DEFICIÊNCIA DE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO:




A IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO PRECOCE DA DEFICIÊNCIA
DO    HORMÔNIO    DE    CRESCIMENTO    (DGH)    E
A IMPORTÂNCIA DA PRECOCIDADE DA INTRODUÇÃO DO
TRATAMENTO COM HORMÔNIO DE CRESCIMENTO DNA –
RECOMBINANTE.

A deficiência de hormônio de crescimento (DGH) é
caracterizada por uma combinação de anormalidades
antropométricas (medidas do corpo), clínicas, bioquímicas e
metabólicas, causadas, diretamente, pela secreção deficiente
de hormônio de crescimento (GH) e, indiretamente, pela
redução na geração de hormônios e fatores de crescimento GH
dependentes, que são corrigidas pela adequada reposição com
GH DNA - recombinante humano (HGH).

TRATAMENTO E ACOMPANHAMENTO DE CRIANÇAS                COM
DEFICIÊNCIA DO HORMÔNIO DE CRESCIMENTO (DGH):
1.O tratamento da baixa estatura por deficiência de hormônio
de crescimento (DGH) tem como objetivo:
• Atingir boa estatura na vida adulta;
• Permitir uma rápida normalização do crescimento;
• Atingir pico de massa óssea satisfatório;
• Permitir à criança qualidade de vida satisfatória;
•Permitir que a criança entre na puberdade (induzida ou
espontaneamente) com uma estatura normal, ou atingir uma
estatura que permita uma puberdade normal.
Estes objetivos, atualmente considerados, não incluem outras
condições importantes, como perfil lipídico e composição
corpórea.




2.Recomendações para o Tratamento:
• O tratamento deve ser individualizado de acordo com as
necessidades de cada criança;
• Deve ser administrada diariamente por via subcutânea, à
noite;
• Deve ser aumentada caso não haja compensação no ganho
do crescimento nos primeiros dois anos de tratamento ou em
pacientes com baixa estatura grave ou os que têm baixa
estatura grave e mais idade;
• Como as respostas individuais ao tratamento são variáveis,
tem-se sugerido também individualizar as doses de HGH para
o tratamento da deficiência de hormônio de crescimento
(DGH).
Na prática, um acompanhamento do Projeto Diretrizes da
Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina;

3.Baixa Estatura por Deficiência do Hormônio de Crescimento
(DGH):
Tratamento freqüente dos aspectos clínicos (ganho estatural)
e laboratoriais (níveis de IGF-I e IGFBP-3) pode descartar, ou
não, a necessidade de alterações das doses administradas;

4.As seguintes variáveis correlacionam-se positivamente com
a estatura final de pacientes com a deficiência do hormônio de
crescimento (DGH) tratados com hormônio do crescimento
(HGH):
 • Tempo de duração do tratamento com HGH;
• A diferença na estatura ao iniciar o tratamento;
• O atraso na idade óssea ao iniciar o tratamento;
• A altura ao iniciar a puberdade;
• A altura dos pais;
• A velocidade de crescimento no 1º ano de tratamento.


5.As seguintes variáveis correlacionam-se negativamente com
a altura final de pacientes com a deficiência do hormônio de
crescimento (DGH) tratados com HGH:

• Idade ao iniciar o tratamento;
• O máximo valor de GH obtido em testes de estímulo.

                     AUTORES PROSPECTIVOS


                   Dr. João Santos Caio Jr.
            Endocrinologia – Neuroendocrinologia
                        CRM 20611

                   Dra. Henriqueta V. Caio
            Endocrinologia – Medicina Interna
                         CRM 28930


Como Saber Mais:
1.É importante a avaliação precoce da deficiência de hormônio
de crescimento?
http://crescimentojuvenil.blogspot.com

2.A deficiência do hormônio de crescimento é caracterizada
por uma série de anormalidades antropométricas (medidas do
corpo), clínicas, bioquímicas e metabólicas?
http://crescersim.blogspot.com

3.Quais variáveis correlacionam-se negativamente com a
altura final de pacientes com a deficiência do hormônio de
crescimento (DGH) tratados com HGH?
http://crescercriancasjuvenil.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA.


Referências Bibliográficas:
GH Research Society, Saggese G, Ranke MB, Saenger P, Rosenfeld RG, Tanaka T, Chaussain JL,
et al. Ranke MB, Lindberg A, Chatelain P, Wilton P, Cutfield W, Albertsson-Wikland K, et al.
Carel JC, Ecosse E, Nicolino M, Tauber M, Leger J, Cabrol S, et al.
Sociedade Brasileira de Pediatria e Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

Deficiência de Hormônio de Crescimento

  • 1.
    DEFICIÊNCIA DE HORMÔNIODE CRESCIMENTO: A IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO PRECOCE DA DEFICIÊNCIA DO HORMÔNIO DE CRESCIMENTO (DGH) E A IMPORTÂNCIA DA PRECOCIDADE DA INTRODUÇÃO DO TRATAMENTO COM HORMÔNIO DE CRESCIMENTO DNA – RECOMBINANTE. A deficiência de hormônio de crescimento (DGH) é caracterizada por uma combinação de anormalidades antropométricas (medidas do corpo), clínicas, bioquímicas e metabólicas, causadas, diretamente, pela secreção deficiente de hormônio de crescimento (GH) e, indiretamente, pela redução na geração de hormônios e fatores de crescimento GH dependentes, que são corrigidas pela adequada reposição com GH DNA - recombinante humano (HGH). TRATAMENTO E ACOMPANHAMENTO DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA DO HORMÔNIO DE CRESCIMENTO (DGH):
  • 2.
    1.O tratamento dabaixa estatura por deficiência de hormônio de crescimento (DGH) tem como objetivo: • Atingir boa estatura na vida adulta; • Permitir uma rápida normalização do crescimento; • Atingir pico de massa óssea satisfatório; • Permitir à criança qualidade de vida satisfatória; •Permitir que a criança entre na puberdade (induzida ou espontaneamente) com uma estatura normal, ou atingir uma estatura que permita uma puberdade normal. Estes objetivos, atualmente considerados, não incluem outras condições importantes, como perfil lipídico e composição corpórea. 2.Recomendações para o Tratamento: • O tratamento deve ser individualizado de acordo com as necessidades de cada criança; • Deve ser administrada diariamente por via subcutânea, à noite; • Deve ser aumentada caso não haja compensação no ganho do crescimento nos primeiros dois anos de tratamento ou em pacientes com baixa estatura grave ou os que têm baixa estatura grave e mais idade; • Como as respostas individuais ao tratamento são variáveis, tem-se sugerido também individualizar as doses de HGH para o tratamento da deficiência de hormônio de crescimento (DGH).
  • 3.
    Na prática, umacompanhamento do Projeto Diretrizes da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina; 3.Baixa Estatura por Deficiência do Hormônio de Crescimento (DGH): Tratamento freqüente dos aspectos clínicos (ganho estatural) e laboratoriais (níveis de IGF-I e IGFBP-3) pode descartar, ou não, a necessidade de alterações das doses administradas; 4.As seguintes variáveis correlacionam-se positivamente com a estatura final de pacientes com a deficiência do hormônio de crescimento (DGH) tratados com hormônio do crescimento (HGH): • Tempo de duração do tratamento com HGH; • A diferença na estatura ao iniciar o tratamento; • O atraso na idade óssea ao iniciar o tratamento; • A altura ao iniciar a puberdade; • A altura dos pais; • A velocidade de crescimento no 1º ano de tratamento. 5.As seguintes variáveis correlacionam-se negativamente com a altura final de pacientes com a deficiência do hormônio de crescimento (DGH) tratados com HGH: • Idade ao iniciar o tratamento; • O máximo valor de GH obtido em testes de estímulo. AUTORES PROSPECTIVOS Dr. João Santos Caio Jr. Endocrinologia – Neuroendocrinologia CRM 20611 Dra. Henriqueta V. Caio Endocrinologia – Medicina Interna CRM 28930 Como Saber Mais: 1.É importante a avaliação precoce da deficiência de hormônio de crescimento? http://crescimentojuvenil.blogspot.com 2.A deficiência do hormônio de crescimento é caracterizada por uma série de anormalidades antropométricas (medidas do
  • 4.
    corpo), clínicas, bioquímicase metabólicas? http://crescersim.blogspot.com 3.Quais variáveis correlacionam-se negativamente com a altura final de pacientes com a deficiência do hormônio de crescimento (DGH) tratados com HGH? http://crescercriancasjuvenil.blogspot.com AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOBRAFICA. Referências Bibliográficas: GH Research Society, Saggese G, Ranke MB, Saenger P, Rosenfeld RG, Tanaka T, Chaussain JL, et al. Ranke MB, Lindberg A, Chatelain P, Wilton P, Cutfield W, Albertsson-Wikland K, et al. Carel JC, Ecosse E, Nicolino M, Tauber M, Leger J, Cabrol S, et al. Sociedade Brasileira de Pediatria e Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.