O HGH – HORMÔNIO DE CRESCIMENTO, TEM
     IMPORTÂNCIA DESDE A FASE NEONATAL,




ATÉ A FASE ADULTA E TAMBÉM DA MELHOR IDADE, E ISTO
NOS IMPÕE A GESTÃO DA UTILIZAÇÃO DO HORMÔNIO DO
CRESCIMENTO (HGH) EM PACIENTES COM DIAGNÓSTICO DE
DEFICIÊNCIA DE HGH (DGH) E SEU TRATAMENTO DESDE A
INFÂNCIA À VIDA ADULTA.

A pergunta que escutamos dos pais dos pacientes que
apresentam deficiência do hormônio de crescimento (DGH),
desde quando nos procuram para o tratamento é, até quando
devo tratar meu filho ou filha para conseguir que ele esteja
dentro de um padrão adequado de crescimento: é claro se os
genitores dos pacientes estiverem pensando no crescimento
linear, ou seja, somente o estatural, os próprios atlas e
gráficos, sejam da Organização Mundial de Saúde (OMS)–
ONU, ou os gráficos de Tanner, métodos de Pyle e Greülich
não superam as idades regulares de 19 anos, tanto para
meninos quanto para meninas. Entretanto, o HGH – hormônio
de crescimento, desenvolvido a partir da década de 80 do
século XX, por engenharia genética através da técnica de
DNA- Recombinante, onde anteriormente a esta técnica o
grande vilão era o fator de reconhecimento no DNA de
doadores humanos de hipófise, local onde é produzido o
hormônio de crescimento natural, pois seus extratos não
excluíam a identidade dos doadores, o que, com a nova
tecnologia eliminava por completo este risco, que poderia
causar a formação de proteínas anômalas denominadas
de PRÍONS que poderiam levar à Doença de Creutzfeldt-
Jakob (DCJ); a princípio um príon não é um problema
significativo, além de extremamente raro, somente um
conjunto pode levar à situação de (DCJ), na proporção de 1
caso em 1 milhão de pessoas, mas este risco foi totalmente
eliminado a partir do momento que, geneticistas identificaram
o fator de reconhecimento da procedência do DNA, e através
da eliminação da fração identificadora eliminada do DNA, tal
problema jamais voltou a se apresentar, simplesmente
porque foi eliminado.




Este fato promoveu um avanço incrível sob o aspecto
terapêutico, com relação ao crescimento estatural, em
pacientes com deficiência de hormônio de crescimento (DGH),
mais que isto, propiciou o avanço em outras aplicações do
hormônio de crescimento até então jamais imaginadas. O
hormônio do crescimento (GH) tem muitos efeitos benéficos
em pacientes que apresentam início da deficiência de GH na
infância (DGH) se tratados, além de promover o crescimento
linear (estatural). A suspensão do GH em pacientes com DGH,
(na deficiência ou na continuação) durante a transição da
infância à idade adulta, induz a alterações metabólicas
DESFAVORÁVEIS na composição corporal, na integridade
óssea, na capacidade de exercício, e um perfil de risco
cardiovascular adverso, que se corrigido com HGH – hormônio
de crescimento não ocorrerá. Estas alterações são revertidas
após o reinício do tratamento com GH. Como os benefícios de
continuar a terapia de GH na vida adulta tem sido bem
estabelecida, é possível que a terapia de reposição de GH não
deva ser interrompida quando o crescimento for concluído,
mas deverá continuar na vida adulta.
Considerando-se que uma alta proporção de pacientes com
diagnóstico de DGH (deficiência de hormônio de crescimento)
na infância não são mais DGH na adolescência, portanto, o
status de GH deve ser testada novamente, quando o
crescimento for concluído. Outros fatores, como a história
clínica, a resposta de GH, a ressonância magnética
hipotalâmico-hipofisária e as concentrações de IGF-1 (fator de
crescimento da insulina – 1), importante para o HGH assim
como os Hormônios Tireoidianos, devem ser considerados. A
reafirmação da deficiência de hormônio de crescimento (DGH)
e realização de testes de estimulação são necessárias, a
menos que haja um comprometimento estrutural ou genético
persistente desde a infância. Os benefícios são inúmeros se
pensarmos em riscos insignificantes.
                       AUTORES PROSPECTIVOS


                  Dr. João Santos Caio Jr
           Endocrinologia – Neuroendocrinologia
                        CRM 20611


                 Dra. Henriqueta V. Caio
             Endocrinologia – Medicina Interna
                        CRM 28930

Como Saber Mais:
1.Sejam da Organização Mundial de Saúde (OMS) – ONU, ou os
gráficos de Tanner, métodos de Pyle e Greülich não superam
as idades regulares de 19 anos?
http://crescermais2.blogspot.com
2.Crianças e adolescentes terão vantagens em se tratar com
hormônio de crescimento mesmo que tenham doses normais?
http://crescimentojuvenil.blogspot.com

3.Os Hormônios tireoidianos fazem diferença quanto ao
crescimento estatural?
http://hipotireoidismosubclinico2.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
Arq Bras Endocrinol Metabol. 2008 Jul; 52 (5) :854-60.
Pontes E.S., E.Barbosa
Carel et al Johnston et al Nilsson et al Sas et al.

O hgh

  • 1.
    O HGH –HORMÔNIO DE CRESCIMENTO, TEM IMPORTÂNCIA DESDE A FASE NEONATAL, ATÉ A FASE ADULTA E TAMBÉM DA MELHOR IDADE, E ISTO NOS IMPÕE A GESTÃO DA UTILIZAÇÃO DO HORMÔNIO DO CRESCIMENTO (HGH) EM PACIENTES COM DIAGNÓSTICO DE DEFICIÊNCIA DE HGH (DGH) E SEU TRATAMENTO DESDE A INFÂNCIA À VIDA ADULTA. A pergunta que escutamos dos pais dos pacientes que apresentam deficiência do hormônio de crescimento (DGH), desde quando nos procuram para o tratamento é, até quando devo tratar meu filho ou filha para conseguir que ele esteja dentro de um padrão adequado de crescimento: é claro se os genitores dos pacientes estiverem pensando no crescimento linear, ou seja, somente o estatural, os próprios atlas e gráficos, sejam da Organização Mundial de Saúde (OMS)– ONU, ou os gráficos de Tanner, métodos de Pyle e Greülich não superam as idades regulares de 19 anos, tanto para meninos quanto para meninas. Entretanto, o HGH – hormônio de crescimento, desenvolvido a partir da década de 80 do século XX, por engenharia genética através da técnica de DNA- Recombinante, onde anteriormente a esta técnica o grande vilão era o fator de reconhecimento no DNA de doadores humanos de hipófise, local onde é produzido o hormônio de crescimento natural, pois seus extratos não excluíam a identidade dos doadores, o que, com a nova tecnologia eliminava por completo este risco, que poderia causar a formação de proteínas anômalas denominadas de PRÍONS que poderiam levar à Doença de Creutzfeldt- Jakob (DCJ); a princípio um príon não é um problema significativo, além de extremamente raro, somente um conjunto pode levar à situação de (DCJ), na proporção de 1
  • 2.
    caso em 1milhão de pessoas, mas este risco foi totalmente eliminado a partir do momento que, geneticistas identificaram o fator de reconhecimento da procedência do DNA, e através da eliminação da fração identificadora eliminada do DNA, tal problema jamais voltou a se apresentar, simplesmente porque foi eliminado. Este fato promoveu um avanço incrível sob o aspecto terapêutico, com relação ao crescimento estatural, em pacientes com deficiência de hormônio de crescimento (DGH), mais que isto, propiciou o avanço em outras aplicações do hormônio de crescimento até então jamais imaginadas. O hormônio do crescimento (GH) tem muitos efeitos benéficos em pacientes que apresentam início da deficiência de GH na infância (DGH) se tratados, além de promover o crescimento linear (estatural). A suspensão do GH em pacientes com DGH, (na deficiência ou na continuação) durante a transição da infância à idade adulta, induz a alterações metabólicas DESFAVORÁVEIS na composição corporal, na integridade óssea, na capacidade de exercício, e um perfil de risco cardiovascular adverso, que se corrigido com HGH – hormônio de crescimento não ocorrerá. Estas alterações são revertidas após o reinício do tratamento com GH. Como os benefícios de continuar a terapia de GH na vida adulta tem sido bem estabelecida, é possível que a terapia de reposição de GH não deva ser interrompida quando o crescimento for concluído, mas deverá continuar na vida adulta.
  • 3.
    Considerando-se que umaalta proporção de pacientes com diagnóstico de DGH (deficiência de hormônio de crescimento) na infância não são mais DGH na adolescência, portanto, o status de GH deve ser testada novamente, quando o crescimento for concluído. Outros fatores, como a história clínica, a resposta de GH, a ressonância magnética hipotalâmico-hipofisária e as concentrações de IGF-1 (fator de crescimento da insulina – 1), importante para o HGH assim como os Hormônios Tireoidianos, devem ser considerados. A reafirmação da deficiência de hormônio de crescimento (DGH) e realização de testes de estimulação são necessárias, a menos que haja um comprometimento estrutural ou genético persistente desde a infância. Os benefícios são inúmeros se pensarmos em riscos insignificantes. AUTORES PROSPECTIVOS Dr. João Santos Caio Jr Endocrinologia – Neuroendocrinologia CRM 20611 Dra. Henriqueta V. Caio Endocrinologia – Medicina Interna CRM 28930 Como Saber Mais: 1.Sejam da Organização Mundial de Saúde (OMS) – ONU, ou os gráficos de Tanner, métodos de Pyle e Greülich não superam as idades regulares de 19 anos? http://crescermais2.blogspot.com
  • 4.
    2.Crianças e adolescentesterão vantagens em se tratar com hormônio de crescimento mesmo que tenham doses normais? http://crescimentojuvenil.blogspot.com 3.Os Hormônios tireoidianos fazem diferença quanto ao crescimento estatural? http://hipotireoidismosubclinico2.blogspot.com AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA. Referências Bibliográficas: Arq Bras Endocrinol Metabol. 2008 Jul; 52 (5) :854-60. Pontes E.S., E.Barbosa Carel et al Johnston et al Nilsson et al Sas et al.