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CONCEIÇÃO APARECIDA FONTOLAN
ESCASSEZ DE ÁGUA E OS CONFLITOS .
Alguns países usam menos de 10 litros
de água por pessoa ao dia. Gâmbia usa
4.5; Mali, 8; Somália, 8.9; e Moçambique,
9.3. Em contraste, o cidadão médio dos
Estados Unidos usa 500 litros de água
por dia, e a média britânica é de 200
litros. No Oeste dos Estados Unidos, são
utilizados cerca de 8 litros para escovar
os dentes, 10 a 35 litros para nivelar a
descarga, e 100 a 200 litros para tomar
banho.
• Quantos de nós parecemos nos incomodar
com a falta de água para beber, tomar
banho, cozinhar ou apertar o botão da
descarga? Não parece, mas somos
muitos. Somos muito mais do que aqueles
que reclamam quando a cisterna seca no
ápice do verão. Somos aqueles que
vivemos em cidades menores, que
dependemos diretamente da água de rios,
riachos, nascentes e de poços artesianos.
Somos aqueles que vivemos em bairros
esquecidos das cidades maiores onde o
saneamento básico (água e esgoto) ainda
não chegou.
Segundo o jornal britânico, "o Ministro da
Defesa da Grã-Bretanha, John Reid, fez uma
previsão sombria de que a violência e o
conflito político tornar-se-ão mais prováveis
nos próximos 20 ou 30 anos, na medida em
que aumentarem a desertificação, o
derretimento das calotas polares e o
envenenamento de fontes de água". John
Reid apontou as mudanças climáticas como o
motivo dos conflitos violentos causados com
o crescente aumento da população e a
diminuição das reservas de água.
MUDANÇAS CLIMÁTICAS
RIO JORDÃO
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A
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T
O
MAR MORTO , RECEBE ÁGUAS DO RIO JORDÃO
Israel, Jordânia e Palestina: 5% da
população do mundo sobrevivem com 1%
da sua água disponível no Oriente Médio,
nesse contexto ainda há a guerra entre
árabes e israelenses. Isso poderia
contribuir para crises militares adicionais
enquanto o aquecimento global continua.
Israel, os territórios palestinos e a Jordânia
necessitam do rio Jordão, mas Israel
controla-o e corta suas fontes durante as
épocas de escassez. O consumo palestino é
então restringido severamente por Israel.
SITUAÇÃO MUNDIAL
ESCASSEZ DE ÁGUA E OS CONFLITOS .
Turquia e Síria: Os projetos da Turquia
para construção de represas no rio Eufrates
levaram o país à beira de um conflito com a
Síria em 1998. Damasco (Síria ) acusa
Ancara (Turquia) de usar deliberadamente
sua fonte de água enquanto o rio desce pelo
país que acusa a Síria de proteger líderes
separatistas curdos. A falta de água
ocasionada pelo aquecimento global
aumentará a pressão nesta volátil região.
Ancara- Turquia
Damasco- Síria
ESCASSEZ DE ÁGUA E OS CONFLITOS .
ESCASSEZ DE ÁGUA E OS CONFLITOS .
ESCASSEZ DE ÁGUA E OS CONFLITOS .
ESCASSEZ DE ÁGUA E OS CONFLITOS .
China e Índia: O rio Brahmaputra já causou
tensão entre Índia e China e pode se tornar
uma faísca para dois dos maiores exércitos do
mundo. Em 2000, a Índia acusou a China de
não compartilhar informações sobre o
funcionamento do rio desde o Tibet que
causou inundações no nordeste da Índia e em
Bangladesh. As propostas chinesas para
desviar o rio também concernem a Deli.
ESCASSEZ DE ÁGUA E OS CONFLITOS .
MAR DE ARAL
Ele tinha uma área equivalente à dos estados
do Rio de Janeiro e Alagoas juntos. Por
séculos, foi um oásis no meio do deserto.
Mas agora o mar de Aral, entre o Cazaquistão
e o Uzbequistão, está morrendo. Simboliza o
que poderá acontecer com os outros
mananciais do planeta se o ritmo do uso
irracional continuar como nos dias de hoje.
Apesar do nome, o Aral é um. grande lago que
se tornou salgado. Antes da década de 1960,
tinha 62.000 km2 de extensão. Hoje, já perdeu
dois terços da sua área de superfície
ESCASSEZ DE ÁGUA E OS CONFLITOS .
MAR DE ARAL
ESCASSEZ DE ÁGUA E OS CONFLITOS .
MAR DE ARAL
Sua morte foi prevista há quase 50
anos, quando o então governo
soviético desviou dois rios que o
alimentavam para irrigar plantios de
algodão. Os agrotóxicos poluíram
15% das águas, também castigadas
pelos efeitos das barragens de 45
usinas hidrelétricas. A floresta que
cercava suas margens praticamente
acabou. Cerca de 80% das espécies
de animais desapareceram.
Aral recebe anualmente 60 milhões de
toneladas de sal carregadas pelos rios,
matando peixes e, por consequência, a
indústria pesqueira que sustentava a
economia local. O sal e os pesticidas
agrícolas , a erosão e a retirada exagerada de
água, se infiltraram no solo. Contaminaram
lençóis freáticos, tornaram impossível a
lavoura e elevaram a níveis epidêmicos
doenças como o câncer. O Aral pode
desaparecer se nada for feito para modernizar
os sistemas de irrigação e adotar práticas
ambientais menos agressivas.
Oscar D’Ambrosio
A crise é mundial: 20 países exauriram suas reservas e a cada 15
minutos 500 pessoas morrem de sede ou por beberem de fontes
contaminadas. No Brasil, onde o quadro é igualmente
preocupante, especialistas alertam: é preciso poupar e garantir
com rigor a qualidade do precioso líquido
A água – ou a falta dela – foi apontada, pelo governo
federal, como a grande vilã desta ameaça de apagão que
paira sobre nossas cabeças, sobretudo de quem vive nas
regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste do País. A
carência de água – estamos falando, agora, claro, de água
potável –, no entanto, ultrapassa de muito a questão
energética e, num certo sentido, a antecede. Afinal, produz-
se energia elétrica sem a existência de água, recorrendo-se
a usinas termelétricas, movidas a gás ou a energia nuclear.
Mas não se produz água – em outras palavras, as reservas
de água do planeta são finitas, não renováveis e estão cada
vez menores. "Estima-se que 400 crianças e 100 adultos
morrem a cada 15 minutos no mundo devido à falta ou à má
qualidade da água", alerta o médico veterinário Luiz
Augusto do Amaral, da Faculdade de Ciências Agrárias e
Veterinárias (FCAV) da UNESP, câmpus de Jaboticabal. "Por
isso, um poço de água potável valerá em breve o que valia
um poço de petróleo nos anos 70."
"Resta apenas 1% de água disponível para uso,
armazenada nos lençóis freáticos,
subterrâneos, lagos, rios e na atmosfera", diz
Amaral, que é também um dos coordenadores
do Projeto Acquaunesp. O volume total de água
na Terra é de 1,35 bilhão de km3, mas 97% está
nos oceanos e mares – portanto, salgada e
imprópria para consumo. Dos 3% que restam,
2% está armazenada nas geleiras Estima-se
que onze países da África, como o Egito, e nove
do Oriente Médio, como o Kuweit, praticamente
não tenham mais água
Distribuição da água no
planeta
Toda a água
Água Doce
ESCASSEZ DE ÁGUA E OS CONFLITOS .
Água doce
superficial de fácil
acesso
ESCASSEZ DE ÁGUA E OS CONFLITOS .
97.5% das águas do planeta são salobras,
inadequadas para uso humano. A maioria
da água fresca está presa nas geleiras e
glaciais. A necessidade básica
recomendada de água por pessoa num dia
é de 50 litros. Mas as pessoas podem
utilizar algo perto de aproximadamente 30
litros: 5 litros para alimento e bebida e uns
outros 25 para a higiene.
Aqüífero Guarani
O Aquífero Guarani é o maior manancial de água
doce subterrânea transfronteiriço do mundo.
Está localizado na região centro-leste da
América do Sul, entre 12º e 35º de latitude sul e
entre 47º e 65º de longitude oeste e ocupa uma
área de 1,2 milhões de Km², estendendo-se pelo
Brasil (840.000 Km²), Paraguai (58.500 Km²),
Uruguai (58.500 Km²) e Argentina (255.000
Km²).
Sua maior ocorrência se dá em território
brasileiro (2/3 da área total), abrangendo os
Estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas
Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio
Grande do Sul.
ESCASSEZ DE ÁGUA E OS CONFLITOS .
Uma Reserva para
o Futuro*
ESCASSEZ DE ÁGUA E OS CONFLITOS .
Recursos Hídricos
Água
A água pura (H2O) é um líquido formado por móleculas
de hidrogênio e oxigênio. Na natureza, ela é composta
por gases como oxigênio, dióxido de carbono e
nitrogênio, dissolvidos entre as moléculas de água.
Também fazem parte desta solução líquida sais, como
nitratos, cloretos e carbonatos; elementos sólidos,
poeira e areia podem ser carregados em suspensão.
Outras substâncias químicas dão cor e gosto à agua.
Ions podem causar uma reação químicamente alcalina
ou ácida. As temperaturas apresentam variação de
acordo com a profundidade e com o local onde a água é
encontrada, constituindo-se em fatores que influenciam
no comportamento químico.
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Volume de água
A quantidade total de água na Terra é
distribuída da seguinte maneira:
* 97,5% de oceanos e mares;
* 2,5 de água doce;
* 68,9% (da quantidade geral de água
doce) formam as calotas polares,
geleiras e neves eternas que cobrem os
cumes das montanhas altas da Terra;
* 29,9% restantes de água doce
constituem as águas subterrâneas
* 0,9% respondem pela umidade do
solo e pela água dos pântanos
As fontes hídricas são abundantes, porém
mal distribuídas na superfície do planeta. Em
algumas áreas, as retiradas são bem maiores
que a oferta, causando um desequilíbrio nos
recursos hídricos disponíveis. Essa situação
tem acarretado uma limitação em termos de
desenvolvimento para algumas regiões,
restringindo o atendimento às necessidades
humanas e degradando ecossistemas
aquáticos. Os recursos hídricos são de
fundamental importância no
desenvolvimento de diversas atividades
econômicas. A água pode representar até
90% da composição física das plantas; a falta
de água pode destruir lavouras.
A interação do quadro climático com os
aspectos geológicos dominam os excedentes
hídricos que alimentam uma das mais
extensas e densas redes de rios perenes do
mundo.
Em três grandes unidades hidrográficas:
Amazonas, São Francisco e Paraná estão
concentrados cerca de 80% da produção
hídrica do país. Estas bacias cobrem cerca de
72% do território brasileiro, dando-se destaque
à Bacia Amazônica, que possui cerca de 57%
da superfície do País.
ÁGUA NO BRASIL
Hidrografia do Brasil
A rede hidrográfica brasileira é constituída por rios
navegados em corrente livre e por hidrovias geradas
pela canalização de trechos de rios, além de extensos
lagos isolados, criados pela construção de barragens
para fins exclusivos de geração hidrelétrica.
Alguns dos rios da Amazônia e do Centro-Oeste foram
melhorados pela dragagem de seus baixios, mas a
maioria dos rios navegáveis destas regiões são
naturais. Nas regiões Sudeste e Sul, vários rios foram
canalizados, o que permitiu o aumento da capacidade
de tráfego dessas hidrovias e da confiabilidade do
transporte fluvial.
A rede hidrográfica brasileira tem elevadas condições
de umidade na maior parte do território nacional,
sendo considerada como a mais densa do planeta.
Algumas características da hidrografia do Brasil
•Rica em rios, mas pobres em lagos.
•O regime de alimentação dos rios brasileiros é
pluvial, não se registrando a ocorrência de
regimes nival ou glacial, sendo apenas o Rio
Amazonas um dependente do derretimento da
neve da Cordilheira do Andes, mas a sua
alimentação provém basicamente de chuvas. O
período das cheias dos rios brasileiros é no
verão, com algumas exceções no litoral do
nordeste.
•Grande parte desses rios é perene; apenas
alguns que nascem no sertão nordestino são
intermitentes.
O destino dos rios brasileiros é exorréico, ou seja,
desagua no mar. Devido ás elevadas altitudes na
porção ocidental da América do Sul, os rios
brasileiros vão todos desaguar no Oceano
Atlântico. Mesmo os que correm para oeste fazem
a curva ou desaguam em outro rio que irá em
direção ao oceano.
Na produção de energia elétrica, o uso dos rios é
muito grande. Aproximadamente cerca de 90% da
eletricidade brasileira provém dos rios. Seu
potencial hidráulico vem de quedas d’água e
corredeiras, dificultando a navegabilidade desses
mesmos rios. Na construção da maioria das
usinas hidrelétricas, não foi levado em conta a
possibilidade futura de navegação, dificultando o
transporte hidroviário.
Bacias Hidrográficas
É a área ocupada por um rio principal e todos
os seus tributários, cujos limites constituem as vertentes,
que por sua vez limitam outras bacias. No Brasil, a
predominância do clima úmido propicia uma rede
hidrográfica numerosa e formada por rios com grande
volume de água.
As bacias hidrográficas brasileiras são formadas a partir de
três grandes divisores:
Planalto Brasileiro
Planalto das Guianas
Cordilheira dos Andes
ESCASSEZ DE ÁGUA E OS CONFLITOS .
Bacia Amazônica
É a maior superfície drenada do mundo. O Rio Amazonas,
dependendo da nascente, é considerado o segundo (6.557
Km) ou o primeiro rio mais extenso do mundo. É o rio de
maior vazão de água (100.000 m3/s), depositando
aproximadamente 15% dos débitos fluviais totais do
mundo. Possui uma largura média de 4 a 5 Km, podendo
atingir mais de 10 Km em alguns pontos. Nasce na planície
de La Raya, no Peru, com o nome de Vilcanota, desce as
montanhas, recebendo os nomes de Ucaiali, Urubanda e
Marañón. No território brasileiro, recebe o nome de
Solimões e, a partir da confluência com o Rio Negro,
próximo a Manaus, é chamado de Amazonas. Dos seus
mais de 7 mil afluentes, os principais são: Negro,
Trombetas e Jari (margem esquerda); Madeira, Xingu e
Tapajós (margem direita).
BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO
AMAZONAS
Bacia do Tocantins - Araguaia
Com 803.250 Km² de área ocupada, é a maior bacia em território nacional.
O principal rio é o Tocantins, que nasce em GO, nas confluências dos
Rios Maranón e Paraná, desaguando na foz do Rio Amazonas. É
aproveitado pela Usina Hidrelétrica de Tucuruí, PA.
Bacia do Paraná
Pertence a uma bacia maior, não estando totalmente em território
brasileiro, banhando também a Argentina e o Paraguai. No Brasil ocupa
10,1% da área do país. O Rio Paraná nasce da união dos Rios Paranaíba e
Grande, na divisa MS/MG/SP; possui o maior potencial hidrelétrico
instalado no país, com destaque para a Usina Binacional de Itaipu,
fronteira com o Paraguai. Os principais afluentes do Rio Paraná estão na
margem esquerda: Tietê, Paranapanema e Iguaçu. Na margem direita,
recebe como principais afluentes os Rios Suruí, Verde e Pardo.
Além do potencial hidrelétrico, a Bacia do Paraná é utilizada para
navegação, em trechos que estarão interligados no futuro com a
construção de canais e eclusas.
ESCASSEZ DE ÁGUA E OS CONFLITOS .
Bacia Platina
É constituída pelas sub-bacias dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai. Seus
principais rios são:
1. Rio Uruguai
2. Rio Paraguai
3. Rio Iguaçu
4. Rio Paraná
5. Rio Tietê
6. Rio Paranapanema
7. Rio Grande
8. Rio Parnaíba
9. Rio Taquari
10. Rio Sepotuba
Bacia do Uruguai
É formada pela união dos Rios Canoas e Pelotas, correndo em
direção oeste, nas divisas dos estados de SC e RS, e em direção ao
Sul, na fronteira do Rio Grande do Sul com Argentina. Os principais
afluentes são os Rios do Peixe, Chapecó, Ijuí e Turvo.
Tanto para a navegação como para hidrelétrica, a utilização é
pequena em função da irregularidade da sua vazão e topografia do
terreno.
Bacia do São Francisco
Nasce em MG, na Serra da Canastra, a mais de 1000m de altitude,
atravessa o Estado da Bahia e banha as divisas dos Estados de
Pernambuco, Alagoas e Sergipe, uma região basicamente semi-
árida.
É um rio de planalto; todavia, possui cerca de 2.000 Km navegáveis.
Possui bom potencial hidrelétrico e nele está situado a Usina de
Paulo Afonso, BA. Atualmente suas águas estão sendo desviadas
para irrigação.
Bacia do Norte – Nordeste
Por onde correm os rios do Meio – Norte do país (Maranhão e Piauí),
tais como o Paranaíba, o Gurupi, Pindaré, Mearim e Itapicuru.
Integrante também dessa bacia os rios intermitentes ou temporários do
sertão nordestino: o Jaguaribe, Acaraú, Apodi, Piranhas, Capibaribe, e
outros.
Bacia do Leste
É formada principalmente pelos Rios Jequitinhonha, Doce, Itapicuru e
Paraíba do Sul.
Bacia do Sudeste – Sul
Entrecortada pelos Rios Ribeira do Iguape, Itajaí, Tubarão e Jacuí (que
se denomina Guaíba em Porto Alegre).
ESCASSEZ DE ÁGUA E OS CONFLITOS .
Hidrovias no Brasil
Hoje, a navegação fluvial no Brasil está numa posição
inferior em relação aos outros sistemas de transportes. É
o sistema de menor participação no transporte de
mercadoria no Brasil. Isto ocorre devido a vários fatores.
Muitos rios do Brasil são de planalto, por exemplo,
apresentando-se encachoeirados, portanto, dificultam a
navegação. É o caso dos rios Tietê, Paraná, Grande, São
Francisco e outros. Outro motivo são os rios de planície
facilmente navegáveis (Amazonas e Paraguai), os quais
encontram-se afastados dos grandes centros econômicos
do Brasil.
Nos últimos anos têm sido realizadas várias obras, com o
intuito de tornar os rios brasileiros navegáveis. Eclusas
são construídas para superar as diferenças de nível das
águas nas barragens das usinas hidrelétricas. É o caso da
eclusa de Barra Bonita no rio Tietê e da eclusa de Jupiá
no rio Paraná, já prontas.
Existe também um projeto de ligação da Bacia
Amazônica à Bacia do Paraná. É a hidrovia de
Contorno, que permitirá a ligação da região Norte do
Brasil às regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, caso
implantado. O seu significado econômico e social é de
grande importância, pois permitirá um transporte de
baixo custo.
O Porto de Manaus, situado à margem esquerda do rio
Negro, é o porto fluvial de maior movimento do Brasil
e com melhor infra-estrutura. Outro porto fluvial
relevante é o de Corumbá, no rio Paraguai, por onde é
escoado o minério de manganês extraído de uma área
próxima da cidade de Corumbá
Transporte Hidroviário
O Brasil tem mais de 4 mil quilômetros de costa
atlântica navegável e milhares de quilômetros de rios.
Apesar de boa parte dos rios navegáveis estarem na
Amazônia, o transporte nessa região não tem grande
importância econômica, por não haver nessa parte do
País mercados produtores e consumidores de peso.
Os trechos hidroviários mais importantes, do ponto de
vista econômico, encontram-se no Sudeste e no Sul do
País. O pleno aproveitamento de outras vias navegáveis
dependem da construção de eclusas, pequenas obras
de dragagem e, principalmente, de portos que
possibilitem a integração intermodal. Entre as principais
hidrovias brasileiras, destacam-se duas: Hidrovia Tietê-
Paraná e a Hidrovia Taguari -Guaíba.
Principais hidrovias
Hidrovia Araguaia-Tocantins
A Bacia do Tocantins é a maior bacia localizada inteiramente
no Brasil. Durante as cheias, seu principal rio, o Tocantins, é
navegável numa extensão de 1.900 km, entre as cidades de
Belém, no Pará, e Peixes, em Goiás, e seu potencial
hidrelétrico é parcialmente aproveitado na Usina de Tucuruí,
no Pará. O Araguaia cruza o Estado de Tocantins de norte a
sul e é navegável num trecho de 1.100 km. A construção da
Hidrovia Araguaia-Tocantins visa criar um corredor de
transporte intermodal na região Norte.
Hidrovia São Francisco
Entre a Serra da Canastra, onde nasce, em Minas
Gerais, e sua foz, na divisa de Sergipe e Alagoas, o
"Velho Chico", como é conhecido o maior rio situado
inteiramente em território brasileiro, é o grande
fornecedor de água da região semi-árida do
Nordeste. Seu principal trecho navegável situa-se
entre as cidades de Pirapora, em Minas Gerais, e
Juazeiro, na Bahia, num trecho de 1.300
quilômetros. Nele estão instaladas as usinas
hidrelétricas de Paulo Afonso e Sobradinho, na
Bahia; Moxotó, em Alagoas; e Três Marias, em
Minas Gerais. Os principais projetos em execução
ao longo do rio visam melhorar a navegabilidade e
permitir a navegação noturna.
Hidrovia da Madeira
O rio Madeira é um dos principais afluentes da margem direita do
Amazonas. A hidrovia, com as novas obras realizadas para
permitir a navegação noturna, está em operação desde abril de
1997. As obras ainda em andamento visam baratear o
escoamento de grãos no Norte e no Centro-oeste.
Hidrovia Tietê-Paraná
Esta via possui enorme importância econômica por permitir o
transporte de grãos e outras mercadorias de três estados: Mato
Grosso do Sul, Paraná e São Paulo. Ela possui 1.250 quilômetros
navegáveis, sendo 450 no rio Tietê, em São Paulo, e 800 no rio
Paraná, na divisa de São Paulo com o Mato Grosso do Sul e na
fronteira do Paraná com o Paraguai e a Argentina. Para
operacionalizar esses 1.250 quilômetros, há necessidade de
conclusão de eclusa na represa de Jupiá para que os dois
trechos se conectem.
Taguari-Guaíba
Com 686 quilômetros de extensão, no Rio
Grande do Sul, esta é a principal hidrovia
brasileira em termos de carga transportada. É
operada por uma frota de 72 embarcações, que
podem movimentar um total de 130 mil
toneladas. Os principais produtos transportados
na hidrovia são grãos e óleos. Uma de suas
importantes características é ser bem servida de
terminais intermodais, o que facilita o transbordo
das cargas. No que diz respeito ao tráfego,
outras hidrovias possuem mais importância
local, principalmente no transporte de
passageiros e no abastecimento de localidades
ribeirinhas.
Hidrelétricas no Brasil
A Rede Hidrometeorológica Nacional, conforme
dados da Agência Nacional de Energia Elétrica –
ANEEL, é composta hoje por 5.138 estações,
das quais 2.234 pluviométricas, 1.874
fluviométricas e 1.030 de outros tipos, como
sedimentométricas, telemétricas, de qualidade
das águas, evaporimétricas e climatológicas.
A energia elétrica atende a cerca de 92% dos
domicílios no país. A produção de energia é
realizada por usinas hidrelétricas e
termoelétricas, sendo que as usinas
hidrelétricas respondem, por cerca de 97% da
energia elétrica gerada.
Principais hidrelétricas do Brasil:
FOZ DO TIPO DELTA
FOZ DO TIPO ESTUÁRIO
FOZ MISTA OU COMPLEXA
Consideremos o impacto nas reservas de água.
Para produzir 450 gramas de carne de vaca, são
necessários três quilos de sementes. Estes, por
sua vez, requerem 3.000 litros de água. No mundo
inteiro, é cada vez maior a quantidade de água
usada na criação de porcos e galinhas, em vez de
ser empregada na irrigação das plantações
destinadas ao consumo direto. O fato está
provocando o esgotamento de milhões de poços. A
Índia, a China, o norte da África e os Estados
Unidos registram uma escassez de água doce,
pois atualmente gastam suas reservas em um
ritmo superior à velocidade com que as chuvas
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ESCASSEZ DE ÁGUA E OS CONFLITOS .

  • 3. Alguns países usam menos de 10 litros de água por pessoa ao dia. Gâmbia usa 4.5; Mali, 8; Somália, 8.9; e Moçambique, 9.3. Em contraste, o cidadão médio dos Estados Unidos usa 500 litros de água por dia, e a média britânica é de 200 litros. No Oeste dos Estados Unidos, são utilizados cerca de 8 litros para escovar os dentes, 10 a 35 litros para nivelar a descarga, e 100 a 200 litros para tomar banho.
  • 4. • Quantos de nós parecemos nos incomodar com a falta de água para beber, tomar banho, cozinhar ou apertar o botão da descarga? Não parece, mas somos muitos. Somos muito mais do que aqueles que reclamam quando a cisterna seca no ápice do verão. Somos aqueles que vivemos em cidades menores, que dependemos diretamente da água de rios, riachos, nascentes e de poços artesianos. Somos aqueles que vivemos em bairros esquecidos das cidades maiores onde o saneamento básico (água e esgoto) ainda não chegou.
  • 5. Segundo o jornal britânico, "o Ministro da Defesa da Grã-Bretanha, John Reid, fez uma previsão sombria de que a violência e o conflito político tornar-se-ão mais prováveis nos próximos 20 ou 30 anos, na medida em que aumentarem a desertificação, o derretimento das calotas polares e o envenenamento de fontes de água". John Reid apontou as mudanças climáticas como o motivo dos conflitos violentos causados com o crescente aumento da população e a diminuição das reservas de água. MUDANÇAS CLIMÁTICAS
  • 7. M A R M O R T O MAR MORTO , RECEBE ÁGUAS DO RIO JORDÃO
  • 8. Israel, Jordânia e Palestina: 5% da população do mundo sobrevivem com 1% da sua água disponível no Oriente Médio, nesse contexto ainda há a guerra entre árabes e israelenses. Isso poderia contribuir para crises militares adicionais enquanto o aquecimento global continua. Israel, os territórios palestinos e a Jordânia necessitam do rio Jordão, mas Israel controla-o e corta suas fontes durante as épocas de escassez. O consumo palestino é então restringido severamente por Israel. SITUAÇÃO MUNDIAL
  • 10. Turquia e Síria: Os projetos da Turquia para construção de represas no rio Eufrates levaram o país à beira de um conflito com a Síria em 1998. Damasco (Síria ) acusa Ancara (Turquia) de usar deliberadamente sua fonte de água enquanto o rio desce pelo país que acusa a Síria de proteger líderes separatistas curdos. A falta de água ocasionada pelo aquecimento global aumentará a pressão nesta volátil região. Ancara- Turquia Damasco- Síria
  • 15. China e Índia: O rio Brahmaputra já causou tensão entre Índia e China e pode se tornar uma faísca para dois dos maiores exércitos do mundo. Em 2000, a Índia acusou a China de não compartilhar informações sobre o funcionamento do rio desde o Tibet que causou inundações no nordeste da Índia e em Bangladesh. As propostas chinesas para desviar o rio também concernem a Deli.
  • 17. MAR DE ARAL Ele tinha uma área equivalente à dos estados do Rio de Janeiro e Alagoas juntos. Por séculos, foi um oásis no meio do deserto. Mas agora o mar de Aral, entre o Cazaquistão e o Uzbequistão, está morrendo. Simboliza o que poderá acontecer com os outros mananciais do planeta se o ritmo do uso irracional continuar como nos dias de hoje. Apesar do nome, o Aral é um. grande lago que se tornou salgado. Antes da década de 1960, tinha 62.000 km2 de extensão. Hoje, já perdeu dois terços da sua área de superfície
  • 22. Sua morte foi prevista há quase 50 anos, quando o então governo soviético desviou dois rios que o alimentavam para irrigar plantios de algodão. Os agrotóxicos poluíram 15% das águas, também castigadas pelos efeitos das barragens de 45 usinas hidrelétricas. A floresta que cercava suas margens praticamente acabou. Cerca de 80% das espécies de animais desapareceram.
  • 23. Aral recebe anualmente 60 milhões de toneladas de sal carregadas pelos rios, matando peixes e, por consequência, a indústria pesqueira que sustentava a economia local. O sal e os pesticidas agrícolas , a erosão e a retirada exagerada de água, se infiltraram no solo. Contaminaram lençóis freáticos, tornaram impossível a lavoura e elevaram a níveis epidêmicos doenças como o câncer. O Aral pode desaparecer se nada for feito para modernizar os sistemas de irrigação e adotar práticas ambientais menos agressivas.
  • 24. Oscar D’Ambrosio A crise é mundial: 20 países exauriram suas reservas e a cada 15 minutos 500 pessoas morrem de sede ou por beberem de fontes contaminadas. No Brasil, onde o quadro é igualmente preocupante, especialistas alertam: é preciso poupar e garantir com rigor a qualidade do precioso líquido
  • 25. A água – ou a falta dela – foi apontada, pelo governo federal, como a grande vilã desta ameaça de apagão que paira sobre nossas cabeças, sobretudo de quem vive nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste do País. A carência de água – estamos falando, agora, claro, de água potável –, no entanto, ultrapassa de muito a questão energética e, num certo sentido, a antecede. Afinal, produz- se energia elétrica sem a existência de água, recorrendo-se a usinas termelétricas, movidas a gás ou a energia nuclear. Mas não se produz água – em outras palavras, as reservas de água do planeta são finitas, não renováveis e estão cada vez menores. "Estima-se que 400 crianças e 100 adultos morrem a cada 15 minutos no mundo devido à falta ou à má qualidade da água", alerta o médico veterinário Luiz Augusto do Amaral, da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV) da UNESP, câmpus de Jaboticabal. "Por isso, um poço de água potável valerá em breve o que valia um poço de petróleo nos anos 70."
  • 26. "Resta apenas 1% de água disponível para uso, armazenada nos lençóis freáticos, subterrâneos, lagos, rios e na atmosfera", diz Amaral, que é também um dos coordenadores do Projeto Acquaunesp. O volume total de água na Terra é de 1,35 bilhão de km3, mas 97% está nos oceanos e mares – portanto, salgada e imprópria para consumo. Dos 3% que restam, 2% está armazenada nas geleiras Estima-se que onze países da África, como o Egito, e nove do Oriente Médio, como o Kuweit, praticamente não tenham mais água
  • 27. Distribuição da água no planeta Toda a água
  • 30. Água doce superficial de fácil acesso
  • 32. 97.5% das águas do planeta são salobras, inadequadas para uso humano. A maioria da água fresca está presa nas geleiras e glaciais. A necessidade básica recomendada de água por pessoa num dia é de 50 litros. Mas as pessoas podem utilizar algo perto de aproximadamente 30 litros: 5 litros para alimento e bebida e uns outros 25 para a higiene.
  • 33. Aqüífero Guarani O Aquífero Guarani é o maior manancial de água doce subterrânea transfronteiriço do mundo. Está localizado na região centro-leste da América do Sul, entre 12º e 35º de latitude sul e entre 47º e 65º de longitude oeste e ocupa uma área de 1,2 milhões de Km², estendendo-se pelo Brasil (840.000 Km²), Paraguai (58.500 Km²), Uruguai (58.500 Km²) e Argentina (255.000 Km²). Sua maior ocorrência se dá em território brasileiro (2/3 da área total), abrangendo os Estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
  • 37. Recursos Hídricos Água A água pura (H2O) é um líquido formado por móleculas de hidrogênio e oxigênio. Na natureza, ela é composta por gases como oxigênio, dióxido de carbono e nitrogênio, dissolvidos entre as moléculas de água. Também fazem parte desta solução líquida sais, como nitratos, cloretos e carbonatos; elementos sólidos, poeira e areia podem ser carregados em suspensão. Outras substâncias químicas dão cor e gosto à agua. Ions podem causar uma reação químicamente alcalina ou ácida. As temperaturas apresentam variação de acordo com a profundidade e com o local onde a água é encontrada, constituindo-se em fatores que influenciam no comportamento químico.
  • 38. Á g u a d o c e d o s t o t a i s d i s s o l v i d o s ( S T D ) i n f e r i o r a 1 . 0 0 0 m g / l . c o m S T D Á g u a d o c e d o s t o t a i s d i s s o l v i d o s ( S T D ) i n f e r i o r a 1 . 0 0 0 m g / l . c o m S T D Á g u a d o c e d o s t o t a i s d i s s o l v i d o s ( S T D ) i n f e r i o r a 1 . 0 0 0 m g / l . c o m S T D Á g u a d o c e d o s t o t a i s d i s s o l v i d o s ( S T D ) i n f e r i o r a 1 . 0 0 0 m g / l . c o m S T D Á g u a d o c e d o s t o t a i s d i s s o l v i d o s ( S T D ) i n f e r i o r a 1 . 0 0 0 m g / l . c o m S T D d o s t o t a i s d i s s o l v i d o s ( S T D ) i n f e r i o r a 1 . 0 0 0 m g / l . c o m S T D S D m m S D d o s t o t a i s d i s s o l v i d o s ( S T D ) i n f e r i o r a 1 . 0 0 0 m g / l . c o m S T D d o s t o t a i s d i s s o l v i d o s ( S T D ) i n f e r i o r a 1 . 0 0 0 m g / l . c o m S T D d o s t o t a i s d i s s o l v i d o s ( S T D ) i n f e r i o r a 1 . 0 0 0 m g / l . c o m S T D S D m m S D Volume de água A quantidade total de água na Terra é distribuída da seguinte maneira: * 97,5% de oceanos e mares; * 2,5 de água doce; * 68,9% (da quantidade geral de água doce) formam as calotas polares, geleiras e neves eternas que cobrem os cumes das montanhas altas da Terra; * 29,9% restantes de água doce constituem as águas subterrâneas * 0,9% respondem pela umidade do solo e pela água dos pântanos
  • 39. As fontes hídricas são abundantes, porém mal distribuídas na superfície do planeta. Em algumas áreas, as retiradas são bem maiores que a oferta, causando um desequilíbrio nos recursos hídricos disponíveis. Essa situação tem acarretado uma limitação em termos de desenvolvimento para algumas regiões, restringindo o atendimento às necessidades humanas e degradando ecossistemas aquáticos. Os recursos hídricos são de fundamental importância no desenvolvimento de diversas atividades econômicas. A água pode representar até 90% da composição física das plantas; a falta de água pode destruir lavouras.
  • 40. A interação do quadro climático com os aspectos geológicos dominam os excedentes hídricos que alimentam uma das mais extensas e densas redes de rios perenes do mundo. Em três grandes unidades hidrográficas: Amazonas, São Francisco e Paraná estão concentrados cerca de 80% da produção hídrica do país. Estas bacias cobrem cerca de 72% do território brasileiro, dando-se destaque à Bacia Amazônica, que possui cerca de 57% da superfície do País. ÁGUA NO BRASIL
  • 41. Hidrografia do Brasil A rede hidrográfica brasileira é constituída por rios navegados em corrente livre e por hidrovias geradas pela canalização de trechos de rios, além de extensos lagos isolados, criados pela construção de barragens para fins exclusivos de geração hidrelétrica. Alguns dos rios da Amazônia e do Centro-Oeste foram melhorados pela dragagem de seus baixios, mas a maioria dos rios navegáveis destas regiões são naturais. Nas regiões Sudeste e Sul, vários rios foram canalizados, o que permitiu o aumento da capacidade de tráfego dessas hidrovias e da confiabilidade do transporte fluvial. A rede hidrográfica brasileira tem elevadas condições de umidade na maior parte do território nacional, sendo considerada como a mais densa do planeta. Algumas características da hidrografia do Brasil •Rica em rios, mas pobres em lagos.
  • 42. •O regime de alimentação dos rios brasileiros é pluvial, não se registrando a ocorrência de regimes nival ou glacial, sendo apenas o Rio Amazonas um dependente do derretimento da neve da Cordilheira do Andes, mas a sua alimentação provém basicamente de chuvas. O período das cheias dos rios brasileiros é no verão, com algumas exceções no litoral do nordeste. •Grande parte desses rios é perene; apenas alguns que nascem no sertão nordestino são intermitentes.
  • 43. O destino dos rios brasileiros é exorréico, ou seja, desagua no mar. Devido ás elevadas altitudes na porção ocidental da América do Sul, os rios brasileiros vão todos desaguar no Oceano Atlântico. Mesmo os que correm para oeste fazem a curva ou desaguam em outro rio que irá em direção ao oceano. Na produção de energia elétrica, o uso dos rios é muito grande. Aproximadamente cerca de 90% da eletricidade brasileira provém dos rios. Seu potencial hidráulico vem de quedas d’água e corredeiras, dificultando a navegabilidade desses mesmos rios. Na construção da maioria das usinas hidrelétricas, não foi levado em conta a possibilidade futura de navegação, dificultando o transporte hidroviário.
  • 44. Bacias Hidrográficas É a área ocupada por um rio principal e todos os seus tributários, cujos limites constituem as vertentes, que por sua vez limitam outras bacias. No Brasil, a predominância do clima úmido propicia uma rede hidrográfica numerosa e formada por rios com grande volume de água. As bacias hidrográficas brasileiras são formadas a partir de três grandes divisores: Planalto Brasileiro Planalto das Guianas Cordilheira dos Andes
  • 46. Bacia Amazônica É a maior superfície drenada do mundo. O Rio Amazonas, dependendo da nascente, é considerado o segundo (6.557 Km) ou o primeiro rio mais extenso do mundo. É o rio de maior vazão de água (100.000 m3/s), depositando aproximadamente 15% dos débitos fluviais totais do mundo. Possui uma largura média de 4 a 5 Km, podendo atingir mais de 10 Km em alguns pontos. Nasce na planície de La Raya, no Peru, com o nome de Vilcanota, desce as montanhas, recebendo os nomes de Ucaiali, Urubanda e Marañón. No território brasileiro, recebe o nome de Solimões e, a partir da confluência com o Rio Negro, próximo a Manaus, é chamado de Amazonas. Dos seus mais de 7 mil afluentes, os principais são: Negro, Trombetas e Jari (margem esquerda); Madeira, Xingu e Tapajós (margem direita).
  • 47. BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO AMAZONAS
  • 48. Bacia do Tocantins - Araguaia Com 803.250 Km² de área ocupada, é a maior bacia em território nacional. O principal rio é o Tocantins, que nasce em GO, nas confluências dos Rios Maranón e Paraná, desaguando na foz do Rio Amazonas. É aproveitado pela Usina Hidrelétrica de Tucuruí, PA. Bacia do Paraná Pertence a uma bacia maior, não estando totalmente em território brasileiro, banhando também a Argentina e o Paraguai. No Brasil ocupa 10,1% da área do país. O Rio Paraná nasce da união dos Rios Paranaíba e Grande, na divisa MS/MG/SP; possui o maior potencial hidrelétrico instalado no país, com destaque para a Usina Binacional de Itaipu, fronteira com o Paraguai. Os principais afluentes do Rio Paraná estão na margem esquerda: Tietê, Paranapanema e Iguaçu. Na margem direita, recebe como principais afluentes os Rios Suruí, Verde e Pardo. Além do potencial hidrelétrico, a Bacia do Paraná é utilizada para navegação, em trechos que estarão interligados no futuro com a construção de canais e eclusas.
  • 50. Bacia Platina É constituída pelas sub-bacias dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai. Seus principais rios são: 1. Rio Uruguai 2. Rio Paraguai 3. Rio Iguaçu 4. Rio Paraná 5. Rio Tietê 6. Rio Paranapanema 7. Rio Grande 8. Rio Parnaíba 9. Rio Taquari 10. Rio Sepotuba
  • 51. Bacia do Uruguai É formada pela união dos Rios Canoas e Pelotas, correndo em direção oeste, nas divisas dos estados de SC e RS, e em direção ao Sul, na fronteira do Rio Grande do Sul com Argentina. Os principais afluentes são os Rios do Peixe, Chapecó, Ijuí e Turvo. Tanto para a navegação como para hidrelétrica, a utilização é pequena em função da irregularidade da sua vazão e topografia do terreno. Bacia do São Francisco Nasce em MG, na Serra da Canastra, a mais de 1000m de altitude, atravessa o Estado da Bahia e banha as divisas dos Estados de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, uma região basicamente semi- árida. É um rio de planalto; todavia, possui cerca de 2.000 Km navegáveis. Possui bom potencial hidrelétrico e nele está situado a Usina de Paulo Afonso, BA. Atualmente suas águas estão sendo desviadas para irrigação.
  • 52. Bacia do Norte – Nordeste Por onde correm os rios do Meio – Norte do país (Maranhão e Piauí), tais como o Paranaíba, o Gurupi, Pindaré, Mearim e Itapicuru. Integrante também dessa bacia os rios intermitentes ou temporários do sertão nordestino: o Jaguaribe, Acaraú, Apodi, Piranhas, Capibaribe, e outros. Bacia do Leste É formada principalmente pelos Rios Jequitinhonha, Doce, Itapicuru e Paraíba do Sul. Bacia do Sudeste – Sul Entrecortada pelos Rios Ribeira do Iguape, Itajaí, Tubarão e Jacuí (que se denomina Guaíba em Porto Alegre).
  • 54. Hidrovias no Brasil Hoje, a navegação fluvial no Brasil está numa posição inferior em relação aos outros sistemas de transportes. É o sistema de menor participação no transporte de mercadoria no Brasil. Isto ocorre devido a vários fatores. Muitos rios do Brasil são de planalto, por exemplo, apresentando-se encachoeirados, portanto, dificultam a navegação. É o caso dos rios Tietê, Paraná, Grande, São Francisco e outros. Outro motivo são os rios de planície facilmente navegáveis (Amazonas e Paraguai), os quais encontram-se afastados dos grandes centros econômicos do Brasil. Nos últimos anos têm sido realizadas várias obras, com o intuito de tornar os rios brasileiros navegáveis. Eclusas são construídas para superar as diferenças de nível das águas nas barragens das usinas hidrelétricas. É o caso da eclusa de Barra Bonita no rio Tietê e da eclusa de Jupiá no rio Paraná, já prontas.
  • 55. Existe também um projeto de ligação da Bacia Amazônica à Bacia do Paraná. É a hidrovia de Contorno, que permitirá a ligação da região Norte do Brasil às regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, caso implantado. O seu significado econômico e social é de grande importância, pois permitirá um transporte de baixo custo. O Porto de Manaus, situado à margem esquerda do rio Negro, é o porto fluvial de maior movimento do Brasil e com melhor infra-estrutura. Outro porto fluvial relevante é o de Corumbá, no rio Paraguai, por onde é escoado o minério de manganês extraído de uma área próxima da cidade de Corumbá
  • 56. Transporte Hidroviário O Brasil tem mais de 4 mil quilômetros de costa atlântica navegável e milhares de quilômetros de rios. Apesar de boa parte dos rios navegáveis estarem na Amazônia, o transporte nessa região não tem grande importância econômica, por não haver nessa parte do País mercados produtores e consumidores de peso. Os trechos hidroviários mais importantes, do ponto de vista econômico, encontram-se no Sudeste e no Sul do País. O pleno aproveitamento de outras vias navegáveis dependem da construção de eclusas, pequenas obras de dragagem e, principalmente, de portos que possibilitem a integração intermodal. Entre as principais hidrovias brasileiras, destacam-se duas: Hidrovia Tietê- Paraná e a Hidrovia Taguari -Guaíba.
  • 57. Principais hidrovias Hidrovia Araguaia-Tocantins A Bacia do Tocantins é a maior bacia localizada inteiramente no Brasil. Durante as cheias, seu principal rio, o Tocantins, é navegável numa extensão de 1.900 km, entre as cidades de Belém, no Pará, e Peixes, em Goiás, e seu potencial hidrelétrico é parcialmente aproveitado na Usina de Tucuruí, no Pará. O Araguaia cruza o Estado de Tocantins de norte a sul e é navegável num trecho de 1.100 km. A construção da Hidrovia Araguaia-Tocantins visa criar um corredor de transporte intermodal na região Norte.
  • 58. Hidrovia São Francisco Entre a Serra da Canastra, onde nasce, em Minas Gerais, e sua foz, na divisa de Sergipe e Alagoas, o "Velho Chico", como é conhecido o maior rio situado inteiramente em território brasileiro, é o grande fornecedor de água da região semi-árida do Nordeste. Seu principal trecho navegável situa-se entre as cidades de Pirapora, em Minas Gerais, e Juazeiro, na Bahia, num trecho de 1.300 quilômetros. Nele estão instaladas as usinas hidrelétricas de Paulo Afonso e Sobradinho, na Bahia; Moxotó, em Alagoas; e Três Marias, em Minas Gerais. Os principais projetos em execução ao longo do rio visam melhorar a navegabilidade e permitir a navegação noturna.
  • 59. Hidrovia da Madeira O rio Madeira é um dos principais afluentes da margem direita do Amazonas. A hidrovia, com as novas obras realizadas para permitir a navegação noturna, está em operação desde abril de 1997. As obras ainda em andamento visam baratear o escoamento de grãos no Norte e no Centro-oeste. Hidrovia Tietê-Paraná Esta via possui enorme importância econômica por permitir o transporte de grãos e outras mercadorias de três estados: Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo. Ela possui 1.250 quilômetros navegáveis, sendo 450 no rio Tietê, em São Paulo, e 800 no rio Paraná, na divisa de São Paulo com o Mato Grosso do Sul e na fronteira do Paraná com o Paraguai e a Argentina. Para operacionalizar esses 1.250 quilômetros, há necessidade de conclusão de eclusa na represa de Jupiá para que os dois trechos se conectem.
  • 60. Taguari-Guaíba Com 686 quilômetros de extensão, no Rio Grande do Sul, esta é a principal hidrovia brasileira em termos de carga transportada. É operada por uma frota de 72 embarcações, que podem movimentar um total de 130 mil toneladas. Os principais produtos transportados na hidrovia são grãos e óleos. Uma de suas importantes características é ser bem servida de terminais intermodais, o que facilita o transbordo das cargas. No que diz respeito ao tráfego, outras hidrovias possuem mais importância local, principalmente no transporte de passageiros e no abastecimento de localidades ribeirinhas.
  • 61. Hidrelétricas no Brasil A Rede Hidrometeorológica Nacional, conforme dados da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, é composta hoje por 5.138 estações, das quais 2.234 pluviométricas, 1.874 fluviométricas e 1.030 de outros tipos, como sedimentométricas, telemétricas, de qualidade das águas, evaporimétricas e climatológicas. A energia elétrica atende a cerca de 92% dos domicílios no país. A produção de energia é realizada por usinas hidrelétricas e termoelétricas, sendo que as usinas hidrelétricas respondem, por cerca de 97% da energia elétrica gerada. Principais hidrelétricas do Brasil:
  • 62. FOZ DO TIPO DELTA
  • 63. FOZ DO TIPO ESTUÁRIO
  • 64. FOZ MISTA OU COMPLEXA
  • 65. Consideremos o impacto nas reservas de água. Para produzir 450 gramas de carne de vaca, são necessários três quilos de sementes. Estes, por sua vez, requerem 3.000 litros de água. No mundo inteiro, é cada vez maior a quantidade de água usada na criação de porcos e galinhas, em vez de ser empregada na irrigação das plantações destinadas ao consumo direto. O fato está provocando o esgotamento de milhões de poços. A Índia, a China, o norte da África e os Estados Unidos registram uma escassez de água doce, pois atualmente gastam suas reservas em um ritmo superior à velocidade com que as chuvas conseguem repor as fontes naturais. QUANTOS GASTAMOS DE ÁGUA ?