Adriana Brambilla
Cultura e Enoturismo:
um estudo na Região Demarcada do Douro
Doutora Maria Manuel Rocha Teixeira Baptista (Orientadora)
Doutor Jean Martin Marie Rabot (Co-orientador)
Introdução
•Cultura, vinho e enoturismo: abordagem ampla nos
diversos referenciais teóricos
•Estudos Culturais: construção de uma cultura de
diálogo entre as diferentes disciplinas” (Baptista, 2009,
459)
Questão principal
Qual a relação entre a cultura e o enoturismo nas
quintas da Região Demarcada do Douro?
Objetivo Geral
Analisar as relações entre a cultura e o enoturismo
praticado nas quintas da Região Demarcada do
Douro (Portugal)
Parte II:
Estudo Empírico
•Pesquisa qualitativa: percepções dos sujeitos
•Rigor: vigilância auto-crítica e reflexividade sobre
os métodos (Baptista,2009)
•Visitas de prospecção: quintas, museus,
instituições representativas e eventos
Pesquisa empírica
•Entrevistas face-a-face, semi-estruturada, conduzidas
pela investigadora, duração mínima três horas
•Escolha do local: entrevistados e observação in loco
•Escolha dos sujeitos: envolvimento enoturismo e
autonomia
•Roteiro: - caracterização dos sujeitos
- caracterização das quintas
- questões 1ª parte
- questões 2ª parte
Caracterização dos sujeitos
Caracterização Predomínio
Sexo Masculino
Faixa etária Equilíbrio (40 anos)
Relação funcional Equilíbrio
Área de licenciatura Turismo, Vinho e Arquitetura
Caracterização das Quintas
•Quintas: mais de cem anos
•Porte (litros de vinho/ano): equilibrado
•Funcionários: comunidade local
•Tempo de atividade enoturística: entre cinco e nove
anos (3), mais de vinte (2) e dois anos (1)
1ª parte
• Enoturismo: venda produtos locais, oferta de
atrativos culturais, atividades profissionais
tradicionais e êxodo rural
• O enoturismo assume um papel importante no
desenvolvimento regional e na criação de empregos
(Costa e Kastenholz, 2009)
• Críticas: cruzeiros, construções/paisagem e RVP
2ª parte
•Três categorias emergentes
•Visão instrumental: a cultura a serviço do
enoturismo
•Visão não instrumental: preocupação com cultura
local é anterior
•Visão intermediária: oscilam
Considerações finais, limitações e
investigações futuras
•Memória afetiva do Douro prevalece
•Visão instrumental: alerta
•Poder público: articulação e comunidade
•Selo Cultural: oferta de atividades, acervos,
enoturistas portugueses
•Rota do Vinho do Porto: rede de apoio
Considerações finais, limitações e
investigações futuras
• Contribuição: valorização dos modos de vida e das
práticas culturais (Brasil e outras regiões)
• Enoturismo: são as pessoas e seus modos de vida
ligados à vinha e ao vinho os pilares do enoturismo

Cultura e Enoturismo

  • 1.
    Adriana Brambilla Cultura eEnoturismo: um estudo na Região Demarcada do Douro Doutora Maria Manuel Rocha Teixeira Baptista (Orientadora) Doutor Jean Martin Marie Rabot (Co-orientador)
  • 2.
    Introdução •Cultura, vinho eenoturismo: abordagem ampla nos diversos referenciais teóricos •Estudos Culturais: construção de uma cultura de diálogo entre as diferentes disciplinas” (Baptista, 2009, 459)
  • 3.
    Questão principal Qual arelação entre a cultura e o enoturismo nas quintas da Região Demarcada do Douro?
  • 4.
    Objetivo Geral Analisar asrelações entre a cultura e o enoturismo praticado nas quintas da Região Demarcada do Douro (Portugal)
  • 5.
    Parte II: Estudo Empírico •Pesquisaqualitativa: percepções dos sujeitos •Rigor: vigilância auto-crítica e reflexividade sobre os métodos (Baptista,2009) •Visitas de prospecção: quintas, museus, instituições representativas e eventos
  • 6.
    Pesquisa empírica •Entrevistas face-a-face,semi-estruturada, conduzidas pela investigadora, duração mínima três horas •Escolha do local: entrevistados e observação in loco •Escolha dos sujeitos: envolvimento enoturismo e autonomia •Roteiro: - caracterização dos sujeitos - caracterização das quintas - questões 1ª parte - questões 2ª parte
  • 7.
    Caracterização dos sujeitos CaracterizaçãoPredomínio Sexo Masculino Faixa etária Equilíbrio (40 anos) Relação funcional Equilíbrio Área de licenciatura Turismo, Vinho e Arquitetura
  • 8.
    Caracterização das Quintas •Quintas:mais de cem anos •Porte (litros de vinho/ano): equilibrado •Funcionários: comunidade local •Tempo de atividade enoturística: entre cinco e nove anos (3), mais de vinte (2) e dois anos (1)
  • 9.
    1ª parte • Enoturismo:venda produtos locais, oferta de atrativos culturais, atividades profissionais tradicionais e êxodo rural • O enoturismo assume um papel importante no desenvolvimento regional e na criação de empregos (Costa e Kastenholz, 2009) • Críticas: cruzeiros, construções/paisagem e RVP
  • 10.
    2ª parte •Três categoriasemergentes •Visão instrumental: a cultura a serviço do enoturismo •Visão não instrumental: preocupação com cultura local é anterior •Visão intermediária: oscilam
  • 11.
    Considerações finais, limitaçõese investigações futuras •Memória afetiva do Douro prevalece •Visão instrumental: alerta •Poder público: articulação e comunidade •Selo Cultural: oferta de atividades, acervos, enoturistas portugueses •Rota do Vinho do Porto: rede de apoio
  • 12.
    Considerações finais, limitaçõese investigações futuras • Contribuição: valorização dos modos de vida e das práticas culturais (Brasil e outras regiões) • Enoturismo: são as pessoas e seus modos de vida ligados à vinha e ao vinho os pilares do enoturismo