O documento discute as falhas e inconsistências na metodologia proposta pela CNAP para a remuneração de práticos, apontando que a aplicação dessa metodologia resulta em valores negativos e não reflete a realidade das práticas nos portos brasileiros. Além disso, critica a falta de clareza nas variáveis utilizadas e a tentativa de aplicar uma metodologia única, à qual não se adequa a diversidade das zonas de praticagem. Conclui que as abordagens de preços devem ser regionalizadas e que a fórmula apresentada não atende aos objetivos de regulação da atividade.