O documento discute a fragmentação da internet em incontáveis "internets" descentralizadas e a necessidade de construir "interworlds" para conectar esses mundos em redes sociais distribuídas. Também aborda os desafios tecnológicos e sociais para superar barreiras como centralização, línguas diferentes e separação entre pessoas e tecnologia. No fim, ressalta que os interworlds são fundamentalmente redes sociais, não apenas dispositivos.