GOVERNO FEDERAL E O
DESENVOLVIMENTO DO PARÁ
Miriam Belchior
Ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão
Belém, 10 de maio de 2013
Diminuímos as desigualdades sociais e regionais,
retomamos o desenvolvimento em bases sustentáveis
e com respeito às instituições democráticas
BRASIL VIVE UM MOMENTO EXITOSO
Brasil é um país de oportunidades, com estabilidade
econômica, mercado consumidor em expansão e
políticas de apoio aos investimentos e à inovação
NOVOS MOTORES DO CRESCIMENTO
Modelo brasileiro diversificou as fontes de crescimento
Consumo
de massa
+
Habitação
+
Infraestrutura
+
Exportações
Consumo
de massa
+
Infraestrutura
+
Exportações
Consumo
de massa
+
ExportaçõesExportações
2000
2005
2007
2009
CRESCIMENTO INCLUSIVO
Crescimento do PIB per capita com redução do Índice de Gini
Fonte: NSCN/IBGE e PNAD/IBGE
16.482
21.2520,553
0,500
0,48
0,49
0,50
0,51
0,52
0,53
0,54
0,55
0,56
0,57
15.000
16.000
17.000
18.000
19.000
20.000
21.000
22.000
2001 2003 2005 2007 2009 2011
PIB Per Capita Real* cresceu 29% e Índice de GINI** reduziu de
forma expressiva
PIB per capita real (escala esquerda) GINI PNAD ( Escala Direita)
* a preços de 2011
** A PNAD não foi coletada em 2010, devido à realização do Censo do IBGE
R$
REDUÇÃO DA DESIGUALDADE EM TODO O TERRITÓRIO
Houve redução do índice de Gini em todas as regiões
0,56
0,53
0,56
0,54
0,52
0,57
0,50 0,50
0,51
0,48
0,45
0,52
Brasil** Norte** Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste
Índice de Gini* por Região
2001 2011
* Rendimento mensal domiciliar
** Exclusive o rendimento das pessoas da área rural de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará e Amapá.
Fonte: IBGE
O INVESTIMENTO É O GRANDE MOTOR DO CRESCIMENTO
A partir do PAC, investimento cresceu o dobro do PIB
Fonte: IBGE
De 2007 a 2012, o investimento cresceu 47% e o PIB, 24%
100
120
140
160
180
200
220
mar/04 mar/05 mar/06 mar/07 mar/08 mar/09 mar/10 mar/11 mar/12
PIB FBKF
PAC
PIB e Investimento (FBCF)
Índice 2004 = 100
PAC COLOCOU O INVESTIMENTO PÚBLICO COMO
MOTOR DO CRESCIMENTO DO PAÍS
94,1%
executados até dez/2010
47,8%
executados até dez/2012
PAC 1 – 2007-2010
R$ 657,4 bilhões
PAC 2 – 2011-2014
R$ 989,4 bilhões
FORTE CRESCIMENTO DO EMPREGO FORMAL
EM OBRAS DE INFRAESTRUTURA
Emprego em infraestrutura cresceu 80,3%, superando a variação
média geral do emprego, de 32,8%
Estoque do Emprego Formal (dez/2006 =100)
Fonte: Caged e Rais/MT. Elaboração: ASSEC/MP
180,3
132,8
100
120
140
160
180
200
mar/07 set/07 mar/08 set/08 mar/09 set/09 mar/10 set/10 mar/11 set/11 mar/12 set/12 mar/13
Estoque do Emprego Formal
(dez/2006 =100)
Obras de Infraestrutura Média Brasil
NOVA FASE DOS INVESTIMENTOS EM
INFRAESTRUTURA
PROGRAMAS DE CONCESSÕES EM INFRAESTRUTURA – R$ 470 bilhões
Fonte: EPL, EPE e MME
Elaboração: Ministério da Fazenda
CRESCIMENTO EM 2013
•Após as medidas de estímulo do governo, o
crescimento do PIB vem mantendo trajetória de
alta desde o final de 2011, apontando para um
crescimento entre 3% e 4% do PIB em 2013
•Crescimento ocorrerá por aumento do consumo e
pelo aumento dos investimentos
•Essas projeções não são apenas do governo, mas
também de analistas e consultorias. O Bradesco,
por exemplo, projeta crescimento de 3,5% para o
PIB e de 6,5% para os investimentos
6,49
4,26
2
3
4
5
6
7
8
CONTROLE DA INFLAÇÃO
Pressão inflacionária do começo de 2013 começa a ceder
Inflação ao Consumidor*
variação % acumulada em 12 meses
* Expectativas de mercado para os dados a partir de maio/2013. Mediana - BCB/Focus, de 03/05/2013
Fonte: IBGE e BCB
IPCA
(taxa acumulada em
12 meses)
IPCA
(exclusive alimentação e bebidas)
Projeções de mercado*
PAC E O DESENVOLVIMENTO
DO PARÁ
R$ 43 bilhões entre 2011-2014
Database: 31/12/2012
PAC 2 NO PARÁ
Eixo R$ milhões
Transportes 3.688,1
Energia 31.216,4
Cidade Melhor 606,3
Comunidade Cidadã 454,9
Minha Casa, Minha Vida 4.477,3
Água e Luz para Todos 2.529,8
TOTAL 42.972,8
TRANSPORTES
• Integrar o território do Estado e consolidar
corredores de exportação, aumentando a
produtividade regional
• BR-163
• BR-230
• BR-155
• Ferrovia Norte-Sul
• Ampliar a infraestrutura portuária, propiciando o
aumento da competitividade regional: Porto de
Santarém e Porto de Vila do Conde
• Expandir o acesso aos portos fluviais, beneficiando
o transporte de passageiros e de cargas: 14
terminais hidroviários e hidrovia do Tapajós
Ampliar a infraestrutura logística existente para:
Rodovias
Ferrovias
Hidrovias
Terminais Hidroviários
Portos
Oriximiná
Óbidos
Juriti
Altamira
Belém
Viseu
São Miguel do GuaAbaetetuba
Cametá
Tucuruí
Conceição do
Araguaia
Santarém
Monte
Alegre
Bragança
BR-163/PA – RURÓPOLIS-DIVISA PA/MT – 822 KM
60% realizados
BR-163/PA – RURÓPOLIS-SANTARÉM – 104 KM
56% realizados
BR-230/PA
Construção e pavimentação Divisa PA/TO-Rurópolis – 855 km
11% realizados
AMPLIAÇÃO DO PIER PRINCIPAL
Vila do Conde/PA
AEROPORTOS
AEROPORTOS REGIONAIS – 23 municípios contemplados
Almeirim
Altamira
Breves
Cametá
Castanhal
Conceição do Araguaia
Dom Eliseu
Ilha de Marajó
Itaituba
Jacareacanga
Marabá
Monte Alegre
Novo Progresso
Oriximiná
Ourilândia do Norte
Paragominas
Parauapebas
Redenção
Rurópolis
Santana do Araguaia
Santarém
São Félix do Xingu
Tucuruí
ENERGIA
• Luz para Todos
• Usina Hidrelétrica de Belo Monte
• Usinas hidrelétricas do Tapajós
LUZ PARA TODOS
1,6 milhões de pessoas saíram da escuridão no Pará
Realizadas 334.442 ligações no Pará – R$ 2 bilhões
• Aumento dos indicadores de qualidade de vida
• Implementação de ações de uso produtivo da energia em
comunidades
Meta até 2014 – Realizar mais 115.954 ligações
• Previsão de levar o Luz para Todos a moradores de Reservas
Extrativistas e Comunidades Indígenas
• Retomada do Luz para Todos após recuperação judicial da CELPA
• Contrato específico para atender o entorno de Belo Monte
USINA HIDRELÉTRICA DE BELO MONTE
• Construção de UHE no rio Xingu – 11.233 MW
• Investimento previsto de R$ 25,8 bilhões
• Obra iniciada em 15/06/2011
• Obra com 25% realizados
• Previsão de entrada em operação em 20/02/2015
UHE BELO MONTE
SítioBelo Monte – Vista Geral das escavações das estruturas
Ensecadeira de 2ª fase no Canal de
Fuga
Sítio Belo Monte
UHE BELO MONTE
Sítio Belo Monte – Ensecadeira de 2ª fase no Canal de Fuga
Ensecadeira de 2ª fase no Canal de
Fuga
UHE BELO MONTE
Sítio Pimental
Ensecadeira de 2ª fase no Canal de
Fuga
UHE BELO MONTE
Sistema de Transposição de Embarcações
Estruturas – escavação em rocha
USINA HIDRELÉTRICA DE BELO MONTE
Bom para o Brasil, bom para o Pará e bom para a região do Xingu
Benefícios para o Estado do Pará e municípios
• Empregos – Durante a construção: 18.700 diretos e 23.000
indiretos
• Condicionantes socioambientais: saneamento, saúde, educação,
segurança, etc. – R$ 3,2 bilhões – 11,2% do investimento total
• Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu – R$ 500
milhões da empresa e R$ 2,5 bilhões do Governo Federal
• Aumento da arrecadação do ICMS e ISS – R$ 700 milhões –
durante o período da construção
• Royalties – Compensação financeira da Usina pelo uso dos
recursos hídricos – R$ 210 milhões/ano
UHE BELO MONTE
Condicionantes socioambientais
Veículos para segurança pública
Construção de Escolas
Unidade de Saúde da Família
Vitória do Xingu
Altamira
CASA DE GOVERNO EM ALTAMIRA
Maior presença do governo federal na região:
• Articulação entre os órgãos federais, estaduais e
municipais e a sociedade civil, definindo melhor
as demandas e necessidades da sociedade e
tornando a ação do Estado mais efetiva
• Acompanha de perto as ações do Plano de
Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu
Emissão de documentos
Atendimento
médico
Regularização fundiária
OPERAÇÃO CIDADANIA XINGU
175 mil atendimentos aos moradores dos 11
municípios da região
PLANO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL
SUSTENTÁVEL DO XINGU – R$ 3 bilhões
• Projetos que promovam o desenvolvimento sustentável em 10
municípios da área de influência da Usina
• Aplicação de cerca de R$ 2,5 bilhões pelo Governo Federal em
ações como a BR-230, Luz para Todos, aeroporto e Minha Casa,
Minha Vida
• Comitê Gestor do PDRSX
• Governos Federal, Estadual e Municipais
• Movimentos sociais, organizações ambientais, entidades
sindicais de trabalhadores, entidades patronais e comunidades
indígenas
• Comitê aprovou 65 projetos para a região
PLANO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL
SUSTENTÁVEL DO XINGU
Reuniões do Comitê Gestor do PDRSX
Veículos para cooperativas e associações
COMPLEXO TAPAJÓS
• Não afeta diretamente terras indígenas
• Estudos da Avaliação Ambiental Integrada da bacia do
rio Tapajós em fase de conclusão
• Elaboração dos Estudos de Impacto Ambiental em
andamento
• Garantia de consulta pública a população do entorno
Hidrelétricas de São Luis do Tapajós e Jatobá
MOBILIDADE URBANA – BELÉM
R$ 712 milhões
Integra o sistema de
transporte coletivo da
região metropolitana de
Belém
MUNICÍPIO: BRT e corredores
exclusivos
ESTADO: BRT e reestruturação
de avenidas
MINHA CASA, MINHA VIDA
Database: 15/04/2013
2,6 milhões de unidades contratadas no Brasil
86,6 mil unidades contratadas no PA – R$ 4,5 bilhões
Brasil PA
Contratadas 2.559.831 86.599
Concluídas 1.412.770 27.374
Em obras 1.147.061 59.225
Quantidade
Estágio
MINHA CASA, MINHA VIDA
RESIDENCIAL VALE DO TOCANTINS – MARABÁ
1.090 UH
MINHA CASA, MINHA VIDA
RESIDENCIAL LUIZ QUEZADO – ALENQUER
495 UH
MINHA CASA, MINHA VIDA
RESIDENCIAL IPÊ AMARELO – CASTANHAL
322 UH
MINHA CASA, MINHA VIDA
RESIDENCIAL PAULO FONTENELES II – ANANINDEUA
224 UH
MINHA CASA, MINHA VIDA
RESIDENCIAL TAGUARÁ – ANANINDEUA
192 UH
INFRAESTRUTURA SOCIAL E URBANA
R$ 2,9 bilhões para 128 municípios em obras
• abastecimento de água
• saneamento
• urbanização de assentamentos precários
• pavimentação
• prevenção em áreas de risco
ABASTECIMENTO DE ÁGUA – MONTE ALEGRE/PA
Reservatório apoiado – Pajuçara
45% realizados
URBANIZAÇÃO – SANTA ISABEL DO PARÁ
Jardim das Garças I e II
88% realizados
70% realizados
SANEAMENTO INTEGRADO – SANTARÉM/PA
Unidades Habitacionais e Urbanização – Uruará
PAC E OS MUNICÍPIOS
GOVERNO FEDERAL E OS MUNICÍPIOS
A partir de 2003, nova relação com municípios –
Governo Federal passa a apoiar as prefeituras na
solução de problemas das cidades brasileiras
Marcos simbólicos desta nova relação
•2003 – Ministério das Cidades
•2007 – Programa de Aceleração do Crescimento – PAC
•2009 – Programa Minha Casa, Minha Vida
PAC E OS MUNICÍPIOS
Eixos Tipo
TOTAL
R$ bilhões
Saneamento 29,9
Infra-estrutura viária 40,8
Equipamentos para Estradas Vicinais 1,4
Urbanização 9,3
TOTAL 81,4
Educação 5,3
Saúde 1,6
Espaços culturais e esportivos 0,8
TOTAL 7,7
Drenagem/Contenção de Encostas 14,7
Água no Semiárido 2,7
TOTAL 17,4
106,5TOTAL GERAL
Infraestrutura urbana
Infraestrutura social
Prevenção de Desastres
Naturais
RECURSOS JÁ SELECIONADOS NO PAC 2 – R$ 106,5 bilhões
AÇÕES ESPECIAIS PARA ACELERAR A
EXECUÇÃO DO PAC
•Dispensa de Contrapartida para as obras com recursos do
Orçamento da União
•Dispensa do CAUC – Cadastro único de exigências de
transferências voluntárias
•Racionalização de Procedimentos de acompanhamento
de execução de obra
•Aferição de medições pelos agentes financeiros quando a
obra atingir 40%, 60%, 90% e 100% de execução
GESTÃO DO PAC NOS MUNICÍPIOS
Monitoramento Diferenciado
• Designação de responsável/equipe pelo
acompanhamento das obras do PAC, preferencialmente
ligado ao gabinete do Prefeito
• Reuniões com os Ministérios responsáveis ou as
superintendências da Caixa para conhecer a situação
das obras selecionadas e contratadas
• Participação nos Grupo de Gestão Integrada – GGI
(Prefeitura, Caixa e SRI/SAF) por meio de representante
qualificado e com capacidade de tomada de decisão
Uso do RDC – Regime Diferenciado de contratação
para licitar as obras do PAC
RDC representa a extensão de boas práticas em
licitações
• Mais rápido e pode ser aplicado a todo o ciclo de
investimento do PAC: estudos ambientais, projetos,
supervisão e obra
• Mais barato – amplia a competição entre os
licitantes reduzindo os preços
GESTÃO DO PAC NOS MUNICÍPIOS
Mais informações sobre RDC acessem:
http://www.pac.gov.br/noticia/5252aff5
NOVAS SELEÇÕES
PARA TODOS OS MUNICÍPIOS
PAC 2 – MAIS AÇÕES PARA TODOS MUNICÍPIOS
EIXOS Grupo 1 Grupo 2 Grupo 3
MCMV X X X
Creches e Pré-Escolas X X X
Quadras Esportivas nas Escolas X X X
Unidade Básica de Saúde – UBS X X X
Pavimentação X X X
Centro de Iniciação ao Esporte X
Saneamento X X
Equipamentos para Estradas Vicinais X
Cidades Digitais X
Cidades Históricas
44 cidades com grandes conjuntos de
patrimônio histórico
R$ 31,3 bilhões para novos empreendimentos
CRONOGRAMA DE INSCRIÇÃO
NOVAS SELEÇÕES PAC 2
EIXOS Término
MCMV – municípios até 50 mil hab.
Encerrado em
05/abril
Pavimentação
Centro de Iniciação ao Esporte
Saneamento
Equipamentos para Estradas Vicinais
Cidades Digitais
Unidade Básica de Saúde – UBS
Encerrado em
03/maio
Creches e Pré-Escolas
31/mai
Quadras Esportivas nas Escolas
MCMV – municípios com mais de 50 mil hab. permanente
PROPOSTAS DO PARÁ INSCRITAS
EIXOS Grupos
Municípios
inscritos
Municípios
elegíveis
% sobre
universo
elegível
MCMV – municípios até 50 mil hab. G3 102 103 99
Pavimentação G1,G2,G3 78 143 55
Centro de Iniciação ao Esporte G1 18 23 78
Saneamento – MCidades G1 17 41 41
Saneamento – Funasa G3 87 102 85
Máquinas e equipamentos G3 30 30 100
Cidades Digitais G3 25 102 25
Unidade Básica de Saúde – UBS G1,G2,G3 59 143 48
Creches e Pré-Escolas G1,G2,G3 21 95 22
Quadras Esportivas nas Escolas G1,G2,G3 30 131 23
Grupo 1 – RMs, Capitais e Municípios acima de 70 mil hab. no N, NE e CO e acima de 100 mil hab. no S e SE
Grupo 2 – Municípios entre 50 e 70 mil hab. no N, NE e CO e entre 50 e 100 mil hab. no S e SE
Grupo 3 – Municípios abaixo de 50 mil habitantes
PRÓXIMOS PASSOS DA SELEÇÃO
• Pavimentação – Entrega do Projeto Básico na
CAIXA até 31/05
• Saneamento – Entrevistas técnicas a partir de
13/05/2013, aguardar convocação
• Unidade Básica de Saúde , Centro de
Iniciação ao Esporte e Cidades Digitais
aguardar a publicação do resultado da seleção,
prevista para final de junho, e preparar
documentação para contratação
Miriam Belchior
Ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão
Belém, 10 de maio de 2013
GOVERNO FEDERAL E O
DESENVOLVIMENTO DO PARÁ

Apresentação da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, no Encontro Estadual com Novos Prefeitos e Prefeitas em Belém do Pará

  • 1.
    GOVERNO FEDERAL EO DESENVOLVIMENTO DO PARÁ Miriam Belchior Ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão Belém, 10 de maio de 2013
  • 2.
    Diminuímos as desigualdadessociais e regionais, retomamos o desenvolvimento em bases sustentáveis e com respeito às instituições democráticas BRASIL VIVE UM MOMENTO EXITOSO Brasil é um país de oportunidades, com estabilidade econômica, mercado consumidor em expansão e políticas de apoio aos investimentos e à inovação
  • 3.
    NOVOS MOTORES DOCRESCIMENTO Modelo brasileiro diversificou as fontes de crescimento Consumo de massa + Habitação + Infraestrutura + Exportações Consumo de massa + Infraestrutura + Exportações Consumo de massa + ExportaçõesExportações 2000 2005 2007 2009
  • 4.
    CRESCIMENTO INCLUSIVO Crescimento doPIB per capita com redução do Índice de Gini Fonte: NSCN/IBGE e PNAD/IBGE 16.482 21.2520,553 0,500 0,48 0,49 0,50 0,51 0,52 0,53 0,54 0,55 0,56 0,57 15.000 16.000 17.000 18.000 19.000 20.000 21.000 22.000 2001 2003 2005 2007 2009 2011 PIB Per Capita Real* cresceu 29% e Índice de GINI** reduziu de forma expressiva PIB per capita real (escala esquerda) GINI PNAD ( Escala Direita) * a preços de 2011 ** A PNAD não foi coletada em 2010, devido à realização do Censo do IBGE R$
  • 5.
    REDUÇÃO DA DESIGUALDADEEM TODO O TERRITÓRIO Houve redução do índice de Gini em todas as regiões 0,56 0,53 0,56 0,54 0,52 0,57 0,50 0,50 0,51 0,48 0,45 0,52 Brasil** Norte** Nordeste Sudeste Sul Centro-Oeste Índice de Gini* por Região 2001 2011 * Rendimento mensal domiciliar ** Exclusive o rendimento das pessoas da área rural de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará e Amapá. Fonte: IBGE
  • 6.
    O INVESTIMENTO ÉO GRANDE MOTOR DO CRESCIMENTO A partir do PAC, investimento cresceu o dobro do PIB Fonte: IBGE De 2007 a 2012, o investimento cresceu 47% e o PIB, 24% 100 120 140 160 180 200 220 mar/04 mar/05 mar/06 mar/07 mar/08 mar/09 mar/10 mar/11 mar/12 PIB FBKF PAC PIB e Investimento (FBCF) Índice 2004 = 100
  • 7.
    PAC COLOCOU OINVESTIMENTO PÚBLICO COMO MOTOR DO CRESCIMENTO DO PAÍS 94,1% executados até dez/2010 47,8% executados até dez/2012 PAC 1 – 2007-2010 R$ 657,4 bilhões PAC 2 – 2011-2014 R$ 989,4 bilhões
  • 8.
    FORTE CRESCIMENTO DOEMPREGO FORMAL EM OBRAS DE INFRAESTRUTURA Emprego em infraestrutura cresceu 80,3%, superando a variação média geral do emprego, de 32,8% Estoque do Emprego Formal (dez/2006 =100) Fonte: Caged e Rais/MT. Elaboração: ASSEC/MP 180,3 132,8 100 120 140 160 180 200 mar/07 set/07 mar/08 set/08 mar/09 set/09 mar/10 set/10 mar/11 set/11 mar/12 set/12 mar/13 Estoque do Emprego Formal (dez/2006 =100) Obras de Infraestrutura Média Brasil
  • 9.
    NOVA FASE DOSINVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA PROGRAMAS DE CONCESSÕES EM INFRAESTRUTURA – R$ 470 bilhões Fonte: EPL, EPE e MME Elaboração: Ministério da Fazenda
  • 10.
    CRESCIMENTO EM 2013 •Apósas medidas de estímulo do governo, o crescimento do PIB vem mantendo trajetória de alta desde o final de 2011, apontando para um crescimento entre 3% e 4% do PIB em 2013 •Crescimento ocorrerá por aumento do consumo e pelo aumento dos investimentos •Essas projeções não são apenas do governo, mas também de analistas e consultorias. O Bradesco, por exemplo, projeta crescimento de 3,5% para o PIB e de 6,5% para os investimentos
  • 11.
    6,49 4,26 2 3 4 5 6 7 8 CONTROLE DA INFLAÇÃO Pressãoinflacionária do começo de 2013 começa a ceder Inflação ao Consumidor* variação % acumulada em 12 meses * Expectativas de mercado para os dados a partir de maio/2013. Mediana - BCB/Focus, de 03/05/2013 Fonte: IBGE e BCB IPCA (taxa acumulada em 12 meses) IPCA (exclusive alimentação e bebidas) Projeções de mercado*
  • 12.
    PAC E ODESENVOLVIMENTO DO PARÁ
  • 13.
    R$ 43 bilhõesentre 2011-2014 Database: 31/12/2012 PAC 2 NO PARÁ Eixo R$ milhões Transportes 3.688,1 Energia 31.216,4 Cidade Melhor 606,3 Comunidade Cidadã 454,9 Minha Casa, Minha Vida 4.477,3 Água e Luz para Todos 2.529,8 TOTAL 42.972,8
  • 14.
    TRANSPORTES • Integrar oterritório do Estado e consolidar corredores de exportação, aumentando a produtividade regional • BR-163 • BR-230 • BR-155 • Ferrovia Norte-Sul • Ampliar a infraestrutura portuária, propiciando o aumento da competitividade regional: Porto de Santarém e Porto de Vila do Conde • Expandir o acesso aos portos fluviais, beneficiando o transporte de passageiros e de cargas: 14 terminais hidroviários e hidrovia do Tapajós Ampliar a infraestrutura logística existente para: Rodovias Ferrovias Hidrovias Terminais Hidroviários Portos Oriximiná Óbidos Juriti Altamira Belém Viseu São Miguel do GuaAbaetetuba Cametá Tucuruí Conceição do Araguaia Santarém Monte Alegre Bragança
  • 15.
    BR-163/PA – RURÓPOLIS-DIVISAPA/MT – 822 KM 60% realizados
  • 16.
    BR-163/PA – RURÓPOLIS-SANTARÉM– 104 KM 56% realizados
  • 17.
    BR-230/PA Construção e pavimentaçãoDivisa PA/TO-Rurópolis – 855 km 11% realizados
  • 18.
    AMPLIAÇÃO DO PIERPRINCIPAL Vila do Conde/PA
  • 19.
    AEROPORTOS AEROPORTOS REGIONAIS –23 municípios contemplados Almeirim Altamira Breves Cametá Castanhal Conceição do Araguaia Dom Eliseu Ilha de Marajó Itaituba Jacareacanga Marabá Monte Alegre Novo Progresso Oriximiná Ourilândia do Norte Paragominas Parauapebas Redenção Rurópolis Santana do Araguaia Santarém São Félix do Xingu Tucuruí
  • 20.
    ENERGIA • Luz paraTodos • Usina Hidrelétrica de Belo Monte • Usinas hidrelétricas do Tapajós
  • 21.
    LUZ PARA TODOS 1,6milhões de pessoas saíram da escuridão no Pará Realizadas 334.442 ligações no Pará – R$ 2 bilhões • Aumento dos indicadores de qualidade de vida • Implementação de ações de uso produtivo da energia em comunidades Meta até 2014 – Realizar mais 115.954 ligações • Previsão de levar o Luz para Todos a moradores de Reservas Extrativistas e Comunidades Indígenas • Retomada do Luz para Todos após recuperação judicial da CELPA • Contrato específico para atender o entorno de Belo Monte
  • 22.
    USINA HIDRELÉTRICA DEBELO MONTE • Construção de UHE no rio Xingu – 11.233 MW • Investimento previsto de R$ 25,8 bilhões • Obra iniciada em 15/06/2011 • Obra com 25% realizados • Previsão de entrada em operação em 20/02/2015
  • 23.
    UHE BELO MONTE SítioBeloMonte – Vista Geral das escavações das estruturas Ensecadeira de 2ª fase no Canal de Fuga Sítio Belo Monte
  • 24.
    UHE BELO MONTE SítioBelo Monte – Ensecadeira de 2ª fase no Canal de Fuga
  • 25.
    Ensecadeira de 2ªfase no Canal de Fuga UHE BELO MONTE Sítio Pimental
  • 26.
    Ensecadeira de 2ªfase no Canal de Fuga UHE BELO MONTE Sistema de Transposição de Embarcações Estruturas – escavação em rocha
  • 27.
    USINA HIDRELÉTRICA DEBELO MONTE Bom para o Brasil, bom para o Pará e bom para a região do Xingu Benefícios para o Estado do Pará e municípios • Empregos – Durante a construção: 18.700 diretos e 23.000 indiretos • Condicionantes socioambientais: saneamento, saúde, educação, segurança, etc. – R$ 3,2 bilhões – 11,2% do investimento total • Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu – R$ 500 milhões da empresa e R$ 2,5 bilhões do Governo Federal • Aumento da arrecadação do ICMS e ISS – R$ 700 milhões – durante o período da construção • Royalties – Compensação financeira da Usina pelo uso dos recursos hídricos – R$ 210 milhões/ano
  • 28.
    UHE BELO MONTE Condicionantessocioambientais Veículos para segurança pública Construção de Escolas Unidade de Saúde da Família Vitória do Xingu Altamira
  • 29.
    CASA DE GOVERNOEM ALTAMIRA Maior presença do governo federal na região: • Articulação entre os órgãos federais, estaduais e municipais e a sociedade civil, definindo melhor as demandas e necessidades da sociedade e tornando a ação do Estado mais efetiva • Acompanha de perto as ações do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu
  • 30.
    Emissão de documentos Atendimento médico Regularizaçãofundiária OPERAÇÃO CIDADANIA XINGU 175 mil atendimentos aos moradores dos 11 municípios da região
  • 31.
    PLANO DE DESENVOLVIMENTOREGIONAL SUSTENTÁVEL DO XINGU – R$ 3 bilhões • Projetos que promovam o desenvolvimento sustentável em 10 municípios da área de influência da Usina • Aplicação de cerca de R$ 2,5 bilhões pelo Governo Federal em ações como a BR-230, Luz para Todos, aeroporto e Minha Casa, Minha Vida • Comitê Gestor do PDRSX • Governos Federal, Estadual e Municipais • Movimentos sociais, organizações ambientais, entidades sindicais de trabalhadores, entidades patronais e comunidades indígenas • Comitê aprovou 65 projetos para a região
  • 32.
    PLANO DE DESENVOLVIMENTOREGIONAL SUSTENTÁVEL DO XINGU Reuniões do Comitê Gestor do PDRSX Veículos para cooperativas e associações
  • 33.
    COMPLEXO TAPAJÓS • Nãoafeta diretamente terras indígenas • Estudos da Avaliação Ambiental Integrada da bacia do rio Tapajós em fase de conclusão • Elaboração dos Estudos de Impacto Ambiental em andamento • Garantia de consulta pública a população do entorno Hidrelétricas de São Luis do Tapajós e Jatobá
  • 34.
    MOBILIDADE URBANA –BELÉM R$ 712 milhões Integra o sistema de transporte coletivo da região metropolitana de Belém MUNICÍPIO: BRT e corredores exclusivos ESTADO: BRT e reestruturação de avenidas
  • 35.
    MINHA CASA, MINHAVIDA Database: 15/04/2013 2,6 milhões de unidades contratadas no Brasil 86,6 mil unidades contratadas no PA – R$ 4,5 bilhões Brasil PA Contratadas 2.559.831 86.599 Concluídas 1.412.770 27.374 Em obras 1.147.061 59.225 Quantidade Estágio
  • 36.
    MINHA CASA, MINHAVIDA RESIDENCIAL VALE DO TOCANTINS – MARABÁ 1.090 UH
  • 37.
    MINHA CASA, MINHAVIDA RESIDENCIAL LUIZ QUEZADO – ALENQUER 495 UH
  • 38.
    MINHA CASA, MINHAVIDA RESIDENCIAL IPÊ AMARELO – CASTANHAL 322 UH
  • 39.
    MINHA CASA, MINHAVIDA RESIDENCIAL PAULO FONTENELES II – ANANINDEUA 224 UH
  • 40.
    MINHA CASA, MINHAVIDA RESIDENCIAL TAGUARÁ – ANANINDEUA 192 UH
  • 41.
    INFRAESTRUTURA SOCIAL EURBANA R$ 2,9 bilhões para 128 municípios em obras • abastecimento de água • saneamento • urbanização de assentamentos precários • pavimentação • prevenção em áreas de risco
  • 42.
    ABASTECIMENTO DE ÁGUA– MONTE ALEGRE/PA Reservatório apoiado – Pajuçara 45% realizados
  • 43.
    URBANIZAÇÃO – SANTAISABEL DO PARÁ Jardim das Garças I e II 88% realizados
  • 44.
    70% realizados SANEAMENTO INTEGRADO– SANTARÉM/PA Unidades Habitacionais e Urbanização – Uruará
  • 45.
    PAC E OSMUNICÍPIOS
  • 46.
    GOVERNO FEDERAL EOS MUNICÍPIOS A partir de 2003, nova relação com municípios – Governo Federal passa a apoiar as prefeituras na solução de problemas das cidades brasileiras Marcos simbólicos desta nova relação •2003 – Ministério das Cidades •2007 – Programa de Aceleração do Crescimento – PAC •2009 – Programa Minha Casa, Minha Vida
  • 47.
    PAC E OSMUNICÍPIOS Eixos Tipo TOTAL R$ bilhões Saneamento 29,9 Infra-estrutura viária 40,8 Equipamentos para Estradas Vicinais 1,4 Urbanização 9,3 TOTAL 81,4 Educação 5,3 Saúde 1,6 Espaços culturais e esportivos 0,8 TOTAL 7,7 Drenagem/Contenção de Encostas 14,7 Água no Semiárido 2,7 TOTAL 17,4 106,5TOTAL GERAL Infraestrutura urbana Infraestrutura social Prevenção de Desastres Naturais RECURSOS JÁ SELECIONADOS NO PAC 2 – R$ 106,5 bilhões
  • 48.
    AÇÕES ESPECIAIS PARAACELERAR A EXECUÇÃO DO PAC •Dispensa de Contrapartida para as obras com recursos do Orçamento da União •Dispensa do CAUC – Cadastro único de exigências de transferências voluntárias •Racionalização de Procedimentos de acompanhamento de execução de obra •Aferição de medições pelos agentes financeiros quando a obra atingir 40%, 60%, 90% e 100% de execução
  • 49.
    GESTÃO DO PACNOS MUNICÍPIOS Monitoramento Diferenciado • Designação de responsável/equipe pelo acompanhamento das obras do PAC, preferencialmente ligado ao gabinete do Prefeito • Reuniões com os Ministérios responsáveis ou as superintendências da Caixa para conhecer a situação das obras selecionadas e contratadas • Participação nos Grupo de Gestão Integrada – GGI (Prefeitura, Caixa e SRI/SAF) por meio de representante qualificado e com capacidade de tomada de decisão
  • 50.
    Uso do RDC– Regime Diferenciado de contratação para licitar as obras do PAC RDC representa a extensão de boas práticas em licitações • Mais rápido e pode ser aplicado a todo o ciclo de investimento do PAC: estudos ambientais, projetos, supervisão e obra • Mais barato – amplia a competição entre os licitantes reduzindo os preços GESTÃO DO PAC NOS MUNICÍPIOS Mais informações sobre RDC acessem: http://www.pac.gov.br/noticia/5252aff5
  • 51.
  • 52.
    PAC 2 –MAIS AÇÕES PARA TODOS MUNICÍPIOS EIXOS Grupo 1 Grupo 2 Grupo 3 MCMV X X X Creches e Pré-Escolas X X X Quadras Esportivas nas Escolas X X X Unidade Básica de Saúde – UBS X X X Pavimentação X X X Centro de Iniciação ao Esporte X Saneamento X X Equipamentos para Estradas Vicinais X Cidades Digitais X Cidades Históricas 44 cidades com grandes conjuntos de patrimônio histórico R$ 31,3 bilhões para novos empreendimentos
  • 53.
    CRONOGRAMA DE INSCRIÇÃO NOVASSELEÇÕES PAC 2 EIXOS Término MCMV – municípios até 50 mil hab. Encerrado em 05/abril Pavimentação Centro de Iniciação ao Esporte Saneamento Equipamentos para Estradas Vicinais Cidades Digitais Unidade Básica de Saúde – UBS Encerrado em 03/maio Creches e Pré-Escolas 31/mai Quadras Esportivas nas Escolas MCMV – municípios com mais de 50 mil hab. permanente
  • 54.
    PROPOSTAS DO PARÁINSCRITAS EIXOS Grupos Municípios inscritos Municípios elegíveis % sobre universo elegível MCMV – municípios até 50 mil hab. G3 102 103 99 Pavimentação G1,G2,G3 78 143 55 Centro de Iniciação ao Esporte G1 18 23 78 Saneamento – MCidades G1 17 41 41 Saneamento – Funasa G3 87 102 85 Máquinas e equipamentos G3 30 30 100 Cidades Digitais G3 25 102 25 Unidade Básica de Saúde – UBS G1,G2,G3 59 143 48 Creches e Pré-Escolas G1,G2,G3 21 95 22 Quadras Esportivas nas Escolas G1,G2,G3 30 131 23 Grupo 1 – RMs, Capitais e Municípios acima de 70 mil hab. no N, NE e CO e acima de 100 mil hab. no S e SE Grupo 2 – Municípios entre 50 e 70 mil hab. no N, NE e CO e entre 50 e 100 mil hab. no S e SE Grupo 3 – Municípios abaixo de 50 mil habitantes
  • 55.
    PRÓXIMOS PASSOS DASELEÇÃO • Pavimentação – Entrega do Projeto Básico na CAIXA até 31/05 • Saneamento – Entrevistas técnicas a partir de 13/05/2013, aguardar convocação • Unidade Básica de Saúde , Centro de Iniciação ao Esporte e Cidades Digitais aguardar a publicação do resultado da seleção, prevista para final de junho, e preparar documentação para contratação
  • 56.
    Miriam Belchior Ministra doPlanejamento, Orçamento e Gestão Belém, 10 de maio de 2013 GOVERNO FEDERAL E O DESENVOLVIMENTO DO PARÁ