O documento critica diversos aspectos do Catolicismo, incluindo o domínio e poder da igreja, a comercialização de indulgências e a imposição do latim como língua exclusiva, afastando o povo. Reformadores como Francisco de Assis, John Wycliffe, Jan Huss e Joana D'Arc questionaram esses aspectos e defenderam uma relação mais direta entre as pessoas e Deus.