O documento discute a relação entre os Parâmetros Curriculares Nacionais, o Plano Nacional de Educação e a autonomia da escola no Brasil. Críticos argumentam que os PCNs foram elaborados rapidamente sem amplo debate e podem limitar a autonomia curricular das escolas. Por outro lado, o MEC defende que os PCNs visam estabelecer uma base comum nacional para a educação, respeitando as diferenças regionais e sem impor um projeto político único.