Dia do Consumidor
Índice Direitos do consumidor Deveres do consumidor Publicidade enganosa Importância da poupança
Direitos do consumidor 1) O Direito à Qualidade de Bens e Serviços 2) O Direito à Protecção da Saúde e à Segurança Física 3) O Direito à Formação, Educação para o Consumo   4) O Direito à Informação   5) O Direito à Prevenção e Reparação de Danos 6) O Direito à Protecção Jurídica e a uma Justiça Acessível e Pronta   7) O Direito à Participação, por via representativa, dos seus Direitos e Interesses
Deveres do consumidor 1)O Dever da Solidariedade  2) O Dever da Consciência Crítica  3) O Dever de Agir  4) O Dever da Preocupação Social 5) O Dever de Consciência Ambiental
Publicidade enganosa Vamo-nos referir, neste momento, aos anúncios publicitários que passam, até à sociedade nos diversos canais da nossa TV. De todos esses anúncios os que mais nos chocam são os que nos «oferecem» dinheiro com a maior das facilidades. Querem convencer-nos que podem resolver todos os seus problemas com um simples telefonema; imediatamente o dinheiro aparece, mas aqui é que está a questão, não informam como devolver esse dinheiro. Parece disparatado eu dizer que «oferecem» dinheiro para gastar, e diga agora que tem de ser devolvido. Mas é verdade, só que pedem, por exemplo 100 e têm de pagar, no fim do prazo estipulado, muito mais que isso, pois os juros são elevados.   
Importância da poupança No passado dia 31 de Outubro celebrou-se o dia mundial da poupança. Poupar deve ser um verbo que devemos conjugar todos os dias. Os hábitos de poupança que se têm vindo a perder desde os tempos dos nossos pais e avós por culpa do consumismo “selvagem”, que é uma “doença” de que sofrem os países considerados desenvolvidos,  devem ser de novo adquiridos através de uma educação e formação para a poupança, embutida de um espírito de consumeirismo, que contribua para a disseminação de uma consciência cívica e social que combata os prejuízos da sociedade de consumo.
Por isso, chegou o momento de gritar com todas as forças que já basta, que é preciso parar urgentemente com os maus hábitos para o nosso bem e de toda a humanidade, e que está na “hora” de começar a poupar. Segundo dados do Banco de Portugal, a taxa de poupança das famílias portuguesas baixou de 9,2 para 7,9 por cento do rendimento disponível, entre 2005 e 2007, encontrando-se agora em mínimos de pelo menos 13 anos.
Trabalho realizado por: Diana Ribeiro Bia Almeida Ana Margarida

Dia Do Consumidor

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    Índice Direitos doconsumidor Deveres do consumidor Publicidade enganosa Importância da poupança
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    Direitos do consumidor1) O Direito à Qualidade de Bens e Serviços 2) O Direito à Protecção da Saúde e à Segurança Física 3) O Direito à Formação, Educação para o Consumo 4) O Direito à Informação 5) O Direito à Prevenção e Reparação de Danos 6) O Direito à Protecção Jurídica e a uma Justiça Acessível e Pronta 7) O Direito à Participação, por via representativa, dos seus Direitos e Interesses
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    Deveres do consumidor1)O Dever da Solidariedade 2) O Dever da Consciência Crítica 3) O Dever de Agir 4) O Dever da Preocupação Social 5) O Dever de Consciência Ambiental
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    Publicidade enganosa Vamo-nosreferir, neste momento, aos anúncios publicitários que passam, até à sociedade nos diversos canais da nossa TV. De todos esses anúncios os que mais nos chocam são os que nos «oferecem» dinheiro com a maior das facilidades. Querem convencer-nos que podem resolver todos os seus problemas com um simples telefonema; imediatamente o dinheiro aparece, mas aqui é que está a questão, não informam como devolver esse dinheiro. Parece disparatado eu dizer que «oferecem» dinheiro para gastar, e diga agora que tem de ser devolvido. Mas é verdade, só que pedem, por exemplo 100 e têm de pagar, no fim do prazo estipulado, muito mais que isso, pois os juros são elevados.  
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    Importância da poupançaNo passado dia 31 de Outubro celebrou-se o dia mundial da poupança. Poupar deve ser um verbo que devemos conjugar todos os dias. Os hábitos de poupança que se têm vindo a perder desde os tempos dos nossos pais e avós por culpa do consumismo “selvagem”, que é uma “doença” de que sofrem os países considerados desenvolvidos, devem ser de novo adquiridos através de uma educação e formação para a poupança, embutida de um espírito de consumeirismo, que contribua para a disseminação de uma consciência cívica e social que combata os prejuízos da sociedade de consumo.
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    Por isso, chegouo momento de gritar com todas as forças que já basta, que é preciso parar urgentemente com os maus hábitos para o nosso bem e de toda a humanidade, e que está na “hora” de começar a poupar. Segundo dados do Banco de Portugal, a taxa de poupança das famílias portuguesas baixou de 9,2 para 7,9 por cento do rendimento disponível, entre 2005 e 2007, encontrando-se agora em mínimos de pelo menos 13 anos.
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    Trabalho realizado por:Diana Ribeiro Bia Almeida Ana Margarida