Metabolismo
energético
Prof. Emanuel
a) CATABOLISMO
• Reações de degradação
• Reações exotérmicas ou exergônicas
• Ex. Respiração e Fermentação
b) ANABOLISMO
• Reações de síntese
• Reações endotérmicas ou endergônicas
• Ex. Fotossíntese e quimiossíntese
Metabolismo
 É o conjunto das reações químicas da célula
Prof. Emanuel
Reação exergônica
(libera energia)
• Catabolismo
• Respiração
• Fermentação
Reação endergônica
(absorve energia)
• Anabolismo
• Movimentos
• Transporte ativo
Introdução ao metabolismo Prof. Emanuel
Classificação geral dos alimentos
a) Alimentos energéticos
• Carboidratos
• Lipídios
b) Alimentos plásticos
• Proteínas
c) Alimentos reguladores
• Vitaminas
• Sais minerais
Prof. Emanuel
Transportadores de hidrogênioProf. Emanuel
Liberação de íons H+
Metabolismo oxidativo
Acidose
NAD NADH2
Evita a acidose
a) NAD - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo
NAD + 2H+  NADH + H+
Transportadores de hidrogênio
NAD
OXIDADO
A
AH2
NADH2
REDUZIDO
B
BH2
Prof. Emanuel
Molécula energética
ENZIMAS POSSUEM SÍTIOS ATIVOS
PARA MOLÉCULAS ALTAMENTE
ENERGÉTICAS E PARA O NAD
O HIDROGÊNIO É
TRANSFERIDO PARA O
NAD
O NADH PODE ENTÃO TRANSFERIR
ESTE HIDROGÊNIO PARA OUTRAS
MOLÉCULAS
Transportadores de hidrogênioProf. Emanuel
NAD - Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo
NAD (oxidado)
NADH + H+ (reduzido)
Prof. Emanuel
Transportadores de hidrogênio
b) FAD – Flavina Adenina Dinucleotídeo
FAD + 2H+  FADH2
Prof. Emanuel
FAD - Flavina Adenina Dinucleotídeo
FAD (oxidado)
FADH2 (reduzido)
Prof. Emanuel
ATP – Adenosina trifosfato
ATP – Energia prontamente utilizável ou energia metabólica
Prof. Emanuel
Adenosina = Adenina + Ribose
Ligação fosfo-anidro
(alta energia)
Açúcar
Queima do
açúcar
ADP + P
ATP
e e
ATP –Adenosina trifosfato
Utilizada para as
reações metabólicas
Prof. Emanuel
Fermentação
Prof. Emanuel
 Características gerais
• Processo simples e primitivo
• Via anaeróbica do catabolismo
• Ocorre no hialoplasma
• Ocorre a degradação parcial da molécula
combustível (glicose)
• O receptor final é um composto orgânico
derivado da quebra da molécula combustível
• Saldo energético: 2 ATP
FERMENTAÇÃO Prof. Emanuel
C6H12O6
C3H4O3
C3H4O3
- 2 ATP
+ 4 ATP
2 ATP
2 NAD
(Oxidado)
2 NADH2
Ac. Pirúvico ou piruvato
(Reduzido)
Glicólise ou via glicolítica
É a quebra
anaeróbica da
glicose (6C) até a
formação de duas
moléculas de ácido
pirúvico (3C)
Prof. Emanuel
Glicólise ou via glicolítica Prof. Emanuel
C6H12O6
2 NAD 2 NADH2
2 ATP
2 C3H4O3
PiruvatoGlicose
2 C3H6O3
Lactato
2 NAD2 NADH2
• Produto final: Ácido lático ou lactato (3C)
• Não ocorre descarboxilação do piruvato
Tipos de fermentação
 Fermentação Lática
Prof. Emanuel
Tipos de fermentação
• Efetuada por bactérias (Lactobacilos)
• Utilizada na fabricação de laticínios e
conservas
Prof. Emanuel
• A produção de lactato na musculatura pode causar
fadiga e dores musculares
Tipos de fermentação Prof. Emanuel
Produção de Lactato
Fadiga muscular
Atividade muscular
com hipóxia
Glicose Glicose
Piruvato Piruvato
LactatoLactato
Fígado
Sangue
Músculo
• A maior parte do lactato vai para o sangue e
depois é degradada no fígado - Ciclo de Cori
Tipos de fermentação Prof. Emanuel
Sangue
2 NAD 2 NADH2
2 ATP
2 C3H4O3
PiruvatoGlicose
 Fermentação alcóolica ou etílica
C6H12O6
2 CO2
2 C2H4O
Aldeído acético
2 C2H6O
Etanol
2 NADH2
2 NAD• Produto final: Etanol (2C)
• Ocorre a descarboxilação
do piruvato
Tipos de fermentação Prof. Emanuel
• É efetuada por fungos Saccharomyces cerevisae
(leveduras)
Tipos de fermentação Prof. Emanuel
Unicelulares
Eucariontes
Anaeróbicos facultativos
• Utilizada na produção de combustíveis,bebidas
alcóolicas e na panificação
Tipos de fermentação Prof. Emanuel
 Fermentação acética
• Produz ácido acético
• Efetuada por bactérias
• Utilizada na produção de vinagre
Pasteur (1822-1895)
Tipos de fermentação Prof. Emanuel
Tipos de fermentação Prof. Emanuel
Respiração
aeróbica
Prof. Emanuel
• Via aeróbica do catabolismo
• Ocorre a degradação total da glicose
• Utiliza o oxigênio como receptor final
• Saldo final: 36 ou 38 ATP
• Associada com a produção de radicais livres
Respiração Celular Prof. Emanuel
 Características gerais
• Nos procariontes está associada com os
mesossomos
Respiração Celular Prof. Emanuel
Mesossomo
• Etapas:
a) Glicólise – Extra mitocondrial
b) Ciclo de Krebs – Intramitocondrial
c) Cadeia respiratória –Intramitocondrial
• Equação:
C6H12O6 + 6O2 6CO2 + 6H2O + 38 ATP
Respiração Celular
Prof. Emanuel
• Organela exclusiva dos
eucariontes
• Delimitada por duas
membranas lipoprotéicas
• Preenchida pela matriz
mitocondrial
Mitocôndrias Prof. Emanuel
Matriz mitocondrial:
Água, sais, vitaminas,
carboidratos, proteínas,
Ácidos orgânicos,
Ribossomos(70S), RNA e DNA
Membrana
interna
Membrana
externa
Crista
Matriz
Reprodução das
mitocôndrias por fissão binária.
(condrocinese)
Mitocôndrias Prof. Emanuel
Mitocôndrias Prof. Emanuel
Energia X Radicais livres SET
H2O2
O2
-
2 NAD 2 NADH2
2 ATP
2 C3H4O3
PiruvatoGlicose
C6 H12O6
• É a quebra da glicose até a formação de
2 moléculas de Piruvato
• Ocorre no hialoplasma em anaerobiose
A glicólise é
uma via
metabólica
universal
Glicólise
Prof. Emanuel
Glicólise Prof. Emanuel
Glicose
Etanol ou
lactato
Anaeróbico Aeróbico
Piruvato
Glicólise Prof. Emanuel
Glicólise
ATP
NADH2
Piruvato
Energia
prontamente
utilizável
Cadeia respiratória
Mitocôndria
(Ciclo de Krebs)
• É a transição entre a glicólise e o ciclo de Krebs
HIALOPLASMA MATRIZ MITOCONDRIAL
2 Piruvato
(3C) 2 ACETILCoA
(2C)
2 NAD 2 NADH2
2 CoA 2 CO2
• Ao passar pelo complexo enzimático Piruvato
desidrogenase o Ac. Pirúvico sofre desidrogenação,
descarboxilação e reage com a CoA originando a
AcetilCoA, CO2 e NADH2
Acetilação ou D.O.P. Prof. Emanuel
Acetilação Prof. Emanuel
D.O.P.
CO2
NADH2
AcetilCoA
Liberado para o
meio
Cadeia respiratória
Ciclo de krebs
Ácido cítrico (6C)
• Ocorre na matriz mitocondrial
• Subtratos: AcetilCoA(2C), água, NAD, FAD,
ácido oxaloacético(4C)
O ácido cítrico sofre uma série de reações cíclicas
de descarboxilações e desidrogenações originando
novamente o oxaloacetato
AcetilcoA (2C) + Ac. Oxaloacético (4C)
Ciclo de Krebs Prof. Emanuel
Ac. Oxalo-
acético (4c)
AcetilCoA (2C)
Ac. Cítrico (6C)
Ac. Cetoglutárico
(5C)
Ac. Málico
(4C)
Ciclo de Krebs Prof. Emanuel
NADH2 CO2
CO2
FADH2
1 ATPNADH2
NADH2
Ciclo de Krebs Prof. Emanuel
ATP
Ciclo de Krebs Prof. Emanuel
Ciclo de Krebs Prof. Emanuel
Ciclo de Krebs Prof. Emanuel
Para cada molécula de AcetilcoA são produzidos:
X 2 =
Ciclo de Krebs Prof. Emanuel
1 ATP
2 CO2
3 NADH2
1 FADH2
2 ATP
4 CO2
6 NADH2
2 FADH2
Ciclo de Krebs e o anabolismo Prof. Emanuel
Glicólise
Hialoplasma
Via universal
Glicose
NAD
2 Piruvatos
2 NADH2
2 ATP
Ciclo de Krebs
Matriz
mitocondrial
NAD/FAD
6 NADH2
2 ATP
D.O.P.
MitocôndriaNAD
2 AcetilCoA
2 NADH2
2 CO2
Piruvato
AcetilCoA 4 CO2
H2O
Balanço energético Prof. Emanuel
2 FADH2
a) Glicólise 2 ATP
2 NADH2
b) Acetilação 2 CO2
2 NADH2
c) Ciclo de krebs 2 ATP
6 NADH2
2 FADH2
4 CO2
2
6
6
2
18
4
X 3
X 3
X 3
X 2
38
ATP
Balanço energético Prof. Emanuel
• Ocorre nas cristas mitocondriais
• Os NADH2 e FADH2 produzidos na etapas
anteriores são direcionados para a cadeia
respiratória
• O oxigênio é o aceptor final ocorrendo formação
de água
Cadeia respiratória e fosforilação oxidativa
Prof. Emanuel
• Proteínas da membrana mitocondrial interna
participam da cadeia transportadora de elétrons
• Ex. Citocromos
Hipótese de Mitchell (gradiente quimio-osmótico)
Prof. Emanuel
• Durante a cadeia respiratória ocorre o
bombeamento de íons de hidrogênio (H+) para o
espaço intermembranar criando um gradiente
quimio-osmótico
Hipótese de Mitchell (gradiente quimio-osmótico)
Prof. Emanuel
NADH2
NAD
H+
H+
Cadeia respiratória
• Os íons (H+) obedecendo ao gradiente de
concentração retornam para a matriz mitocondrial
através de uma proteína ATPsintetase gerando
energia para recarregar o ATP (fosforilação
oxidativa)
Hipótese de Mitchell (gradiente quimio-osmótico)
Prof. Emanuel
Hipótese de Mitchell (gradiente quimio-osmótico)
Prof. Emanuel
ATP sintetase Prof. Emanuel
Visão geral Prof. Emanuel
Visão geral Prof. Emanuel
Glicose
Glicólise
Cadeia
respiratória
ATP
ATP
ATP
Visão geral Prof. Emanuel
Visão geral Prof. Emanuel
Visão geral Prof. Emanuel
Respiração anaeróbica Prof. Emanuel
• Via anaeróbica do catabolismo
• Utiliza outro composto inorgânico como
receptor final (nitratos,sulfatos,compostos de
ferro)
• Efetuada por bactérias anaeróbicas
 Características gerais
"O oxigênio constitui tanto um benefício
quanto uma ameaça aos organismos. Os seres
que capacitaram-se a usufruir seus benefícios
desenvolveram ao longo da evolução uma
série de defesas contra os seus perigos"
Radicais
livres
Prof. Emanuel
SEM OXIGÊNIO:
• Pelo metabolismo ANAERÓBIO, o saldo final de uma
molécula de glicose é de 2 ATP
• Incompatível com a organização pluricelular
COM OXIGÊNIO:
• Pelo metabolismo AERÓBIO, o saldo final de uma
molécula de glicose é de 38 ATP
• Compatível com a manutenção pluricelular
• Produção de radicais livres
Radicais livres Prof. Emanuel
• São compostos que apresentam, em sua órbita
externa, um elétron desemparelhado.
• São normalmente derivados do O2 (ERMO)
• A instabilidade faz com que os radicais livres
sejam altamente reativos
Radicais livres Prof. Emanuel
Radical livre
• Na cadeia respiratória, a maior parte do O2
origina água.
• Quando a mitocôndria deixa escapar um
elétron solitário, que é logo roubado pelo
oxigênio surge o radical superóxido.
• A superóxido dismutase estimula a
transformação do superóxido em água oxigenada
• A catalase dos peroxissomos decompõem a
água oxigenada.
Radicais livres Prof. Emanuel
 Fontes endógenas:
• Cadeia respiratória
• Ação dos peroxissomos
• Liberação intensa de cortisol
 Fontes exógenas:
• Herbicidas, poluentes do ar, radiação UV, cigarro,
álcool e dieta hipercalórica
Radicais livres - Produção Prof. Emanuel
Radicais livres - Produção Prof. Emanuel
Radicais livres Prof. Emanuel
 Efeitos positivos
• Fagócitos do sistema imune utilizam radicais
livres para destruir patógenos.
Pseudópode Bactéria
Neutrófilo
Ação do radical
superóxido
• Reação com os lipídios da membrana plasmática
• Desnaturação protéica (colágeno)
• Mutações gênicas somáticas (envelhecimento e
câncer) e germinativas (transmitidas aos
descendentes)
• Reação com o LDL aumentando risco de
acidentes vasculares
• Alteração na produção de neurotransmissores
Radicais livres Prof. Emanuel
 Efeitos negativos
• Ingestão de compostos anti-oxidantes
• Compostos flavonóides
• Vitaminas C, E, Carotenóides
• Zinco, cobre, selênio
• Dieta de restrição calórica
Radicais livres - Prevenção Prof. Emanuel
• Atividade física moderada
• Redução dos níveis de stress
Radicais livres - prevenção Prof. Emanuel

Fermentação e Respiração

  • 1.
  • 2.
    a) CATABOLISMO • Reaçõesde degradação • Reações exotérmicas ou exergônicas • Ex. Respiração e Fermentação b) ANABOLISMO • Reações de síntese • Reações endotérmicas ou endergônicas • Ex. Fotossíntese e quimiossíntese Metabolismo  É o conjunto das reações químicas da célula Prof. Emanuel
  • 3.
    Reação exergônica (libera energia) •Catabolismo • Respiração • Fermentação Reação endergônica (absorve energia) • Anabolismo • Movimentos • Transporte ativo Introdução ao metabolismo Prof. Emanuel
  • 4.
    Classificação geral dosalimentos a) Alimentos energéticos • Carboidratos • Lipídios b) Alimentos plásticos • Proteínas c) Alimentos reguladores • Vitaminas • Sais minerais Prof. Emanuel
  • 5.
    Transportadores de hidrogênioProf.Emanuel Liberação de íons H+ Metabolismo oxidativo Acidose NAD NADH2 Evita a acidose
  • 6.
    a) NAD -Nicotinamida Adenina Dinucleotídeo NAD + 2H+  NADH + H+ Transportadores de hidrogênio NAD OXIDADO A AH2 NADH2 REDUZIDO B BH2 Prof. Emanuel
  • 7.
    Molécula energética ENZIMAS POSSUEMSÍTIOS ATIVOS PARA MOLÉCULAS ALTAMENTE ENERGÉTICAS E PARA O NAD O HIDROGÊNIO É TRANSFERIDO PARA O NAD O NADH PODE ENTÃO TRANSFERIR ESTE HIDROGÊNIO PARA OUTRAS MOLÉCULAS Transportadores de hidrogênioProf. Emanuel
  • 8.
    NAD - NicotinamidaAdenina Dinucleotídeo NAD (oxidado) NADH + H+ (reduzido) Prof. Emanuel
  • 9.
    Transportadores de hidrogênio b)FAD – Flavina Adenina Dinucleotídeo FAD + 2H+  FADH2 Prof. Emanuel
  • 10.
    FAD - FlavinaAdenina Dinucleotídeo FAD (oxidado) FADH2 (reduzido) Prof. Emanuel
  • 11.
    ATP – Adenosinatrifosfato ATP – Energia prontamente utilizável ou energia metabólica Prof. Emanuel Adenosina = Adenina + Ribose Ligação fosfo-anidro (alta energia)
  • 12.
    Açúcar Queima do açúcar ADP +P ATP e e ATP –Adenosina trifosfato Utilizada para as reações metabólicas Prof. Emanuel
  • 13.
  • 14.
     Características gerais •Processo simples e primitivo • Via anaeróbica do catabolismo • Ocorre no hialoplasma • Ocorre a degradação parcial da molécula combustível (glicose) • O receptor final é um composto orgânico derivado da quebra da molécula combustível • Saldo energético: 2 ATP FERMENTAÇÃO Prof. Emanuel
  • 15.
    C6H12O6 C3H4O3 C3H4O3 - 2 ATP +4 ATP 2 ATP 2 NAD (Oxidado) 2 NADH2 Ac. Pirúvico ou piruvato (Reduzido) Glicólise ou via glicolítica É a quebra anaeróbica da glicose (6C) até a formação de duas moléculas de ácido pirúvico (3C) Prof. Emanuel
  • 16.
    Glicólise ou viaglicolítica Prof. Emanuel
  • 17.
    C6H12O6 2 NAD 2NADH2 2 ATP 2 C3H4O3 PiruvatoGlicose 2 C3H6O3 Lactato 2 NAD2 NADH2 • Produto final: Ácido lático ou lactato (3C) • Não ocorre descarboxilação do piruvato Tipos de fermentação  Fermentação Lática Prof. Emanuel
  • 18.
    Tipos de fermentação •Efetuada por bactérias (Lactobacilos) • Utilizada na fabricação de laticínios e conservas Prof. Emanuel
  • 19.
    • A produçãode lactato na musculatura pode causar fadiga e dores musculares Tipos de fermentação Prof. Emanuel Produção de Lactato Fadiga muscular Atividade muscular com hipóxia
  • 20.
    Glicose Glicose Piruvato Piruvato LactatoLactato Fígado Sangue Músculo •A maior parte do lactato vai para o sangue e depois é degradada no fígado - Ciclo de Cori Tipos de fermentação Prof. Emanuel Sangue
  • 21.
    2 NAD 2NADH2 2 ATP 2 C3H4O3 PiruvatoGlicose  Fermentação alcóolica ou etílica C6H12O6 2 CO2 2 C2H4O Aldeído acético 2 C2H6O Etanol 2 NADH2 2 NAD• Produto final: Etanol (2C) • Ocorre a descarboxilação do piruvato Tipos de fermentação Prof. Emanuel
  • 22.
    • É efetuadapor fungos Saccharomyces cerevisae (leveduras) Tipos de fermentação Prof. Emanuel Unicelulares Eucariontes Anaeróbicos facultativos
  • 23.
    • Utilizada naprodução de combustíveis,bebidas alcóolicas e na panificação Tipos de fermentação Prof. Emanuel
  • 24.
     Fermentação acética •Produz ácido acético • Efetuada por bactérias • Utilizada na produção de vinagre Pasteur (1822-1895) Tipos de fermentação Prof. Emanuel
  • 25.
  • 26.
  • 27.
    • Via aeróbicado catabolismo • Ocorre a degradação total da glicose • Utiliza o oxigênio como receptor final • Saldo final: 36 ou 38 ATP • Associada com a produção de radicais livres Respiração Celular Prof. Emanuel  Características gerais
  • 28.
    • Nos procariontesestá associada com os mesossomos Respiração Celular Prof. Emanuel Mesossomo
  • 29.
    • Etapas: a) Glicólise– Extra mitocondrial b) Ciclo de Krebs – Intramitocondrial c) Cadeia respiratória –Intramitocondrial • Equação: C6H12O6 + 6O2 6CO2 + 6H2O + 38 ATP Respiração Celular Prof. Emanuel
  • 30.
    • Organela exclusivados eucariontes • Delimitada por duas membranas lipoprotéicas • Preenchida pela matriz mitocondrial Mitocôndrias Prof. Emanuel Matriz mitocondrial: Água, sais, vitaminas, carboidratos, proteínas, Ácidos orgânicos, Ribossomos(70S), RNA e DNA Membrana interna Membrana externa Crista Matriz
  • 31.
    Reprodução das mitocôndrias porfissão binária. (condrocinese) Mitocôndrias Prof. Emanuel
  • 32.
    Mitocôndrias Prof. Emanuel EnergiaX Radicais livres SET H2O2 O2 -
  • 33.
    2 NAD 2NADH2 2 ATP 2 C3H4O3 PiruvatoGlicose C6 H12O6 • É a quebra da glicose até a formação de 2 moléculas de Piruvato • Ocorre no hialoplasma em anaerobiose A glicólise é uma via metabólica universal Glicólise Prof. Emanuel
  • 34.
    Glicólise Prof. Emanuel Glicose Etanolou lactato Anaeróbico Aeróbico Piruvato
  • 35.
  • 36.
    • É atransição entre a glicólise e o ciclo de Krebs HIALOPLASMA MATRIZ MITOCONDRIAL 2 Piruvato (3C) 2 ACETILCoA (2C) 2 NAD 2 NADH2 2 CoA 2 CO2 • Ao passar pelo complexo enzimático Piruvato desidrogenase o Ac. Pirúvico sofre desidrogenação, descarboxilação e reage com a CoA originando a AcetilCoA, CO2 e NADH2 Acetilação ou D.O.P. Prof. Emanuel
  • 37.
    Acetilação Prof. Emanuel D.O.P. CO2 NADH2 AcetilCoA Liberadopara o meio Cadeia respiratória Ciclo de krebs
  • 38.
    Ácido cítrico (6C) •Ocorre na matriz mitocondrial • Subtratos: AcetilCoA(2C), água, NAD, FAD, ácido oxaloacético(4C) O ácido cítrico sofre uma série de reações cíclicas de descarboxilações e desidrogenações originando novamente o oxaloacetato AcetilcoA (2C) + Ac. Oxaloacético (4C) Ciclo de Krebs Prof. Emanuel
  • 39.
    Ac. Oxalo- acético (4c) AcetilCoA(2C) Ac. Cítrico (6C) Ac. Cetoglutárico (5C) Ac. Málico (4C) Ciclo de Krebs Prof. Emanuel NADH2 CO2 CO2 FADH2 1 ATPNADH2 NADH2
  • 40.
    Ciclo de KrebsProf. Emanuel
  • 41.
    ATP Ciclo de KrebsProf. Emanuel
  • 42.
    Ciclo de KrebsProf. Emanuel
  • 43.
    Ciclo de KrebsProf. Emanuel
  • 44.
    Para cada moléculade AcetilcoA são produzidos: X 2 = Ciclo de Krebs Prof. Emanuel 1 ATP 2 CO2 3 NADH2 1 FADH2 2 ATP 4 CO2 6 NADH2 2 FADH2
  • 45.
    Ciclo de Krebse o anabolismo Prof. Emanuel
  • 46.
    Glicólise Hialoplasma Via universal Glicose NAD 2 Piruvatos 2NADH2 2 ATP Ciclo de Krebs Matriz mitocondrial NAD/FAD 6 NADH2 2 ATP D.O.P. MitocôndriaNAD 2 AcetilCoA 2 NADH2 2 CO2 Piruvato AcetilCoA 4 CO2 H2O Balanço energético Prof. Emanuel 2 FADH2
  • 47.
    a) Glicólise 2ATP 2 NADH2 b) Acetilação 2 CO2 2 NADH2 c) Ciclo de krebs 2 ATP 6 NADH2 2 FADH2 4 CO2 2 6 6 2 18 4 X 3 X 3 X 3 X 2 38 ATP Balanço energético Prof. Emanuel
  • 48.
    • Ocorre nascristas mitocondriais • Os NADH2 e FADH2 produzidos na etapas anteriores são direcionados para a cadeia respiratória • O oxigênio é o aceptor final ocorrendo formação de água Cadeia respiratória e fosforilação oxidativa Prof. Emanuel
  • 49.
    • Proteínas damembrana mitocondrial interna participam da cadeia transportadora de elétrons • Ex. Citocromos Hipótese de Mitchell (gradiente quimio-osmótico) Prof. Emanuel
  • 50.
    • Durante acadeia respiratória ocorre o bombeamento de íons de hidrogênio (H+) para o espaço intermembranar criando um gradiente quimio-osmótico Hipótese de Mitchell (gradiente quimio-osmótico) Prof. Emanuel NADH2 NAD H+ H+ Cadeia respiratória
  • 51.
    • Os íons(H+) obedecendo ao gradiente de concentração retornam para a matriz mitocondrial através de uma proteína ATPsintetase gerando energia para recarregar o ATP (fosforilação oxidativa) Hipótese de Mitchell (gradiente quimio-osmótico) Prof. Emanuel
  • 52.
    Hipótese de Mitchell(gradiente quimio-osmótico) Prof. Emanuel
  • 53.
  • 54.
  • 55.
    Visão geral Prof.Emanuel Glicose Glicólise Cadeia respiratória ATP ATP ATP
  • 56.
  • 57.
  • 58.
  • 59.
    Respiração anaeróbica Prof.Emanuel • Via anaeróbica do catabolismo • Utiliza outro composto inorgânico como receptor final (nitratos,sulfatos,compostos de ferro) • Efetuada por bactérias anaeróbicas  Características gerais
  • 60.
    "O oxigênio constituitanto um benefício quanto uma ameaça aos organismos. Os seres que capacitaram-se a usufruir seus benefícios desenvolveram ao longo da evolução uma série de defesas contra os seus perigos" Radicais livres Prof. Emanuel
  • 61.
    SEM OXIGÊNIO: • Pelometabolismo ANAERÓBIO, o saldo final de uma molécula de glicose é de 2 ATP • Incompatível com a organização pluricelular COM OXIGÊNIO: • Pelo metabolismo AERÓBIO, o saldo final de uma molécula de glicose é de 38 ATP • Compatível com a manutenção pluricelular • Produção de radicais livres Radicais livres Prof. Emanuel
  • 62.
    • São compostosque apresentam, em sua órbita externa, um elétron desemparelhado. • São normalmente derivados do O2 (ERMO) • A instabilidade faz com que os radicais livres sejam altamente reativos Radicais livres Prof. Emanuel Radical livre
  • 63.
    • Na cadeiarespiratória, a maior parte do O2 origina água. • Quando a mitocôndria deixa escapar um elétron solitário, que é logo roubado pelo oxigênio surge o radical superóxido. • A superóxido dismutase estimula a transformação do superóxido em água oxigenada • A catalase dos peroxissomos decompõem a água oxigenada. Radicais livres Prof. Emanuel
  • 64.
     Fontes endógenas: •Cadeia respiratória • Ação dos peroxissomos • Liberação intensa de cortisol  Fontes exógenas: • Herbicidas, poluentes do ar, radiação UV, cigarro, álcool e dieta hipercalórica Radicais livres - Produção Prof. Emanuel
  • 65.
    Radicais livres -Produção Prof. Emanuel
  • 66.
    Radicais livres Prof.Emanuel  Efeitos positivos • Fagócitos do sistema imune utilizam radicais livres para destruir patógenos. Pseudópode Bactéria Neutrófilo Ação do radical superóxido
  • 67.
    • Reação comos lipídios da membrana plasmática • Desnaturação protéica (colágeno) • Mutações gênicas somáticas (envelhecimento e câncer) e germinativas (transmitidas aos descendentes) • Reação com o LDL aumentando risco de acidentes vasculares • Alteração na produção de neurotransmissores Radicais livres Prof. Emanuel  Efeitos negativos
  • 68.
    • Ingestão decompostos anti-oxidantes • Compostos flavonóides • Vitaminas C, E, Carotenóides • Zinco, cobre, selênio • Dieta de restrição calórica Radicais livres - Prevenção Prof. Emanuel
  • 69.
    • Atividade físicamoderada • Redução dos níveis de stress Radicais livres - prevenção Prof. Emanuel