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3.1 Cidade “fuga industrial” e “média”------------------------06
4. O que podemos concluir de todo esse processo? -------------07
5. Fontes de pesquisa--------------------------------------------------08
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Com o advento dos lucros das atividades cafeicultoras, os grandes
proprietários deram os primeiros passos para uma mirabolante “revolução
industrial brasileira” – iniciada de fato durante a Era Vargas. Apesar de antes de
1930 existirem surtos industriais no país, como a Era Mauá, tais mudanças não
eliminavam o ciclo do café. Fruto de investimentos dos monocultores, as
indústrias fixaram-se na região Sudeste, a mais industrializada no momento.
Permaneceram ali até 1980, com uma série de benefícios. No entanto, a sua alta
concentração em regiões bem econômicas vem reduzindo.
Motivos para a desconcentração
Com a concentração promovida pelas elites, houve o crescimento
de um enorme mercado consumidor assim como a mão de obra barata e a
população de forma geral. Com base nisso, por que desconcentrar?
Se trata de uma questão política, imperialista e social. Sua desconcentração
em primeiro lugar é dada pela fuga de impostos e pela chamada “guerra fiscal”,
onde os Estados oferecem uma série de benefícios, como incentivos fiscais e
facilidades para obtenção de matéria prima, a fim de fixarem as mais diversas
industrias de modo que sua economia seja dinamizada.
Com o atual contexto, as regiões Sul e Sudeste não são mais as únicas
detentoras de uma mão de obra barata, tecnológica e especializada. Diversas
regiões passaram por um amplo processo de “atualização”, tendo a criação de
grandes complexos industriais e centros tecnológicos. Somado a isso, a grande
evolução da infraestrutura de algumas regiões antes desindustrializadas. Agora,
regiões mais interioranas tem capacidade de escoar toda a sua produção de
forma satisfatória. O governo vem investindo em medidas para a interiorização
da economia no país.
Embora a desconcentração tenha como as principais motivações econômicas,
o inchaço das grandes cidades da região Sudeste vem trazendo diversos
prejuízos para as indústrias. Com a alta concentração, a demasia populacional,
os problemas ambientais, a dificuldade de mobilidade, altos impostos,
encarecimento da mão de obra propiciaram a fuga dessas industrias a fim de
evitar esses percalços.
Consequências da desconcentração
Como qualquer outro processo, existem
benefícios e malefícios. A sua desconcentração
em um primeiro momento favorece as indústrias
já que desembolsam menos recursos para
produzir seus produtos. Além disso, o país
passa a ter investimentos mais “democráticos”
visto que atingem outros municípios e
promovem o seu crescimento. O número de
empregos aumenta e as pessoas não precisam
mais migrar de uma região para outra e arriscar
o sucesso duvidoso, mais serviços são estabelecidos em cidades menos
conhecidas, aumento do comércio e a ampliação de seu mercado consumidor.
São as chamadas “cidades médias” que vem crescendo e destacando-se
nesse processo gradual de interiorização e desconcentração industrial. Embora
tal rearranjo venha acelerando e fornecendo condições para cidades antes
desconhecidas, a desigualdade da distribuição dos produtos ainda se torna
presente.
Apesar da dispersão das industrias ter amplos benefícios, outras regiões,
chamadas de “fuga industrial”, acabam sendo menos valorizadas, tendo seus
investimentos industriais reduzidos, aumentando o desemprego. O Sudeste e a
região Sul não deixaram de ter grandes industrias, ainda são detentoras do
poderio econômico do país.
Dados do IBGE informam que 8 de 14 regiões do país tiveram o aumento de
suas atividades industriais. As regiões antes concentradoras tiveram uma
mínima variação – São Paulo teve uma variação nula em relação as demais. O
Estado que mais cresceu foi o Paraná, com aproximadamente 11,4%
O que podemos concluir com todo esse processo?
As desconcentrações industriais ainda estão no início, e a cada ano vêm
ganhando forças e conquistando mais municípios, desenvolvendo-os. Suas
raízes remontam a atual necessidade da 1ª República em substituir as
importações por produtos industrializados produzidos em território nacional
(crise de 1929), financiado por uma elite a qual concentrou toda a evolução e
reafirmada com força total durante os altos investimentos varguistas. Diversos
foram motivos para dispersarem-se diante a década de 80. Como o aumento
populacional e dos impostos. O Estado tem contribuído para tal processo já que
visa, com suas políticas, interiorizar a produção – atrelada as guerras fiscais dos
estados que buscam oferecer os melhores meios para obterem mais industrias,
alavancando seu desenvolvimento. Apesar de geradora de empregos e
impulsionadora da economia, as regiões tidas como altamente industrializadas
sofrem com a redução de seus empregos e a distribuição da produção não é
igual, embora estejam na maioria dos estados.
Fontes de pesquisa
 Sua pesquisa
http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/industrializacao_brasil.htm
 Portal G1
http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL33656-9356,00.html
 Mundo educação
http://www.mundoeducacao.com/geografia/concentracao-desconcentracao-
industrial-no-brasil.htm
http://www.mundoeducacao.com/geografia/guerra-fiscal-no-brasil.htm
 Alunos Online
http://www.alunosonline.com.br/geografia/desconcentracao-industrial-no-
brasil.html
 Geografia na indústria
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Desconcentração industrial no brasil

  • 1. Colégio Souza Leão Desconcentração industrial no Brasil Recife – 2015
  • 2. Matheus Phelipe Alves Pinto Desconcentração industrial no Brasil Recife – 2015 Trabalho ministrado pelo professor Adiel Marques, referido à disciplina de Geografia para fins avaliativos.
  • 3. Sumário 1. A atuação das indústrias no Brasil, como tudo começou? --04 2. Motivos para a desconcentração----------------------------------05 2.1 Com base nisso, por que desconcentrar? ------------------05 3. Consequências da desconcentração------------------------------06 3.1 Cidade “fuga industrial” e “média”------------------------06 4. O que podemos concluir de todo esse processo? -------------07 5. Fontes de pesquisa--------------------------------------------------08
  • 4. A atuação das industrias no Brasil, onde tudo começa? Com o advento dos lucros das atividades cafeicultoras, os grandes proprietários deram os primeiros passos para uma mirabolante “revolução industrial brasileira” – iniciada de fato durante a Era Vargas. Apesar de antes de 1930 existirem surtos industriais no país, como a Era Mauá, tais mudanças não eliminavam o ciclo do café. Fruto de investimentos dos monocultores, as indústrias fixaram-se na região Sudeste, a mais industrializada no momento. Permaneceram ali até 1980, com uma série de benefícios. No entanto, a sua alta concentração em regiões bem econômicas vem reduzindo.
  • 5. Motivos para a desconcentração Com a concentração promovida pelas elites, houve o crescimento de um enorme mercado consumidor assim como a mão de obra barata e a população de forma geral. Com base nisso, por que desconcentrar? Se trata de uma questão política, imperialista e social. Sua desconcentração em primeiro lugar é dada pela fuga de impostos e pela chamada “guerra fiscal”, onde os Estados oferecem uma série de benefícios, como incentivos fiscais e facilidades para obtenção de matéria prima, a fim de fixarem as mais diversas industrias de modo que sua economia seja dinamizada. Com o atual contexto, as regiões Sul e Sudeste não são mais as únicas detentoras de uma mão de obra barata, tecnológica e especializada. Diversas regiões passaram por um amplo processo de “atualização”, tendo a criação de grandes complexos industriais e centros tecnológicos. Somado a isso, a grande evolução da infraestrutura de algumas regiões antes desindustrializadas. Agora, regiões mais interioranas tem capacidade de escoar toda a sua produção de forma satisfatória. O governo vem investindo em medidas para a interiorização da economia no país. Embora a desconcentração tenha como as principais motivações econômicas, o inchaço das grandes cidades da região Sudeste vem trazendo diversos prejuízos para as indústrias. Com a alta concentração, a demasia populacional, os problemas ambientais, a dificuldade de mobilidade, altos impostos, encarecimento da mão de obra propiciaram a fuga dessas industrias a fim de evitar esses percalços.
  • 6. Consequências da desconcentração Como qualquer outro processo, existem benefícios e malefícios. A sua desconcentração em um primeiro momento favorece as indústrias já que desembolsam menos recursos para produzir seus produtos. Além disso, o país passa a ter investimentos mais “democráticos” visto que atingem outros municípios e promovem o seu crescimento. O número de empregos aumenta e as pessoas não precisam mais migrar de uma região para outra e arriscar o sucesso duvidoso, mais serviços são estabelecidos em cidades menos conhecidas, aumento do comércio e a ampliação de seu mercado consumidor. São as chamadas “cidades médias” que vem crescendo e destacando-se nesse processo gradual de interiorização e desconcentração industrial. Embora tal rearranjo venha acelerando e fornecendo condições para cidades antes desconhecidas, a desigualdade da distribuição dos produtos ainda se torna presente. Apesar da dispersão das industrias ter amplos benefícios, outras regiões, chamadas de “fuga industrial”, acabam sendo menos valorizadas, tendo seus investimentos industriais reduzidos, aumentando o desemprego. O Sudeste e a região Sul não deixaram de ter grandes industrias, ainda são detentoras do poderio econômico do país. Dados do IBGE informam que 8 de 14 regiões do país tiveram o aumento de suas atividades industriais. As regiões antes concentradoras tiveram uma mínima variação – São Paulo teve uma variação nula em relação as demais. O Estado que mais cresceu foi o Paraná, com aproximadamente 11,4%
  • 7. O que podemos concluir com todo esse processo? As desconcentrações industriais ainda estão no início, e a cada ano vêm ganhando forças e conquistando mais municípios, desenvolvendo-os. Suas raízes remontam a atual necessidade da 1ª República em substituir as importações por produtos industrializados produzidos em território nacional (crise de 1929), financiado por uma elite a qual concentrou toda a evolução e reafirmada com força total durante os altos investimentos varguistas. Diversos foram motivos para dispersarem-se diante a década de 80. Como o aumento populacional e dos impostos. O Estado tem contribuído para tal processo já que visa, com suas políticas, interiorizar a produção – atrelada as guerras fiscais dos estados que buscam oferecer os melhores meios para obterem mais industrias, alavancando seu desenvolvimento. Apesar de geradora de empregos e impulsionadora da economia, as regiões tidas como altamente industrializadas sofrem com a redução de seus empregos e a distribuição da produção não é igual, embora estejam na maioria dos estados.
  • 8. Fontes de pesquisa  Sua pesquisa http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/industrializacao_brasil.htm  Portal G1 http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL33656-9356,00.html  Mundo educação http://www.mundoeducacao.com/geografia/concentracao-desconcentracao- industrial-no-brasil.htm http://www.mundoeducacao.com/geografia/guerra-fiscal-no-brasil.htm  Alunos Online http://www.alunosonline.com.br/geografia/desconcentracao-industrial-no- brasil.html  Geografia na indústria http://geografianaindustria.blogspot.com.br/2011/06/desconcentracao-industrial- no-brasil.html