de
acordo com as necessidades e contextos específicos de sua
sala de aula.
5
O Chat GPT como Ferramenta Pedagógica
Acessando o
Chat
GPT
Uso do Canva como
ferramenta pedagógica:
hibridismo, uma ação
necessária nas escolas.
Oficina 02
USO DE FERRAMENTAS
DIGITAIS
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COMO DESENVOLVER
UMA MENTALIDADE DE
CRESCIMENTO?
IMERSÃO EM
JOGOS E
ATIVIDADES
EFLEXÕES SOBRE O APRENDER COM A
DIFERENÇA
EFLEXÕES SOBRE O APRENDER COM A
DIFERENÇA
QUEM SOU
EU?
Dinâmica: Professor e comunicação
Objetivo: Criar comunicação fraterna e madura.
Anotar na figura:
• Diante dos olhos: coisas que mais te impressionaram.
• Diante da boca: 3 expressões (palavras, atitudes) das quais se
arrependeu ao longo da sua vida.
• Diante da cabeça: 3 ideias das quais não abre mão.
• Diante do coração: 3 grandes interesses acadêmicos.
• Diante das mãos: ações inesquecíveis que realizou.
• Diante dos pés: problemas em que já se meteu.
PRÁTICA ANIMADA
RODA DE CONVERSA
• Mapas de Foco;
• SPAECE/SAEB;
• IDE Metas Municipais;
MATRIZ UNIFICADA – SPAECE/SAEB/CAED.
MATRIZ UNIFICADA – SPAECE/SAEB/CAED.
MATRIZ UNIFICADA – SPAECE/SAEB/CAED.
MATRIZ UNIFICADA – SPAECE/SAEB/CAED.
MATRIZ UNIFICADA – SPAECE/SAEB/CAED.
MATRIZ UNIFICADA – SPAECE/SAEB/CAED.
MATRIZ UNIFICADA – SPAECE/SAEB/CAED.
EXPOSIÇÃO/VIVÊNCIA DE UMA
SEQUÊNCIA DIDÁTICA
AVALIAÇÃO E ENCERRAMENTO
Formação Módulo 33333333333 - Copia.pptx

Formação Módulo 33333333333 - Copia.pptx

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  • 2.
    TARDE AGENDA MANHÃ Acolhida: Nossa escolaem (Re) construção – o que o jovem tem a dizer sobre a escola. Apresentação do documento formativo – elaboração e análise itens e cadernos viagem ao conhecimento: 2ª estação. Oficina 01 - Elaboração de itens (Maria da Anunciação - Técnica CECOM – Célula de Cooperação com os Municípios). Oficina 02 - Uso das ferramentas digitais • ChatGPT • Canva Texto: Como desenvolver uma mentalidade de crescimento? Imersão em jogos e atividades. Reflexões sobre o aprender com a diferença. Roda de conversa sobre: • Mapas de Foco; • SPAECE/SAEB; • IDE Metas Municipais; Apresentação da Matriz Unificada – SPAECE/SAEB/CAED. Socialização da SD. Disponibilização de materiais. Avaliação e Encerramento. TARDE
  • 3.
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    Elaboração e análise deitens I. MATRIZ DE REFERÊNCIA Disponível em: https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/matriz-de-referencia O termo matriz de referência é utilizado especificamente no contexto das avaliações em larga escala para indicar habilidades a serem avaliadas em cada etapa da escolarização e orientar a elaboração de itens de testes e provas, bem como a construção de escalas de proficiência que definem o que e o quanto o aluno realiza no contexto da avaliação. Esse termo não deve ser confundido com o que se refere à “matriz de ensino”, utilizado para a especificação dos diferentes componentes curriculares que precisam ser desenvolvidos pelo professor com seus alunos ao longo de cada ano escolar. Embora ambas as definições se refiram a componentes curriculares e sinalizem habilidades que deveriam ser construídas em etapas específicas da escolaridade, há diferenças significativas nas suas finalidades. Enquanto a matriz de ensino diz respeito ao conjunto de componentes curriculares a ser desenvolvido ao longo de um ano letivo, a matriz de referência apresenta apenas o objeto da avaliação, uma vez que as habilidades selecionadas para a composição dos testes são aquelas que podem ser mensuradas por testes padronizados compostos, geralmente, por itens de múltipla escolha. VOAN DO 5
  • 7.
    VOAN DO II. ITENS DERESPOSTA SELECIONADA Os itens de resposta selecionada, conhecidos por professores e estudantes como atividades de múltipla escolha ou questões objetivas, são o tipo de instrumento mais utilizado para compor avaliações e testes em larga escala, dada a facilidade com que os seus resultados podem ser processados. isso porque a sua correção é bastante simples e objetiva, bastando, geralmente, apenas verificar se o estudante marcou a alternativa correspondente ao gabarito. Sendo assim, podemos afirmar que as principais vantagens do itens de resposta selecionada consistem em: pouca ou nenhuma subjetividade ao corrigir; possibilidade de testar uma grande variedade de conteúdos em pouco tempo; facilidade para serem corrigidos usando o computador. Por outro lado, há algumas desvantagens que devem ser destacadas. São elas: impedimento da elaboração de respostas criativas pelos estudantes; dificuldade para construir distratores (alternativas incorretas) de boa qualidade; impossibilidade de aferir certas habilidades mais complexas, como produção textual e desenho geométrico régua e compasso; suscetibilidade ao chute. 6
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    VOAN DO Por outro lado,essa praticidade só conduzirá a uma melhora do aprendizado se os testes forem elaborados de acordo com critérios de qualidade bem estabelecidos. Afinal, um item que contenha falhas provavelmente não nos fornecerá a informação de que tanto precisamos, isto é, se o estudante desenvolveu ou não determinada habilidade. Na pior das hipóteses, o resultado conduzirá a um diagnóstico em desacordo com a realidade dos estudantes, de modo que as ações que virão a ser desenvolvidas com base nesses resultados poderão não surtir os efeitos positivos esperados. As atividades de múltipla escolha permitem que o profissional elabore, aplique e corrija, em um curto espaço de tempo, testes que verifiquem o desenvolvimento de habilidades previstas no currículo de um determinado ano escolar e área do conhecimento. 6
  • 9.
    VOAN DO Por isso, éfundamental o domínio da técnica de elaboração de itens para o uso de avaliações educacionais e a gestão do currículo escolar. [...] mesmo se a avaliação não tiver sido elaborada pelo professor ou pela professora, o conhecimento sobre o instrumento utilizado permitirá que o profissional se aproprie melhor dos resultados gerados e faça um uso mais direcionado. Afinal, para sermos capazes de interpretar bem os dados de desempenho de nossos estudantes, precisamos, antes de tudo, compreender de que forma eles foram gerados. 6
  • 10.
    VOAN DO III. ITEM DERESPOSTA SELECIONADA De acordo com Thomas Haladyna (2004, p.3), o item é a unidade básica de observação em um teste, por meio da qual o estudante recebe uma instrução que o induz a uma resposta, cuja pontuação pode seguir métodos variados e se inserir em diferentes escalas. Por sua vez, o teste é um instrumento de avaliação composto por itens e destinado a descrever, numericamente, o grau ou a quantidade de aprendizado em condições uniformes e padronizadas. Enquanto no item precisa haver uma padronização para que o processo não sofra interferência e as informações produzidas não estejam distorcidas, na atividade escolar, o professor ou a professora pode estabelecer critérios de acordo com o contexto, como fornecer apoio diferenciado para estudantes em níveis de desenvolvimento distintos. ATIVIDADE ESCOLAR: DESENVOLVE HABILIDADES! 7
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    VOAN DO III. ARQUITETURA DEITENS DE MÚLTIPLA ESCOLHA Embora cada item de resposta selecionada tenha características próprias, com níveis de dificuldade diferentes, todos irão possuir uma mesma estrutura, que se divide entre enunciado e alternativas. O ENUNCIADO é o estímulo que faz com que o estudante mobilize recursos cognitivos, a fim de solucionar o problema apresentado, podendo conter um texto, uma imagem ou outros recursos que recebem o nome de SUPORTE, ou apresentar uma situação-problema que funcione como um questionamento ou uma contextualização. Com ou sem suporte, o enunciado deve apresentar todos os dados e informações necessários à resolução do item. ITEM DE MÚLTIPLA ESCOLHA CONVENCIONAL ITEM DE MÚLTIPLA ESCOLHA CONTEXTUALIZAD O 7
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    VOAN DO Além do suporte,outro elemento que faz parte do enunciado é o COMANDO, que tem como função apresentar o problema que irá direcionar o estudante a uma resposta correspondente, podendo ser elaborado em formato de pergunta ou de sentença a ser completada pelas alternativas. De antemão, já é possível perceber que o comando deve ser sempre claro e objetivo, de modo que o estudante que domina a habilidade avaliada não tenha dúvidas daquilo que lhe está sendo solicitado. Nos testes de MATEMÁTICA, alguns itens não apresentam suporte, enquanto nos de LÍNGUA PORTUGUESA, salvo a etapa de alfabetização, a presença do suporte costuma ser obrigatória. Há diferentes tipos de suporte, que podem ser criados pelo professor ou pela professora - no caso de gráficos e tabelas - e retirado de livros, periódicos e meios digitais - no caso de contos, poemas, fragmentos de romance, artigos, notícias, verbetes, tirinhas de jornal, entre diversos outros -, os quais devem ter os direitos autorais respeitados e referenciados. 7
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    VOAN DO Depois do comando,chegamos às ALTERNATIVAS, que se dividem entre DISTRATORES e GABARITO. Por último, o GABARITO é a alternativa correta do item, ou seja, é a resposta para o que está problematizado no comando. Tal qual os distratores, um gabarito não pode dar margem para que a sua correção seja questionada. Os DISTRATORES são as alternativas incorreta, de modo que qualquer alternativa que não seja um gabarito é um distrator. O distrator é uma das partes mais importantes e mais difíceis na hora da elaboração do item, pois deve ser PLAUSÍVEL - para quem ainda não desenvolveu a habilidade avaliada -, de tal maneira que o estudante não o descarte por conta de algum elemento absurdo, ao mesmo tempo que seu conteúdo precisa, sem sombra de dúvida, ser INCORRETO, considerando o que foi solicitado no comando. 7
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    VOAN DO OBSERVAÇÕES PARA ELABORADORES: I.É importante evitar comandos muito longos e pouco claros, ou que apresentem termos na negativa, para que o aluno não se confunda; ou que peçam para que seja identificava a alternativa incorreta em vez da correta – afinal, queremos avaliar a capacidade do estudante de indicar o percurso certo, não o errado. II. Estar atento ao Documento Curricular Referencial do Ceará na escolha dos gêneros textuais e habilidades. III. Além disso, nem o gabarito e nem o distrator devem se destacar em relação às demais alternativas, para que não atraiam excessivamente a atenção do aluno. Sendo assim, na hora de redigir as alternativas, procure seguir uma mesma estrutura, com sintaxe e tamanhos semelhantes, como no exemplo de atividade apresentada. 7
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    VOAN DO 9 Prof. Wendel MeloAndrade https://matematicauva.org/semana2011/palestras/wend el_oficina1.pdf
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    REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA PALACIOS, Carlos; OLIVEIRA,Lina Kátia Mesquita. (Org.) Avaliação da Educação Básica e seus instrumentos. Rio de Janeiro: Ed. dos Autores, 2022.
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  • 19.
    2º ESTAÇÃO HABILIDADE-META: (EF04MA05)Utilizar das propriedades das operaçõespara desenvolver estratégias de cálculo. 4º ANO
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    2º ESTAÇÃO HABILIDADE-META: (EF05MA19)Resolver e elaborar problemas envolvendo medidas das grandezas comprimento, área, massa, tempo, temperatura e capacidade, recorrendo a transformações entre as unidades mais usuais em contextos socioculturais. 5º ANO
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  • 22.
    5 Mini-oficina Chat GPT comoFerramenta Pedagógica
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    5 Chat GPT comoFerramenta Pedagógica ObjetivoGeral Apresentar o Chat GPT como uma ferramenta pedagógica inovadora e destacar suas aplicações no planejamento de aulas, aquisição de metodologias e criação de atividades para os alunos.
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    5 O Chat GPTcomo Ferramenta Pedagógica ObjetivoEspecíficos • Explorar as funcionalidades do Chat GPT no contexto educacional; • Demonstrar como o ChatGPT pode ser utilizado no planejamento de aulas, fornecendo acesso a materiais e recursos relevantes; • Apresentar exemplos práticos de como o ChatGPT pode auxiliar na aquisição de metodologias pedagógicas inovadoras.
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    5 O Chat GPTcomo Ferramenta Pedagógica ObjetivoEspecíficos • Discutir como o ChatGPT pode ser usado na criação de atividades personalizadas e envolventes para os alunos; • Conscientizar sobre as considerações éticas e restritas do uso do ChatGPT na educação; • Encorajar os professores a explorar e utilizar o Chat;GPT como uma ferramenta adicional em seu processo de ensino e aprendizagem.
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    O Chat GPTcomo Ferramenta Pedagógica AplicaçãodoChatGPTnoplanejamentodeaulas • Pesquisa de materiais • Geração de ideias • Acesso a informações atualizadas • Adaptação de materiais existentes • Orientação pedagógica
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    5 O Chat GPTcomo Ferramenta Pedagógica ExemplospráticosdecomooChatGPTpodeserusado​​na aquisiçãodemetodologias • Explorar métodos de ensino ativo, como aprendizagem baseada em projetos ou sala de aula invertida. • Obter sugestões de estratégias de avaliação formativa. • Aprender sobre abordagens pedagógicas inovadoras, como gamificação ou ensino híbrido.
  • 28.
    O Chat GPTcomo Ferramenta Pedagógica AplicaçõesdoChatGPTnacriaçãodeatividadesparaos alunos O Chat GPT pode auxiliar na criação de atividades personalizadas e envolventes para os alunos.
  • 29.
    5 O Chat GPTcomo Ferramenta Pedagógica ConsideraçõeséticaserestritasdoChatGPT É importante ressaltar que o ChatGPT deve ser usado como uma ferramenta complementar, pois não substitui a expertise do professor. A interação com o ChatGPT pode auxiliar no processo de planejamento, mas é essencial que o professor avalie e adapte as informações e sugestões geradas pelo modelo de acordo com as necessidades e contextos específicos de sua sala de aula.
  • 30.
    5 O Chat GPTcomo Ferramenta Pedagógica Acessando o Chat GPT
  • 31.
    Uso do Canvacomo ferramenta pedagógica: hibridismo, uma ação necessária nas escolas. Oficina 02 USO DE FERRAMENTAS DIGITAIS
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  • 34.
    EFLEXÕES SOBRE OAPRENDER COM A DIFERENÇA
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    EFLEXÕES SOBRE OAPRENDER COM A DIFERENÇA QUEM SOU EU? Dinâmica: Professor e comunicação Objetivo: Criar comunicação fraterna e madura. Anotar na figura: • Diante dos olhos: coisas que mais te impressionaram. • Diante da boca: 3 expressões (palavras, atitudes) das quais se arrependeu ao longo da sua vida. • Diante da cabeça: 3 ideias das quais não abre mão. • Diante do coração: 3 grandes interesses acadêmicos. • Diante das mãos: ações inesquecíveis que realizou. • Diante dos pés: problemas em que já se meteu.
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    RODA DE CONVERSA •Mapas de Foco; • SPAECE/SAEB; • IDE Metas Municipais;
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    MATRIZ UNIFICADA –SPAECE/SAEB/CAED.
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    MATRIZ UNIFICADA –SPAECE/SAEB/CAED.
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    MATRIZ UNIFICADA –SPAECE/SAEB/CAED.
  • 41.
    MATRIZ UNIFICADA –SPAECE/SAEB/CAED.
  • 42.
    MATRIZ UNIFICADA –SPAECE/SAEB/CAED.
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    MATRIZ UNIFICADA –SPAECE/SAEB/CAED.
  • 44.
    MATRIZ UNIFICADA –SPAECE/SAEB/CAED.
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