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1- Lê o texto com atenção.
A princesa e a ervilha
Era uma vez um príncipe, herdeiro dum bonito reino, que queria casar, mas havia
de ser com uma princesa verdadeira.
Para encontrar o que queria resolveu ir viajar; despediu-se dos pais e da corte, foi
percorrer o mundo inteiro.
Mas, por mais que procurasse não encontrava o que queria. Princesas havia
muitas, mas se eram verdadeiras ou não, isso é que ele não podia saber, porque havia
sempre qualquer coisa que o deixava na dúvida.
Depois de percorrer o mundo, voltou muito desconsolado ao seu palácio, porque
desejando casar com uma princesa verdadeira, em parte nenhuma a pudera encontrar.
Uma noite, estava um terrível temporal; a chuva, os relâmpagos e os trovões
faziam um efeito medonho.
Nisto bateram à porta do palácio com muita aflição, e o velho rei foi abrir.
Era uma princesa que procurava abrigo. Mas – Santo Deus! – em que estado se
encontrava a pobre senhora, que a chuva desarranjara completamente! A água
entrara-lhe pela cabeça e saía-lhe aos pés.
O rei ficou admirado, não queria acreditar no que lhe diziam mas a menina
afirmou que era uma princesa verdadeira!
“ Isso é o que nós amanhã vamos saber!...” pensou a velha rainha, mas não disse
nada a ninguém.
Foi ao quarto que destinava à princesa, levantou toda a roupa da cama e pôs-lhe
uma ervilha ao fundo. Por cima pôs-lhe vinte colchões e mais vinte acolchoados de
penas, mandando deitar a princesa sobre tudo isto.
De manhã, foi ter com ela e perguntou-lhe se dormira bem:
- Mal, muito mal! – respondeu a princesa – Não preguei olho em toda a noite!
Sabe Deus o que havia nesta cama! Decerto era alguma coisa muito dura, porque tenho
o corpo cheio de nódoas negras. Foi uma coisa terrível!
Então a rainha foi declarar ao príncipe que era realmente uma princesa
verdadeira, porque em cima de vinte colchões e de vinte acolchoados de penas sentia
a ervilha que lá pusera para a experimentar. Só uma princesa verdadeira podia ter uma
pele tão sensível.
O príncipe ficou muito satisfeito, porque tinha a certeza de ter encontrado,
finalmente, uma princesa verdadeira. A ervilha foi levada para o museu, onde ainda se
pode ver, se ninguém a tiver roubado.
Olhem que isto foi uma verdadeira história.
Hans Christian Andersen, Contos de Andersen, Relógio d`Água Editores, 2007
(adaptação da Areal Editores)
1. De acordo com a explicação dada no quadro anterior, quem são as
personagens principais do texto?
_________________________________________________________________
_________________________________________________________________
2. Quem são as personagens secundárias?
_________________________________________________________________
_________________________________________________________________
3. Onde se passa esta história?
_________________________________________________________________
_________________________________________________________________
4. Quando se passa esta história?
_________________________________________________________________
_________________________________________________________________
Sobre as personagens do texto, APRENDE:
Certamente que identificaste as quatro personagens deste texto: o príncipe, a
princesa, o rei e a rainha.
Estas quatro personagens não têm a mesma importância no desenvolvimento
da história. Algumas são personagens principais e outras são personagens
secundárias.
Personagens principais são aquelas que desempenham o papel central, sendo
fundamentais para o desenvolvimento da ação. São as personagens mais
importantes, na história.
As personagens secundárias são aquelas que assumem um papel de menor
importância, mas não deixam de ser importantes para o desenrolar da ação, já
que contribuem para o desenvolvimento da história, realizando pequenas ações
em torno das personagens principais.
5. Assinala com X a resposta correta para cada uma das seguintes perguntas.
a) O que aconteceu na noite do temporal?
Na noite do temporal, uma princesa bateu à porta do palácio.
A princesa bateu à janela do palácio.
Na noite do temporal, uma princesa tocou à campainha do palácio.
b) Qual foi a estratégia da rainha para verificar se a princesa era, realmente, uma
princesa verdadeira?
A rainha colocou uma ervilha debaixo de trinta colchões e de dez
acolchoados de penas.
A estratégia da rainha foi colocar uma ervilha debaixo de vinte colchões e
vinte acolchoados de penas.
A estratégia da rainha foi colocar uma fava debaixo de vinte colchões e
vinte acolchoados de penas.
a) O que conclui a rainha com a sua estratégia?
A rainha concluiu que se tratava de uma falsa princesa.
A rainha concluiu que o príncipe ficou muito satisfeito.
A rainha concluiu que se tratava de uma princesa verdadeira.
6. Quantos parágrafos tem o texto?
______________________________________________________________________
7. Tendo em conta as três partes do texto narrativo, faz a correspondência correta.
(Podes arrastar cada um dos retângulos da primeira coluna e ligá-lo ao retângulo
correspondente da segunda coluna.)
Introdução
Desenvolvimento
Conclusão
- É a parte fundamental da ação, em que toda a história
acontece. (desenrolar da história)
- Identifica-se o acontecimento desencadeador da ação.
- É o final da história. Apresenta-se o desfecho da narrativa.
- Apresenta-se a situação inicial da história.
- Responde-se a questões como: quem, quando, onde, o quê.
Gramática
1. Relaciona as palavras sinónimas registando no quadrado o número
correspondente.
1 aroma rodear
2 tranquilo linda
3 residir próximo
4 bonita sereno
5 acabar 1 perfume
6 perto habitar
7 cercar terminar
2. Na sopa de letras, descobre os sinónimos das palavras da primeira coluna do
exercício anterior.
B X G T H P J L A S H
J R I H A D Ó I F E A
G O T E R M I N A R B
Q D A S T E B D Z E I
P E R F U M E A C N T
E A V L A D J A F O A
P R Ó P R Ó X I M O R
3. Classifica cada uma das palavras quanto ao número de sílabas:
reino - dissílabo ervilhas -
manhã - temporal -
princesa - vez -
rei - palácio -
verdadeira - relâmpagos -
colchões - cama -
admirado - rainha -
Pinta o desenho.

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Ficha a princesa e a ervilha pdf

  • 1. Nome: ___________________________________________________ Data: ___/___/______ 1- Lê o texto com atenção. A princesa e a ervilha Era uma vez um príncipe, herdeiro dum bonito reino, que queria casar, mas havia de ser com uma princesa verdadeira. Para encontrar o que queria resolveu ir viajar; despediu-se dos pais e da corte, foi percorrer o mundo inteiro. Mas, por mais que procurasse não encontrava o que queria. Princesas havia muitas, mas se eram verdadeiras ou não, isso é que ele não podia saber, porque havia sempre qualquer coisa que o deixava na dúvida. Depois de percorrer o mundo, voltou muito desconsolado ao seu palácio, porque desejando casar com uma princesa verdadeira, em parte nenhuma a pudera encontrar. Uma noite, estava um terrível temporal; a chuva, os relâmpagos e os trovões faziam um efeito medonho. Nisto bateram à porta do palácio com muita aflição, e o velho rei foi abrir. Era uma princesa que procurava abrigo. Mas – Santo Deus! – em que estado se encontrava a pobre senhora, que a chuva desarranjara completamente! A água entrara-lhe pela cabeça e saía-lhe aos pés. O rei ficou admirado, não queria acreditar no que lhe diziam mas a menina afirmou que era uma princesa verdadeira! “ Isso é o que nós amanhã vamos saber!...” pensou a velha rainha, mas não disse nada a ninguém. Foi ao quarto que destinava à princesa, levantou toda a roupa da cama e pôs-lhe uma ervilha ao fundo. Por cima pôs-lhe vinte colchões e mais vinte acolchoados de penas, mandando deitar a princesa sobre tudo isto. De manhã, foi ter com ela e perguntou-lhe se dormira bem: - Mal, muito mal! – respondeu a princesa – Não preguei olho em toda a noite! Sabe Deus o que havia nesta cama! Decerto era alguma coisa muito dura, porque tenho o corpo cheio de nódoas negras. Foi uma coisa terrível! Então a rainha foi declarar ao príncipe que era realmente uma princesa verdadeira, porque em cima de vinte colchões e de vinte acolchoados de penas sentia a ervilha que lá pusera para a experimentar. Só uma princesa verdadeira podia ter uma pele tão sensível. O príncipe ficou muito satisfeito, porque tinha a certeza de ter encontrado, finalmente, uma princesa verdadeira. A ervilha foi levada para o museu, onde ainda se pode ver, se ninguém a tiver roubado. Olhem que isto foi uma verdadeira história. Hans Christian Andersen, Contos de Andersen, Relógio d`Água Editores, 2007 (adaptação da Areal Editores)
  • 2. 1. De acordo com a explicação dada no quadro anterior, quem são as personagens principais do texto? _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 2. Quem são as personagens secundárias? _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 3. Onde se passa esta história? _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ 4. Quando se passa esta história? _________________________________________________________________ _________________________________________________________________ Sobre as personagens do texto, APRENDE: Certamente que identificaste as quatro personagens deste texto: o príncipe, a princesa, o rei e a rainha. Estas quatro personagens não têm a mesma importância no desenvolvimento da história. Algumas são personagens principais e outras são personagens secundárias. Personagens principais são aquelas que desempenham o papel central, sendo fundamentais para o desenvolvimento da ação. São as personagens mais importantes, na história. As personagens secundárias são aquelas que assumem um papel de menor importância, mas não deixam de ser importantes para o desenrolar da ação, já que contribuem para o desenvolvimento da história, realizando pequenas ações em torno das personagens principais.
  • 3. 5. Assinala com X a resposta correta para cada uma das seguintes perguntas. a) O que aconteceu na noite do temporal? Na noite do temporal, uma princesa bateu à porta do palácio. A princesa bateu à janela do palácio. Na noite do temporal, uma princesa tocou à campainha do palácio. b) Qual foi a estratégia da rainha para verificar se a princesa era, realmente, uma princesa verdadeira? A rainha colocou uma ervilha debaixo de trinta colchões e de dez acolchoados de penas. A estratégia da rainha foi colocar uma ervilha debaixo de vinte colchões e vinte acolchoados de penas. A estratégia da rainha foi colocar uma fava debaixo de vinte colchões e vinte acolchoados de penas. a) O que conclui a rainha com a sua estratégia? A rainha concluiu que se tratava de uma falsa princesa. A rainha concluiu que o príncipe ficou muito satisfeito. A rainha concluiu que se tratava de uma princesa verdadeira. 6. Quantos parágrafos tem o texto? ______________________________________________________________________ 7. Tendo em conta as três partes do texto narrativo, faz a correspondência correta. (Podes arrastar cada um dos retângulos da primeira coluna e ligá-lo ao retângulo correspondente da segunda coluna.) Introdução Desenvolvimento Conclusão - É a parte fundamental da ação, em que toda a história acontece. (desenrolar da história) - Identifica-se o acontecimento desencadeador da ação. - É o final da história. Apresenta-se o desfecho da narrativa. - Apresenta-se a situação inicial da história. - Responde-se a questões como: quem, quando, onde, o quê.
  • 4. Gramática 1. Relaciona as palavras sinónimas registando no quadrado o número correspondente. 1 aroma rodear 2 tranquilo linda 3 residir próximo 4 bonita sereno 5 acabar 1 perfume 6 perto habitar 7 cercar terminar 2. Na sopa de letras, descobre os sinónimos das palavras da primeira coluna do exercício anterior. B X G T H P J L A S H J R I H A D Ó I F E A G O T E R M I N A R B Q D A S T E B D Z E I P E R F U M E A C N T E A V L A D J A F O A P R Ó P R Ó X I M O R 3. Classifica cada uma das palavras quanto ao número de sílabas: reino - dissílabo ervilhas - manhã - temporal - princesa - vez - rei - palácio - verdadeira - relâmpagos - colchões - cama - admirado - rainha -