“Talvez esses sejam os dois maiores
problemas da raça humana. Digo isto
porque são duas situações que,
independentemente de qualquer posição
econômica ou social, atingem todas as
pessoas, deixando-as totalmente
impotentes.” (Revista do aluno, p. 54)
Lázaro estava enfermo (v.1);
Jesus disse que essa enfermidade seria
para a Glória de Deus (v.4);
Jesus, ao saber da enfermidade do amigo,
ficou ainda dois dias onde estava (v.6);
Jesus tinha um propósito na vida dos
discípulos com esse episódio (v.15);
Quando Jesus chegou, havia quatro dias
que Lázaro fora sepultado (v.17);
Jesus chamou a atenção das pessoas
para a vida eterna (v.25);
Jesus ficou comovido ao ver Maria chorar
(v.33);
Jesus chorou diante do sepulcro de
Lázaro (v.35).
O objetivo deste texto é demonstrar que
Jesus é Deus através de sinais e
maravilhas. Somente Deus pode
ressuscitar os mortos.
A enfermidade, morte e ressurreição de
Lázaro não era um “teste” para demonstrar
o poder de CRISTO.
A enfermidade, morte e ressurreição de
Lázaro era para manifestar a glória de
DEUS em Seu Filho, Jesus.
O foco do texto não é a ressurreição de
Lázaro, mas a Glória de DEUS
manifestada em Cristo.
Com o pecado de Adão, a morte passou a
fazer parte da vida do ser humano.
O ser humano nasce e vive um certo
número de anos sobre a terra.
A cada dia de vida , o ser humano
aproxima-se do seu fim.
Nós morremos todo dia, estamos em
processo de decomposição e
degeneração à medida que os anos
passam.
As doenças fazem parte deste processo
de degeneração.
 Assim sendo, o ser humano pode vir a falecer
por diversas causas:
• Acidentes (desde um escorregão, até uma queda de
avião)
• Assassinatos
• Suicídios
• Afogamentos
• Guerras
• Envenenamentos
• Doenças
• Catástrofes
• Etc
Atualmente,algumas questões têm
intrigado os crentes:
• A doença é consequência do pecado?
• O cristão fiel fica doente?
• Homens de fé podem ficar doentes?
Isaque – Gênesis 27:1
Eliseu – II Reis 13:14
Paulo – Gálatas 4:13-15
Epafrodito – Filipenses 2:25-27
Timóteo – I Timóteo 5:23
Trófimo – II Timóteo 4:20
Observamos que a vida destes homens de
fé foram para a glória de DEUS, inclusive
os momentos de angústias, aflições e
doenças.
 Se você for a uma capelania hospitalar de
grandes hospitais de algumas capitais do
país e fizer uma pesquisa, você vai ver que
há um número elevado de evangélicos
hospitalizados por todos os tipos de doenças
que acometem as pessoas em geral. A
proporção dos evangélicos nos hospitais,
acompanha a proporção de evangélicos no
país, ou seja, doença não faz distinção
religiosa, ela não tem preconceito.”
(Rev. Augustus Nicodemus)
“Está alguém entre vós doente? Chame os
presbíteros da igreja, e estes façam oração sobre
ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor.”
Antiga vasilha usada para óleos e perfumes
Os estudiosos entendem que este é o
ponto mais controverso da carta de Tiago;
alguns entendem que é um dos textos
mais complexos de interpretação do Novo
Testamento.
A Igreja Reformada não tem uma posição
unânime sobre a unção neste trecho: se é
cerimonial (símbolo espiritual do poder
divino de curar) ou medicinal.
De acordo com o Rev. Hernandes Dias
Lopes, a posição oficial da IPB, desde o
Supremo Concílio em Brasília, é que fica
ao critério de cada Conselho e de cada
Pastor, entender o texto, ou da forma
medicinal, ou da forma cerimonial. Não há
uma posição proibitiva nem de uma forma,
nem de outra.
 “Esta recomendação de Tiago tem como foco
principal a oração, como se vê nos dois
versículos. A recomendação de "ungir com
óleo", que é onde entra o ponto polêmico,
não é o ponto principal, embora essa prática
tivesse, para aquela época, um simbolismo
importante e que certamente teria até hoje,
não fosse o mau uso que tem sido feito dela
ao longo da história da Igreja, especialmente
nos nossos dias.
 Então, não haveria qualquer problema em
continuar com essa prática, se ela não
tivesse sido deturpada no seu simbolismo.
No catolicismo ela deu origem ao que eles
chamam de sacramento da "extrema unção"
e hoje, especialmente entre os pentecostais,
ela é vista como parte operante do processo
de cura, em posição igual ou até superior à
da oração, como se a cura estivesse ligada
também diretamente à unção.
 Então, por esta razão, acredito que a Igreja
descontinuou essa prática, para evitar atribuir
ao símbolo um valor operante que ele nunca
teve. É por isso também que acredito que ela
não é proibida hoje, mas também não é
necessária e nem mesmo recomendada,
dentro do contexto atual, para evitar que ela
seja confundida com as práticas atuais e lhe
seja dada um valor que ele não tem.” (Rev.
João Alves dos Santos)
O nosso DEUS é poderoso e tem poder
para curar.
DEUS é quem cura ou não, conforme sua
vontade.
“DEUS cura com os meios, sem os meios
e apesar dos meios.” (Hernandes Dias
Lopes)
DEUS nem sempre cura as nossas
enfermidades, mas concede-nos forças para
que, mesmo no leito de dor, continuemos a
glorificar o seu nome,
DEUS nem sempre cura
as nossas enfermidades,
mas concede-nos forças
para que, mesmo no leito
de dor, continuemos a
glorificar o seu nome.
A glória de DEUS manifesta-se na cura e
também na morte dos santos.
“Preciosa é aos olhos do SENHOR a
morte dos seus santos.” (Salmo 116:15)
3 - Bendito seja o Deus e Pai de nosso
Senhor Jesus Cristo, o Pai de
misericórdias e Deus de toda
consolação!
4 - É ele que nos conforta em toda a
nossa tribulação, para podermos
consolar os que estiverem em qualquer
angústia, com a consolação com que nós
mesmos somos contemplados por Deus.
Neste trecho, Paulo agradece pelo
conforto divino em meio às tribulações.
A palavra grega traduzida por consolação
no versículo 3, abrange as ideias de
animar e ajudar.
“Deus tem um propósito soberano tanto
em nossas tribulações quanto no conforto
que ele nos dá nessas tribulações. Se
tivermos experimentado o consolo divino
nos sofrimentos, poderemos ser capazes
de sustentar aqueles que estiverem
sofrendo como nós já sofremos.” (Bíblia de
Genebra, p. 1371)
 Sendo grato a DEUS pela ciência e
tecnologia que garantem qualidade de vida e
dignidade aos doentes.
 Capelania Hospitalar
 Visitando os enfermos
 Exercendo o ministério da oração pelos
enfermos
 Doação de sangue
 Doação de medula óssea
 Doação de plaquetas
 Voluntariado em instituições como a AACD
A ÚNICA
CERTEZA QUE
TEMOS NA VIDA
É A MORTE
1 - Melhor é a boa fama do que o unguento
precioso, e o dia da morte, melhor do que o dia
do nascimento.
2 - Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à
casa onde há banquete, pois naquela se vê o
fim de todos os homens; e os vivos que o
tomem em consideração.
3 - Melhor é a mágoa do que o riso, porque
com a tristeza do rosto se faz melhor o coração.
4 - O coração dos sábios está na casa do luto,
mas o dos insensatos, na casa da alegria.
“Um funeral provê uma indispensável
perspectiva para a condição terminal
universal.” (Bíblia de Genebra, p.773)
A morte vai atingir aqueles que amamos e
a nós mesmos.
No texto Salomão demonstra que o luto é
um momento de refletir sobre a brevidade
da vida.
Salomão nos leva a pensar como estamos
nos portando diante do Criador.
Salomão não está fazendo apologia a uma
vida sem alegrias.
O luto deve ser uma oportunidade para
falar às pessoas sobre a vida eterna.
O luto é um momento de esperança, pois
Cristo venceu a morte na cruz.
No momento da morte de um ente
querido, que partiu com Cristo, não
falamos “adeus”, mas “até breve”.
“ E lhes enxugará dos olhos toda
lágrima, e a morte já não existirá, já
não haverá luto, nem pranto, nem
dor, porque as primeiras coisas
passaram.”
“Preciosa é aos olhos
do Senhor a morte
dos seus santos.”
“...o Senhor o deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome
do Senhor!”
No dia 7 de Abril de 2011, Wellington
Menezes de Oliveira, 24 anos, assassinou
12 adolescentes e feriu mais de 20
pessoas na Escola Municipal Tasso da
Silveira, no bairro de Realengo, na cidade
do Rio de Janeiro. Entre as vítimas fatais
estava Larissa dos Santos Atanázio, 13
anos, integrante do rol de membros da
Igreja Presbiteriana de Piraquara,
localizada praticamente ao lado da Escola.
Zilrene Alcantara Miguel, com base na
Revista “Questões e conflitos da vida”,
lição 10 – Enfermidade e luto - da editora
Cristã Evangélica.
Igreja Presbiteriana em Cidade A.E.
Carvalho, São Paulo, SP, Brasil.
Classe da UMP
Junho/2017
zilrene.ump@gmail.com
 Agradeço ao Rev. João Alves dos Santos pelas
orientações sobre o texto de Tiago 5:14-15.
 O Rev. João Alves dos Santos é:
• Bacharel em Teologia pelo Seminário Presbiteriano
Conservador;
• Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Bauru;
• Bacharel em Letras pela Fundação Educacional de
Machado;
• Mestre em Teologia pelo Faith Theological Seminary;
• Mestre em Teologia do Novo Testamento pelo Seminário
Teológico Presbiteriano Rev. José Manoel da Conceição.
Bíblia de Estudo de Genebra. Cultura
Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, São
Paulo e Barueri, 1999.
Bíblia Digital Glow –
www.bibliaglow.com.br
Jornal “O Brasil Presbiteriano”, ano 52, nº
678, Maio de 2011, p.11.
Slides 1, 8, e 30
www.google.com.br/imagens
Slide 3 e 16
www.bibliaglow.com.br
 www.monergismo.net (site com estudos
bíblicos)
 https://www.cursosaprendiz.com.br/capelania
-hospitalar/ (Capelania Hospitalar)
 http://aacd.org.br/ (AACD)
 http://redome.inca.gov.br/ (Registro Nacional
de doadores voluntários de medula óssea)
 http://www.bssp.com.br/ (Banco de sangue
de São Paulo)
 Acessos realizados em Junho/2017.
 “A dor do luto” – Hernandes Dias Lopes
 “ Luto (DLP23)” – Hernandes Dias Lopes
 “Estudo em Tiago 10 – cap. 5:13-20” – Hernandes
Dias Lopes
 “Uma convicção inabalável” – Hernandes Dias
Lopes
 “Marcos cap. 1 – Autoridade de Jesus sobre as
doenças” – Augustus Nicodemus
 “O cristão e as doenças – Jesus levou minhas
enfermidades” – Augustus Nicodemus
 “O falso ensino de cura da Igreja Universal
(IURD)” – Augustus Nicodemus

ENFERMIDADE E LUTO

  • 2.
    “Talvez esses sejamos dois maiores problemas da raça humana. Digo isto porque são duas situações que, independentemente de qualquer posição econômica ou social, atingem todas as pessoas, deixando-as totalmente impotentes.” (Revista do aluno, p. 54)
  • 4.
    Lázaro estava enfermo(v.1); Jesus disse que essa enfermidade seria para a Glória de Deus (v.4); Jesus, ao saber da enfermidade do amigo, ficou ainda dois dias onde estava (v.6); Jesus tinha um propósito na vida dos discípulos com esse episódio (v.15);
  • 5.
    Quando Jesus chegou,havia quatro dias que Lázaro fora sepultado (v.17); Jesus chamou a atenção das pessoas para a vida eterna (v.25); Jesus ficou comovido ao ver Maria chorar (v.33); Jesus chorou diante do sepulcro de Lázaro (v.35).
  • 6.
    O objetivo destetexto é demonstrar que Jesus é Deus através de sinais e maravilhas. Somente Deus pode ressuscitar os mortos. A enfermidade, morte e ressurreição de Lázaro não era um “teste” para demonstrar o poder de CRISTO.
  • 7.
    A enfermidade, mortee ressurreição de Lázaro era para manifestar a glória de DEUS em Seu Filho, Jesus. O foco do texto não é a ressurreição de Lázaro, mas a Glória de DEUS manifestada em Cristo.
  • 9.
    Com o pecadode Adão, a morte passou a fazer parte da vida do ser humano. O ser humano nasce e vive um certo número de anos sobre a terra. A cada dia de vida , o ser humano aproxima-se do seu fim.
  • 10.
    Nós morremos tododia, estamos em processo de decomposição e degeneração à medida que os anos passam. As doenças fazem parte deste processo de degeneração.
  • 11.
     Assim sendo,o ser humano pode vir a falecer por diversas causas: • Acidentes (desde um escorregão, até uma queda de avião) • Assassinatos • Suicídios • Afogamentos • Guerras • Envenenamentos • Doenças • Catástrofes • Etc
  • 12.
    Atualmente,algumas questões têm intrigadoos crentes: • A doença é consequência do pecado? • O cristão fiel fica doente? • Homens de fé podem ficar doentes?
  • 13.
    Isaque – Gênesis27:1 Eliseu – II Reis 13:14 Paulo – Gálatas 4:13-15 Epafrodito – Filipenses 2:25-27 Timóteo – I Timóteo 5:23 Trófimo – II Timóteo 4:20
  • 14.
    Observamos que avida destes homens de fé foram para a glória de DEUS, inclusive os momentos de angústias, aflições e doenças.
  • 15.
     Se vocêfor a uma capelania hospitalar de grandes hospitais de algumas capitais do país e fizer uma pesquisa, você vai ver que há um número elevado de evangélicos hospitalizados por todos os tipos de doenças que acometem as pessoas em geral. A proporção dos evangélicos nos hospitais, acompanha a proporção de evangélicos no país, ou seja, doença não faz distinção religiosa, ela não tem preconceito.” (Rev. Augustus Nicodemus)
  • 16.
    “Está alguém entrevós doente? Chame os presbíteros da igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor.” Antiga vasilha usada para óleos e perfumes
  • 17.
    Os estudiosos entendemque este é o ponto mais controverso da carta de Tiago; alguns entendem que é um dos textos mais complexos de interpretação do Novo Testamento.
  • 18.
    A Igreja Reformadanão tem uma posição unânime sobre a unção neste trecho: se é cerimonial (símbolo espiritual do poder divino de curar) ou medicinal.
  • 19.
    De acordo como Rev. Hernandes Dias Lopes, a posição oficial da IPB, desde o Supremo Concílio em Brasília, é que fica ao critério de cada Conselho e de cada Pastor, entender o texto, ou da forma medicinal, ou da forma cerimonial. Não há uma posição proibitiva nem de uma forma, nem de outra.
  • 20.
     “Esta recomendaçãode Tiago tem como foco principal a oração, como se vê nos dois versículos. A recomendação de "ungir com óleo", que é onde entra o ponto polêmico, não é o ponto principal, embora essa prática tivesse, para aquela época, um simbolismo importante e que certamente teria até hoje, não fosse o mau uso que tem sido feito dela ao longo da história da Igreja, especialmente nos nossos dias.
  • 21.
     Então, nãohaveria qualquer problema em continuar com essa prática, se ela não tivesse sido deturpada no seu simbolismo. No catolicismo ela deu origem ao que eles chamam de sacramento da "extrema unção" e hoje, especialmente entre os pentecostais, ela é vista como parte operante do processo de cura, em posição igual ou até superior à da oração, como se a cura estivesse ligada também diretamente à unção.
  • 22.
     Então, poresta razão, acredito que a Igreja descontinuou essa prática, para evitar atribuir ao símbolo um valor operante que ele nunca teve. É por isso também que acredito que ela não é proibida hoje, mas também não é necessária e nem mesmo recomendada, dentro do contexto atual, para evitar que ela seja confundida com as práticas atuais e lhe seja dada um valor que ele não tem.” (Rev. João Alves dos Santos)
  • 23.
    O nosso DEUSé poderoso e tem poder para curar. DEUS é quem cura ou não, conforme sua vontade. “DEUS cura com os meios, sem os meios e apesar dos meios.” (Hernandes Dias Lopes)
  • 24.
    DEUS nem semprecura as nossas enfermidades, mas concede-nos forças para que, mesmo no leito de dor, continuemos a glorificar o seu nome, DEUS nem sempre cura as nossas enfermidades, mas concede-nos forças para que, mesmo no leito de dor, continuemos a glorificar o seu nome.
  • 25.
    A glória deDEUS manifesta-se na cura e também na morte dos santos. “Preciosa é aos olhos do SENHOR a morte dos seus santos.” (Salmo 116:15)
  • 26.
    3 - Benditoseja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação! 4 - É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus.
  • 27.
    Neste trecho, Pauloagradece pelo conforto divino em meio às tribulações. A palavra grega traduzida por consolação no versículo 3, abrange as ideias de animar e ajudar.
  • 28.
    “Deus tem umpropósito soberano tanto em nossas tribulações quanto no conforto que ele nos dá nessas tribulações. Se tivermos experimentado o consolo divino nos sofrimentos, poderemos ser capazes de sustentar aqueles que estiverem sofrendo como nós já sofremos.” (Bíblia de Genebra, p. 1371)
  • 29.
     Sendo gratoa DEUS pela ciência e tecnologia que garantem qualidade de vida e dignidade aos doentes.  Capelania Hospitalar  Visitando os enfermos  Exercendo o ministério da oração pelos enfermos  Doação de sangue  Doação de medula óssea  Doação de plaquetas  Voluntariado em instituições como a AACD
  • 31.
    A ÚNICA CERTEZA QUE TEMOSNA VIDA É A MORTE
  • 32.
    1 - Melhoré a boa fama do que o unguento precioso, e o dia da morte, melhor do que o dia do nascimento. 2 - Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, pois naquela se vê o fim de todos os homens; e os vivos que o tomem em consideração. 3 - Melhor é a mágoa do que o riso, porque com a tristeza do rosto se faz melhor o coração. 4 - O coração dos sábios está na casa do luto, mas o dos insensatos, na casa da alegria.
  • 33.
    “Um funeral provêuma indispensável perspectiva para a condição terminal universal.” (Bíblia de Genebra, p.773) A morte vai atingir aqueles que amamos e a nós mesmos.
  • 34.
    No texto Salomãodemonstra que o luto é um momento de refletir sobre a brevidade da vida. Salomão nos leva a pensar como estamos nos portando diante do Criador. Salomão não está fazendo apologia a uma vida sem alegrias.
  • 35.
    O luto deveser uma oportunidade para falar às pessoas sobre a vida eterna. O luto é um momento de esperança, pois Cristo venceu a morte na cruz. No momento da morte de um ente querido, que partiu com Cristo, não falamos “adeus”, mas “até breve”.
  • 36.
    “ E lhesenxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.”
  • 37.
    “Preciosa é aosolhos do Senhor a morte dos seus santos.”
  • 38.
    “...o Senhor odeu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor!”
  • 39.
    No dia 7de Abril de 2011, Wellington Menezes de Oliveira, 24 anos, assassinou 12 adolescentes e feriu mais de 20 pessoas na Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro de Realengo, na cidade do Rio de Janeiro. Entre as vítimas fatais estava Larissa dos Santos Atanázio, 13 anos, integrante do rol de membros da Igreja Presbiteriana de Piraquara, localizada praticamente ao lado da Escola.
  • 43.
    Zilrene Alcantara Miguel,com base na Revista “Questões e conflitos da vida”, lição 10 – Enfermidade e luto - da editora Cristã Evangélica. Igreja Presbiteriana em Cidade A.E. Carvalho, São Paulo, SP, Brasil. Classe da UMP Junho/2017 zilrene.ump@gmail.com
  • 44.
     Agradeço aoRev. João Alves dos Santos pelas orientações sobre o texto de Tiago 5:14-15.  O Rev. João Alves dos Santos é: • Bacharel em Teologia pelo Seminário Presbiteriano Conservador; • Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Bauru; • Bacharel em Letras pela Fundação Educacional de Machado; • Mestre em Teologia pelo Faith Theological Seminary; • Mestre em Teologia do Novo Testamento pelo Seminário Teológico Presbiteriano Rev. José Manoel da Conceição.
  • 45.
    Bíblia de Estudode Genebra. Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, São Paulo e Barueri, 1999. Bíblia Digital Glow – www.bibliaglow.com.br Jornal “O Brasil Presbiteriano”, ano 52, nº 678, Maio de 2011, p.11.
  • 46.
    Slides 1, 8,e 30 www.google.com.br/imagens Slide 3 e 16 www.bibliaglow.com.br
  • 47.
     www.monergismo.net (sitecom estudos bíblicos)  https://www.cursosaprendiz.com.br/capelania -hospitalar/ (Capelania Hospitalar)  http://aacd.org.br/ (AACD)  http://redome.inca.gov.br/ (Registro Nacional de doadores voluntários de medula óssea)  http://www.bssp.com.br/ (Banco de sangue de São Paulo)  Acessos realizados em Junho/2017.
  • 48.
     “A dordo luto” – Hernandes Dias Lopes  “ Luto (DLP23)” – Hernandes Dias Lopes  “Estudo em Tiago 10 – cap. 5:13-20” – Hernandes Dias Lopes  “Uma convicção inabalável” – Hernandes Dias Lopes  “Marcos cap. 1 – Autoridade de Jesus sobre as doenças” – Augustus Nicodemus  “O cristão e as doenças – Jesus levou minhas enfermidades” – Augustus Nicodemus  “O falso ensino de cura da Igreja Universal (IURD)” – Augustus Nicodemus