Modelos de negócio para produtos digitais Eduardo Lorea [email_address]
Objetivos Conhecer a estrutura de um negócio digital: modelos, fontes de receita, gestão de despesas, sustentabilidade Subsidiar a concepção e gestão de negócios em mídia digital
Método Aulas expositivas Leituras Exercício em aula
Avaliação Trabalho  negócio digital Elaborar  Modelo de Negócio  e  Business Plan  para o projeto de produto digital Prazo: 18/06
Programa Introdução RICE, Andrew.  Putting a price on words.  Times Magazine, The New York Times, 16 de maio de 2010, p. 46. Disponível em:  http://www.nytimes.com/2010/05/16/magazine/16Journalism-t.html
Programa Modelos de negócio Conceito OSTERWALDER, Alexander; PIGNEUR, Yves; and TUCCI, Christopher L.  Clarifying Business Models: Origins, Present, and Future of the Concept.  Communications of the Association for Information Systems: Vol. 16, 2005. Disponível em:  http://aisel.aisnet.org/cais/vol16/iss1/1 Modelos de receita Tipos ANDERSON, Chris.  Free: o futuro é grátis.  Lisboa: Actual, 2009.
Programa Indicadores de gestão Audiência (adoção x conversão) Receita Despesa
Programa Produtos digitais Tipos Modelos da mídia tradicional Modelos nativos e analogias Modelos emergentes
Programa Business plan O que é, exemplo Exercício prático
Introdução
Introdução Foi “barato” colocar o site no ar (US$ 20,000) Jornalistas profissionais, missão editorial Pagamento: autor recebe 75% da receita publicitária gerada pelas páginas de suas matérias. Sistema cooperativo, “o mercado decide o valor do conteúdo” Problema: há muito conteúdo jornalístico disponível na web. Modelo de negócios originalmente baseado em escassez e escolhas limitadas
Introdução Redações um dia serão sustentadas apenas por receitas publicitárias digitais? True/Slant: pode ser rentável se mantiver estrutura de custos muito baixa e audiência muito alta Examiner.com, Patch, Huffington Post: contribuições não-remuneradas, audiência alta Estratégias: SEO, Mídias digitais. Caso extremo: Demand Media
Introdução O valor médio de uma matéria do True/Slant: US$ 10 AdSense gerou, para os jornalistas Faster Times, pagamentos entre US$ 5 e US$ 75. Audiência: 200 mil usuários únicos. Alternativa 1: pagamento por conteúdo Alternativa 2: estratégias por “audiência a qualquer custo”
Introdução Faster Times: pensou, pensou e... decidiu cobrar.
Introdução Quem sou eu? Um site
Introdução Sites: De onde vem o dinheiro?
Introdução Sites: Como se constrói o resultado? Receita x despesa Receita:  publicidade, assinatura, venda de produtos Despesa:  servidores, pessoal (conteúdo x desenvolvimento), aluguel, equipamentos Indicadores: audiência, assinantes, cliques
1. Modelos de negócio Conceito “ Um modelo de negócio é uma ferramenta conceitual que (...) permite expressar a lógica do negócio de uma empresa (...). É a descrição do valor que a empresa oferece a um ou diversos segmentos de clientes, bem como da arquitetura da empresa (...) para criar, promover e entregar esse capital de valor (...) para gerar fontes de receita lucrativas e sustentáveis.”  OSTERWALDER, Alexander; PIGNEUR, Yves; and TUCCI, Christopher L.  Clarifying Business Models: Origins, Present, and Future of the Concept.  Communications of the Association for Information Systems: Vol. 16, 2005. Disponível em:  http://aisel.aisnet.org/cais/vol16/iss1/1
1. Modelos de negócio Adaptado de OSTERWALDER, Alexander; PIGNEUR, Yves; and TUCCI, Christopher L.  Clarifying Business Models: Origins, Present, and Future of the Concept.  Communications of the Association for Information Systems: Vol. 16, 2005. Disponível em:  http://aisel.aisnet.org/cais/vol16/iss1/1
1. Modelos de negócio Adaptado de OSTERWALDER, Alexander; PIGNEUR, Yves; and TUCCI, Christopher L.  Clarifying Business Models: Origins, Present, and Future of the Concept.  Communications of the Association for Information Systems: Vol. 16, 2005. Disponível em:  http://aisel.aisnet.org/cais/vol16/iss1/1 Notícias gerais? Informação especializada? Serviço? Internautas do Brasil? Bebês de Erechim? Anunciantes nacionais? Locais? Website? Mobile site? App? SMS? Leitores e anunciantes? Compradores? Que atividades serão necessárias? Como serão pagas? Redação? Desenvolvimento/TI? Comercial? Marketing/SEO? Estratégia? Será preciso contratar fornecedores? Agências? Hosts? Ad Networks? Ativadores digitais? Parceria de conteúdo? Telefone? Aluguel? Água, luz? Pessoal? Servidores? Transporte? Equipamentos? Agências? Publicidade? Pagamento por conteúdo? Venda de produtos/serviços?
1. Modelos de negócio Características do mercado de mídia: - Mercado bilateral /  two sided network  (um público consome, outro público paga) - Negócio baseado em credibilidade - Produto nunca acaba - Maior custo: pessoal
1. Modelos de negócio Problemas do mercado de mídia (na era digital): - Mudança de comportamento de consumo de informação - Perda de valor do conteúdo por causa da abundância de oferta - Perda do valor da publicidade por causa da abundância da oferta (de espaço para anúncios) - Indústria de TI quer que conteúdo seja grátis - Geração grátis (?) Adaptado de ANDERSON, Chris.  Free: o futuro é grátis.  Lisboa: Actual, 2009. pp. 167-168
1.2 Modelos de receita “ Não existe almoço grátis” ANDERSON, Chris.  Free: o futuro é grátis.  Lisboa: Actual, 2009.
1.2 Modelos de receita Modelos “grátis” - Subsídios cruzados diretos Compre um e leve outro grátis. Tarifas de vôos “quase grátis”, mas que não incluem bagagem. (aplicável?) - Mercardos não-monetários Em busca de outras formas de valor (reputação, satisfação pessoal, diversão), pessoas e organizações fornecem produtos e serviços sem custo. Artigos na WikiPedia, “auxílio ao Google”, blogs amadores relevantes.  (aplicável?) ANDERSON, Chris.  Free: o futuro é grátis.  Lisboa: Actual, 2009. Capítulo 2 (pp. 29-46), 9 (pp.161-190).
1.2 Modelos de receita Modelos “grátis” - Mercado das três partes Modelo da mídia: pessoas consomem, anunciantes pagam (para ter acesso às pessoas). Nascido com a rádio. Na web, otimizado por relevância, foi adotado por empresas de software (Google, Facebook...) - Freemium Usuários avançados pagam por serviço especial que subsidia o gratuito. Regra dos 5%: como o custo marginal de servir infinitos usuários é praticamente zero, não importa que a proporção dos pagantes em relação ao total seja muito pequena. ANDERSON, Chris.  Free: o futuro é grátis.  Lisboa: Actual, 2009. Capítulo 2 (pp. 29-46)
1.2 Modelos de receita Modelos pagos - Assinaturas por tempo Assinantes pagam (parte) dos jornais/revistas. No Reino Unido, taxa anual de TV financia BBC. No FT.com, há cobrança de assinatura por ano, semana, dia.  - Pagamento por edição Aplicativos de revistas em iPad cobram por edição. PressDisplay permite comprar exemplares individuais de publicações digitais.
1.2 Modelos de receita - Publicidade (anúncios, classificados, merchandising, promoções...) - Pagamento por conteúdo (assinaturas por tempo ou quantidade de conteúdo, compra de edições, apps, micropagamentos (?))
1.2 Modelos de receita - Fontes alternativas (eventos/palestras/publicações, produtos adicionais alavancados por mídia, “quinquilharia”, doações, financiamento público) - Para aprender: modelos “não midiáticos” Há uma série de modelos de receita tradicionalmente não utilizados por empresas de mídia, mas de sucesso em outras indústrias. Exemplos:
1.2 Modelos de receita Tipos “não midiáticos” 1. Broker Cria um ponto de encontro para comprador e vendedor (marketplace). Recebe receita da intermediação do negócio. Exemplo: shoppings virtuais, Buscapé, sites de pesquisa de passagens aéreas. 1. Comércio Venda de produtos físicos ou serviços. Exemplo: lojas virtuais em geral
1.2 Modelos de receita Tipos de receita publicitária online 1. Display ads Formas de remuneração: CPM (custo por mil - sites em geral, ad networks) CPC (custo por clique - Google) CPT (custo por transação - Amazon, Submarino, Buscapé) Patrocínio (seções do Terra, G1, pequenos sites jornalísticos)
1.2 Modelos de receita Tipos de receita publicitária online 2. Lead generation Pagamento por contatos e informações de pessoas que se cadastraram em um site gratuito. 3. Classificados Cobrança por anúncios que conectam um vendedor a um comprador. 4. Email marketing 5. Video 6. Rich media  (anúncios com animação, som, interatividade)
1.2 Modelos de receita Tipos de receita publicitária online 7. Busca /  Search Anunciantes “compram palavras” para que seus anúncios sejam colocados próximos a conteúdos relevantes: nos resultados de busca do buscador ou nas caixas de publicidade contextualizada em outros sites.
1.2 Modelos de receita Internet Advertising Bureau. Internet Advertising Revenue Report 2009: full year results.  Abril de 2010 .  Disponível em:  http://www.iab.net/media/file/IAB-Ad-Revenue-Full-Year-2009.pdf
Exemplos
FT.com: Assinaturas por tempo e “microtempo”
FT.com: Freemium
GigaOm.com: usuários avançados pagam pelo todo
Emarketer.com: usuários avançados pagam pelo todo
WSJ.com: assinatura por tempo
PressDisplay.com: pagamento por edição
NYT.com: Pagamento por funções extra
NYT.com: produtos alavancados pela marca
NYT.com: produtos alavancados pela marca (“quinquilharia”)
Amanhã: financiada por publicações especiais e eventos
E&E Publishing: conteúdo especializado e pago (caro)
Huffpost.com: financiado por publicidade, custo mínimo
True/Slant: cada jornalista “ganha o seu”
MinnPost.com: financiado por doações. Ver “real time adds”
Voiceofsandiego.org: financiado por doações de entidades
Spot.us: pagamento por pauta, distribuição gratuita
Para a próxima aula Ler ANDERSON, Chris.  Free: o futuro é grátis . Lisboa: Actual, 2009.  Capítulos 2 (páginas 29-46), 4 (páginas 71-92) Refletir sobre o projeto: Que audiência pretende alcançar (quantidade e segmento)? Como obterá receita? Qual a mais adequada a esse público? Quais serão as despesas?

Modelos de negócios - Aula 1

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    Modelos de negóciopara produtos digitais Eduardo Lorea [email_address]
  • 2.
    Objetivos Conhecer aestrutura de um negócio digital: modelos, fontes de receita, gestão de despesas, sustentabilidade Subsidiar a concepção e gestão de negócios em mídia digital
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    Método Aulas expositivasLeituras Exercício em aula
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    Avaliação Trabalho negócio digital Elaborar Modelo de Negócio e Business Plan para o projeto de produto digital Prazo: 18/06
  • 5.
    Programa Introdução RICE,Andrew. Putting a price on words. Times Magazine, The New York Times, 16 de maio de 2010, p. 46. Disponível em: http://www.nytimes.com/2010/05/16/magazine/16Journalism-t.html
  • 6.
    Programa Modelos denegócio Conceito OSTERWALDER, Alexander; PIGNEUR, Yves; and TUCCI, Christopher L. Clarifying Business Models: Origins, Present, and Future of the Concept. Communications of the Association for Information Systems: Vol. 16, 2005. Disponível em: http://aisel.aisnet.org/cais/vol16/iss1/1 Modelos de receita Tipos ANDERSON, Chris. Free: o futuro é grátis. Lisboa: Actual, 2009.
  • 7.
    Programa Indicadores degestão Audiência (adoção x conversão) Receita Despesa
  • 8.
    Programa Produtos digitaisTipos Modelos da mídia tradicional Modelos nativos e analogias Modelos emergentes
  • 9.
    Programa Business planO que é, exemplo Exercício prático
  • 10.
  • 11.
    Introdução Foi “barato”colocar o site no ar (US$ 20,000) Jornalistas profissionais, missão editorial Pagamento: autor recebe 75% da receita publicitária gerada pelas páginas de suas matérias. Sistema cooperativo, “o mercado decide o valor do conteúdo” Problema: há muito conteúdo jornalístico disponível na web. Modelo de negócios originalmente baseado em escassez e escolhas limitadas
  • 12.
    Introdução Redações umdia serão sustentadas apenas por receitas publicitárias digitais? True/Slant: pode ser rentável se mantiver estrutura de custos muito baixa e audiência muito alta Examiner.com, Patch, Huffington Post: contribuições não-remuneradas, audiência alta Estratégias: SEO, Mídias digitais. Caso extremo: Demand Media
  • 13.
    Introdução O valormédio de uma matéria do True/Slant: US$ 10 AdSense gerou, para os jornalistas Faster Times, pagamentos entre US$ 5 e US$ 75. Audiência: 200 mil usuários únicos. Alternativa 1: pagamento por conteúdo Alternativa 2: estratégias por “audiência a qualquer custo”
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    Introdução Faster Times:pensou, pensou e... decidiu cobrar.
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    Introdução Sites: Deonde vem o dinheiro?
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    Introdução Sites: Comose constrói o resultado? Receita x despesa Receita: publicidade, assinatura, venda de produtos Despesa: servidores, pessoal (conteúdo x desenvolvimento), aluguel, equipamentos Indicadores: audiência, assinantes, cliques
  • 18.
    1. Modelos denegócio Conceito “ Um modelo de negócio é uma ferramenta conceitual que (...) permite expressar a lógica do negócio de uma empresa (...). É a descrição do valor que a empresa oferece a um ou diversos segmentos de clientes, bem como da arquitetura da empresa (...) para criar, promover e entregar esse capital de valor (...) para gerar fontes de receita lucrativas e sustentáveis.” OSTERWALDER, Alexander; PIGNEUR, Yves; and TUCCI, Christopher L. Clarifying Business Models: Origins, Present, and Future of the Concept. Communications of the Association for Information Systems: Vol. 16, 2005. Disponível em: http://aisel.aisnet.org/cais/vol16/iss1/1
  • 19.
    1. Modelos denegócio Adaptado de OSTERWALDER, Alexander; PIGNEUR, Yves; and TUCCI, Christopher L. Clarifying Business Models: Origins, Present, and Future of the Concept. Communications of the Association for Information Systems: Vol. 16, 2005. Disponível em: http://aisel.aisnet.org/cais/vol16/iss1/1
  • 20.
    1. Modelos denegócio Adaptado de OSTERWALDER, Alexander; PIGNEUR, Yves; and TUCCI, Christopher L. Clarifying Business Models: Origins, Present, and Future of the Concept. Communications of the Association for Information Systems: Vol. 16, 2005. Disponível em: http://aisel.aisnet.org/cais/vol16/iss1/1 Notícias gerais? Informação especializada? Serviço? Internautas do Brasil? Bebês de Erechim? Anunciantes nacionais? Locais? Website? Mobile site? App? SMS? Leitores e anunciantes? Compradores? Que atividades serão necessárias? Como serão pagas? Redação? Desenvolvimento/TI? Comercial? Marketing/SEO? Estratégia? Será preciso contratar fornecedores? Agências? Hosts? Ad Networks? Ativadores digitais? Parceria de conteúdo? Telefone? Aluguel? Água, luz? Pessoal? Servidores? Transporte? Equipamentos? Agências? Publicidade? Pagamento por conteúdo? Venda de produtos/serviços?
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    1. Modelos denegócio Características do mercado de mídia: - Mercado bilateral / two sided network (um público consome, outro público paga) - Negócio baseado em credibilidade - Produto nunca acaba - Maior custo: pessoal
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    1. Modelos denegócio Problemas do mercado de mídia (na era digital): - Mudança de comportamento de consumo de informação - Perda de valor do conteúdo por causa da abundância de oferta - Perda do valor da publicidade por causa da abundância da oferta (de espaço para anúncios) - Indústria de TI quer que conteúdo seja grátis - Geração grátis (?) Adaptado de ANDERSON, Chris. Free: o futuro é grátis. Lisboa: Actual, 2009. pp. 167-168
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    1.2 Modelos dereceita “ Não existe almoço grátis” ANDERSON, Chris. Free: o futuro é grátis. Lisboa: Actual, 2009.
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    1.2 Modelos dereceita Modelos “grátis” - Subsídios cruzados diretos Compre um e leve outro grátis. Tarifas de vôos “quase grátis”, mas que não incluem bagagem. (aplicável?) - Mercardos não-monetários Em busca de outras formas de valor (reputação, satisfação pessoal, diversão), pessoas e organizações fornecem produtos e serviços sem custo. Artigos na WikiPedia, “auxílio ao Google”, blogs amadores relevantes. (aplicável?) ANDERSON, Chris. Free: o futuro é grátis. Lisboa: Actual, 2009. Capítulo 2 (pp. 29-46), 9 (pp.161-190).
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    1.2 Modelos dereceita Modelos “grátis” - Mercado das três partes Modelo da mídia: pessoas consomem, anunciantes pagam (para ter acesso às pessoas). Nascido com a rádio. Na web, otimizado por relevância, foi adotado por empresas de software (Google, Facebook...) - Freemium Usuários avançados pagam por serviço especial que subsidia o gratuito. Regra dos 5%: como o custo marginal de servir infinitos usuários é praticamente zero, não importa que a proporção dos pagantes em relação ao total seja muito pequena. ANDERSON, Chris. Free: o futuro é grátis. Lisboa: Actual, 2009. Capítulo 2 (pp. 29-46)
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    1.2 Modelos dereceita Modelos pagos - Assinaturas por tempo Assinantes pagam (parte) dos jornais/revistas. No Reino Unido, taxa anual de TV financia BBC. No FT.com, há cobrança de assinatura por ano, semana, dia. - Pagamento por edição Aplicativos de revistas em iPad cobram por edição. PressDisplay permite comprar exemplares individuais de publicações digitais.
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    1.2 Modelos dereceita - Publicidade (anúncios, classificados, merchandising, promoções...) - Pagamento por conteúdo (assinaturas por tempo ou quantidade de conteúdo, compra de edições, apps, micropagamentos (?))
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    1.2 Modelos dereceita - Fontes alternativas (eventos/palestras/publicações, produtos adicionais alavancados por mídia, “quinquilharia”, doações, financiamento público) - Para aprender: modelos “não midiáticos” Há uma série de modelos de receita tradicionalmente não utilizados por empresas de mídia, mas de sucesso em outras indústrias. Exemplos:
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    1.2 Modelos dereceita Tipos “não midiáticos” 1. Broker Cria um ponto de encontro para comprador e vendedor (marketplace). Recebe receita da intermediação do negócio. Exemplo: shoppings virtuais, Buscapé, sites de pesquisa de passagens aéreas. 1. Comércio Venda de produtos físicos ou serviços. Exemplo: lojas virtuais em geral
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    1.2 Modelos dereceita Tipos de receita publicitária online 1. Display ads Formas de remuneração: CPM (custo por mil - sites em geral, ad networks) CPC (custo por clique - Google) CPT (custo por transação - Amazon, Submarino, Buscapé) Patrocínio (seções do Terra, G1, pequenos sites jornalísticos)
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    1.2 Modelos dereceita Tipos de receita publicitária online 2. Lead generation Pagamento por contatos e informações de pessoas que se cadastraram em um site gratuito. 3. Classificados Cobrança por anúncios que conectam um vendedor a um comprador. 4. Email marketing 5. Video 6. Rich media (anúncios com animação, som, interatividade)
  • 32.
    1.2 Modelos dereceita Tipos de receita publicitária online 7. Busca / Search Anunciantes “compram palavras” para que seus anúncios sejam colocados próximos a conteúdos relevantes: nos resultados de busca do buscador ou nas caixas de publicidade contextualizada em outros sites.
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    1.2 Modelos dereceita Internet Advertising Bureau. Internet Advertising Revenue Report 2009: full year results. Abril de 2010 . Disponível em: http://www.iab.net/media/file/IAB-Ad-Revenue-Full-Year-2009.pdf
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    FT.com: Assinaturas portempo e “microtempo”
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    NYT.com: Pagamento porfunções extra
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    NYT.com: produtos alavancadospela marca (“quinquilharia”)
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    Amanhã: financiada porpublicações especiais e eventos
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    E&E Publishing: conteúdoespecializado e pago (caro)
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    Huffpost.com: financiado porpublicidade, custo mínimo
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    True/Slant: cada jornalista“ganha o seu”
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    MinnPost.com: financiado pordoações. Ver “real time adds”
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    Spot.us: pagamento porpauta, distribuição gratuita
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    Para a próximaaula Ler ANDERSON, Chris. Free: o futuro é grátis . Lisboa: Actual, 2009. Capítulos 2 (páginas 29-46), 4 (páginas 71-92) Refletir sobre o projeto: Que audiência pretende alcançar (quantidade e segmento)? Como obterá receita? Qual a mais adequada a esse público? Quais serão as despesas?