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70 - Maio / Junho 2018 | ANO 12
Case da Mercur apresentado
no Meeting Gestão de Pessoas
ELEIÇÕES
NO BRASIL - 02
ENCONTROS DE
NEGÓCIOS - 07
COPA DO
MUNDO - 11
BELTON
PNEUMÁTICA - 16
08 e 09
Q
uero aproveitar este espaço para dividir algumas opiniões
sobre as eleições que se aproximam. Os acontecimentos re-
centes mostraram a grande insatisfação da população com
o governo e os políticos de forma geral. Entendo que é necessário
fazermos uma autocrítica, para refletir sobre a responsabilidade de
cada um dentro do sistema democrático brasileiro. O País precisa de
um projeto de longo prazo, baseado em uma visão comum de onde
queremos chegar como nação, e o eleitor, inevitavelmente, faz parte
disto.
Não podemos ignorar que os políticos atuais foram eleitos demo-
craticamente. Quem se lembra em quem votou nas últimas elei-
ções em 2014? Será que estamos acompanhando se aquele que
recebeu o nosso voto está sendo coerente? Num mundo digital
isto é relativamente simples, basta um pouco de dedicação.
O político vive preocupado com a eleição seguinte e se perceber
que será cobrado pelas suas promessas, a tendência é de que haja
mais coerência nos seus atos. Isto irá tornar nosso sistema demo-
crático mais eficaz. Mesmo que alguns pensem que uma ruptura
democrática seja a única alternativa para melhorar nossa situação,
tenho a convicção de que não é a opção desejável. Olhando exem-
plos ao redor do mundo eles não me parecem motivadores.
Teremos eleições em 1º turno, no dia 7 de outubro, e em 2º tur-
no, no dia 28 de outubro. Além do presidente da república, se-
rão eleitos os governadores de cada estado e 54 senadores, 513
deputados federais e 1.059 deputados estaduais, sendo 55 para a
Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Considerando a pés-
sima performance dos nossos políticos atuais, temos que analisar
muito melhor as opções, neste ano, e verificar quais as posições
dos candidatos em relação às principais questões. A mídia tende
a focar demais no presidente, mas vale lembrar que o congresso
tem participação fundamental nas decisões do País e merece mui-
ta atenção no momento do voto.
Antes de cobrar dos políticos precisamos saber quais são as nossas
próprias opiniões sobre as questões mais importantes e decidir
em que direção nós queremos que o País avance. Também é im-
portantíssimo entender que ‘não existe almoço grátis’. O político,
que promete resolver todos os problemas, sem exigir nenhum sa-
crifício, é um demagogo populista e, uma vez no poder, tenderá a
gerar crises graves. Precisamos ser mais exigentes. Não podemos
acreditar em um salvador da pátria.
O Brasil está inserido no mundo real onde quem gasta mais do
que arrecada terá problemas. Em 2018, deverão faltar ao governo
R$ 181,9 bilhões para fechar as contas. Como o rombo da previ-
dência tende a aumentar a cada ano, os futuros governantes não
poderão evitar ajustes fortes e impopulares. Isto não pode ser
omitido na campanha. Temos que cobrar coerência.
 
As plataformas digitais nos permitem conhecer a posição do candi-
dato, para que possamos usar estes dados e exigir coerência depois.
Não devemos deixar que a nossa decisão seja baseada apenas nas
manchetes da TV e dos jornais. Temos que olhar a plataforma do
candidato e entender a sua posição para verificar se está alinhado
com o que pensamos.
 
Alguns pontos importantes, para os quais um candidato deveria ter
um posicionamento claro, são os seguintes.
• A necessidade de um ajuste fiscal, em especial a reforma da
previdência.
• A participação dos funcionários públicos (ativos e pensionis-
tas) no sacrifício.
• A redução do estado gigantesco, caro e ineficiente.
• A privatização das empresas públicas.
• A prática de uma lei trabalhista menos paternalista.
• A independência do Banco Central.
• A eliminação de subsídios.
• E o mais importante, a educação. Queremos realmente fazer
da educação nossa prioridade? Ou estamos satisfeitos se alguns
têm educação de alto nível, em escolas particulares, e os demais
recebem uma educação insuficiente, através dos sistemas públi-
cos? Quais serão os empregos que reservaremos para esta mão
de obra subqualificada em um mundo robotizado e usando inte-
ligência artificial de forma cada vez mais ampla?
 Os pontos acima são importantes e precisam ser discutidos am-
plamente na campanha, sem que seja um pró ou contra radical.
O mais importante, na minha opinião, é que não teremos pers-
pectiva futura se não valorizarmos a educação. Não basta prome-
ter mais investimentos, é necessário um projeto que comece nos
primeiros anos de ensino, ou mesmo nas creches, e ultrapasse o
prazo de uma legislatura.
Nossos políticos somente darão a devida atenção às prioridades
se forem cobrados pelos eleitores durante seu mandato. Temos
que escolher os candidatos da mesma forma que contratamos um
profissional para administrar uma empresa. Em qual dos candida-
tos você confiaria a gestão de sua empresa? Vamos ser coerentes
e fazer a nossa parte na eleição e durante a legislatura.
DEMOCRACIA EXIGE
COERÊNCIA!
02 www.sindimetalrs.org.br
ponto de vista
Vice-PresidentedoSINDIMETALRS
“ “
Volker Lübke
Nossos políticos somente darão a devida atenção às prioridades
se forem cobrados pelos eleitores durante seu mandato.
E
stamos apresentando a edição nº 70 do informativo ESPA-
ÇO SINDIMETAL, com o registro das ações e iniciativas do
sindicato e dos seus grupos e comitês. Confira os assuntos,
que são destaque.
 O Ponto de Vista, na página 02, é assinado pelo vice-presiden-
te, Volker Lübke, e aborda com muita propriedade um assunto,
que irá movimentar e repercutir fortemente no País: as eleições.
Não deixe de ler!
 
O projeto Atração de Mão de Obra Jovem para a Indústria, pre-
conizado com destaque pela entidade, pode ser conferido na pá-
gina 04. Na sequência, a cobertura do Seminário Nacional sobre
Agenda 2030 e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, nas
páginas 05 e 10, evento que contou com o apoio do SINDIMETAL
RS.
 
As atividades do grupo Desenvolvimento de Lideranças, e dos
comitês Gestão de Pessoas e Lean, podem ser conferidas na pá-
gina 06. Já na 07, divulgamos dois eventos sobre o eSocial reali-
zados em parceria com o Sindicato dos Contadores. Nas páginas
centrais, a cobertura do Meeting Gestão de Pessoas, incluindo
relatos de diferentes experiências na trajetória da empresa Mer-
cur, especialmente nas áreas de gestão e sustentabilidade. Vale a
pena conferir!
 As páginas 11 e 12 trazem esclarecimentos jurídicos sobre a
Jornada de trabalho, durante os jogos da copa do mundo, e a
tributação nos combustíveis, assuntos atuais e que cuidadosa-
mente foram analisados pelas assessorias jurídicas Trabalhista
e Tributária, respectivamente. Acompanhe também a agenda
da entidade, na página 13, com atividades variadas, bem como
o detalhamento da SIPAT Comunitária Itinerante, que está em
andamento com previsão de encerramento no mês de outubro.
Divulgar boas práticas e conquistas das empresas associadas e
filiadas é sempre inspirador. Pois nesta edição, reservamos as
páginas 14 e 15, para noticiar e aplaudir a Tecnocromo, CRK,
Gedore e Stihl, além da Belton, em evidência na Vitrine, da con-
tracapa. Literalmente, empresas empreendedoras e fortemente
alinhadas com o futuro.
Ótima leitura e até a próxima edição!
PRESIDENTE
Raul Heller
VICE-PRESIDENTES
ArnoTomasini
Leonardo Pedroso Filho
Roberto Dauber
Sergio de Bortoli Galera
Vitor Fabiano Ledur
Volker Lübke
SECRETÁRIO
Roberto Petroll
TESOUREIRO
UdoWondracek
DIRETORES
Ademir Luiz Costella
Celso Luiz Rodrigues
Christine Lange
Daniel Carlos Pereira
Darlan Geremia
Emílio Neuri Haag
Jean Carlo Peluso
Marcelo Fleck
Marcelo Mariani
Ronei Feltes
Silvino Geremia
Thiago Piovesan
Valdir Luiz Huning
Walter CarlosWetzel
CONSELHO FISCAL - TITULARES
Luiz Antônio Gonçalves
Marcelino Leopoldo Barth
Roberto Alexandre Schroer
CONSELHO FISCAL - SUPLENTES
Pedro Paulo Lamberty
Ricardo Kiszewski
Rubén Antônio Duarte
DELEGADOS REPRESENTANTES JUNTO À FIERGS
TITULARES
Raul Heller
Sergio de Bortoli Galera
SUPLENTES
Volker Lübke
ArnoTomasini
DELEGADOS REPRESENTANTES
EstânciaVelha/ Dois Irmãos/ Ivoti
Marcelino Leopoldo Barth
Esteio / Sapucaia do Sul
Ademir Luiz Costella
Morro Reuter
Ronei Feltes
São Sebastião do Caí/ Montenegro
Vitor Fabiano Ledur
Sapiranga
Emilio Neuri Haag
Vale Real
Roberto Petroll
Boas iniciativas
SINDIMETAL RS
Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico e Eletrônico de São Leopoldo
O papel deste informativo é proveniente
de árvores de reflorestamento.
PRESERVEOMEIOAMBIENTE
Rua José Bonifácio, nº 204 - 5º andar - Centro das Indústrias - São Leopoldo/RS - Fone (51) 3590.7700
editorial
Diretor Executivo: Valmir Pizzutti
Relacionamento Institucional: Andrea Maganha
Redação: Jornalista Neusa Medeiros (Mtb 5062)
Informativo bimestral
Tiragem: 1.800 exemplares
Circulação: gratuita e dirigida
EdiçãoeProdução:Edição3ComunicaçãoEmpresarialLtda.
Gráfica: Impressos Portão Ltda.
Fotos: divulgação
Trabalhosassinadossãoderesponsabilidadedeseusautores.
relacionamento@sindimetalrs.org.br
www.sindimetalrs.org.br
EXPEDIENTE ÍNDICE
DIRETORIA | GESTÃO 2016 - 2018
02 - PONTO DE VISTA 10 - JURÍDICO / TÉCNICO AMBIENTAL
08 e 09 - COMITÊ / AÇÃO 16 - VITRINE
05 - INSTITUCIONAL 13 - AÇÃO / AGENDA
06 - GRUPO / COMITÊ 14 - MERCADO
07 - PARCERIA / AÇÃO 15 - MERCADO
03 - EDITORIAL 11 - JURÍDICO TRABALHISTA
04 - INSTITUCIONAL 12 - JURÍDICO TRIBUTÁRIO / AÇÃO
04
A
s ações desenvolvidas junto à Escola Técnica Frederico
Guilherme Schmidt, com sede em São Leopoldo, seguem
impulsionando o projeto Atração de Mão de Obra Jovem
para a Indústria, preconizado com destaque pela entidade. A in-
teração entre indústria e escola técnica (e vice-versa) tem identi-
ficado possibilidades de auxílio e aproximação, intensificando a
parceria.
Além de despertar o interesse dos jovens, para serem futuros
trabalhadores da indústria, o projeto visa também, sensibilizar
os empresários quanto à importância da contratação de jovens
aprendizes com idade acima de 16 anos, para que ao término do
curso técnico possam atuar na indústria.
O plano de ação para 2018, junto à escola, está em andamento e
prevê palestras e visitas nas empresas, além de apoio na Expos-
chmidt. A primeira palestra ocorre no dia 26 de junho, ocasião
em que André Lopes, do SENAI e membro do comitê Lean, falará
sobre ‘O que o Lean proporciona para o seu futuro na indústria’.
Haverá também uma oficina, em julho: Como montar um cur-
rículo, que será ministrada por integrantes do comitê Gestão de
Pessoas: Cristiane Faleiro e Márcia Flores, das empresas Infasul e
SS Usinagem, respectivamente. Na sequência, em agosto, o tema
será A importância da manutenção nas organizações, a cargo de
Foi realizada, no dia 06 de junho, na sede do sindicato, re-
união sobre os Conselhos Consultivos SESI e SENAI, com a
presença do Superintendente do sistema FIERGS/CIERGS,
Carlos Heitor Zuanazzi.
AÇÕES EM PROL DA ESCOLA FREDERICO SCHMIDT
Novos Conselhos
do SESI e do SENAI
www.sindimetalrs.org.br
Alexandre Silva, da Gedore e membro do Grupo Manutenção. A
primeira visita ocorreu na associada Coester, no dia 25 de maio,
nos turnos da manhã e tarde, para alunos dos cursos de Eletro-
mecânica e Eletrotécnica. Outra atividade de destaque será a 20º
Exposchmidt prevista para os dias 09 e 10 de novembro. Os ges-
tores já iniciaram a análise dos escopos dos trabalhos, que serão
apadrinhados por empresas vinculadas aos comitês e grupos da
entidade.
Interessados em saber mais sobre o projeto poderão entrar em
contato com a entidade, através do fone (51) 3590-7708.
iNSTITUCIONAl
Chegamos à edição nº 70
D
esde a primeira edição do ESPAÇO SINDIMETAL até o mo-
mento, temos verificado, através de pesquisas de satisfação,
que o informativo tem sido bem avaliado, tanto na edição
impressa, quanto na possibilidade de acesso e compartilhamento de
forma on-line. Para exemplificar, a edição nº 69, até o dia 30 de maio,
teve suas páginas 1787 vezes visualizadas, num tempo médio por
visita de 5’30”. Em 2017, conforme pesquisa realizada nos eventos,
11% dos leitores souberam das atividades promovidas pela entida-
de, através deste veículo de comunicação.
Lançado no final de 2006, o informativo ESPAÇO SINDIMETAL, que
nasceucomointuitodeserumelodecomunicaçãoentreaentidade
e as associadas e filiadas, tem divulgado sua agenda, apresentando a
cobertura de fatos relevantes, bem como promovendo as empresas
vinculadas ao segmento, contribuindo, igualmente, para preservar a
história da instituição.
É um canal importante de comunicação, que registra, igualmente os
fatos e a opinião de empresários e gestores, fortalecendo a relação
associativa e a caminhada realizada pelas lideranças empresariais.
Circula bimestralmente via correio, e-mail e também fica disponível
no site da entidade, podendo ser compartilhado nas redes sociais;
sempre colocando em evidência as boas práticas.
Nestas 16 páginas, as diversas ações promovidas pela entidade e pe-
los atuantes grupos e comitês de trabalho, recebem destaque, assim
como os artigos técnicos e jurídicos, que sempre trazem assuntos
atuais e pertinentes ao meio empresarial.
Com o objetivo de valorizar as associadas, a contracapa apresenta,
em cada edição, um relato histórico das empresas, que deixam regis-
tradas na coluna Vitrine, momentos inesquecíveis. Já a página des-
tinada ao Mercado é um espaço aberto, onde conquistas e novos
empreendimentos são socializados e comemorados. Participe com
sugestões, através do fone (51) 3590-7707. É sempre uma satisfação
compartilhar e documentar‘boas novas’!
Naocasião,oassuntoempautafoiaintegraçãodosconselhosconsul-
tivos, cujo novo modelo de atuação objetiva aprimorar os processos
e melhorar a sua operação. Os mesmos passarão a ser regionais, con-
centrando as demandas, o que deve auxiliar nos encaminhamentos.
A região que compreende a área de atuação do SINDIMETAL RS, con-
tará com seis conselhos consultivos integrados, que discutirão assun-
tos pertinentes ao SESI e ao SENAI.
Exposchmidt 2017
I
ntegrando a programação da Semana do Meio Ambiente de
São Leopoldo, teve lugar, na sede do SINDIMETAL RS, dia 29
de maio, pela manhã, o evento Seminário Nacional da Agenda
2030 – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A ativi-
dade foi organizada pela Prefeitura Municipal, por intermédio da
Secretaria do Meio Ambiente, Conselho Municipal de Defesa do
Meio Ambiente (Condema), em parceria com a Associação Brasi-
leira de Municípios (ABM), Associação Nacional dos Órgãos Muni-
cipais de Meio Ambiente – RS (Anamma), com o apoio do SINDI-
METAL RS.
Na abertura oficial, o diretor Executivo da entidade,Valmir Pizzut-
ti saudou as autoridades e demais participantes, juntamente com
o secretário de Meio Ambiente de São Leopoldo, Darci Zanini,
destacando a importância de iniciativas como essa, que colocam
em foco a sustentabilidade e o meio ambiente como um bem
imensurável e de responsabilidade de todos.
“O seminário marca a colaboração do poder público e privado,
ocasião em que empresários e representantes das indústrias pre-
sentes destacaram a necessidade de uma agenda institucional,
que inclua os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável alinha-
dos com a estratégia do negócio”, salientou a engenheira Ana
Curia, assessora técnica Ambiental do SINDIMETAL RS. “A partici-
pação no evento demonstrou o esforço para promover o alinha-
mento das diversas partes interessadas em prol de uma agenda
comum de divulgação dos ODS, incluindo a implementação de
ações concretas, que já estão em andamento no Município”, en-
fatiza Ana Curia, que detalha mais informações sobre o assunto
no seu artigo publicado na página 10.
Os ODS incluem 17 objetivos e 169 metas, que colocam em des-
taque temáticas como erradicação da pobreza, segurança ali-
mentar e agricultura, saúde, igualdade de gênero, redução das
desigualdades, energia, água e saneamento, enfim, propostas
que envolvem sustentabilidade.“Estes objetivos entraram em vi-
gor, em janeiro de 2016, e serão alcançados por meio da parceria
de governos, setor privado, sociedade civil e cidadãos comuns,
buscando a melhoria contínua das condições do planeta atuais
e das futuras gerações. A estimativa é que os ODS sejam cumpri-
dos até 31 de dezembro de 2030”, salienta Ana Curia.
ATIVIDADES - A primeira parte da programação contou com a
apresentação da Agenda 2030 - Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável (ODS), sob a responsabilidade da especialista em
gestão empresarial, Julia Caon Froeder. Na sequência, foi abor-
dada a Estratégia de Sustentabilidade, incluindo a apresentação
do Case Deca, a cargo da integrante do Grupo Duratex, Daniela
Vieira.
Num segundo momento, o espaço foi destinado para a realiza-
ção de cinco grupos de trabalho, sob a coordenação de Charles
Pranke, Raquel Hohendorff, Yara Stockmanns, Ana Cristina Curia
e Darci Zanini.
A soma destas ações visa contribuir com a busca de um equilí-
brio para o desenvolvimento sustentável, envolvendo as áreas
econômica, social e ambiental. “A questão ambiental é um tra-
balho permanente e necessário. Ações intensivas como essa aju-
dam muito a conscientizar, modificar hábitos e chamar a aten-
ção para o consumo, para a reciclagem e a preservação”, afirma
o diretor de Planejamento e Gestão Ambiental, da secretaria do
Meio Ambiente, Joel Garcia Dias.
“As empresas são parceiras vitais no alcance dos Objetivos de
Desenvolvimento Sustentável e elas podem contribuir através
das suas atividades principais. Solicitamos que as empresas de
todo o mundo avaliem seus impactos, estabeleçam metas am-
biciosas e comuniquem seus resultados de forma transparente”.
(Secretário Geral das Nações Unidas, Ban Ki-monn)
05
Seminário Nacional sobre Agenda 2030 e
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
sindimetal@sindimetalrs.org.br
institucional
Julia Froeder apresenta a Agenda 2030
N
os dias 09 e 23 de maio; 06, 13 e 20 de
junho, os integrantes do grupo de De-
senvolvimento de Lideranças (DL 3),
estão envolvidos em atividades na sede do sindicato.
Paradigmas da gestão inovadora – contexto e estratégias; Clima
e cultura; Gestão e liderança; Equipes e engajamento na moder-
nidade; e Ética serão os temas em evidência, a cargo da psicólo-
ga Vera Susana Lassance Moreira, doutora em Administração de
Empresas e mestre em Psicologia Social, com ampla experiência
profissional e docente.
C
om o objetivo de promover a troca de informações, ocor-
reu no dia 24 de maio, uma reunião do comitê Gestão de
Pessoas, entre as empresas que já possuem a ISO 9001
implantada. Participaram os representantes da Qualidade e os
responsáveis pelo RH das empresas que integram o respectivo
comitê. Na ocasião, fizeram uma apresentação do sistema e das
Estimulando as Lideranças
Boas práticas - ISO 9001 para RH
Participação no Lean Summit
amplia conhecimentos sobre o tema
GRUPO / COMITÊ
06 www.sindimetalrs.org.br
Os diferentes conteúdos irão oportunizar ao grupo identificar
e diagnosticar de forma sistêmica os processos, que impactam
no desenvolvimento dos gestores junto a pessoas e equipes, de
forma a intervir adequadamente nos mesmos, otimizando o uso
de suas potencialidades e talentos. Também visam reconhecer e
analisar criticamente a correta indicação e aplicação de diferentes
ferramentas de desenvolvimento de equipes, objetivando a me-
lhoria da performance das mesmas na obtenção de resultados,
além de permitir uma experiência teórico e prática da atividade
de treinamento estratégico de um grupo gerencial.
ferramentas utilizadas, pontuando igualmente as
dificuldades encontradas.
Após as apresentações houve troca de informações, ideias e su-
gestões, incluindo questionamentos, quanto ao atendimento ou
não da norma.
I
ntegrantes do comitê Lean, do SINDIMETAL RS, participaram
em São Paulo, nos dias 05 e 06 de junho, do evento bienal pro-
movido pelo Lean Institute Brasil, consolidado como o princi-
pal e maior encontro da comunidade Lean do Brasil e do mundo.
Segundo Juliano Ilha, coordenador do comitê, “o Lean Summit,
mais uma vez, nos mostrou que NÃO está tudo bem! Nossas em-
presas e instituições precisam APRENDER a resolver problemas!
Embora pareça simples, não é. Não pela complexidade, mas sim
pela conduta cultural”, afirma. “É preciso RECONHECER que os
problemas surgem todos os
dias, e se não forem trata-
dos com uma disciplina diá-
ria, com foco na causa e na
agregação de valor, eles au-
mentarão e se transforma-
rão em problemas maiores.
Afinal tudo que é grande
hoje, um dia já foi peque-
no... Na sua empresa está
TUDO bem? Qual o tama-
nho dos seus problemas?”,
destaca Juliano.
O Lean Summit contou na
sua abertura com Christo-
pher Thompson; Flávio Pic-
chi, que falou sobre Trans-
formar o mundo resolvendo
problemas; Art Smalley, que
abordou Os 4 tipos de reso-
lução de problemas; e John
Shook,que apresentou o tema Resolvendo problemas com inova-
ção.
Ultrapassando a marca de mil participantes e a apresentação de
mais de 60 palestras, o evento objetivou trazer desenvolvimen-
tos recentes sobre o conhecimento Lean e suas aplicações prá-
ticas, fornecendo ideias e exemplos de como iniciar, aprofundar
e ampliar a transformação Lean, para obter resultados sustentá-
Comitê Lean
veis. Houve a troca de experiências e aprendizados, reforçando o
networking na comunidade Lean e propiciando a motivação dos
participantes, para a aplicação prática em suas empresas.
As sessões paralelas trouxeram cases de sucesso, que acrescen-
taram muita informação e conhecimento. Entre os assuntos em
pauta, Inovação como parte da estratégia do negócio; Envolva
todos da operação na solução de problemas; Crie vantagem com-
petitiva com desenvolvimento Lean de produtos e processos;
Transforme os escritórios:
lean em serviços e proces-
sos administrativos; Torne
as pessoas aptas em todos
os níveis da operação; além
do tema Potencialize os
resultados aperfeiçoando
a experiência do cliente;
Lidere resolvendo proble-
mas; Otimize o abasteci-
mento e ganhe espaço na
produção com uma logísti-
ca Lean.
A plenária de encerramen-
to enfatizou o tema Como
o Lean está transformando
o mundo, a cargo de José
Roberto Ferro, John Shook,
James Womack e Daniel
Jones.
Estiveram presentes no evento, o coordenador do comitê, Julia-
no Ilha, da Artestampo; e os integrantes Milton Santi Pereira, da
Gedore; Tiago Simioni, da Delga; Glauco André Kunrath, da Stihl;
André Lopes, do SENAI; e Mari Lúci de Oliveira, do SINDIMETAL RS.
Em data a ser definida, o grupo organizará workshop para as em-
presas associadas e filiadas, a fim de compartilhar o conhecimen-
to adquirido.
E
m 2018, o eSocial passa a ser obri-
gatório para todas as empresas, que
deverão enviar, periodicamente,
informações trabalhistas, previdenciárias,
tributárias e fiscais relativas à utilização de
mão de obra onerosa, com ou sem vínculo
empregatício, para compor um vasto ban-
co de dados único, administrado pelo Go-
verno Federal.
Sendo assim, é essencial que as empresas
entendam essa dinâmica, para revisar e
alinhar as práticas e os processos das em-
presas com a legislação (trabalhista, pre-
videnciária), com o objetivo de gerar as
informações que alimentarão o eSocial,
evitando divergências ou atrasos nas mes-
mas.
Considerando a importância do assunto,
no dia 25 de maio, empresários e profissio-
nais de Recursos Humanos participaram
da palestra eSocial para gestores – Novos
procedimentos trabalhistas. A iniciativa
foi do SINDIMETAL RS, em parceria com o
Sindicato dos Contadores e Técnicos em
Contabilidade do Vale do Sinos (SINCON-
TECSINOS), onde ocorreu a palestra.
A mesma abordou a definição do eSocial;
início da vigência; multas; admissões; fé-
rias; jornada de trabalho; afastamentos;
NOVOS PROCEDIMENTOS TRABALHISTAS
parceria / ação
07sindimetal@sindimetalrs.org.br
Eliane aborda com propriedade o tema
demissões; folha de pagamento; acidente
de trabalho e exames médicos periódicos.
A explanação esteve a cargo da instrutora
Eliane Carvalho Valcam, administradora e
técnica Contábil, com vasta experiência
docente na área trabalhista e previdenciá-
ria.
CURSO eSOCIAL – AVANÇADO - Dan-
do sequência à iniciativa de esclarecer os
gestores sobre o tema, as duas entidades
promoveram, no dia 13 de junho, o curso
eSocial Avançado – Leiaute Versão 2.4.02.
O mesmo teve lugar no SINCONTECSINOS,
no horário das 8h30min às 17h30min.
Destinado aos profissionais das áreas de
Administração de Pessoal, Recursos Hu-
manos, Fiscal, Contábil, Folha de Paga-
mento e demais interessados no tema, o
mesmo objetivou abordar os pontos críti-
cos do eSocial para o correto alinhamen-
to dos processos internos das empresas,
apresentando as informações obrigató-
rias.
A contabilista Eliane Carvalho Valcam
também foi instrutora do respectivo cur-
so, cujo conteúdo programático ampliou
as informações sobre a implementação
progressiva do eSocial e o prazo para
transmissão, bem como as obrigatorieda-
des nas duas fases, além de eventos não
periódicos e orientações gerais.
VAGAS LIMITADAS | INFORMAÇÕES: (51) 3590-7708
08 www.sindimetalrs.org.br
COMITÊ / AÇÃO
V
isando promover a qualificação e a divulgação de boas prá-
ticas, o SINDIMETAL RS promoveu o Meeting Gestão de Pes-
soas, através do respectivo comitê, com apoio do Instituto
Euvaldo Lodi (IEL-RS), integrante do Sistema FIERGS. A atividade
reuniu, na sede do SINDIMETAL RS, cerca de 80 pessoas, dia 12 de
junho, no horário das 8h às 10h30min.
Questione sua empresa, procure por novas realidades foi o tema
em evidência, a cargo do palestrante Jorge Hoelzel Neto, gradua-
do em Administração de Empresas/ Comércio Exterior, com cur-
sos de MBA e vasta experiência junto à Mercur S.A., onde já atuou,
desde 1986, em diversas áreas, sendo atualmente membro do
Conselho de Administração e Facilitador.
Neto do fundador, Jorge apresentou, com muita propriedade, um
relato sobre a cultura da empresa e as necessidades de mudança;
alterações na hierarquia; desconstrução e reconstrução profissio-
nal; ações e projetos para assimilação da nova cultura; além de
abordar sobre o desenvolvimento de pessoas e adequação de
processos internos.
HISTÓRIA - A Mercur nasceu no tempo em que as estradas, sem
asfalto e cheias de pedras, arrancavam lascas de borracha dos
pneus maciços dos carros, que circulavam pelas encostas da Serra
Geral, nos longínquos anos 20 do século passado. Carlos Gusta-
vo Hoelzel, proprietário de uma revenda e oficina de automóveis,
preocupava-se com as dificuldades para consertar os pneus.
Durante várias noites, Carlos e o irmão Jorge Emílio Hoelzel, arqui-
teto, que se interessou pelo assunto, estiveram reunidos, criando
fórmulas, fazendo experiências, com o objetivo de descobrir os
segredos da borracha. Assim que dominaram os primeiros pro-
cessos, eles mesmos montaram as máquinas e resolveram criar
uma empresa para consertar pneus e produzir artefatos de bor-
racha. Em 11 de junho de 1924, nasceu a Hoelzel Irmãos, depois
transformada em Mercur S.A., que funciona até hoje na Rua Cris-
tóvão Colombo, em Santa Cruz do Sul/ RS.
Atualmente, a empresa produz cada vez mais, coisas que tenham
RELEVÂNCIA para as PESSOAS, pois entendem que a cooperação
e o sentido de parceria são essenciais para a criação de produtos
e serviços úteis para a sociedade. O compromisso institucional da
empresa é ‘Unir pessoas e organizações para construir encami-
nhamentos e criar soluções sustentáveis’. Na realidade, afirma o
palestrante, evoluímos nossa área estratégica de atuação para o
BEM-ESTAR das pessoas.
A Mercur atua nos setores de Educação e Saúde, que se comple-
tam para atender as necessidades humanas, sociais e ambientais.
“Nesta caminhada de muito diálogo percebemos que o propósito
da Mercur é participar da construção de um mundo de um jeito
bom para todos, pensando no bem-estar da coletividade, a partir
daquilo que sabemos fazer bem”, justifica Jorge.
A VIRADA DA CHAVE - Em julho de 2009, aconteceu ‘a virada da
chave’, quando todos os cargos foram extintos.“Passaram a existir
então funções colegiadas, para facilitar os processos evolutivos
dentro da nova estrutura da empresa, onde ninguém foi demiti-
do e nem contratado”, comentou.“Na prática, o trabalho passou a
Empresa Mercur compa
12º Meeting Ges
09sindimetal@sindimetalrs.org.br
COMITÊ / AÇÃO
contar com grupos de pessoas atuando de
forma colaborativa, num modelo de gestão
construído, e não copiado, mas único e de-
safiador”, enfatiza Jorge.“Um trabalho com
propósito, ‘fazendo com’ e não ‘fazendo
para’, num ambiente com autoestima mais
elevada”, pontua.
Na Mercur, as relações tradicionais de su-
bordinação foram substituídas por rela-
ções de parceria. “Percebemos que a alma
da empresa estava nos primórdios da sua
criação”, analisou o palestrante. “A partir
desta constatação, reconstruímos os dire-
cionadores, com muito diálogo” enfatiza.
Os princípios dos negócios passaram a va-
lorizar todas as formas de vida; com cuida-
do e simplicidade. Investiram então em di-
recionamentos, como insumos renováveis.
Reduziram a diferença entre o menor e o
maior salário e passaram, também, a anali-
sar o mercado com mais restrições, criando
um espaço de aprendizagem. “Não traba-
lhamos mais com produtos licenciados e
não realizamos negócios e parcerias que
contribuam para potencializar as opera-
ções dos seguintes mercados e práticas:
tabaco, armamentos, jogos de azar, agro-
tóxicos, bebidas alcoólicas ou que impo-
partilha experiências no
estão de Pessoas
nham trabalho infantil, trabalho forçado
ou maus-tratos aos animais”, destaca Jorge.
“Precisamos ser coerentes com o nosso
propósito”.
Na prática, a Estrutura de Operação da Mer-
cur ocorre a partir de uma cooperação en-
tre pessoas, que oferecem diferentes níveis
de contribuição aos negócios da empresa.
Uma gestão feita por um Colegiado com-
posto por diferentes pessoas, baseada em
construções coletivas e alimentada perma-
nentemente por diálogos com diferentes
públicos: parceiros, fornecedores, clientes,
usuários de produtos, instituições da socie-
dade e poder público. Este colegiado geral
se reúne todas as segundas-feiras.
Atuando sempre em razão das pessoas, a
Mercur se propõe a ajudar no desenvol-
vimento do seu bem-estar. Para isso, tem
como base o compromisso de unir pessoas
e instituições para criar soluções significa-
tivas para todos. Pensando assim, elabora-
ram em conjunto e com muito diálogo, a
Visão 2050 da empresa: “uma organização
comprometida com a construção de rela-
cionamentos que valorizam a vida, a partir
de iniciativas locais de bem-estar”. Simples
assim!
Segundo Jorge, “a Mercur também desen-
volve uma série de projetos, que visam
inovar em áreas estratégicas para a com-
panhia e que também ajudem a equacio-
nar os impactos da atuação da empresa,
melhorando o perfil socioambiental de seu
consumo, ampliando os benefícios poten-
ciais de seus produtos e serviços para dife-
rentes públicos”.
Uma indústria presente no mercado há
94 anos, mas que segue se reinventando,
atuando de forma mais horizontal, onde o
compromisso institucional é priorizar pro-
dutos sustentáveis e soluções para a vida.
“É um processo que teve início, mas que
não tem fim”, resume, Jorge Hoelzel Neto,
merecidamente aplaudido pelo público
atento a todas as enriquecedoras experiên-
cias compartilhadas.
As profissionais Patrícia Misturini e Bianca
Kiszewski de Medeiros foram as mediado-
ras deste meeting, que contou com a par-
ticipação do público presente. “Os tempos
mudaram e as empresas precisam se rein-
ventar”, concluiu Patrícia ao cumprimentar
o representante da Mercur, pela trajetória
de sucesso.
P
ara o empreendedor garantir o crescimento sustentável dos
negócios é imprescindível utilizar os recursos de uma forma
mais inteligente. É crucial harmonizar três elementos centrais
para que o desenvolvimento sustentável seja alcançado: crescimen-
to econômico, inclusão social e proteção ao meio ambiente. Esses
elementos são interligados e fundamentais para o bem-estar dos
indivíduos e das sociedades.
Para tanto, em setembro de 2015, os 193 países-membros das Na-
ções Unidas adotaram oficialmente a nova agenda de desenvol-
vimento sustentável, intitulada “Transformando Nosso Mundo: A
Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”, na Cúpula de
Desenvolvimento Sustentável. Os Objetivos de Desenvolvimento
Sustentável, também conhecidos como Objetivos Globais fazem
parte desta agenda e trabalham em prol da qualidade de vida, de
forma sustentável, para a atual e futuras gerações. Esses objetivos
foram construídos com o sucesso dos Objetivos de Desenvolvimen-
to do Milênio (ODM), incluindo novos temas, como a mudança glo-
bal do clima, desigualdade econômica, inovação, consumo susten-
tável, paz e justiça, entre outras prioridades.
O Brasil participou de todas as sessões da negociação intergoverna-
mental, que resultou em acordo que contempla 17 Objetivos e 169
metas. Os objetivos são ilustrados na Figura 1.
Os ODS entraram em vigor em janeiro de 2016, e serão alcançados
através da parceria entre governos, setor privado, sociedade civil e
cidadãos comuns buscando a melhoria contínua das condições do
planeta as atuais e futuras gerações. Espera-se que os ODS sejam
cumpridos até 31 de dezembro de 2030. Entretanto, há a expecta-
tiva de que algumas metas, baseadas em acordos internacionais,
sejam cumpridos antes do prazo estabelecido.
Os países têm a responsabilidade primária de acompanhar e revisar
- a nível nacional, regional e global – os progressos feitos para a im-
plementação dos Objetivos e metas nos próximos 15 anos em áreas
de fundamental importância: pessoas, planeta, prosperidade, paz e
parceria. Espera-se a contribuição de todos os grupos interessa-
dos: governos, sociedade civil, setor privado, entre outros, para
o alcance da nova Agenda.
Em âmbito global, os 17 Objetivos de Desenvolvimento Susten-
tável (ODS) e 169 metas da nova Agenda serão acompanhados
e revisados por meio de um conjunto de indicadores globais.
Governos também desenvolverão os próprios indicadores na-
cionais para ajudar a acompanhar o progresso dos objetivos e
metas.
Em âmbito local, os objetivos podem ser impulsionados pelo
aumento da conscientização das partes interessadas e pela to-
mada de decisão dos negócios que efetivamente contribua para
alcançar as metas propostas. A mudança local ocorre quando
as ações globais são conectadas as realidades das comunidades
locais atuando diretamente no indivíduo, mercado, sociedade e
meio ambiente de forma colaborativa.
Neste contexto, se faz necessário o comprometimento de todos
no incentivo da participação das organizações da sociedade ci-
vil, do setor privado (micro, pequenas e médias empresas), aca-
demia e outras organizações locais.
Sendo assim, o setor privado
representa um agente essen-
cial neste cenário, e as empre-
sas devem buscar ajustar a sua
agenda com os ODS. A empre-
sa, conforme o seu negócio/
ramo de atuação, pode selecio-
nar os objetivos que tenham
mais sinergia com a sua estra-
tégia. Mas é essencial identifi-
car como o(s) ODS escolhido(s)
pode(m) afetar os seus demais
objetivos, mantendo a visão
sistêmica.
A empresa deve desenvolver
metas e indicadores referen-
tes às mudanças que deseja
promover para minimizar o im-
pacto negativo nos ODS mais
prioritários. Estas metas devem
ser estabelecidas pela alta administração da organização, sendo
divididas até metas individuais.
As empresas que alinham a sua estratégia de negócios frente
a uma agenda global como os ODS identificam novas oportu-
nidades de negócios, fortalecem a relação com as suas partes
interessadas e aumentam a chance de influenciar as políticas
públicas.
Para saber mais informações específicas sobre o gerenciamento
de resíduos do seu empreendimento faça sua consulta pessoal-
mente às áreas jurídicas e técnicas no SINDIMETAL RS ou via re-
mota conforme necessidade.
Objetivos do Desenvolvimento
Sustentável: COMO PODEMOS
CONTRIBUIR?
•AdvogadointegrantedaequipedeprofissionaisdoescritórioGarcezAdvogadosAssociados–AssessoriaJurídicadoSINDIMETALRS,nasáreasTrabalhista,Ambiental
edeRepresentaçãoComercial;
•EngenheiraQuímicadaBeeAssessoriaeConsultoriaLtda.,AssessoriaTécnicaAmbientaldaentidade.
Figura 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ODS
10 www.sindimetalrs.org.br
Ana Cristina Curia
CREA 104376-D
Eduardo Gaelzer
OAB/RS 58.660
Jurídico E técnico ambiental
11sindimetal@sindimetalrs.org.br
JURÍDICO TRABALHISTA
Vicente Eggers
OAB/RS 91.455
A
Copa do Mundo da FIFA, que este ano acontecerá na Rússia, tem a sua
cerimônia de abertura marcada para o dia 14 de junho. Durante a pri-
meira fase, os jogos da seleção brasileira ocorrerão nos seguintes dias
e horários:
Brasil x Suíça - no dia 17/06 (domingo), às 15h;
Brasil x Costa Rica – no dia 22/06 (sexta-feira), às 09h; e
Sérvia x Brasil – no dia 27/06 (quarta-feira), às 15h.
Caso passe da fase de grupos, a seleção brasileira, conforme for prosseguindo
e dependendo da posição em que se classificar, poderá jogar:
- as oitavas de final - no dia 02/07 (segunda) às 11h ou no dia 03/07 (terça), às 11h;
- as quartas de final - no dia 06/07 (sexta-feira) às 15h ou no dia 07/07 (sábado) às 11h;
- a semifinal - no dia 10/07 (terça-feira) às 15h ou no dia 11/07 (quarta-feira) às 15h;
- a final - no dia 15/07 (domingo) às 12h; ou
- a disputa pelo 3º lugar - no dia 14/07 (sábado) às 11h.
Como visto, as partidas da Copa do Mundo ocorrerão em horários coinciden-
tes com os horários em que diversas empresas mantêm as suas atividades.
Com a aproximação deste evento, muitos empresários passam a indagar
como permitir que os seus empregados acompanhem os jogos sem que haja
quaisquer prejuízos ao desempenho das atividades empresariais, até porque
na realização de qualquer função é fundamental que toda a concentração do
trabalhador esteja dirigida à tarefa executada, a fim de que ela seja feita da
melhor maneira e com o menor risco possível.
Eventual distração, euforia ou frustação na execução do trabalho permite
erros que, muitas vezes, são fundamentais à geração de acidentes, principal-
mente naquelas atividades de maior risco.
Como nas outras Copas do Mundo, a grande mobilização resultante dos jogos
envolvendo a seleção brasileira tende alterar inclusive o funcionamento de ór-
gãos públicos, com o estabelecimento de horários especiais em dias de jogos.
A título de exemplo, a Resolução Administrativa nº 14/2018 do Tribunal Re-
gional do Trabalho da 4ª Região estabelece, em seu art. 1º, que o expediente
das unidades administrativas e judiciárias e o atendimento ao público externo,
no âmbito da Justiça do Trabalho da 4ª Região, nos dias de jogos da Seleção
Brasileira de Futebol na Copa do Mundo FIFA de 2018, serão os seguintes: I –
das 12h30min às 19h, quando a partida tiver início às 9h; II – das 15h às 19h,
quando a partida tiver início às 11h; III – das 8h às 13h30min, quando a partida
tiver início às 15h.
Com o intuito de harmonizar a atenção e a vontade de muitos trabalhadores
com as atividades econômicas desenvolvidas pelas empresas, permitir que os
empregados acompanhem as partidas de futebol durante a Copa do Mundo
tende a ser uma opção.
Nestas circunstâncias, é fundamental saber quais são as diferentes hipóteses e
os respectivos requisitos para a compensação das jornadas de trabalho.
As Convenções Coletivas deTrabalhos das categorias profissional e econômica
das indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico, nas bases terri-
toriais de Montenegro, Novo Hamburgo, São Sebastião do Caí e de Sapiranga,
vigentes até 30.04.2018, bem como de São Leopoldo, vigente até 30.06.2018,
preveem a possibilidade de adoção de diferentes formas de compensação,
como, por exemplo: a) o regime de compensação de horário semanal; b) a
jornada de trabalho flexível ou regime especial de horário de trabalho, deno-
minado“banco de horas”; e c) a compensação para gozo de folgas.
O regime de compensação semanal se caracteriza pela possibilidade de pres-
tação de serviços além da jornada legal ou contratual, até 10 horas diárias, sem
que seja caracterizado trabalho extraordinário, pois o excesso de trabalho em
um dia se destina a compensar a sua inexistência em outra oportunidade, mas
dentro da respectiva semana, sendo aplicado, por exemplo, em empresas que
não funcionam aos sábados e antecipam o respectivo período nos demais
dias da semana, devendo ser ajustado por acordo individual escrito, acordo
coletivo ou convenção coletiva, conforme Súmula n. 85, I, do TST.
A JORNADA DE TRABALHO DURANTE
OS JOGOS DA COPA DO MUNDO DE 2018
Já a jornada de trabalho flexível ou regime de compensação especial, inti-
tulado de “banco de horas”, permite a compensação do excesso de horas
trabalhadas em um dia pela correspondente diminuição em outro dia, de
modo que não exceda, no período máximo de um ano, à soma das jornadas
semanais de trabalho, tampouco ultrapasse o limite máximo de 10 horas
por dia, consoante disposto no art. 59, §2º, da CLT.
Cabe destacar que a Lei n. 13.467/2017 (a chamada Modernização Traba-
lhista) incluiu na CLT disposições que permitem que o banco de horas seja
pactuado por acordo individual escrito, desde que a compensação ocorra
no período máximo de seis meses (art. 59, §5º, da CLT), bem como que es-
tabelecido por acordo individual, tácito ou escrito regime de compensação
de jornada para a compensação no mesmo mês (art. 59, §6º, da CLT).
No entanto, não podemos deixar de ressalvar que a constitucionalidade do
banco de horas por acordo individual não é matéria pacífica, enfrentando
divergência por parcela dos magistrados do trabalho, conforme, inclusive,
extrai-se do Enunciado nº 14 da 2ª Jornada de Direito Material e Processual
do Trabalho, realizada pela Associação Nacional dos Magistrados da Justiça
do Trabalho (Anamatra).
Neste cenário, por se tratarem de ocasiões especiais, para as empresas que
não possuem ajustado “banco de horas”de acordo com o que estabelecido
nas respectivas convenções coletivas, a compensação de horário prevista
para gozo de folgas, com a supressão do trabalho em determinado dia e
a respectiva compensação em outro, ou com a supressão de salário (pre-
vista nas Convenções Coletivas de Trabalho na cláusula denominada COM-
PENSAÇÃO DE HORÁRIO PARA GOZO DE FOLGAS), se mostra a opção mais
adequada.
Para a efetivação desta hipótese de compensação ou supressão, que não se
confunde com o regime de compensação semanal, deverá haver proposta
ou anuência da empresa e adesão mínima dos empregados, comprovada
em documento que contenha a assinatura destes, sendo que, após estabe-
lecida, ficarão os discordantes minoritários obrigados a cumpri-la, sob pena
de aplicação, pela empresa, de sanções disciplinares.
Os números mínimos de adesão exigidos para a efetivação da compensa-
ção de trabalho ou supressão de trabalho e salário são diferentes de acordo
com a base territorial.
Conforme Convenções Coletivas de Trabalho, as adesões mínimas exigi-
das são:
Desta forma, as empresas, com adesão do respectivo número mínimo de
empregados, poderão se utilizar deste meio para liberar seus colaborado-
res de suas atividades por algumas horas para assistirem os jogos, optan-
do pela compensação em outro dia (ou outros dias) ou pela supressão do
salário.
Caso não haja possibilidade de compensação de horas pela ausência de
negociação de acordo com o que estabelecido em Convenção Coletiva de
Trabalho, o que resta para aqueles que se sentirem inseguros com a adoção
de acordos individuais é a possibilidade de liberação dos empregados em
tais horários, sem qualquer prejuízo de seus salários e sem que isso importe
em falta ao serviço.
Por fim, em não havendo interesse por parte da empresa em liberar os seus
empregados, aquele que não trabalhar para assistir algum jogo, terá consi-
derada a sua falta para todos os efeitos legais.
• Advogado integrante da equipe de profissionais do escritório Garcez Advogados Associados – Assessoria Jurídica do SINDIMETAL RS, nas áreasTrabalhista,
Ambiental e de Representação Comercial.
Marciano Buffon
OAB/RS 34.668
N
os idos anos sessenta do século
passado, o grande jurista gaúcho,
Alfredo Augusto Becker, qualifi-
cou a forma de tributar brasileira como
um “manicômio jurídico-tributário”. Não
obstante seu anacronismo, bem como
o necessário respeito aos portadores de
doenças mentais, tal expressão consa-
grou-se como verdadeiro jargão no meio
acadêmico, muito embora o saudoso ju-
rista jamais tenha imaginado o quanto de
insanidade seria possível adicionar àque-
les pequenos desvios comportamentais
da tributação do século XX.
No caso dos combustíveis, além de um
grau de loucura irrefreável, há requintes
de verdadeira perversidade, em que o ci-
dadão é espoliado de uma forma imper-
ceptível e, portanto, indolor, não obstante
a doença o consuma progressivamente.
Cada ator cumpre seu papel de uma for-
ma digna de premiação.
O Governo Federal cobra antecipadamen-
te PIS/COFINS sobre a gasolina (R$ 0,7925
litro) e diesel (R$ 0,4615), sendo que em
julho de 2017 houve uma significativa
majoração dos valores cobrados median-
O MANICÔMIO TRIBUTÁRIO
DOS COMBUSTÍVEIS
te a edição, pelo Presidente da República,
de um inconstitucional Decreto, que não
respeitou o princípio da legalidade, nem
da anterioridade nonagesimal, como exi-
ge a Constituição Brasileira. Além disso,
exige a Contribuição de Intervenção no
Domínio Econômico – CIDE desde 2001
(Lei 10.336), cuja cobrança só foi legitima-
da pelo fato de que serviria para neutra-
lizar os efeitos da volatilidade dos preços
do barril do petróleo e do próprio câm-
bio. Atualmente, esta contribuição cor-
responde a R$ 0,10 sobre a gasolina e R$
0,05 sobre o diesel. Ora, se os repasses de
obscuros custos da Petrobras ocorrem,
quase que diariamente, os requisitos para
cobrança dessa malfadada contribuição
deixam de estar presentes, tornando-a in-
constitucional!
Os Estados também não decepcionam.
No Rio Grande do Sul, exige-se, antecipa-
damente, ICMS à alíquota de 30% (outros
estados 25%) sobre o preço de venda ao
consumidor, cuja base para cálculo é rea-
justada periodicamente para acompanhar
a sistemática majoração. Ou seja, cria-se
a insana situação de aumentar o ICMS,
porque se aumentou o preço e, com isso,
O
SINDIMETAL RS promoveu uma
reunião extraordinária, dia 11 de
junho, aberta às empresas asso-
ciadas e filiadas não optantes pelo SIM-
PLES NACIONAL.
A mesma ocorreu na sede da entidade,
para esclarecimentos e encaminhamen-
tos sobre alterações na legislação tri-
butária e na área de logística, em face à
denominada “greve dos caminhoneiros”.
Na pauta, informações sobre o fim da
desoneração da folha de pagamento;
redução (praticamente extinção) do RE-
INTEGRA das empresas exportadoras;
proibição da utilização de créditos (com-
pensação) para pagamento de Imposto
de Renda e Contribuição Social devido
mensalmente por estimativas, além da
ilegalidade da tabela de frete.
reajusta-se novamente o preço, pois o im-
posto estadual foi majorado! Sirvam nos-
sas façanhas... embora essa façanha não
seja exclusivamente gaudéria.
Neste cenário, seria possível modificar
esta sistemática? Não só possível, mas
imprescindível, pois tanto PIS/COFINS
como CIDE não conseguem sobreviver
a um controle de constitucionalidade (o
STF ainda não teve “tempo” de fazer isso
em relação ao PIS/COFINS majorado em
julho/2017). Ainda, poderia haver a redu-
ção da alíquota do ICMS ou manutenção
de base de cálculo por períodos mais ex-
tensos, sem a submissão aos efeitos da
volatilidade.
Enfim, se Becker hoje vivesse provavel-
mente sentiria até certo constrangimento
de qualificar de manicômio jurídico-tri-
butário o que se fazia nos anos 1960 no
Brasil, ou poderia ser alçado à condição
de um Nostradamus contemporâneo, pois
previu a institucionalização da insanidade
coletiva no campo da tributação.
(Texto publicado originalmente na Zero Hora do dia 27
de maio de 2018).
• Advogado da equipe Buffon & Furlan Advogados Associados - Assessoria Jurídica do SINDIMETAL RS, na áreaTributária.
12 www.sindimetalrs.org.br
Reunião extraordinária sobre
ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA
Jurídico TRIBUTÁRIO / ação
Marciano Buffon aborda questões tributárias
T
otalizando seis semanas de intensa
programação voltada à segurança
e à saúde do trabalhador, o SIN-
DIMETAL RS deu início, no dia 07 maio, à
SIPAT Comunitária Itinerante. O encerra-
mento desta extensa programação ocor-
rerá no dia 26 de outubro.
O evento, organizado em parceria com
o SESI, reúne 24 empresas associadas e
filiadas, localizadas na base territorial da
entidade, composta por 35 municípios.
Segundo o diretor Executivo do SINDI-
METAL RS, Valmir Pizzutti, entre os prin-
cipais objetivos estão integrar empresas
da mesma categoria, propiciando um am-
biente de troca de experiências; reduzir
custos; oportunizar aos trabalhadores a
participação em atividades culturais e so-
ciais voltadas à preservação da vida, além
de despertar a importância da adoção de
uma consciência e conduta prevencionis-
ta laboral.
Nesta edição, a comissão organizadora
formatou a programação evidenciando
os seguintes temas: Comportamento na
operação de máquinas e equipamentos;
Economia familiar; Ergonomia; Etique-
ta profissional; e Viver melhor para viver
mais.
AÇÃO / AGENDA
13sindimetal@sindimetalrs.org.br
PROGRAMAÇÃO EM ANDAMENTO
1º Semana – 07 a 11/05
BioEngenharia -SãoLeopoldo
Metalsinos(MatrizeFiliais1e3)-Araricá
2º Semana – 14 a 18/05
Higra-SãoLeopoldo
HTMicron,TeikoneAltus(Matriz)-SãoLeopoldo
Transmaq-SapucaiadoSul
3º Semana – 04 a 08/06
Copé&Cia1e2-SãoLeopoldo
MetalúrgicaNunes-SãoLeopoldo
4º Semana – 18 a 22/06
Imobras-AltoFeliz
Metalthaga-NovoHamburgo
MetalúrgicaDaniel-NovoHamburgo
MetalúrgicaLorscheitter,JefersonLorscheittereIndustrialSão
Sebastião-SãoSebastiãodoCaí
5º Semana – 13 a 17/08
Inpel -SapucaiadoSul
MetalúrgicaLoth-Sapiranga
Projelmec-SapucaiadoSul
Rodatech - Esteio
6º Semana – 22 a 26/10
Infasul - São Leopoldo
Rijeza - São Leopoldo
Mais informações, através do e-mail de-
senvolvimento2@sindimetalrs.org.br ou
do telefone (51) 3590-7708.
Agenda SINDIMETAL RS 2018
Acompanhemensalmenteeparticipedasoportunidadesdenegócioequalificação,queestãoincluídasnaagendadaentidade.
Maisinformaçõespoderãoserobtidasatravésdostelefones(51)3590-7707e3590-7708.
Programaçãosujeitaàalteração.Agendaon-lineem:www.sindimetalrs.org.br
JULHO
09 a 13 - Curso de CIPA
09 a 30/10 - Agente de Transformação Lean
17 - 3º Encontro de Negócios Manutenção e
15º Encontro de Negócios Metalmecânico
AGOSTO
13 a 17 - Curso de CIPA
SETEMBRO
18 a 21 – Feira Metalurgia – Joinville/SC
OUTUBRO
02 a 05 – Feira Mercopar – Caxias do Sul/RS
15 a 19 - Curso de CIPA
26 - Seminário Ambiental
NOVEMBRO
07 - 7º Fórum Lean Manufacturing
19 a 23 - Curso de CIPA
DEZEMBRO
05 - Workshop - Cenários 2019
Altus, HT Micron e Teikon
Higra
Nunes
Transmaq
SIPAT
SIPAT
Segurança
Trabalho
MERCADO
14 www.sindimetalrs.org.br
C
om a missão de oferecer soluções em
revestimentos superficiais para o be-
neficiamento de metais, a associada
Tecnocromo Cromagem Industrial Ltda.,
com sede em Sapucaia do Sul, vem cons-
truindo a sua história desde 2003.
Atuando no setor metalmecânico, realiza
beneficiamentos e serviços de manuten-
ção para diversos segmentos industriais,
oferecendo serviços de eletrodeposição de
cromo duro, aspersão térmica, retificação
e usinagem, sempre visando o excelente
atendimento ao cliente e a qualidade do
serviço prestado.
O foco de seus processos concentra-se em
revestimentos de superfícies metálicas
para clientes que buscam alto desempe-
nho em resistência e durabilidade. Atende
segmentos diversos como metalmecânico,
têxtil, agrícola, automobilístico, óleo e gás,
A
Gedore, uma das maiores fabri-
cantes de ferramentas do mundo,
esteve presente na Feira Interna-
cional de Máquinas e Equipamentos (FEI-
MEC), de 24 a 28 de abril, em São Paulo.
Entre as diversas novidades, o destaque
foi o lançamento no Brasil da nova linha de
ferramentas GEDOREred, que atualmen-
te conta com 25 jogos diversos dirigidos
principalmente a oficinas e profissionais
autônomos.
Bancadas,carrinhos,chaveseumaenorme
variedade de ferramentas foram expostas
de forma acessível para que todos os vi-
COMEMORA 15 ANOS
GEDORE MARCA PRESENÇA NA FEIMEC
Fonte: CRK
Fonte: Gedore
sitantes pudessem interagir. Foi possível
ver em uso os produtos Gedore Solutions
e testar diversas ferramentas na bancada
Test Center, trazida da Alemanha especial-
mente para a feira.
A FEIMEC é o evento oficial do setor, con-
solidadocomooprincipaldaindústriame-
cânica no Brasil. Nesta edição, estiveram
presentes cerca de 900 marcas e mais de
460 expositores apresentando lançamen-
tos e novas tendências do mercado, além
de uma programação com conteúdo rele-
vanteeexclusivoqueagregaconhecimen-
to e qualificação profissional.
A
associada CRK Automação abordou o tema Indústria 4.0:
estratégia ou sobrevivência, durante o XII Congresso de
Gestão da Produção, que ocorreu no período de 24 a 26 de
EXPERIÊNCIAS COMPARTILHADAS NA FEEVALE
maio, no Salão de Atos, da Universidade Feevale, em Novo Ham-
burgo. Na ocasião, a empresa esteve representada pelo diretor
Nestor Freiberger de Medeiros, fundador e responsável pela Ges-
tão da Produção e Processos, no setor Comercial; e pelo gerente
de Projetos e Vendedor Técnico, na CRK, Nicolas Wilbert da Silva.
Ambos falaram sobre soluções inovadoras, que impactam posi-
tivamente nos resultados de seus clientes, localizados no Brasil
e no exterior.
Por ocasião do evento, foram abordados diferentes aspectos que
envolvem a gestão e o processo detransformação digital no dia a
dia das empresas; um desafio permanente, que exige velocidade
na coleta, análisede dados e especialmente na tomada de de-
cisões, visando sempre os melhores resultados. A programação
também incluiu visitas técnicas e a CRK recebeu, no dia 25 de
maio, participantes do Congresso na sua sede em São Leopoldo,
quando foram compartilhados os processos internos na gestão
da produção, em todos os setores da empresa.
siderurgia, pe-
troquímico, en-
tre outros.
Mantendo há
15 anos valores
que colocam
o cliente em
primeiro lugar,
a Tecnocro-
mo respeita as
pessoas envolvidas no processo e busca a
sustentabilidade econômica, social e am-
biental, promovendo a segurança dos cola-
boradores, atingindo os resultados plane-
jados e potencializando o talento coletivo.
Cumprimentos aos sócios Airton Brito, Vla-
dimir da Costa Gonçalves, Mauro Ramos
dos Santos, Eloi dos Santos e Fellipe Cam-
pos Brito pelo aniversário da empresa. Su-
cesso e muitas realizações a toda equipe!
Fonte:Tecnocromo
15
mercado
O
título de Cidadão Leopoldense foi concedido ao diretor e vice-presidente de Opera-
ções da Stihl, ArnoTomasini, no dia 04 de junho, às 19h no Plenário da Câmara Muni-
cipal deVereadores de São Leopoldo. A solenidade de outorga do título foi proposta
pelo vereador Marcelo Buz, sendo aprovado por unanimidade, considerando o reconheci-
do esforço por garantir investimentos expressivos para o município de São Leopoldo, com a
ampliação da multinacional alemã na cidade, além de anos dedicados à educação.
Morador capilé há quase 30 anos,Tomasini é natural de Ilópolis (RS), e atualmente responde
por toda a área industrial, de engenharia de produtos, de planejamento de importação e de
exportação da Stihl. O homenageado também é vice-presidente do SINDIMETAL RS.
“Sinto-me honrado em receber esta relevante distinção, que significa a contribuição para
a sociedade de São Leopoldo. Precisamos disseminar uma cultura de preocupação com as
responsabilidades profissionais aliadas ao engajamento social; fomentar negócios ao mes-
mo tempo em que se capacitam pessoas”, ressaltou. Tomasini acrescentou que “a atuação
na Stihl, que comemora 45 anos da fábrica no Brasil este ano, faz parte deste mérito, pois
está embasada nestes valores e investe forte para transformar realidades”, conclui.
O
presidente da Stihl Brasil, Cláudio
Guenther, foi homenageado com o
mérito Personalidade Competitivida-
Recentemente, a Revista Brasil-Alemanha apresentou os desa-
fios e os benefícios referentes ao programa de Formação Dual no
Brasil. Na ocasião, a Stihl, que está entre as três empresas que já
implementaram o programa no País, fez um relato sobre a expe-
riência inovadora.
O Centro de Competência Formação Profissional da AHK São Pau-
lo criou parcerias com empresas interessadas em implementar um
curso técnico em Mecatrônica interno para seus funcionários.
Para Dieter Schmiedt, especialista em Treinamento e Qualificação
da Stihl, o objetivo do curso é proporcionar uma formação qualifi-
cada com vivências reais da rotina de trabalho de um especialista
do segmento mecatrônico. “A Stihl motiva-se em contribuir tanto
para a competitividade da empresa quanto para a capacitação in-
PRESIDENTE DA STIHL BRASIL RECEBE MÉRITO
PERSONALIDADE COMPETITIVIDADE INTERNACIONAL
Formação Dual é destaque na Revista Brasil-Alemanha
ARNO TOMASINI É CIDADÃO LEOPOLDENSE
15sindimetal@sindimetalrs.org.br
Fonte: Stihl
dividual dos colaboradores. Temos diversas ações que estimulam
a capacitação, mas essa formação em Técnico em Mecatrônica é
um projeto que visa a valorização e o aperfeiçoamento diferencia-
do dos funcionários. E o que mais nos orgulha é o reconhecimento
por parte dos colaboradores, que sentem e enxergam o seu real
valor para a empresa”.
O curso, que tem duração aproximada de três anos, é aplicado
pela instituição de ensino parceira, o SENAI, e a experiência prá-
tica é obtida pelos alunos na própria empresa em que trabalham.
O papel do Centro de Competência Formação Profissional da AHK
São Paulo é oferecer suporte às empresas para que a formação
seja implementada de acordo com a metodologia alemã e tam-
bém aplicar as provas finais e a avaliação de uma banca examina-
dora para certificar os alunos.
deInternacional2018.Acategoriaéoferecida
todososanosaumaliderançaempresarialou
profissional, que atue no comércio exterior e
que tenha realizado ações de incentivo à in-
serção de produtos brasileiros no mercado
externo. Há dez anos à frente da empresa,
que tem sede em São Leopoldo, Guenther re-
cebeu a distinção durante a cerimônia do 46º
Prêmio Exportação, dia 7 de junho, na Casa
NTX, em Porto Alegre.
“Receber este reconhecimento no ano em
que comemoramos os 45 anos da fábrica da
StihlnoBrasilgeramuitoorgulhoesatisfação,
além de certificar o rumo que adotamos para
a empresa no cenário econômico. No merca-
do internacional, o Grupo Stihl está presente
em mais de 160 países e nossa sede brasileira
exporta anualmente para mais de 70 destes.
Até 2020, investiremos um total de R$ 500
milhões em nossa fábrica em São Leopoldo,
com a finalidade de aprimorar nossos proces-
sos fabris e administrativos, desenvolver tec-
nologias inovadoras, aumentar capacidade
produtiva, dentro do conceito de produção
limpa e Indústria 4.0, objetivando o aumento
constante da nossa competividade”detalhou
Guenther.
Guenther é graduado em Ciências Contá-
beis pela Universidade Regional de Blume-
nau e com especialização em Administração
de Produto, Produção e Planejamento pela
Fundação Getúlio Vargas. O executivo sem-
pre se identificou com a cultura alemã e, em
1990/92, especializou-se em controladoria
empresarial na Alemanha. Ao voltar para o
Brasil, atuou em São Paulo à frente de mul-
tinacionais alemãs. Iniciou sua trajetória na
Stihl em 2008 como vice-presidente adminis-
trativo-financeiro. Em 2011, assumiu o cargo
de presidente, tendo como objetivo o cres-
cimento da empresa e o fortalecimento da
marca no Brasil e exterior. Atua ainda como
presidente da Previstihl e diretor da FIERGS.
Cláudio Guenther
Arno Tomasini
HISTÓRIA
CONSOLIDADA
ESPAÇO SINDIMETAL Nº 70
VITRINE
51 3081-5100 | www.belton.com.br
N
o mercado desde 1998, a Belton foi fundada a partir da
visão empreendedora do diretor Carlos Roberto Bicca.
Com larga experiência no setor de pneumática, Bicca traz
no seu DNA o gosto pela profissão e o talento para administrar
e encontrar soluções específicas e diversificadas para os clientes.
“A Belton oferece uma linha completa de equipamentos pneumá-
ticos para automação industrial, desenvolvendo também produ-
tos especiais, com suporte técnico e elaboração de projetos exclu-
sivos para cada necessidade do cliente”, afirma o diretor.
A empresa trabalha com tecnologia em Automação Pneumática
agregando alta produtividade e inovação em máquinas industriais
e aplicação móbil. “Atendemos desde simples manutenções até
automações complexas”, esclarece o gerente de Operações, Nadir
Roman Neto. “Nosso departamento de Engenharia de Vendas é
capacitado para desenvolver soluções completas e customizadas
para cada automação, com velocidade e precisão nas informa-
ções, auxiliando em todas as etapas do projeto”, argumenta Nadir.
Certificada pela norma ISO 9001:2008, a empresa tem como com-
promisso principal a satisfação do cliente, através da qualidade
intrínseca de seus produtos e da manutenção de um estoque es-
tratégico, que assegura rapidez e agilidade no atendimento de
prazos; outro grande diferencial da empresa. Completa e versátil,
atende a todos os segmentos do mercado, seja fabricante de má-
quinas, grandes e pequenos usuários, distribuidores e revendas
em todo o Brasil.
Mesmo reconhecendo o crescimento alcançado, o diretor relembra
que não foi sempre assim. Em 2006, com a invasão de produtos e
peças chinesas, a Belton precisou repensar a sua trajetória e as estra-
tégias de vendas.“Tínhamos filiais e representantes em vários locais,
mas optamos por permanecer com a indústria 100% nacional, sem
interferência de outros países, como a China, e assim o ajuste na em-
presa foi inevitável”, registra. Já exportaram mas, atualmente, estão
focados na demanda nacional, especialmente nas regiões Sul, Sudes-
te e Centro Oeste.
Sempre atentos, investem na participação em diferentes feiras no
País, como a Feimec, Expomafe, Metalmineração, Mercopar e, neste
ano, estarão presentes também na primeira edição da Forlac, em Mi-
nas Gerais. “Um mercado novo, mas promissor”, avalia o diretor, que
aposta nas feiras como um ótimo canal de oportunidades. “A visibi-
lidade da marca é direta; o contato com clientes e fornecedores se
consolida e a possibilidade de chegar até novos mercados se ampli-
fica”, considera.
ComsedenobairroCentro,emSãoLeopoldo,aBeltonestálocalizada
no mesmo endereço, desde a sua fundação. O projeto de crescimen-
to, com novidades na gestão, inclui a construção de uma nova fábrica
no Distrito Industrial da Zona Norte, em 2019.“A meta é permanecer
uma empresa enxuta e crescer dentro do possível, sem perder a qua-
lidade e as características do atendimento personalizado, buscando
sempre soluções rápidas e precisas”, enfatiza Bicca.
“Aprendi desde muito cedo, que o vencedor não desiste dos seus so-
nhos”, declara o diretor.“Já passamos por diferentes desafios, muitos
decorrentes da inconstância econômica vivida no País, mas aprende-
mos a lidar com as adversidades. Ajustamos a gestão da empresa e
seguimos investindo em máquinas; na qualificação dos funcionários;
bem como na qualidade dos nossos produtos e processos. Os resul-
tados têm sido decorrentes destes fatores, somados ao empenho de
todaaequipeeafidelidadedosnossosclientes”,asseguraofundador.
Parabéns e sucesso duradouro à direção e funcionários da Belton!

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  • 1. 70 - Maio / Junho 2018 | ANO 12 Case da Mercur apresentado no Meeting Gestão de Pessoas ELEIÇÕES NO BRASIL - 02 ENCONTROS DE NEGÓCIOS - 07 COPA DO MUNDO - 11 BELTON PNEUMÁTICA - 16 08 e 09
  • 2. Q uero aproveitar este espaço para dividir algumas opiniões sobre as eleições que se aproximam. Os acontecimentos re- centes mostraram a grande insatisfação da população com o governo e os políticos de forma geral. Entendo que é necessário fazermos uma autocrítica, para refletir sobre a responsabilidade de cada um dentro do sistema democrático brasileiro. O País precisa de um projeto de longo prazo, baseado em uma visão comum de onde queremos chegar como nação, e o eleitor, inevitavelmente, faz parte disto. Não podemos ignorar que os políticos atuais foram eleitos demo- craticamente. Quem se lembra em quem votou nas últimas elei- ções em 2014? Será que estamos acompanhando se aquele que recebeu o nosso voto está sendo coerente? Num mundo digital isto é relativamente simples, basta um pouco de dedicação. O político vive preocupado com a eleição seguinte e se perceber que será cobrado pelas suas promessas, a tendência é de que haja mais coerência nos seus atos. Isto irá tornar nosso sistema demo- crático mais eficaz. Mesmo que alguns pensem que uma ruptura democrática seja a única alternativa para melhorar nossa situação, tenho a convicção de que não é a opção desejável. Olhando exem- plos ao redor do mundo eles não me parecem motivadores. Teremos eleições em 1º turno, no dia 7 de outubro, e em 2º tur- no, no dia 28 de outubro. Além do presidente da república, se- rão eleitos os governadores de cada estado e 54 senadores, 513 deputados federais e 1.059 deputados estaduais, sendo 55 para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul. Considerando a pés- sima performance dos nossos políticos atuais, temos que analisar muito melhor as opções, neste ano, e verificar quais as posições dos candidatos em relação às principais questões. A mídia tende a focar demais no presidente, mas vale lembrar que o congresso tem participação fundamental nas decisões do País e merece mui- ta atenção no momento do voto. Antes de cobrar dos políticos precisamos saber quais são as nossas próprias opiniões sobre as questões mais importantes e decidir em que direção nós queremos que o País avance. Também é im- portantíssimo entender que ‘não existe almoço grátis’. O político, que promete resolver todos os problemas, sem exigir nenhum sa- crifício, é um demagogo populista e, uma vez no poder, tenderá a gerar crises graves. Precisamos ser mais exigentes. Não podemos acreditar em um salvador da pátria. O Brasil está inserido no mundo real onde quem gasta mais do que arrecada terá problemas. Em 2018, deverão faltar ao governo R$ 181,9 bilhões para fechar as contas. Como o rombo da previ- dência tende a aumentar a cada ano, os futuros governantes não poderão evitar ajustes fortes e impopulares. Isto não pode ser omitido na campanha. Temos que cobrar coerência.   As plataformas digitais nos permitem conhecer a posição do candi- dato, para que possamos usar estes dados e exigir coerência depois. Não devemos deixar que a nossa decisão seja baseada apenas nas manchetes da TV e dos jornais. Temos que olhar a plataforma do candidato e entender a sua posição para verificar se está alinhado com o que pensamos.   Alguns pontos importantes, para os quais um candidato deveria ter um posicionamento claro, são os seguintes. • A necessidade de um ajuste fiscal, em especial a reforma da previdência. • A participação dos funcionários públicos (ativos e pensionis- tas) no sacrifício. • A redução do estado gigantesco, caro e ineficiente. • A privatização das empresas públicas. • A prática de uma lei trabalhista menos paternalista. • A independência do Banco Central. • A eliminação de subsídios. • E o mais importante, a educação. Queremos realmente fazer da educação nossa prioridade? Ou estamos satisfeitos se alguns têm educação de alto nível, em escolas particulares, e os demais recebem uma educação insuficiente, através dos sistemas públi- cos? Quais serão os empregos que reservaremos para esta mão de obra subqualificada em um mundo robotizado e usando inte- ligência artificial de forma cada vez mais ampla?  Os pontos acima são importantes e precisam ser discutidos am- plamente na campanha, sem que seja um pró ou contra radical. O mais importante, na minha opinião, é que não teremos pers- pectiva futura se não valorizarmos a educação. Não basta prome- ter mais investimentos, é necessário um projeto que comece nos primeiros anos de ensino, ou mesmo nas creches, e ultrapasse o prazo de uma legislatura. Nossos políticos somente darão a devida atenção às prioridades se forem cobrados pelos eleitores durante seu mandato. Temos que escolher os candidatos da mesma forma que contratamos um profissional para administrar uma empresa. Em qual dos candida- tos você confiaria a gestão de sua empresa? Vamos ser coerentes e fazer a nossa parte na eleição e durante a legislatura. DEMOCRACIA EXIGE COERÊNCIA! 02 www.sindimetalrs.org.br ponto de vista Vice-PresidentedoSINDIMETALRS “ “ Volker Lübke Nossos políticos somente darão a devida atenção às prioridades se forem cobrados pelos eleitores durante seu mandato.
  • 3. E stamos apresentando a edição nº 70 do informativo ESPA- ÇO SINDIMETAL, com o registro das ações e iniciativas do sindicato e dos seus grupos e comitês. Confira os assuntos, que são destaque.  O Ponto de Vista, na página 02, é assinado pelo vice-presiden- te, Volker Lübke, e aborda com muita propriedade um assunto, que irá movimentar e repercutir fortemente no País: as eleições. Não deixe de ler!   O projeto Atração de Mão de Obra Jovem para a Indústria, pre- conizado com destaque pela entidade, pode ser conferido na pá- gina 04. Na sequência, a cobertura do Seminário Nacional sobre Agenda 2030 e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, nas páginas 05 e 10, evento que contou com o apoio do SINDIMETAL RS.   As atividades do grupo Desenvolvimento de Lideranças, e dos comitês Gestão de Pessoas e Lean, podem ser conferidas na pá- gina 06. Já na 07, divulgamos dois eventos sobre o eSocial reali- zados em parceria com o Sindicato dos Contadores. Nas páginas centrais, a cobertura do Meeting Gestão de Pessoas, incluindo relatos de diferentes experiências na trajetória da empresa Mer- cur, especialmente nas áreas de gestão e sustentabilidade. Vale a pena conferir!  As páginas 11 e 12 trazem esclarecimentos jurídicos sobre a Jornada de trabalho, durante os jogos da copa do mundo, e a tributação nos combustíveis, assuntos atuais e que cuidadosa- mente foram analisados pelas assessorias jurídicas Trabalhista e Tributária, respectivamente. Acompanhe também a agenda da entidade, na página 13, com atividades variadas, bem como o detalhamento da SIPAT Comunitária Itinerante, que está em andamento com previsão de encerramento no mês de outubro. Divulgar boas práticas e conquistas das empresas associadas e filiadas é sempre inspirador. Pois nesta edição, reservamos as páginas 14 e 15, para noticiar e aplaudir a Tecnocromo, CRK, Gedore e Stihl, além da Belton, em evidência na Vitrine, da con- tracapa. Literalmente, empresas empreendedoras e fortemente alinhadas com o futuro. Ótima leitura e até a próxima edição! PRESIDENTE Raul Heller VICE-PRESIDENTES ArnoTomasini Leonardo Pedroso Filho Roberto Dauber Sergio de Bortoli Galera Vitor Fabiano Ledur Volker Lübke SECRETÁRIO Roberto Petroll TESOUREIRO UdoWondracek DIRETORES Ademir Luiz Costella Celso Luiz Rodrigues Christine Lange Daniel Carlos Pereira Darlan Geremia Emílio Neuri Haag Jean Carlo Peluso Marcelo Fleck Marcelo Mariani Ronei Feltes Silvino Geremia Thiago Piovesan Valdir Luiz Huning Walter CarlosWetzel CONSELHO FISCAL - TITULARES Luiz Antônio Gonçalves Marcelino Leopoldo Barth Roberto Alexandre Schroer CONSELHO FISCAL - SUPLENTES Pedro Paulo Lamberty Ricardo Kiszewski Rubén Antônio Duarte DELEGADOS REPRESENTANTES JUNTO À FIERGS TITULARES Raul Heller Sergio de Bortoli Galera SUPLENTES Volker Lübke ArnoTomasini DELEGADOS REPRESENTANTES EstânciaVelha/ Dois Irmãos/ Ivoti Marcelino Leopoldo Barth Esteio / Sapucaia do Sul Ademir Luiz Costella Morro Reuter Ronei Feltes São Sebastião do Caí/ Montenegro Vitor Fabiano Ledur Sapiranga Emilio Neuri Haag Vale Real Roberto Petroll Boas iniciativas SINDIMETAL RS Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico e Eletrônico de São Leopoldo O papel deste informativo é proveniente de árvores de reflorestamento. PRESERVEOMEIOAMBIENTE Rua José Bonifácio, nº 204 - 5º andar - Centro das Indústrias - São Leopoldo/RS - Fone (51) 3590.7700 editorial Diretor Executivo: Valmir Pizzutti Relacionamento Institucional: Andrea Maganha Redação: Jornalista Neusa Medeiros (Mtb 5062) Informativo bimestral Tiragem: 1.800 exemplares Circulação: gratuita e dirigida EdiçãoeProdução:Edição3ComunicaçãoEmpresarialLtda. Gráfica: Impressos Portão Ltda. Fotos: divulgação Trabalhosassinadossãoderesponsabilidadedeseusautores. relacionamento@sindimetalrs.org.br www.sindimetalrs.org.br EXPEDIENTE ÍNDICE DIRETORIA | GESTÃO 2016 - 2018 02 - PONTO DE VISTA 10 - JURÍDICO / TÉCNICO AMBIENTAL 08 e 09 - COMITÊ / AÇÃO 16 - VITRINE 05 - INSTITUCIONAL 13 - AÇÃO / AGENDA 06 - GRUPO / COMITÊ 14 - MERCADO 07 - PARCERIA / AÇÃO 15 - MERCADO 03 - EDITORIAL 11 - JURÍDICO TRABALHISTA 04 - INSTITUCIONAL 12 - JURÍDICO TRIBUTÁRIO / AÇÃO
  • 4. 04 A s ações desenvolvidas junto à Escola Técnica Frederico Guilherme Schmidt, com sede em São Leopoldo, seguem impulsionando o projeto Atração de Mão de Obra Jovem para a Indústria, preconizado com destaque pela entidade. A in- teração entre indústria e escola técnica (e vice-versa) tem identi- ficado possibilidades de auxílio e aproximação, intensificando a parceria. Além de despertar o interesse dos jovens, para serem futuros trabalhadores da indústria, o projeto visa também, sensibilizar os empresários quanto à importância da contratação de jovens aprendizes com idade acima de 16 anos, para que ao término do curso técnico possam atuar na indústria. O plano de ação para 2018, junto à escola, está em andamento e prevê palestras e visitas nas empresas, além de apoio na Expos- chmidt. A primeira palestra ocorre no dia 26 de junho, ocasião em que André Lopes, do SENAI e membro do comitê Lean, falará sobre ‘O que o Lean proporciona para o seu futuro na indústria’. Haverá também uma oficina, em julho: Como montar um cur- rículo, que será ministrada por integrantes do comitê Gestão de Pessoas: Cristiane Faleiro e Márcia Flores, das empresas Infasul e SS Usinagem, respectivamente. Na sequência, em agosto, o tema será A importância da manutenção nas organizações, a cargo de Foi realizada, no dia 06 de junho, na sede do sindicato, re- união sobre os Conselhos Consultivos SESI e SENAI, com a presença do Superintendente do sistema FIERGS/CIERGS, Carlos Heitor Zuanazzi. AÇÕES EM PROL DA ESCOLA FREDERICO SCHMIDT Novos Conselhos do SESI e do SENAI www.sindimetalrs.org.br Alexandre Silva, da Gedore e membro do Grupo Manutenção. A primeira visita ocorreu na associada Coester, no dia 25 de maio, nos turnos da manhã e tarde, para alunos dos cursos de Eletro- mecânica e Eletrotécnica. Outra atividade de destaque será a 20º Exposchmidt prevista para os dias 09 e 10 de novembro. Os ges- tores já iniciaram a análise dos escopos dos trabalhos, que serão apadrinhados por empresas vinculadas aos comitês e grupos da entidade. Interessados em saber mais sobre o projeto poderão entrar em contato com a entidade, através do fone (51) 3590-7708. iNSTITUCIONAl Chegamos à edição nº 70 D esde a primeira edição do ESPAÇO SINDIMETAL até o mo- mento, temos verificado, através de pesquisas de satisfação, que o informativo tem sido bem avaliado, tanto na edição impressa, quanto na possibilidade de acesso e compartilhamento de forma on-line. Para exemplificar, a edição nº 69, até o dia 30 de maio, teve suas páginas 1787 vezes visualizadas, num tempo médio por visita de 5’30”. Em 2017, conforme pesquisa realizada nos eventos, 11% dos leitores souberam das atividades promovidas pela entida- de, através deste veículo de comunicação. Lançado no final de 2006, o informativo ESPAÇO SINDIMETAL, que nasceucomointuitodeserumelodecomunicaçãoentreaentidade e as associadas e filiadas, tem divulgado sua agenda, apresentando a cobertura de fatos relevantes, bem como promovendo as empresas vinculadas ao segmento, contribuindo, igualmente, para preservar a história da instituição. É um canal importante de comunicação, que registra, igualmente os fatos e a opinião de empresários e gestores, fortalecendo a relação associativa e a caminhada realizada pelas lideranças empresariais. Circula bimestralmente via correio, e-mail e também fica disponível no site da entidade, podendo ser compartilhado nas redes sociais; sempre colocando em evidência as boas práticas. Nestas 16 páginas, as diversas ações promovidas pela entidade e pe- los atuantes grupos e comitês de trabalho, recebem destaque, assim como os artigos técnicos e jurídicos, que sempre trazem assuntos atuais e pertinentes ao meio empresarial. Com o objetivo de valorizar as associadas, a contracapa apresenta, em cada edição, um relato histórico das empresas, que deixam regis- tradas na coluna Vitrine, momentos inesquecíveis. Já a página des- tinada ao Mercado é um espaço aberto, onde conquistas e novos empreendimentos são socializados e comemorados. Participe com sugestões, através do fone (51) 3590-7707. É sempre uma satisfação compartilhar e documentar‘boas novas’! Naocasião,oassuntoempautafoiaintegraçãodosconselhosconsul- tivos, cujo novo modelo de atuação objetiva aprimorar os processos e melhorar a sua operação. Os mesmos passarão a ser regionais, con- centrando as demandas, o que deve auxiliar nos encaminhamentos. A região que compreende a área de atuação do SINDIMETAL RS, con- tará com seis conselhos consultivos integrados, que discutirão assun- tos pertinentes ao SESI e ao SENAI. Exposchmidt 2017
  • 5. I ntegrando a programação da Semana do Meio Ambiente de São Leopoldo, teve lugar, na sede do SINDIMETAL RS, dia 29 de maio, pela manhã, o evento Seminário Nacional da Agenda 2030 – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A ativi- dade foi organizada pela Prefeitura Municipal, por intermédio da Secretaria do Meio Ambiente, Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Condema), em parceria com a Associação Brasi- leira de Municípios (ABM), Associação Nacional dos Órgãos Muni- cipais de Meio Ambiente – RS (Anamma), com o apoio do SINDI- METAL RS. Na abertura oficial, o diretor Executivo da entidade,Valmir Pizzut- ti saudou as autoridades e demais participantes, juntamente com o secretário de Meio Ambiente de São Leopoldo, Darci Zanini, destacando a importância de iniciativas como essa, que colocam em foco a sustentabilidade e o meio ambiente como um bem imensurável e de responsabilidade de todos. “O seminário marca a colaboração do poder público e privado, ocasião em que empresários e representantes das indústrias pre- sentes destacaram a necessidade de uma agenda institucional, que inclua os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável alinha- dos com a estratégia do negócio”, salientou a engenheira Ana Curia, assessora técnica Ambiental do SINDIMETAL RS. “A partici- pação no evento demonstrou o esforço para promover o alinha- mento das diversas partes interessadas em prol de uma agenda comum de divulgação dos ODS, incluindo a implementação de ações concretas, que já estão em andamento no Município”, en- fatiza Ana Curia, que detalha mais informações sobre o assunto no seu artigo publicado na página 10. Os ODS incluem 17 objetivos e 169 metas, que colocam em des- taque temáticas como erradicação da pobreza, segurança ali- mentar e agricultura, saúde, igualdade de gênero, redução das desigualdades, energia, água e saneamento, enfim, propostas que envolvem sustentabilidade.“Estes objetivos entraram em vi- gor, em janeiro de 2016, e serão alcançados por meio da parceria de governos, setor privado, sociedade civil e cidadãos comuns, buscando a melhoria contínua das condições do planeta atuais e das futuras gerações. A estimativa é que os ODS sejam cumpri- dos até 31 de dezembro de 2030”, salienta Ana Curia. ATIVIDADES - A primeira parte da programação contou com a apresentação da Agenda 2030 - Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), sob a responsabilidade da especialista em gestão empresarial, Julia Caon Froeder. Na sequência, foi abor- dada a Estratégia de Sustentabilidade, incluindo a apresentação do Case Deca, a cargo da integrante do Grupo Duratex, Daniela Vieira. Num segundo momento, o espaço foi destinado para a realiza- ção de cinco grupos de trabalho, sob a coordenação de Charles Pranke, Raquel Hohendorff, Yara Stockmanns, Ana Cristina Curia e Darci Zanini. A soma destas ações visa contribuir com a busca de um equilí- brio para o desenvolvimento sustentável, envolvendo as áreas econômica, social e ambiental. “A questão ambiental é um tra- balho permanente e necessário. Ações intensivas como essa aju- dam muito a conscientizar, modificar hábitos e chamar a aten- ção para o consumo, para a reciclagem e a preservação”, afirma o diretor de Planejamento e Gestão Ambiental, da secretaria do Meio Ambiente, Joel Garcia Dias. “As empresas são parceiras vitais no alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e elas podem contribuir através das suas atividades principais. Solicitamos que as empresas de todo o mundo avaliem seus impactos, estabeleçam metas am- biciosas e comuniquem seus resultados de forma transparente”. (Secretário Geral das Nações Unidas, Ban Ki-monn) 05 Seminário Nacional sobre Agenda 2030 e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável sindimetal@sindimetalrs.org.br institucional Julia Froeder apresenta a Agenda 2030
  • 6. N os dias 09 e 23 de maio; 06, 13 e 20 de junho, os integrantes do grupo de De- senvolvimento de Lideranças (DL 3), estão envolvidos em atividades na sede do sindicato. Paradigmas da gestão inovadora – contexto e estratégias; Clima e cultura; Gestão e liderança; Equipes e engajamento na moder- nidade; e Ética serão os temas em evidência, a cargo da psicólo- ga Vera Susana Lassance Moreira, doutora em Administração de Empresas e mestre em Psicologia Social, com ampla experiência profissional e docente. C om o objetivo de promover a troca de informações, ocor- reu no dia 24 de maio, uma reunião do comitê Gestão de Pessoas, entre as empresas que já possuem a ISO 9001 implantada. Participaram os representantes da Qualidade e os responsáveis pelo RH das empresas que integram o respectivo comitê. Na ocasião, fizeram uma apresentação do sistema e das Estimulando as Lideranças Boas práticas - ISO 9001 para RH Participação no Lean Summit amplia conhecimentos sobre o tema GRUPO / COMITÊ 06 www.sindimetalrs.org.br Os diferentes conteúdos irão oportunizar ao grupo identificar e diagnosticar de forma sistêmica os processos, que impactam no desenvolvimento dos gestores junto a pessoas e equipes, de forma a intervir adequadamente nos mesmos, otimizando o uso de suas potencialidades e talentos. Também visam reconhecer e analisar criticamente a correta indicação e aplicação de diferentes ferramentas de desenvolvimento de equipes, objetivando a me- lhoria da performance das mesmas na obtenção de resultados, além de permitir uma experiência teórico e prática da atividade de treinamento estratégico de um grupo gerencial. ferramentas utilizadas, pontuando igualmente as dificuldades encontradas. Após as apresentações houve troca de informações, ideias e su- gestões, incluindo questionamentos, quanto ao atendimento ou não da norma. I ntegrantes do comitê Lean, do SINDIMETAL RS, participaram em São Paulo, nos dias 05 e 06 de junho, do evento bienal pro- movido pelo Lean Institute Brasil, consolidado como o princi- pal e maior encontro da comunidade Lean do Brasil e do mundo. Segundo Juliano Ilha, coordenador do comitê, “o Lean Summit, mais uma vez, nos mostrou que NÃO está tudo bem! Nossas em- presas e instituições precisam APRENDER a resolver problemas! Embora pareça simples, não é. Não pela complexidade, mas sim pela conduta cultural”, afirma. “É preciso RECONHECER que os problemas surgem todos os dias, e se não forem trata- dos com uma disciplina diá- ria, com foco na causa e na agregação de valor, eles au- mentarão e se transforma- rão em problemas maiores. Afinal tudo que é grande hoje, um dia já foi peque- no... Na sua empresa está TUDO bem? Qual o tama- nho dos seus problemas?”, destaca Juliano. O Lean Summit contou na sua abertura com Christo- pher Thompson; Flávio Pic- chi, que falou sobre Trans- formar o mundo resolvendo problemas; Art Smalley, que abordou Os 4 tipos de reso- lução de problemas; e John Shook,que apresentou o tema Resolvendo problemas com inova- ção. Ultrapassando a marca de mil participantes e a apresentação de mais de 60 palestras, o evento objetivou trazer desenvolvimen- tos recentes sobre o conhecimento Lean e suas aplicações prá- ticas, fornecendo ideias e exemplos de como iniciar, aprofundar e ampliar a transformação Lean, para obter resultados sustentá- Comitê Lean veis. Houve a troca de experiências e aprendizados, reforçando o networking na comunidade Lean e propiciando a motivação dos participantes, para a aplicação prática em suas empresas. As sessões paralelas trouxeram cases de sucesso, que acrescen- taram muita informação e conhecimento. Entre os assuntos em pauta, Inovação como parte da estratégia do negócio; Envolva todos da operação na solução de problemas; Crie vantagem com- petitiva com desenvolvimento Lean de produtos e processos; Transforme os escritórios: lean em serviços e proces- sos administrativos; Torne as pessoas aptas em todos os níveis da operação; além do tema Potencialize os resultados aperfeiçoando a experiência do cliente; Lidere resolvendo proble- mas; Otimize o abasteci- mento e ganhe espaço na produção com uma logísti- ca Lean. A plenária de encerramen- to enfatizou o tema Como o Lean está transformando o mundo, a cargo de José Roberto Ferro, John Shook, James Womack e Daniel Jones. Estiveram presentes no evento, o coordenador do comitê, Julia- no Ilha, da Artestampo; e os integrantes Milton Santi Pereira, da Gedore; Tiago Simioni, da Delga; Glauco André Kunrath, da Stihl; André Lopes, do SENAI; e Mari Lúci de Oliveira, do SINDIMETAL RS. Em data a ser definida, o grupo organizará workshop para as em- presas associadas e filiadas, a fim de compartilhar o conhecimen- to adquirido.
  • 7. E m 2018, o eSocial passa a ser obri- gatório para todas as empresas, que deverão enviar, periodicamente, informações trabalhistas, previdenciárias, tributárias e fiscais relativas à utilização de mão de obra onerosa, com ou sem vínculo empregatício, para compor um vasto ban- co de dados único, administrado pelo Go- verno Federal. Sendo assim, é essencial que as empresas entendam essa dinâmica, para revisar e alinhar as práticas e os processos das em- presas com a legislação (trabalhista, pre- videnciária), com o objetivo de gerar as informações que alimentarão o eSocial, evitando divergências ou atrasos nas mes- mas. Considerando a importância do assunto, no dia 25 de maio, empresários e profissio- nais de Recursos Humanos participaram da palestra eSocial para gestores – Novos procedimentos trabalhistas. A iniciativa foi do SINDIMETAL RS, em parceria com o Sindicato dos Contadores e Técnicos em Contabilidade do Vale do Sinos (SINCON- TECSINOS), onde ocorreu a palestra. A mesma abordou a definição do eSocial; início da vigência; multas; admissões; fé- rias; jornada de trabalho; afastamentos; NOVOS PROCEDIMENTOS TRABALHISTAS parceria / ação 07sindimetal@sindimetalrs.org.br Eliane aborda com propriedade o tema demissões; folha de pagamento; acidente de trabalho e exames médicos periódicos. A explanação esteve a cargo da instrutora Eliane Carvalho Valcam, administradora e técnica Contábil, com vasta experiência docente na área trabalhista e previdenciá- ria. CURSO eSOCIAL – AVANÇADO - Dan- do sequência à iniciativa de esclarecer os gestores sobre o tema, as duas entidades promoveram, no dia 13 de junho, o curso eSocial Avançado – Leiaute Versão 2.4.02. O mesmo teve lugar no SINCONTECSINOS, no horário das 8h30min às 17h30min. Destinado aos profissionais das áreas de Administração de Pessoal, Recursos Hu- manos, Fiscal, Contábil, Folha de Paga- mento e demais interessados no tema, o mesmo objetivou abordar os pontos críti- cos do eSocial para o correto alinhamen- to dos processos internos das empresas, apresentando as informações obrigató- rias. A contabilista Eliane Carvalho Valcam também foi instrutora do respectivo cur- so, cujo conteúdo programático ampliou as informações sobre a implementação progressiva do eSocial e o prazo para transmissão, bem como as obrigatorieda- des nas duas fases, além de eventos não periódicos e orientações gerais. VAGAS LIMITADAS | INFORMAÇÕES: (51) 3590-7708
  • 8. 08 www.sindimetalrs.org.br COMITÊ / AÇÃO V isando promover a qualificação e a divulgação de boas prá- ticas, o SINDIMETAL RS promoveu o Meeting Gestão de Pes- soas, através do respectivo comitê, com apoio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-RS), integrante do Sistema FIERGS. A atividade reuniu, na sede do SINDIMETAL RS, cerca de 80 pessoas, dia 12 de junho, no horário das 8h às 10h30min. Questione sua empresa, procure por novas realidades foi o tema em evidência, a cargo do palestrante Jorge Hoelzel Neto, gradua- do em Administração de Empresas/ Comércio Exterior, com cur- sos de MBA e vasta experiência junto à Mercur S.A., onde já atuou, desde 1986, em diversas áreas, sendo atualmente membro do Conselho de Administração e Facilitador. Neto do fundador, Jorge apresentou, com muita propriedade, um relato sobre a cultura da empresa e as necessidades de mudança; alterações na hierarquia; desconstrução e reconstrução profissio- nal; ações e projetos para assimilação da nova cultura; além de abordar sobre o desenvolvimento de pessoas e adequação de processos internos. HISTÓRIA - A Mercur nasceu no tempo em que as estradas, sem asfalto e cheias de pedras, arrancavam lascas de borracha dos pneus maciços dos carros, que circulavam pelas encostas da Serra Geral, nos longínquos anos 20 do século passado. Carlos Gusta- vo Hoelzel, proprietário de uma revenda e oficina de automóveis, preocupava-se com as dificuldades para consertar os pneus. Durante várias noites, Carlos e o irmão Jorge Emílio Hoelzel, arqui- teto, que se interessou pelo assunto, estiveram reunidos, criando fórmulas, fazendo experiências, com o objetivo de descobrir os segredos da borracha. Assim que dominaram os primeiros pro- cessos, eles mesmos montaram as máquinas e resolveram criar uma empresa para consertar pneus e produzir artefatos de bor- racha. Em 11 de junho de 1924, nasceu a Hoelzel Irmãos, depois transformada em Mercur S.A., que funciona até hoje na Rua Cris- tóvão Colombo, em Santa Cruz do Sul/ RS. Atualmente, a empresa produz cada vez mais, coisas que tenham RELEVÂNCIA para as PESSOAS, pois entendem que a cooperação e o sentido de parceria são essenciais para a criação de produtos e serviços úteis para a sociedade. O compromisso institucional da empresa é ‘Unir pessoas e organizações para construir encami- nhamentos e criar soluções sustentáveis’. Na realidade, afirma o palestrante, evoluímos nossa área estratégica de atuação para o BEM-ESTAR das pessoas. A Mercur atua nos setores de Educação e Saúde, que se comple- tam para atender as necessidades humanas, sociais e ambientais. “Nesta caminhada de muito diálogo percebemos que o propósito da Mercur é participar da construção de um mundo de um jeito bom para todos, pensando no bem-estar da coletividade, a partir daquilo que sabemos fazer bem”, justifica Jorge. A VIRADA DA CHAVE - Em julho de 2009, aconteceu ‘a virada da chave’, quando todos os cargos foram extintos.“Passaram a existir então funções colegiadas, para facilitar os processos evolutivos dentro da nova estrutura da empresa, onde ninguém foi demiti- do e nem contratado”, comentou.“Na prática, o trabalho passou a Empresa Mercur compa 12º Meeting Ges
  • 9. 09sindimetal@sindimetalrs.org.br COMITÊ / AÇÃO contar com grupos de pessoas atuando de forma colaborativa, num modelo de gestão construído, e não copiado, mas único e de- safiador”, enfatiza Jorge.“Um trabalho com propósito, ‘fazendo com’ e não ‘fazendo para’, num ambiente com autoestima mais elevada”, pontua. Na Mercur, as relações tradicionais de su- bordinação foram substituídas por rela- ções de parceria. “Percebemos que a alma da empresa estava nos primórdios da sua criação”, analisou o palestrante. “A partir desta constatação, reconstruímos os dire- cionadores, com muito diálogo” enfatiza. Os princípios dos negócios passaram a va- lorizar todas as formas de vida; com cuida- do e simplicidade. Investiram então em di- recionamentos, como insumos renováveis. Reduziram a diferença entre o menor e o maior salário e passaram, também, a anali- sar o mercado com mais restrições, criando um espaço de aprendizagem. “Não traba- lhamos mais com produtos licenciados e não realizamos negócios e parcerias que contribuam para potencializar as opera- ções dos seguintes mercados e práticas: tabaco, armamentos, jogos de azar, agro- tóxicos, bebidas alcoólicas ou que impo- partilha experiências no estão de Pessoas nham trabalho infantil, trabalho forçado ou maus-tratos aos animais”, destaca Jorge. “Precisamos ser coerentes com o nosso propósito”. Na prática, a Estrutura de Operação da Mer- cur ocorre a partir de uma cooperação en- tre pessoas, que oferecem diferentes níveis de contribuição aos negócios da empresa. Uma gestão feita por um Colegiado com- posto por diferentes pessoas, baseada em construções coletivas e alimentada perma- nentemente por diálogos com diferentes públicos: parceiros, fornecedores, clientes, usuários de produtos, instituições da socie- dade e poder público. Este colegiado geral se reúne todas as segundas-feiras. Atuando sempre em razão das pessoas, a Mercur se propõe a ajudar no desenvol- vimento do seu bem-estar. Para isso, tem como base o compromisso de unir pessoas e instituições para criar soluções significa- tivas para todos. Pensando assim, elabora- ram em conjunto e com muito diálogo, a Visão 2050 da empresa: “uma organização comprometida com a construção de rela- cionamentos que valorizam a vida, a partir de iniciativas locais de bem-estar”. Simples assim! Segundo Jorge, “a Mercur também desen- volve uma série de projetos, que visam inovar em áreas estratégicas para a com- panhia e que também ajudem a equacio- nar os impactos da atuação da empresa, melhorando o perfil socioambiental de seu consumo, ampliando os benefícios poten- ciais de seus produtos e serviços para dife- rentes públicos”. Uma indústria presente no mercado há 94 anos, mas que segue se reinventando, atuando de forma mais horizontal, onde o compromisso institucional é priorizar pro- dutos sustentáveis e soluções para a vida. “É um processo que teve início, mas que não tem fim”, resume, Jorge Hoelzel Neto, merecidamente aplaudido pelo público atento a todas as enriquecedoras experiên- cias compartilhadas. As profissionais Patrícia Misturini e Bianca Kiszewski de Medeiros foram as mediado- ras deste meeting, que contou com a par- ticipação do público presente. “Os tempos mudaram e as empresas precisam se rein- ventar”, concluiu Patrícia ao cumprimentar o representante da Mercur, pela trajetória de sucesso.
  • 10. P ara o empreendedor garantir o crescimento sustentável dos negócios é imprescindível utilizar os recursos de uma forma mais inteligente. É crucial harmonizar três elementos centrais para que o desenvolvimento sustentável seja alcançado: crescimen- to econômico, inclusão social e proteção ao meio ambiente. Esses elementos são interligados e fundamentais para o bem-estar dos indivíduos e das sociedades. Para tanto, em setembro de 2015, os 193 países-membros das Na- ções Unidas adotaram oficialmente a nova agenda de desenvol- vimento sustentável, intitulada “Transformando Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”, na Cúpula de Desenvolvimento Sustentável. Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, também conhecidos como Objetivos Globais fazem parte desta agenda e trabalham em prol da qualidade de vida, de forma sustentável, para a atual e futuras gerações. Esses objetivos foram construídos com o sucesso dos Objetivos de Desenvolvimen- to do Milênio (ODM), incluindo novos temas, como a mudança glo- bal do clima, desigualdade econômica, inovação, consumo susten- tável, paz e justiça, entre outras prioridades. O Brasil participou de todas as sessões da negociação intergoverna- mental, que resultou em acordo que contempla 17 Objetivos e 169 metas. Os objetivos são ilustrados na Figura 1. Os ODS entraram em vigor em janeiro de 2016, e serão alcançados através da parceria entre governos, setor privado, sociedade civil e cidadãos comuns buscando a melhoria contínua das condições do planeta as atuais e futuras gerações. Espera-se que os ODS sejam cumpridos até 31 de dezembro de 2030. Entretanto, há a expecta- tiva de que algumas metas, baseadas em acordos internacionais, sejam cumpridos antes do prazo estabelecido. Os países têm a responsabilidade primária de acompanhar e revisar - a nível nacional, regional e global – os progressos feitos para a im- plementação dos Objetivos e metas nos próximos 15 anos em áreas de fundamental importância: pessoas, planeta, prosperidade, paz e parceria. Espera-se a contribuição de todos os grupos interessa- dos: governos, sociedade civil, setor privado, entre outros, para o alcance da nova Agenda. Em âmbito global, os 17 Objetivos de Desenvolvimento Susten- tável (ODS) e 169 metas da nova Agenda serão acompanhados e revisados por meio de um conjunto de indicadores globais. Governos também desenvolverão os próprios indicadores na- cionais para ajudar a acompanhar o progresso dos objetivos e metas. Em âmbito local, os objetivos podem ser impulsionados pelo aumento da conscientização das partes interessadas e pela to- mada de decisão dos negócios que efetivamente contribua para alcançar as metas propostas. A mudança local ocorre quando as ações globais são conectadas as realidades das comunidades locais atuando diretamente no indivíduo, mercado, sociedade e meio ambiente de forma colaborativa. Neste contexto, se faz necessário o comprometimento de todos no incentivo da participação das organizações da sociedade ci- vil, do setor privado (micro, pequenas e médias empresas), aca- demia e outras organizações locais. Sendo assim, o setor privado representa um agente essen- cial neste cenário, e as empre- sas devem buscar ajustar a sua agenda com os ODS. A empre- sa, conforme o seu negócio/ ramo de atuação, pode selecio- nar os objetivos que tenham mais sinergia com a sua estra- tégia. Mas é essencial identifi- car como o(s) ODS escolhido(s) pode(m) afetar os seus demais objetivos, mantendo a visão sistêmica. A empresa deve desenvolver metas e indicadores referen- tes às mudanças que deseja promover para minimizar o im- pacto negativo nos ODS mais prioritários. Estas metas devem ser estabelecidas pela alta administração da organização, sendo divididas até metas individuais. As empresas que alinham a sua estratégia de negócios frente a uma agenda global como os ODS identificam novas oportu- nidades de negócios, fortalecem a relação com as suas partes interessadas e aumentam a chance de influenciar as políticas públicas. Para saber mais informações específicas sobre o gerenciamento de resíduos do seu empreendimento faça sua consulta pessoal- mente às áreas jurídicas e técnicas no SINDIMETAL RS ou via re- mota conforme necessidade. Objetivos do Desenvolvimento Sustentável: COMO PODEMOS CONTRIBUIR? •AdvogadointegrantedaequipedeprofissionaisdoescritórioGarcezAdvogadosAssociados–AssessoriaJurídicadoSINDIMETALRS,nasáreasTrabalhista,Ambiental edeRepresentaçãoComercial; •EngenheiraQuímicadaBeeAssessoriaeConsultoriaLtda.,AssessoriaTécnicaAmbientaldaentidade. Figura 1: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ODS 10 www.sindimetalrs.org.br Ana Cristina Curia CREA 104376-D Eduardo Gaelzer OAB/RS 58.660 Jurídico E técnico ambiental
  • 11. 11sindimetal@sindimetalrs.org.br JURÍDICO TRABALHISTA Vicente Eggers OAB/RS 91.455 A Copa do Mundo da FIFA, que este ano acontecerá na Rússia, tem a sua cerimônia de abertura marcada para o dia 14 de junho. Durante a pri- meira fase, os jogos da seleção brasileira ocorrerão nos seguintes dias e horários: Brasil x Suíça - no dia 17/06 (domingo), às 15h; Brasil x Costa Rica – no dia 22/06 (sexta-feira), às 09h; e Sérvia x Brasil – no dia 27/06 (quarta-feira), às 15h. Caso passe da fase de grupos, a seleção brasileira, conforme for prosseguindo e dependendo da posição em que se classificar, poderá jogar: - as oitavas de final - no dia 02/07 (segunda) às 11h ou no dia 03/07 (terça), às 11h; - as quartas de final - no dia 06/07 (sexta-feira) às 15h ou no dia 07/07 (sábado) às 11h; - a semifinal - no dia 10/07 (terça-feira) às 15h ou no dia 11/07 (quarta-feira) às 15h; - a final - no dia 15/07 (domingo) às 12h; ou - a disputa pelo 3º lugar - no dia 14/07 (sábado) às 11h. Como visto, as partidas da Copa do Mundo ocorrerão em horários coinciden- tes com os horários em que diversas empresas mantêm as suas atividades. Com a aproximação deste evento, muitos empresários passam a indagar como permitir que os seus empregados acompanhem os jogos sem que haja quaisquer prejuízos ao desempenho das atividades empresariais, até porque na realização de qualquer função é fundamental que toda a concentração do trabalhador esteja dirigida à tarefa executada, a fim de que ela seja feita da melhor maneira e com o menor risco possível. Eventual distração, euforia ou frustação na execução do trabalho permite erros que, muitas vezes, são fundamentais à geração de acidentes, principal- mente naquelas atividades de maior risco. Como nas outras Copas do Mundo, a grande mobilização resultante dos jogos envolvendo a seleção brasileira tende alterar inclusive o funcionamento de ór- gãos públicos, com o estabelecimento de horários especiais em dias de jogos. A título de exemplo, a Resolução Administrativa nº 14/2018 do Tribunal Re- gional do Trabalho da 4ª Região estabelece, em seu art. 1º, que o expediente das unidades administrativas e judiciárias e o atendimento ao público externo, no âmbito da Justiça do Trabalho da 4ª Região, nos dias de jogos da Seleção Brasileira de Futebol na Copa do Mundo FIFA de 2018, serão os seguintes: I – das 12h30min às 19h, quando a partida tiver início às 9h; II – das 15h às 19h, quando a partida tiver início às 11h; III – das 8h às 13h30min, quando a partida tiver início às 15h. Com o intuito de harmonizar a atenção e a vontade de muitos trabalhadores com as atividades econômicas desenvolvidas pelas empresas, permitir que os empregados acompanhem as partidas de futebol durante a Copa do Mundo tende a ser uma opção. Nestas circunstâncias, é fundamental saber quais são as diferentes hipóteses e os respectivos requisitos para a compensação das jornadas de trabalho. As Convenções Coletivas deTrabalhos das categorias profissional e econômica das indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico, nas bases terri- toriais de Montenegro, Novo Hamburgo, São Sebastião do Caí e de Sapiranga, vigentes até 30.04.2018, bem como de São Leopoldo, vigente até 30.06.2018, preveem a possibilidade de adoção de diferentes formas de compensação, como, por exemplo: a) o regime de compensação de horário semanal; b) a jornada de trabalho flexível ou regime especial de horário de trabalho, deno- minado“banco de horas”; e c) a compensação para gozo de folgas. O regime de compensação semanal se caracteriza pela possibilidade de pres- tação de serviços além da jornada legal ou contratual, até 10 horas diárias, sem que seja caracterizado trabalho extraordinário, pois o excesso de trabalho em um dia se destina a compensar a sua inexistência em outra oportunidade, mas dentro da respectiva semana, sendo aplicado, por exemplo, em empresas que não funcionam aos sábados e antecipam o respectivo período nos demais dias da semana, devendo ser ajustado por acordo individual escrito, acordo coletivo ou convenção coletiva, conforme Súmula n. 85, I, do TST. A JORNADA DE TRABALHO DURANTE OS JOGOS DA COPA DO MUNDO DE 2018 Já a jornada de trabalho flexível ou regime de compensação especial, inti- tulado de “banco de horas”, permite a compensação do excesso de horas trabalhadas em um dia pela correspondente diminuição em outro dia, de modo que não exceda, no período máximo de um ano, à soma das jornadas semanais de trabalho, tampouco ultrapasse o limite máximo de 10 horas por dia, consoante disposto no art. 59, §2º, da CLT. Cabe destacar que a Lei n. 13.467/2017 (a chamada Modernização Traba- lhista) incluiu na CLT disposições que permitem que o banco de horas seja pactuado por acordo individual escrito, desde que a compensação ocorra no período máximo de seis meses (art. 59, §5º, da CLT), bem como que es- tabelecido por acordo individual, tácito ou escrito regime de compensação de jornada para a compensação no mesmo mês (art. 59, §6º, da CLT). No entanto, não podemos deixar de ressalvar que a constitucionalidade do banco de horas por acordo individual não é matéria pacífica, enfrentando divergência por parcela dos magistrados do trabalho, conforme, inclusive, extrai-se do Enunciado nº 14 da 2ª Jornada de Direito Material e Processual do Trabalho, realizada pela Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra). Neste cenário, por se tratarem de ocasiões especiais, para as empresas que não possuem ajustado “banco de horas”de acordo com o que estabelecido nas respectivas convenções coletivas, a compensação de horário prevista para gozo de folgas, com a supressão do trabalho em determinado dia e a respectiva compensação em outro, ou com a supressão de salário (pre- vista nas Convenções Coletivas de Trabalho na cláusula denominada COM- PENSAÇÃO DE HORÁRIO PARA GOZO DE FOLGAS), se mostra a opção mais adequada. Para a efetivação desta hipótese de compensação ou supressão, que não se confunde com o regime de compensação semanal, deverá haver proposta ou anuência da empresa e adesão mínima dos empregados, comprovada em documento que contenha a assinatura destes, sendo que, após estabe- lecida, ficarão os discordantes minoritários obrigados a cumpri-la, sob pena de aplicação, pela empresa, de sanções disciplinares. Os números mínimos de adesão exigidos para a efetivação da compensa- ção de trabalho ou supressão de trabalho e salário são diferentes de acordo com a base territorial. Conforme Convenções Coletivas de Trabalho, as adesões mínimas exigi- das são: Desta forma, as empresas, com adesão do respectivo número mínimo de empregados, poderão se utilizar deste meio para liberar seus colaborado- res de suas atividades por algumas horas para assistirem os jogos, optan- do pela compensação em outro dia (ou outros dias) ou pela supressão do salário. Caso não haja possibilidade de compensação de horas pela ausência de negociação de acordo com o que estabelecido em Convenção Coletiva de Trabalho, o que resta para aqueles que se sentirem inseguros com a adoção de acordos individuais é a possibilidade de liberação dos empregados em tais horários, sem qualquer prejuízo de seus salários e sem que isso importe em falta ao serviço. Por fim, em não havendo interesse por parte da empresa em liberar os seus empregados, aquele que não trabalhar para assistir algum jogo, terá consi- derada a sua falta para todos os efeitos legais. • Advogado integrante da equipe de profissionais do escritório Garcez Advogados Associados – Assessoria Jurídica do SINDIMETAL RS, nas áreasTrabalhista, Ambiental e de Representação Comercial.
  • 12. Marciano Buffon OAB/RS 34.668 N os idos anos sessenta do século passado, o grande jurista gaúcho, Alfredo Augusto Becker, qualifi- cou a forma de tributar brasileira como um “manicômio jurídico-tributário”. Não obstante seu anacronismo, bem como o necessário respeito aos portadores de doenças mentais, tal expressão consa- grou-se como verdadeiro jargão no meio acadêmico, muito embora o saudoso ju- rista jamais tenha imaginado o quanto de insanidade seria possível adicionar àque- les pequenos desvios comportamentais da tributação do século XX. No caso dos combustíveis, além de um grau de loucura irrefreável, há requintes de verdadeira perversidade, em que o ci- dadão é espoliado de uma forma imper- ceptível e, portanto, indolor, não obstante a doença o consuma progressivamente. Cada ator cumpre seu papel de uma for- ma digna de premiação. O Governo Federal cobra antecipadamen- te PIS/COFINS sobre a gasolina (R$ 0,7925 litro) e diesel (R$ 0,4615), sendo que em julho de 2017 houve uma significativa majoração dos valores cobrados median- O MANICÔMIO TRIBUTÁRIO DOS COMBUSTÍVEIS te a edição, pelo Presidente da República, de um inconstitucional Decreto, que não respeitou o princípio da legalidade, nem da anterioridade nonagesimal, como exi- ge a Constituição Brasileira. Além disso, exige a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico – CIDE desde 2001 (Lei 10.336), cuja cobrança só foi legitima- da pelo fato de que serviria para neutra- lizar os efeitos da volatilidade dos preços do barril do petróleo e do próprio câm- bio. Atualmente, esta contribuição cor- responde a R$ 0,10 sobre a gasolina e R$ 0,05 sobre o diesel. Ora, se os repasses de obscuros custos da Petrobras ocorrem, quase que diariamente, os requisitos para cobrança dessa malfadada contribuição deixam de estar presentes, tornando-a in- constitucional! Os Estados também não decepcionam. No Rio Grande do Sul, exige-se, antecipa- damente, ICMS à alíquota de 30% (outros estados 25%) sobre o preço de venda ao consumidor, cuja base para cálculo é rea- justada periodicamente para acompanhar a sistemática majoração. Ou seja, cria-se a insana situação de aumentar o ICMS, porque se aumentou o preço e, com isso, O SINDIMETAL RS promoveu uma reunião extraordinária, dia 11 de junho, aberta às empresas asso- ciadas e filiadas não optantes pelo SIM- PLES NACIONAL. A mesma ocorreu na sede da entidade, para esclarecimentos e encaminhamen- tos sobre alterações na legislação tri- butária e na área de logística, em face à denominada “greve dos caminhoneiros”. Na pauta, informações sobre o fim da desoneração da folha de pagamento; redução (praticamente extinção) do RE- INTEGRA das empresas exportadoras; proibição da utilização de créditos (com- pensação) para pagamento de Imposto de Renda e Contribuição Social devido mensalmente por estimativas, além da ilegalidade da tabela de frete. reajusta-se novamente o preço, pois o im- posto estadual foi majorado! Sirvam nos- sas façanhas... embora essa façanha não seja exclusivamente gaudéria. Neste cenário, seria possível modificar esta sistemática? Não só possível, mas imprescindível, pois tanto PIS/COFINS como CIDE não conseguem sobreviver a um controle de constitucionalidade (o STF ainda não teve “tempo” de fazer isso em relação ao PIS/COFINS majorado em julho/2017). Ainda, poderia haver a redu- ção da alíquota do ICMS ou manutenção de base de cálculo por períodos mais ex- tensos, sem a submissão aos efeitos da volatilidade. Enfim, se Becker hoje vivesse provavel- mente sentiria até certo constrangimento de qualificar de manicômio jurídico-tri- butário o que se fazia nos anos 1960 no Brasil, ou poderia ser alçado à condição de um Nostradamus contemporâneo, pois previu a institucionalização da insanidade coletiva no campo da tributação. (Texto publicado originalmente na Zero Hora do dia 27 de maio de 2018). • Advogado da equipe Buffon & Furlan Advogados Associados - Assessoria Jurídica do SINDIMETAL RS, na áreaTributária. 12 www.sindimetalrs.org.br Reunião extraordinária sobre ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA Jurídico TRIBUTÁRIO / ação Marciano Buffon aborda questões tributárias
  • 13. T otalizando seis semanas de intensa programação voltada à segurança e à saúde do trabalhador, o SIN- DIMETAL RS deu início, no dia 07 maio, à SIPAT Comunitária Itinerante. O encerra- mento desta extensa programação ocor- rerá no dia 26 de outubro. O evento, organizado em parceria com o SESI, reúne 24 empresas associadas e filiadas, localizadas na base territorial da entidade, composta por 35 municípios. Segundo o diretor Executivo do SINDI- METAL RS, Valmir Pizzutti, entre os prin- cipais objetivos estão integrar empresas da mesma categoria, propiciando um am- biente de troca de experiências; reduzir custos; oportunizar aos trabalhadores a participação em atividades culturais e so- ciais voltadas à preservação da vida, além de despertar a importância da adoção de uma consciência e conduta prevencionis- ta laboral. Nesta edição, a comissão organizadora formatou a programação evidenciando os seguintes temas: Comportamento na operação de máquinas e equipamentos; Economia familiar; Ergonomia; Etique- ta profissional; e Viver melhor para viver mais. AÇÃO / AGENDA 13sindimetal@sindimetalrs.org.br PROGRAMAÇÃO EM ANDAMENTO 1º Semana – 07 a 11/05 BioEngenharia -SãoLeopoldo Metalsinos(MatrizeFiliais1e3)-Araricá 2º Semana – 14 a 18/05 Higra-SãoLeopoldo HTMicron,TeikoneAltus(Matriz)-SãoLeopoldo Transmaq-SapucaiadoSul 3º Semana – 04 a 08/06 Copé&Cia1e2-SãoLeopoldo MetalúrgicaNunes-SãoLeopoldo 4º Semana – 18 a 22/06 Imobras-AltoFeliz Metalthaga-NovoHamburgo MetalúrgicaDaniel-NovoHamburgo MetalúrgicaLorscheitter,JefersonLorscheittereIndustrialSão Sebastião-SãoSebastiãodoCaí 5º Semana – 13 a 17/08 Inpel -SapucaiadoSul MetalúrgicaLoth-Sapiranga Projelmec-SapucaiadoSul Rodatech - Esteio 6º Semana – 22 a 26/10 Infasul - São Leopoldo Rijeza - São Leopoldo Mais informações, através do e-mail de- senvolvimento2@sindimetalrs.org.br ou do telefone (51) 3590-7708. Agenda SINDIMETAL RS 2018 Acompanhemensalmenteeparticipedasoportunidadesdenegócioequalificação,queestãoincluídasnaagendadaentidade. Maisinformaçõespoderãoserobtidasatravésdostelefones(51)3590-7707e3590-7708. Programaçãosujeitaàalteração.Agendaon-lineem:www.sindimetalrs.org.br JULHO 09 a 13 - Curso de CIPA 09 a 30/10 - Agente de Transformação Lean 17 - 3º Encontro de Negócios Manutenção e 15º Encontro de Negócios Metalmecânico AGOSTO 13 a 17 - Curso de CIPA SETEMBRO 18 a 21 – Feira Metalurgia – Joinville/SC OUTUBRO 02 a 05 – Feira Mercopar – Caxias do Sul/RS 15 a 19 - Curso de CIPA 26 - Seminário Ambiental NOVEMBRO 07 - 7º Fórum Lean Manufacturing 19 a 23 - Curso de CIPA DEZEMBRO 05 - Workshop - Cenários 2019 Altus, HT Micron e Teikon Higra Nunes Transmaq SIPAT SIPAT Segurança Trabalho
  • 14. MERCADO 14 www.sindimetalrs.org.br C om a missão de oferecer soluções em revestimentos superficiais para o be- neficiamento de metais, a associada Tecnocromo Cromagem Industrial Ltda., com sede em Sapucaia do Sul, vem cons- truindo a sua história desde 2003. Atuando no setor metalmecânico, realiza beneficiamentos e serviços de manuten- ção para diversos segmentos industriais, oferecendo serviços de eletrodeposição de cromo duro, aspersão térmica, retificação e usinagem, sempre visando o excelente atendimento ao cliente e a qualidade do serviço prestado. O foco de seus processos concentra-se em revestimentos de superfícies metálicas para clientes que buscam alto desempe- nho em resistência e durabilidade. Atende segmentos diversos como metalmecânico, têxtil, agrícola, automobilístico, óleo e gás, A Gedore, uma das maiores fabri- cantes de ferramentas do mundo, esteve presente na Feira Interna- cional de Máquinas e Equipamentos (FEI- MEC), de 24 a 28 de abril, em São Paulo. Entre as diversas novidades, o destaque foi o lançamento no Brasil da nova linha de ferramentas GEDOREred, que atualmen- te conta com 25 jogos diversos dirigidos principalmente a oficinas e profissionais autônomos. Bancadas,carrinhos,chaveseumaenorme variedade de ferramentas foram expostas de forma acessível para que todos os vi- COMEMORA 15 ANOS GEDORE MARCA PRESENÇA NA FEIMEC Fonte: CRK Fonte: Gedore sitantes pudessem interagir. Foi possível ver em uso os produtos Gedore Solutions e testar diversas ferramentas na bancada Test Center, trazida da Alemanha especial- mente para a feira. A FEIMEC é o evento oficial do setor, con- solidadocomooprincipaldaindústriame- cânica no Brasil. Nesta edição, estiveram presentes cerca de 900 marcas e mais de 460 expositores apresentando lançamen- tos e novas tendências do mercado, além de uma programação com conteúdo rele- vanteeexclusivoqueagregaconhecimen- to e qualificação profissional. A associada CRK Automação abordou o tema Indústria 4.0: estratégia ou sobrevivência, durante o XII Congresso de Gestão da Produção, que ocorreu no período de 24 a 26 de EXPERIÊNCIAS COMPARTILHADAS NA FEEVALE maio, no Salão de Atos, da Universidade Feevale, em Novo Ham- burgo. Na ocasião, a empresa esteve representada pelo diretor Nestor Freiberger de Medeiros, fundador e responsável pela Ges- tão da Produção e Processos, no setor Comercial; e pelo gerente de Projetos e Vendedor Técnico, na CRK, Nicolas Wilbert da Silva. Ambos falaram sobre soluções inovadoras, que impactam posi- tivamente nos resultados de seus clientes, localizados no Brasil e no exterior. Por ocasião do evento, foram abordados diferentes aspectos que envolvem a gestão e o processo detransformação digital no dia a dia das empresas; um desafio permanente, que exige velocidade na coleta, análisede dados e especialmente na tomada de de- cisões, visando sempre os melhores resultados. A programação também incluiu visitas técnicas e a CRK recebeu, no dia 25 de maio, participantes do Congresso na sua sede em São Leopoldo, quando foram compartilhados os processos internos na gestão da produção, em todos os setores da empresa. siderurgia, pe- troquímico, en- tre outros. Mantendo há 15 anos valores que colocam o cliente em primeiro lugar, a Tecnocro- mo respeita as pessoas envolvidas no processo e busca a sustentabilidade econômica, social e am- biental, promovendo a segurança dos cola- boradores, atingindo os resultados plane- jados e potencializando o talento coletivo. Cumprimentos aos sócios Airton Brito, Vla- dimir da Costa Gonçalves, Mauro Ramos dos Santos, Eloi dos Santos e Fellipe Cam- pos Brito pelo aniversário da empresa. Su- cesso e muitas realizações a toda equipe! Fonte:Tecnocromo
  • 15. 15 mercado O título de Cidadão Leopoldense foi concedido ao diretor e vice-presidente de Opera- ções da Stihl, ArnoTomasini, no dia 04 de junho, às 19h no Plenário da Câmara Muni- cipal deVereadores de São Leopoldo. A solenidade de outorga do título foi proposta pelo vereador Marcelo Buz, sendo aprovado por unanimidade, considerando o reconheci- do esforço por garantir investimentos expressivos para o município de São Leopoldo, com a ampliação da multinacional alemã na cidade, além de anos dedicados à educação. Morador capilé há quase 30 anos,Tomasini é natural de Ilópolis (RS), e atualmente responde por toda a área industrial, de engenharia de produtos, de planejamento de importação e de exportação da Stihl. O homenageado também é vice-presidente do SINDIMETAL RS. “Sinto-me honrado em receber esta relevante distinção, que significa a contribuição para a sociedade de São Leopoldo. Precisamos disseminar uma cultura de preocupação com as responsabilidades profissionais aliadas ao engajamento social; fomentar negócios ao mes- mo tempo em que se capacitam pessoas”, ressaltou. Tomasini acrescentou que “a atuação na Stihl, que comemora 45 anos da fábrica no Brasil este ano, faz parte deste mérito, pois está embasada nestes valores e investe forte para transformar realidades”, conclui. O presidente da Stihl Brasil, Cláudio Guenther, foi homenageado com o mérito Personalidade Competitivida- Recentemente, a Revista Brasil-Alemanha apresentou os desa- fios e os benefícios referentes ao programa de Formação Dual no Brasil. Na ocasião, a Stihl, que está entre as três empresas que já implementaram o programa no País, fez um relato sobre a expe- riência inovadora. O Centro de Competência Formação Profissional da AHK São Pau- lo criou parcerias com empresas interessadas em implementar um curso técnico em Mecatrônica interno para seus funcionários. Para Dieter Schmiedt, especialista em Treinamento e Qualificação da Stihl, o objetivo do curso é proporcionar uma formação qualifi- cada com vivências reais da rotina de trabalho de um especialista do segmento mecatrônico. “A Stihl motiva-se em contribuir tanto para a competitividade da empresa quanto para a capacitação in- PRESIDENTE DA STIHL BRASIL RECEBE MÉRITO PERSONALIDADE COMPETITIVIDADE INTERNACIONAL Formação Dual é destaque na Revista Brasil-Alemanha ARNO TOMASINI É CIDADÃO LEOPOLDENSE 15sindimetal@sindimetalrs.org.br Fonte: Stihl dividual dos colaboradores. Temos diversas ações que estimulam a capacitação, mas essa formação em Técnico em Mecatrônica é um projeto que visa a valorização e o aperfeiçoamento diferencia- do dos funcionários. E o que mais nos orgulha é o reconhecimento por parte dos colaboradores, que sentem e enxergam o seu real valor para a empresa”. O curso, que tem duração aproximada de três anos, é aplicado pela instituição de ensino parceira, o SENAI, e a experiência prá- tica é obtida pelos alunos na própria empresa em que trabalham. O papel do Centro de Competência Formação Profissional da AHK São Paulo é oferecer suporte às empresas para que a formação seja implementada de acordo com a metodologia alemã e tam- bém aplicar as provas finais e a avaliação de uma banca examina- dora para certificar os alunos. deInternacional2018.Acategoriaéoferecida todososanosaumaliderançaempresarialou profissional, que atue no comércio exterior e que tenha realizado ações de incentivo à in- serção de produtos brasileiros no mercado externo. Há dez anos à frente da empresa, que tem sede em São Leopoldo, Guenther re- cebeu a distinção durante a cerimônia do 46º Prêmio Exportação, dia 7 de junho, na Casa NTX, em Porto Alegre. “Receber este reconhecimento no ano em que comemoramos os 45 anos da fábrica da StihlnoBrasilgeramuitoorgulhoesatisfação, além de certificar o rumo que adotamos para a empresa no cenário econômico. No merca- do internacional, o Grupo Stihl está presente em mais de 160 países e nossa sede brasileira exporta anualmente para mais de 70 destes. Até 2020, investiremos um total de R$ 500 milhões em nossa fábrica em São Leopoldo, com a finalidade de aprimorar nossos proces- sos fabris e administrativos, desenvolver tec- nologias inovadoras, aumentar capacidade produtiva, dentro do conceito de produção limpa e Indústria 4.0, objetivando o aumento constante da nossa competividade”detalhou Guenther. Guenther é graduado em Ciências Contá- beis pela Universidade Regional de Blume- nau e com especialização em Administração de Produto, Produção e Planejamento pela Fundação Getúlio Vargas. O executivo sem- pre se identificou com a cultura alemã e, em 1990/92, especializou-se em controladoria empresarial na Alemanha. Ao voltar para o Brasil, atuou em São Paulo à frente de mul- tinacionais alemãs. Iniciou sua trajetória na Stihl em 2008 como vice-presidente adminis- trativo-financeiro. Em 2011, assumiu o cargo de presidente, tendo como objetivo o cres- cimento da empresa e o fortalecimento da marca no Brasil e exterior. Atua ainda como presidente da Previstihl e diretor da FIERGS. Cláudio Guenther Arno Tomasini
  • 16. HISTÓRIA CONSOLIDADA ESPAÇO SINDIMETAL Nº 70 VITRINE 51 3081-5100 | www.belton.com.br N o mercado desde 1998, a Belton foi fundada a partir da visão empreendedora do diretor Carlos Roberto Bicca. Com larga experiência no setor de pneumática, Bicca traz no seu DNA o gosto pela profissão e o talento para administrar e encontrar soluções específicas e diversificadas para os clientes. “A Belton oferece uma linha completa de equipamentos pneumá- ticos para automação industrial, desenvolvendo também produ- tos especiais, com suporte técnico e elaboração de projetos exclu- sivos para cada necessidade do cliente”, afirma o diretor. A empresa trabalha com tecnologia em Automação Pneumática agregando alta produtividade e inovação em máquinas industriais e aplicação móbil. “Atendemos desde simples manutenções até automações complexas”, esclarece o gerente de Operações, Nadir Roman Neto. “Nosso departamento de Engenharia de Vendas é capacitado para desenvolver soluções completas e customizadas para cada automação, com velocidade e precisão nas informa- ções, auxiliando em todas as etapas do projeto”, argumenta Nadir. Certificada pela norma ISO 9001:2008, a empresa tem como com- promisso principal a satisfação do cliente, através da qualidade intrínseca de seus produtos e da manutenção de um estoque es- tratégico, que assegura rapidez e agilidade no atendimento de prazos; outro grande diferencial da empresa. Completa e versátil, atende a todos os segmentos do mercado, seja fabricante de má- quinas, grandes e pequenos usuários, distribuidores e revendas em todo o Brasil. Mesmo reconhecendo o crescimento alcançado, o diretor relembra que não foi sempre assim. Em 2006, com a invasão de produtos e peças chinesas, a Belton precisou repensar a sua trajetória e as estra- tégias de vendas.“Tínhamos filiais e representantes em vários locais, mas optamos por permanecer com a indústria 100% nacional, sem interferência de outros países, como a China, e assim o ajuste na em- presa foi inevitável”, registra. Já exportaram mas, atualmente, estão focados na demanda nacional, especialmente nas regiões Sul, Sudes- te e Centro Oeste. Sempre atentos, investem na participação em diferentes feiras no País, como a Feimec, Expomafe, Metalmineração, Mercopar e, neste ano, estarão presentes também na primeira edição da Forlac, em Mi- nas Gerais. “Um mercado novo, mas promissor”, avalia o diretor, que aposta nas feiras como um ótimo canal de oportunidades. “A visibi- lidade da marca é direta; o contato com clientes e fornecedores se consolida e a possibilidade de chegar até novos mercados se ampli- fica”, considera. ComsedenobairroCentro,emSãoLeopoldo,aBeltonestálocalizada no mesmo endereço, desde a sua fundação. O projeto de crescimen- to, com novidades na gestão, inclui a construção de uma nova fábrica no Distrito Industrial da Zona Norte, em 2019.“A meta é permanecer uma empresa enxuta e crescer dentro do possível, sem perder a qua- lidade e as características do atendimento personalizado, buscando sempre soluções rápidas e precisas”, enfatiza Bicca. “Aprendi desde muito cedo, que o vencedor não desiste dos seus so- nhos”, declara o diretor.“Já passamos por diferentes desafios, muitos decorrentes da inconstância econômica vivida no País, mas aprende- mos a lidar com as adversidades. Ajustamos a gestão da empresa e seguimos investindo em máquinas; na qualificação dos funcionários; bem como na qualidade dos nossos produtos e processos. Os resul- tados têm sido decorrentes destes fatores, somados ao empenho de todaaequipeeafidelidadedosnossosclientes”,asseguraofundador. Parabéns e sucesso duradouro à direção e funcionários da Belton!