O poema "Chuva Oblíqua" explora a interseção entre o sonho e a realidade através de imagens sobrepostas. O poeta descreve sua paisagem presente se misturando com a visão de um porto em seu sonho, assim como outros elementos que se cruzam entre o interior e o exterior. Ao longo do poema, diferentes sensações e lugares se entrelaçam de forma fluida e não linear.