O documento apresenta contribuições referentes à consulta pública nº 02/2013 da Comissão Nacional para Assuntos de Praticagem (CNAP), onde a praticagem da ZP-16 expressa sua discordância em relação à metodologia proposta, argumentando que a falta de remuneração pela prontidão dos práticos contraria normas trabalhistas. Aponta diversas omissões e ajustes necessários nas metodologias de custos, como a inclusão de assistência médica e seguro de vida, evidenciando a preocupação com a regulamentação do setor. Além disso, reafirma a importância do respeito aos acordos coletivos e a necessidade de uma abordagem mais informada sobre a prática de praticagem no Brasil.