Este documento discute como o discurso do desenvolvimento sustentável ignora conflitos de classes e a importância do território, transformando essas contradições em "conflitos entre gerações" e entre a humanidade e a biosfera. Aponta como esse discurso oculta a apropriação das riquezas naturais e desloca a responsabilidade para a concepção do meio ambiente como um "bem comum" a ser preservado para as futuras gerações.