DEFICIÊNCIA DO HORMÔNIO DE CRESCIMENTO –
  ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA;
UMA DAS GRANDES PREOCUPAÇÕES DOS PAIS, DOS
FILHOS E DO PRÓPRIO MÉDICO QUE ACOMPANHA O
   SER HUMANO, DESDE A FASE FETAL, CRIANÇA,
  INFANTO JUVENIL, ADOLESCENTE E MESMO AS
         CONSEQUÊNCIAS EM ADULTOS.




Um dos principais motivos de encaminhamento de pacientes ao
ambulatório à procura de endocrinologistas, neuroendocrinologistas,
desde a fase pediátrica até ao adulto, devido neste caso às
complicações secundárias por deficiência de HGH – hormônio de
crescimento característicos da evolução da idade. É claro que a maior
ênfase é na fase infanto juvenil e adolescência onde tal disfunção tem
início e a reversão é possível se não perdermos tempo e tomarmos
atitudes preventivas precoces. Quando um indivíduo cresce com
velocidade (V.C.) baixa e/ou tem estatura abaixo da esperada
geneticamente, deve – se levantar a hipótese da possibilidade de ser
uma criança (infanto – juvenil – adolescente) com deficiência do HGH
– hormônio de crescimento (DGH). A deficiência do HGH - hormônio
de crescimento é uma das causas de déficit hormonal que melhor
responde à intervenção médica, podendo aumentar a estatura adulta
final em mais de 2 desvios padrão (D.P.). Um grande desafio para os
endocrinologistas e neuroendocrinologistas, é fazer esse diagnóstico,
principalmente nos casos em que a produção de hormônio de
crescimento (GH) é limítrofe.




Um grande número de pesquisadores tem colocado 2 questões
importantes e subjetivas, que não é levado muito a sério por uma
pequena parte de profissionais: 1°. Quando nos orientamos apenas
por fatores genéticos, e exógenos, não podemos nos esquecer de que
o padrão deve ser parental e não filial, até porque o DNA –
Recombinante desenvolvido por engenharia genética que define a
confecção do (HGH) hormônio de crescimento é relativamente
recente, ou seja, 1985, menos de uma geração completa de
crescimento definitivo estatural, e este fator pode levar a
interpretações equivocadas. 2º. detalhe, pesquisas científicas têm
estabelecido padrões de crescimento que dificilmente chega a carga
máxima de crescimento genético possível, em geral a variação chega
entre 85 a 95% do ideal, em sendo assim, muitos estudiosos
recomendam que mesmo o paciente estando dentro do desvio padrão
esperado, mas com características parentais inferiores, deve ser
tratado como borderline inferior, e possivelmente poderá ganhar
alguns centímetros a mais.
AUTORES PROSPECTIVOS

                           Dr. João Santos Caio Jr.
                    Endocrinologia– Neuroendocrinologista
                                 CRM 20611

                            Dra. Henriqueta V. Caio
                       Endocrinologista– Medicina Interna
                                  CRM 28930

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES
PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:

Prof. Dr.João Santos Caio Jr, Endocrinologista,Neuroendocrinologista, Dra. Henriqueta
Verlangieri Caio, Endocrinologista, Medicina Interna-Van Der Häägen Brazil – São Paulo –
Brasil, Parques JS, Felner EI. Hipopituitarismo. In: Kliegman RM, RE Behrman, Jenson HB,
Stanton BF, eds. Nelson Textbook of Pediatrics . 19 ed. Filadélfia, Pa: Saunders Elsevier;
2011: cap 551.Reiter EO, RG Rosenfeld. Crescimento normal e anormal. In: Kronenberg HM,
Melmed S, Polonsky KS, Larsen PR, eds. Williams Textbook of Endocrinology . 11
ed. Filadélfia, Pa: Saunders Elsevier; 2008: cap 23.Cozinhe DM, Yuen KC, Biller BM, Kemp SF,
Vance ML; Associação Americana de Endocrinologistas Clínicos.Associação Americana de
Endocrinologistas de diretrizes clínicas médicas para a prática clínica para o uso do hormônio
do crescimento em hormona do crescimento deficiente adultos e pacientes de transição -.
2009 atualização Endocr Pract . 2009; 15:1-29. Atualizado por: Neil K. Kaneshiro, MD, MHA,
professor clínico assistente de Pediatria da Universidade de Washington School of
Medicine. Também revisado por David Zieve, MD, MHA, Diretor Médico, ADAM, Inc.

Deficiencia de HGH

  • 1.
    DEFICIÊNCIA DO HORMÔNIODE CRESCIMENTO – ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA; UMA DAS GRANDES PREOCUPAÇÕES DOS PAIS, DOS FILHOS E DO PRÓPRIO MÉDICO QUE ACOMPANHA O SER HUMANO, DESDE A FASE FETAL, CRIANÇA, INFANTO JUVENIL, ADOLESCENTE E MESMO AS CONSEQUÊNCIAS EM ADULTOS. Um dos principais motivos de encaminhamento de pacientes ao ambulatório à procura de endocrinologistas, neuroendocrinologistas, desde a fase pediátrica até ao adulto, devido neste caso às complicações secundárias por deficiência de HGH – hormônio de crescimento característicos da evolução da idade. É claro que a maior ênfase é na fase infanto juvenil e adolescência onde tal disfunção tem início e a reversão é possível se não perdermos tempo e tomarmos atitudes preventivas precoces. Quando um indivíduo cresce com velocidade (V.C.) baixa e/ou tem estatura abaixo da esperada geneticamente, deve – se levantar a hipótese da possibilidade de ser uma criança (infanto – juvenil – adolescente) com deficiência do HGH – hormônio de crescimento (DGH). A deficiência do HGH - hormônio de crescimento é uma das causas de déficit hormonal que melhor responde à intervenção médica, podendo aumentar a estatura adulta final em mais de 2 desvios padrão (D.P.). Um grande desafio para os
  • 2.
    endocrinologistas e neuroendocrinologistas,é fazer esse diagnóstico, principalmente nos casos em que a produção de hormônio de crescimento (GH) é limítrofe. Um grande número de pesquisadores tem colocado 2 questões importantes e subjetivas, que não é levado muito a sério por uma pequena parte de profissionais: 1°. Quando nos orientamos apenas por fatores genéticos, e exógenos, não podemos nos esquecer de que o padrão deve ser parental e não filial, até porque o DNA – Recombinante desenvolvido por engenharia genética que define a confecção do (HGH) hormônio de crescimento é relativamente recente, ou seja, 1985, menos de uma geração completa de crescimento definitivo estatural, e este fator pode levar a interpretações equivocadas. 2º. detalhe, pesquisas científicas têm estabelecido padrões de crescimento que dificilmente chega a carga máxima de crescimento genético possível, em geral a variação chega entre 85 a 95% do ideal, em sendo assim, muitos estudiosos recomendam que mesmo o paciente estando dentro do desvio padrão esperado, mas com características parentais inferiores, deve ser tratado como borderline inferior, e possivelmente poderá ganhar alguns centímetros a mais.
  • 3.
    AUTORES PROSPECTIVOS Dr. João Santos Caio Jr. Endocrinologia– Neuroendocrinologista CRM 20611 Dra. Henriqueta V. Caio Endocrinologista– Medicina Interna CRM 28930 AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA. Referências Bibliográficas: Prof. Dr.João Santos Caio Jr, Endocrinologista,Neuroendocrinologista, Dra. Henriqueta Verlangieri Caio, Endocrinologista, Medicina Interna-Van Der Häägen Brazil – São Paulo – Brasil, Parques JS, Felner EI. Hipopituitarismo. In: Kliegman RM, RE Behrman, Jenson HB, Stanton BF, eds. Nelson Textbook of Pediatrics . 19 ed. Filadélfia, Pa: Saunders Elsevier; 2011: cap 551.Reiter EO, RG Rosenfeld. Crescimento normal e anormal. In: Kronenberg HM, Melmed S, Polonsky KS, Larsen PR, eds. Williams Textbook of Endocrinology . 11 ed. Filadélfia, Pa: Saunders Elsevier; 2008: cap 23.Cozinhe DM, Yuen KC, Biller BM, Kemp SF, Vance ML; Associação Americana de Endocrinologistas Clínicos.Associação Americana de Endocrinologistas de diretrizes clínicas médicas para a prática clínica para o uso do hormônio do crescimento em hormona do crescimento deficiente adultos e pacientes de transição -. 2009 atualização Endocr Pract . 2009; 15:1-29. Atualizado por: Neil K. Kaneshiro, MD, MHA, professor clínico assistente de Pediatria da Universidade de Washington School of Medicine. Também revisado por David Zieve, MD, MHA, Diretor Médico, ADAM, Inc.