Este documento discute erros cometidos na classificação estratigráfica da Bacia do Recôncavo no Brasil. Afirma que os fósseis encontrados na bacia são redeposições misturadas e não podem ser usados para datar ou caracterizar formações geológicas separadas. Argumenta que a bacia deve ser vista como uma única formação, não dividida em dezesseis formações como foi feito anteriormente, e que os erros estratigráficos levaram a interpretações incorretas na exploração de petróleo.