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Estudo Acompanhado
Ficha de Leitura
Nome: Pedro André Flamino Botas Nº: 16 Ano: 6º
Indicação Bibliográfica
- Título do Livro: Uma Aventura nas Férias da Páscoa
- Autores (as): Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
- Colecção: Uma Aventura
Resumo da história
Todos questionavam uns aos outros: “_
Achas que vai nevar?”.
Até que viram, dentro da sala de aula, através da janela, um
montinho de flocos. Sem pedirem autorização, os alunos foram a
correr lá para fora, mas repararam que a neve era uma farsa; em
cima do telhado estavam três rapazes, incluindo o Chico.
No dia seguinte, as gémeas viram que estava a nevar e quem
lhes veio quebrar o encanto foi o pai que recitou alguns versos
que pertenciam à Balada da Neve. Escapando à aula de Inglês, as
gémeas foram ter com os amigos que tinham construído um
«deslizador automático» feito com sacos de plástico.
A neve caía cada vez com mais força e as gémeas, que já se
tinham divertido muito, começaram a espirrar e a sentir dores de
garganta e, assim, decidiram ir à farmácia. O Pedro continuava
junto ao Pavilhão 4 a construir a «grande muralha da China».
Todos os que permaneceram na escola já não podiam sair, pois
estavam bloqueados pela neve.
Na farmácia, as gémeas já estavam irritadas com tanta fome,
até que o Chico apareceu dentro de uma gaveta e vinha com um
saco de comida.
Em casa, o João (admirado) entretinha-se ouvindo o vizinho
Sérgio a dizer que há umas plantas do Tejo que atraem os
flamingos, porque estas filtram as impurezas da poluição e
purificam a atmosfera. Estava tão entusiasmado por fazer parte
do grupo de ornitólogos!
Do outro lado, o Pedro ouvia atentamente o professor Carlos a
explicar que se está a organizar uma exposição em Portugal e no
Brasil. Portugal manda para lá peças portuguesas e eles mandam
para cá peças brasileiras. A peça portuguesa mais importante vai
ser a Custódia de Belém. Nesse momento, através do rádio ouviu-
se o jornalista a afirmar que a Custódia de Belém tinha
desaparecido na neve sem deixar rasto.
Nos dias seguintes não se falava noutra coisa sem ser no roubo
da Custódia de Belém. Todos, incluindo o grupo de ornitólogos,
foram ter a casa do João e o Sérgio levou-os numa carrinha
direitos ao rio.
Estes fizeram a viagem de barco a motor até ao mochão da
Póvoa. No regresso, os ornitólogos fizeram-lhes uma proposta
que foi aceite rapidamente: darem um passeio de barco pela zona
do Seixal (Corroios) para verem o moinho de maré.
Quando chegaram, avistaram uma casa… Estavam com
incertezas se era realmente uma igreja, mas tiraram as dúvidas
quando o moleiro simpatiquíssimo lhes disse que esta casa era o
moinho de maré. Ele tinha-lhes mostrado um mapa com outros
moinhos de maré que podiam visitar. Não se entenderam até que
o Chico decidiu com muita convicção que iriam visitar dois: o
Moinho Velho e o Moinho Novo dos Paulistas.
Eles já tinham chegado e ouviram várias vozes. O Chico definiu
subir ao telhado. Atrás veio o Pedro. O que ouviram deixou-os
estupefactos: um dos prisioneiros (que era empregado da
Rodoviária) revelara que os brutamontes tinham roubado a
Custódia de Belém.
Passados uns minutos, o Pedro e o Chico desceram do telhado,
pois já não estavam lá a fazer nada. Conversaram com os amigos
e dirigiram-se para o outro moinho.
Mal chegaram o Pedro teve uma ideia para se dividirem: as
gémeas iriam até ao Seixal ter com o Sérgio e os amigos para
contar o que se passa, telefonar à polícia e virem todos para o
moinho; os rapazes ficavam lá e vigiavam.
As gémeas tinham desaparecido pelo escuro. Mais uma vez o
Pedro e o Chico subiram pelo telhado. O João, irritado, também
quis subir. Conseguiram ver a Custódia de Belém.
No Seixal, tudo tinha corrido como previsto, excepto uma
quebra de electricidade que fez parar o elevador.
O Chico teve uma excelente ideia. Tinha trazido uma corda com
um gancho na ponta e, assim, puxava a relíquia.
Foi uma sorte enorme, pois as gémeas já estavam a bater à
porta, mas por outro lado tiveram azar pois os ornitólogos tinham
acabado de descer.
O Chico acabara de enganchar a preciosidade, quando um
brutamontes deu conta que tinha desaparecido. Por mais que
tentou segurar-se, o Pedro acabou por cair lá dentro e desmaiou.
O chefe chantageou-os por causa da troca do Pedro pela
Custódia de Belém. O João e o Chico estavam a ganhar tempo e
tiveram um plano que era «jogar com o elemento surpresa»: o
Faial. Este parecia não obedecer ao dono, até que o Pedro
acordou e pediu «Socorro» ao Faial.
Finalmente as gémeas tinham chegado! Passado algum tempo, a
Luísa estava um pouco estranha. Realmente, tinha motivos para
isso, pois aquelas doze figurinhas mexeram-se e falaram com ela.
Mais uma vez, o grupo de aventuras acabou bem com um caso
completo!
Data do início da leitura: 06/07/10
Data da conclusão da leitura: 06/07/10
Data da entrega da ficha de leitura: 14/09/10
VIVA A LEITURA!

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  • 1. Estudo Acompanhado Ficha de Leitura Nome: Pedro André Flamino Botas Nº: 16 Ano: 6º Indicação Bibliográfica - Título do Livro: Uma Aventura nas Férias da Páscoa - Autores (as): Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada - Colecção: Uma Aventura Resumo da história Todos questionavam uns aos outros: “_ Achas que vai nevar?”. Até que viram, dentro da sala de aula, através da janela, um montinho de flocos. Sem pedirem autorização, os alunos foram a correr lá para fora, mas repararam que a neve era uma farsa; em cima do telhado estavam três rapazes, incluindo o Chico. No dia seguinte, as gémeas viram que estava a nevar e quem lhes veio quebrar o encanto foi o pai que recitou alguns versos que pertenciam à Balada da Neve. Escapando à aula de Inglês, as gémeas foram ter com os amigos que tinham construído um «deslizador automático» feito com sacos de plástico. A neve caía cada vez com mais força e as gémeas, que já se tinham divertido muito, começaram a espirrar e a sentir dores de garganta e, assim, decidiram ir à farmácia. O Pedro continuava junto ao Pavilhão 4 a construir a «grande muralha da China». Todos os que permaneceram na escola já não podiam sair, pois estavam bloqueados pela neve.
  • 2. Na farmácia, as gémeas já estavam irritadas com tanta fome, até que o Chico apareceu dentro de uma gaveta e vinha com um saco de comida. Em casa, o João (admirado) entretinha-se ouvindo o vizinho Sérgio a dizer que há umas plantas do Tejo que atraem os flamingos, porque estas filtram as impurezas da poluição e purificam a atmosfera. Estava tão entusiasmado por fazer parte do grupo de ornitólogos! Do outro lado, o Pedro ouvia atentamente o professor Carlos a explicar que se está a organizar uma exposição em Portugal e no Brasil. Portugal manda para lá peças portuguesas e eles mandam para cá peças brasileiras. A peça portuguesa mais importante vai ser a Custódia de Belém. Nesse momento, através do rádio ouviu- se o jornalista a afirmar que a Custódia de Belém tinha desaparecido na neve sem deixar rasto. Nos dias seguintes não se falava noutra coisa sem ser no roubo da Custódia de Belém. Todos, incluindo o grupo de ornitólogos, foram ter a casa do João e o Sérgio levou-os numa carrinha direitos ao rio. Estes fizeram a viagem de barco a motor até ao mochão da Póvoa. No regresso, os ornitólogos fizeram-lhes uma proposta que foi aceite rapidamente: darem um passeio de barco pela zona do Seixal (Corroios) para verem o moinho de maré. Quando chegaram, avistaram uma casa… Estavam com incertezas se era realmente uma igreja, mas tiraram as dúvidas quando o moleiro simpatiquíssimo lhes disse que esta casa era o moinho de maré. Ele tinha-lhes mostrado um mapa com outros moinhos de maré que podiam visitar. Não se entenderam até que o Chico decidiu com muita convicção que iriam visitar dois: o Moinho Velho e o Moinho Novo dos Paulistas. Eles já tinham chegado e ouviram várias vozes. O Chico definiu subir ao telhado. Atrás veio o Pedro. O que ouviram deixou-os estupefactos: um dos prisioneiros (que era empregado da Rodoviária) revelara que os brutamontes tinham roubado a Custódia de Belém.
  • 3. Passados uns minutos, o Pedro e o Chico desceram do telhado, pois já não estavam lá a fazer nada. Conversaram com os amigos e dirigiram-se para o outro moinho. Mal chegaram o Pedro teve uma ideia para se dividirem: as gémeas iriam até ao Seixal ter com o Sérgio e os amigos para contar o que se passa, telefonar à polícia e virem todos para o moinho; os rapazes ficavam lá e vigiavam. As gémeas tinham desaparecido pelo escuro. Mais uma vez o Pedro e o Chico subiram pelo telhado. O João, irritado, também quis subir. Conseguiram ver a Custódia de Belém. No Seixal, tudo tinha corrido como previsto, excepto uma quebra de electricidade que fez parar o elevador. O Chico teve uma excelente ideia. Tinha trazido uma corda com um gancho na ponta e, assim, puxava a relíquia. Foi uma sorte enorme, pois as gémeas já estavam a bater à porta, mas por outro lado tiveram azar pois os ornitólogos tinham acabado de descer. O Chico acabara de enganchar a preciosidade, quando um brutamontes deu conta que tinha desaparecido. Por mais que tentou segurar-se, o Pedro acabou por cair lá dentro e desmaiou. O chefe chantageou-os por causa da troca do Pedro pela Custódia de Belém. O João e o Chico estavam a ganhar tempo e tiveram um plano que era «jogar com o elemento surpresa»: o Faial. Este parecia não obedecer ao dono, até que o Pedro acordou e pediu «Socorro» ao Faial. Finalmente as gémeas tinham chegado! Passado algum tempo, a Luísa estava um pouco estranha. Realmente, tinha motivos para isso, pois aquelas doze figurinhas mexeram-se e falaram com ela. Mais uma vez, o grupo de aventuras acabou bem com um caso completo! Data do início da leitura: 06/07/10 Data da conclusão da leitura: 06/07/10 Data da entrega da ficha de leitura: 14/09/10