No primeiro mandato (1995-1998), o governo FHC deu ênfase à estabilidade de preços com regimes cambial e monetário subordinados. Isso gerou desequilíbrios fiscais e externos. No segundo mandato (1999-2002), ocorreram mudanças nos regimes fiscal, cambial e monetário em 1999, com ênfase no superávit fiscal e flutuação cambial, substituindo a âncora cambial pela meta de inflação. Essas mudanças melhoraram os desequilíbrios, porém choques externos comprometeram