O artigo discute uma nova abordagem para a estratégia de manufatura que integra a estratégia competitiva com as competências centrais e organizações de aprendizagem. A ênfase não deve estar nos programas de melhoria em si, mas sim em desenvolver habilidades que permitam à fábrica se destacar dos concorrentes. A chave é ter flexibilidade para se adaptar a ambientes turbulentos, fazendo certas coisas melhor do que os outros.