O documento discute o desmatamento na caatinga no Nordeste do Brasil, que ocorre a uma taxa alta de 276.300 hectares por ano, principalmente para produção de lenha e carvão. Embora alternativas energéticas como eólica e solar sejam promissoras, o documento argumenta que o uso sustentável da biomassa através do manejo florestal pode ser uma fonte renovável de energia e renda para a população local, se implementado corretamente com políticas públicas.