Dilma leu reportagem sobre tortura sofrida em Juiz de Fora em 1972, mas preferiu não comentar. O relato repercutiu entre setores do governo e da sociedade civil, que destacaram a importância de testemunhos como o de Dilma para desconstruir versões da ditadura e esclarecer violações de direitos humanos na época. A Comissão da Anistia reconheceu indenizações a vítimas de tortura no valor total de R$2,4 bilhões.