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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA - PGE 
1. Introdução do Tema 
2. Formas Práticas de Aplicações 
3. Ações Desenvolvidas pela PGE 
4. Indicar Caminhos para Aprofundamento no Assunto 
5. Estimular a Reflexão e a Mudança de Atitudes 
RESULTADOS ESPERADOS: 
 Redução no Consumo 
 Redução no Desperdício 
 Redução de Custos 
2
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA 
A eficiência é uma relação entre custos e benefícios. A eficiência está voltada 
para a melhor maneira pela qual as coisas devem ser feitas ou executadas 
(métodos), a fim de que os recursos sejam aplicados da forma mais racional 
possível. 
A eficiência energética consiste em obter o melhor desempenho na produção 
de um serviço com o menor gasto de energia. 
Utilizar a energia elétrica com eficiência significa combater o desperdício, 
consumindo apenas o necessário e preservando os recursos naturais do planeta. 
Com pequenas mudanças nos nossos hábitos e atitudes, podemos gerar grandes 
resultados e contribuir para a formação de uma sociedade mais sustentável. 
3 
O uso de energia elétrica em prédios públicos está vinculado aos padrões 
tecnológicos e de eficiência energética dos sistemas e equipamentos 
instalados, às características arquitetônicas, ao clima local, à atividade a que 
se destina, ao comportamento e ao grau de consciência dos usuários para o 
uso adequado e racional da energia.
EFICIÊNCIA ENERGÉTICA - Normatização Vigente 
Decreto nº 39.081/13 
O Decreto nº 39.081/13 dispõe sobre medidas para contingenciamento das despesas 
correntes no âmbito do Poder Executivo Estadual e visa a cumprir as diretrizes do 
atual Governo do Estado, no sentido de conter despesas com o custeio da máquina 
administrativa, bem como de assegurar o uso racional dos bens públicos. 
Decreto nº 39.743/13 
O Decreto nº 39.743/13 dispõe sobre a gestão e o uso eficiente de energia elétrica no 
âmbito do Poder Executivo Estadual e de suas entidades vinculadas. Estabelece que 
as normas nele trazidas devam ser aplicadas aos órgãos da Administração Direta, aos 
Fundos, às Fundações, às Autarquias, e às Empresas Públicas e Sociedades de 
Economia Mista dependentes do Tesouro Estadual - aquelas que recebem recursos 
para cobrir despesas de custeio. 
Portaria SAD nº 2.325/2013 
Esta portaria trata das ações de Eficiência Energética nos prédios públicos do Estado 
com vistas à racionalização do consumo de energia elétrica. 
4
De maneira geral, o perfil de consumo de energia elétrica nos prédios públicos tem 
a seguinte forma: 
O emprego de equipamentos eficientes é uma forma de se reduzir o 
desperdício de eletricidade. Meio de atrelar o uso racional de energia elétrica 
sem prejuízo do conforto e do bem-estar do usuário e do meio ambiente. 
5
AÇÕES DESENVOLVIDAS NA PGE 
• Novo Enquadramento Tarifário 
• Novos Equipamentos de Climatização 
• Melhoria na Iluminação (luminárias, lâmpadas, reatores) * 
• Manter o equilíbrio de fases na subestação 
• Instalação de Quadros de Distribuição próximos dos centros 
de carga* 
• Revisão da Demanda Contratada junto à CELPE 
• *Em Andamento 
6
Orientações para Redução de Consumo 
A fim de utilizar a energia da maneira mais racional possível, a Portaria SAD 2.325/13 
traz ações que devem ser consideradas no trato deste importante insumo. 
Gerais 
1) Evitar consumo de energia elétrica nos horários de ponta, que vai das 17:30h 
às 20:30h, uma vez que, o valor da tarifa neste período é bastante superior; 
2) Racionalizar o uso de elevadores; 
3) Desativar as lâmpadas, máquinas, equipamentos e sistema de 
refrigeração ou ventilação, quando o servidor estiver ausente de seu posto 
de trabalho; 
4) Desligar os bebedouros no término do expediente; 
5) Desligar monitores e impressoras durante o horário de almoço ou quando se 
ausentar por mais de meia hora; 
6) Desligar o monitor de vídeo sempre que se afastar por mais de 15 minutos; 
7) Optar por bomba a gás, solar ou elétrica eficiente; 
8) Adquirir motor eficiente que garanta menor consumo de energia elétrica. 
7
Condicionadores de ar 
1) Adotar especificações que contenham requisitos inerentes à eficiência 
energética; 
2) Desligar sempre que não houver pessoas no ambiente; 
3) Fechar as janelas, reparar portas e janelas quebradas ou fora de 
alinhamento e reparar fugas de ar, água e fluido refrigerante, quando em uso; 
4) Utilizar, para os aparelhos de ar condicionado de janela, disjuntores 
próximos, permitindo que sejam ligados e desligados de acordo com a 
necessidade do ambiente; 
5) Manter um funcionário encarregado de desligar os aparelhos de ar 
condicionado em 
horários predeterminados; 
6) Regular a temperatura para aproximadamente 23ºC; 
7) Desligar os ar condicionados meia hora antes do término do expediente; 
8) Realizar estudos para o dimensionamento adequado da capacidade do 
aparelho, de acordo com a área do ambiente a ser condicionado e considerar 
nos projetos apenas equipamentos eficiente; 
9) Utilizar dispositivos de fechamento automático (molas) nas portas dos ambientes 
climatizados. 8
Iluminação 
1) Adotar especificações que contenham requisitos inerentes à eficiência energética. 
2) Realizar os serviços de limpeza do ambiente de trabalho no horário do 
expediente, utilizando, sempre que possível, a luz natural; 
a) 3) Pintar as paredes internas e o teto com cores claras; 
4) Revisar as necessidades de iluminação plena, nas áreas de corredores, 
banheiros, saguões, escadas, áreas externas e nos postos de trabalho; 
5) Retirar os difusores de acrílico das luminárias, possibilitando o aumento da 
luminosidade, e consequente redução do número de lâmpadas; 
6) Utilizar sensores de presença ou iluminação variável, interruptores 
individuais por ambiente; 
7) Substituir as lâmpadas fluorescentes tubulares de 20W e 40W pelas de 16W 
e 32W, respectivamente, quando ocorrer a queima do reator; 
8) Substituir as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes compactas ou 
LED; 
9) Adquirir apenas reatores de lâmpadas consideradas eficientes 
energeticamente. 
9
Em muitos casos, observa-se que, mais do que argumentos 
técnicos, o que pesa é a conscientização dos usuários. 
Deve-se Incentivar uma cultura de combate ao desperdício de energia visando: 
1 - Redução do consumo energético e redução da demanda na ponta, 
postergando os investimentos no sistema elétrico da concessionária; 
2 - Redução da fatura de energia elétrica para a unidade consumidora; 
3 - Adequação dos níveis de carga térmica com a consequente melhoria da 
qualidade de vida dos usuários. 
10
AÇÕES PARA REDUÇÃO DO CONSUMO 
• Implantar rotinas visando a utilização eficiente de energia em equipamentos. 
• Dialogar com servidores sobre a necessidade da observância de novas regras. 
• Incentivar o desligamento de equipamentos não utilizados 
• Apresentar periodicamente informações sobre a utilização de energia com 
economicidade. 
• Utilizar jornal interno, intranet e e-mails para divulgação dos resultados positivos 
obtidos. 
• Implantar periodicamente dicas para economizar energia. 
• Confeccionar placas com lembretes para exortar os servidores a desligarem os 
equipamentos. 
• Divulgar o horário de ponta ( de maior despesa com energia). 
• Criar logomarca para identificar para informações e comunicação em geral sobre 
as ações de eficiência energética. 
11
RECOMENDAÇÕES DE ECONOMIA DE ENERGIA 
- ELEVADORES: 
· Respeite a capacidade máxima de transporte do elevador. A sobrecarga do sistema causa fadiga no motor 
elétrico, podendo reduzir a sua vida útil, além de provocar aumento no consumo de energia. 
· Existem sistemas que registram as chamadas apenas para o elevador mais próximo do andar solicitante, 
evitando a duplicidade de chamadas. 
· Verifique a possibilidade de deixar um dos elevadores completamente desligado entre 20 horas e 6 horas. 
Mesmo parado no térreo, o equipamento gasta energia com sua iluminação. Essa medida ainda evita que o 
usuário chame dois elevadores neste período. 
· Quando existirem dois elevadores, estude a possibilidade de atender andares pares com um e andares 
ímpares com o outro. 
· Afixe avisos aos usuários, sugerindo que utilizem as escadas para subir um andar ou descer dois. 
· Em caso de botoeiras com dois botões, acione apenas o botão do sentido desejado, evitando paradas 
desnecessárias. 
· Situe as áreas de atendimento ao público no andar térreo, evitando o uso de elevadores. 
· Implante medidas de conscientização dos usuários mediante cartazes explicativos, inclusive sugerindo que 
é mais prático utilizar a escada para chegar a andares próximos. 
12
REFRIGERADOR 
· O aparelho deve ser ligado em local bem ventilado, evitando exposição ao sol, 
proximidade de fogão ou aquecedores. 
· 
Deixe um espaço mínimo de 15cm dos lados, acima e no fundo do aparelho, no caso de 
instalação entre armários e paredes. 
· Não abra a porta por tempo prolongado ou sem necessidade, retire de uma só vez todos 
os alimentos que vai utilizar. 
· Não guarde alimentos ou líquidos ainda quentes. 
· Não forre as prateleiras da geladeira com vidros ou plásticos, pois isto dificulta a 
circulação interna do ar. 
· Faça o degelo periodicamente para evitar a formação de camadas com mais de meio 
centímetro de espessura. 
· Faça o teste de vedação das portas, problemas na vedação aumentam o consumo de 
energia elétrica. 
· Procure os modelos que tenham o Selo Procel de economia de energia. 
13
14
CONSUMO CONSCIENTE
OBRIGADO PELA ATENÇÃO 
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  • 2. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA - PGE 1. Introdução do Tema 2. Formas Práticas de Aplicações 3. Ações Desenvolvidas pela PGE 4. Indicar Caminhos para Aprofundamento no Assunto 5. Estimular a Reflexão e a Mudança de Atitudes RESULTADOS ESPERADOS:  Redução no Consumo  Redução no Desperdício  Redução de Custos 2
  • 3. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA A eficiência é uma relação entre custos e benefícios. A eficiência está voltada para a melhor maneira pela qual as coisas devem ser feitas ou executadas (métodos), a fim de que os recursos sejam aplicados da forma mais racional possível. A eficiência energética consiste em obter o melhor desempenho na produção de um serviço com o menor gasto de energia. Utilizar a energia elétrica com eficiência significa combater o desperdício, consumindo apenas o necessário e preservando os recursos naturais do planeta. Com pequenas mudanças nos nossos hábitos e atitudes, podemos gerar grandes resultados e contribuir para a formação de uma sociedade mais sustentável. 3 O uso de energia elétrica em prédios públicos está vinculado aos padrões tecnológicos e de eficiência energética dos sistemas e equipamentos instalados, às características arquitetônicas, ao clima local, à atividade a que se destina, ao comportamento e ao grau de consciência dos usuários para o uso adequado e racional da energia.
  • 4. EFICIÊNCIA ENERGÉTICA - Normatização Vigente Decreto nº 39.081/13 O Decreto nº 39.081/13 dispõe sobre medidas para contingenciamento das despesas correntes no âmbito do Poder Executivo Estadual e visa a cumprir as diretrizes do atual Governo do Estado, no sentido de conter despesas com o custeio da máquina administrativa, bem como de assegurar o uso racional dos bens públicos. Decreto nº 39.743/13 O Decreto nº 39.743/13 dispõe sobre a gestão e o uso eficiente de energia elétrica no âmbito do Poder Executivo Estadual e de suas entidades vinculadas. Estabelece que as normas nele trazidas devam ser aplicadas aos órgãos da Administração Direta, aos Fundos, às Fundações, às Autarquias, e às Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista dependentes do Tesouro Estadual - aquelas que recebem recursos para cobrir despesas de custeio. Portaria SAD nº 2.325/2013 Esta portaria trata das ações de Eficiência Energética nos prédios públicos do Estado com vistas à racionalização do consumo de energia elétrica. 4
  • 5. De maneira geral, o perfil de consumo de energia elétrica nos prédios públicos tem a seguinte forma: O emprego de equipamentos eficientes é uma forma de se reduzir o desperdício de eletricidade. Meio de atrelar o uso racional de energia elétrica sem prejuízo do conforto e do bem-estar do usuário e do meio ambiente. 5
  • 6. AÇÕES DESENVOLVIDAS NA PGE • Novo Enquadramento Tarifário • Novos Equipamentos de Climatização • Melhoria na Iluminação (luminárias, lâmpadas, reatores) * • Manter o equilíbrio de fases na subestação • Instalação de Quadros de Distribuição próximos dos centros de carga* • Revisão da Demanda Contratada junto à CELPE • *Em Andamento 6
  • 7. Orientações para Redução de Consumo A fim de utilizar a energia da maneira mais racional possível, a Portaria SAD 2.325/13 traz ações que devem ser consideradas no trato deste importante insumo. Gerais 1) Evitar consumo de energia elétrica nos horários de ponta, que vai das 17:30h às 20:30h, uma vez que, o valor da tarifa neste período é bastante superior; 2) Racionalizar o uso de elevadores; 3) Desativar as lâmpadas, máquinas, equipamentos e sistema de refrigeração ou ventilação, quando o servidor estiver ausente de seu posto de trabalho; 4) Desligar os bebedouros no término do expediente; 5) Desligar monitores e impressoras durante o horário de almoço ou quando se ausentar por mais de meia hora; 6) Desligar o monitor de vídeo sempre que se afastar por mais de 15 minutos; 7) Optar por bomba a gás, solar ou elétrica eficiente; 8) Adquirir motor eficiente que garanta menor consumo de energia elétrica. 7
  • 8. Condicionadores de ar 1) Adotar especificações que contenham requisitos inerentes à eficiência energética; 2) Desligar sempre que não houver pessoas no ambiente; 3) Fechar as janelas, reparar portas e janelas quebradas ou fora de alinhamento e reparar fugas de ar, água e fluido refrigerante, quando em uso; 4) Utilizar, para os aparelhos de ar condicionado de janela, disjuntores próximos, permitindo que sejam ligados e desligados de acordo com a necessidade do ambiente; 5) Manter um funcionário encarregado de desligar os aparelhos de ar condicionado em horários predeterminados; 6) Regular a temperatura para aproximadamente 23ºC; 7) Desligar os ar condicionados meia hora antes do término do expediente; 8) Realizar estudos para o dimensionamento adequado da capacidade do aparelho, de acordo com a área do ambiente a ser condicionado e considerar nos projetos apenas equipamentos eficiente; 9) Utilizar dispositivos de fechamento automático (molas) nas portas dos ambientes climatizados. 8
  • 9. Iluminação 1) Adotar especificações que contenham requisitos inerentes à eficiência energética. 2) Realizar os serviços de limpeza do ambiente de trabalho no horário do expediente, utilizando, sempre que possível, a luz natural; a) 3) Pintar as paredes internas e o teto com cores claras; 4) Revisar as necessidades de iluminação plena, nas áreas de corredores, banheiros, saguões, escadas, áreas externas e nos postos de trabalho; 5) Retirar os difusores de acrílico das luminárias, possibilitando o aumento da luminosidade, e consequente redução do número de lâmpadas; 6) Utilizar sensores de presença ou iluminação variável, interruptores individuais por ambiente; 7) Substituir as lâmpadas fluorescentes tubulares de 20W e 40W pelas de 16W e 32W, respectivamente, quando ocorrer a queima do reator; 8) Substituir as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes compactas ou LED; 9) Adquirir apenas reatores de lâmpadas consideradas eficientes energeticamente. 9
  • 10. Em muitos casos, observa-se que, mais do que argumentos técnicos, o que pesa é a conscientização dos usuários. Deve-se Incentivar uma cultura de combate ao desperdício de energia visando: 1 - Redução do consumo energético e redução da demanda na ponta, postergando os investimentos no sistema elétrico da concessionária; 2 - Redução da fatura de energia elétrica para a unidade consumidora; 3 - Adequação dos níveis de carga térmica com a consequente melhoria da qualidade de vida dos usuários. 10
  • 11. AÇÕES PARA REDUÇÃO DO CONSUMO • Implantar rotinas visando a utilização eficiente de energia em equipamentos. • Dialogar com servidores sobre a necessidade da observância de novas regras. • Incentivar o desligamento de equipamentos não utilizados • Apresentar periodicamente informações sobre a utilização de energia com economicidade. • Utilizar jornal interno, intranet e e-mails para divulgação dos resultados positivos obtidos. • Implantar periodicamente dicas para economizar energia. • Confeccionar placas com lembretes para exortar os servidores a desligarem os equipamentos. • Divulgar o horário de ponta ( de maior despesa com energia). • Criar logomarca para identificar para informações e comunicação em geral sobre as ações de eficiência energética. 11
  • 12. RECOMENDAÇÕES DE ECONOMIA DE ENERGIA - ELEVADORES: · Respeite a capacidade máxima de transporte do elevador. A sobrecarga do sistema causa fadiga no motor elétrico, podendo reduzir a sua vida útil, além de provocar aumento no consumo de energia. · Existem sistemas que registram as chamadas apenas para o elevador mais próximo do andar solicitante, evitando a duplicidade de chamadas. · Verifique a possibilidade de deixar um dos elevadores completamente desligado entre 20 horas e 6 horas. Mesmo parado no térreo, o equipamento gasta energia com sua iluminação. Essa medida ainda evita que o usuário chame dois elevadores neste período. · Quando existirem dois elevadores, estude a possibilidade de atender andares pares com um e andares ímpares com o outro. · Afixe avisos aos usuários, sugerindo que utilizem as escadas para subir um andar ou descer dois. · Em caso de botoeiras com dois botões, acione apenas o botão do sentido desejado, evitando paradas desnecessárias. · Situe as áreas de atendimento ao público no andar térreo, evitando o uso de elevadores. · Implante medidas de conscientização dos usuários mediante cartazes explicativos, inclusive sugerindo que é mais prático utilizar a escada para chegar a andares próximos. 12
  • 13. REFRIGERADOR · O aparelho deve ser ligado em local bem ventilado, evitando exposição ao sol, proximidade de fogão ou aquecedores. · Deixe um espaço mínimo de 15cm dos lados, acima e no fundo do aparelho, no caso de instalação entre armários e paredes. · Não abra a porta por tempo prolongado ou sem necessidade, retire de uma só vez todos os alimentos que vai utilizar. · Não guarde alimentos ou líquidos ainda quentes. · Não forre as prateleiras da geladeira com vidros ou plásticos, pois isto dificulta a circulação interna do ar. · Faça o degelo periodicamente para evitar a formação de camadas com mais de meio centímetro de espessura. · Faça o teste de vedação das portas, problemas na vedação aumentam o consumo de energia elétrica. · Procure os modelos que tenham o Selo Procel de economia de energia. 13
  • 14. 14