O documento discute a ira como um dos sete pecados capitais, descrevendo suas manifestações físicas e emocionais. A ira pode ser justa ou injusta, dependendo dos motivos e propósitos. Paulo aconselha controlar a ira e não deixá-la durar até o pôr-do-sol, para não dar espaço ao diabo aproveitar e transformá-la em algo pior.