O documento relata que Dilma Rousseff recebeu uma indenização de R$ 30 mil do Conselho dos Direitos Humanos de Minas Gerais em 2002 por torturas sofridas durante a ditadura militar. Seu depoimento foi coletado sob pressão de grupos de direitos humanos, embora inicialmente ela resistisse. O dinheiro foi doado à organização Tortura Nunca Mais. O Conselho ainda lida com dificuldades de infraestrutura para preservar a memória dos presos políticos.