1
Treinamento: Contra Recuo,
Backstop, Catraca, Roda Livre
Introdução
• A Empresa
• Definição de produtos
• Detalhes Construtivos
• Partes & Peças
• Selecionamento
• Lubrificação
• Manutenção
• Armazenagem
• Montagem
• Service
2
Empresa
• Desde 1986 desenvolve
projetos no ramo de
equipamentos voltados à
transmissão e controle de
força mecânica.
• Oferece soluções
industriais essenciais ou
customizadas com
responsabilidade técnica,
qualidade, precisão e
segurança.
3
Santo André – São Paulo
• A Tec Tor é uma empresa certificada ISO9001
• Possui CRCC Petrobrás
• Certificado de Conteúdo Nacional
4
Gestão da Qualidade
Ramos de Atividade
• Mineração
• Siderurgia
• Cimento
• Papel e Celulose
• Sucro-Alcooleiro
• Alimentos
• Indústrias de Máquinas
• Óleo e Gás
• Naval e Offshore
• Eólico
5
6
Alguns Clientes
Rede de Atendimento
• Representantes
• Brasil
• Chile
• Peru
• Argentina
7
Tec Tor – World Wide
Estados Unidos
Pintsch Bubebzer
R+W
Rulmeca
Canada
Pintsch Bubebzer
Horne
Rulmeca
Venezuela
Rulmeca
China
R+W
Rulmeca
Singapura
Houngang
R+W
Africa do Sul
Rulmeca
Horne
Reutech
Italia
Rulmeca
R+W
França
Rulmeca
R+W
Alemanha
Pintsch Bubebzer
R+W
Rulmeca
Brasil
São Paulo
Tec Tor
8
Horne
R+W
Reutech
Pintsh Bubenzer
Rulmeca
Tec Tor
Australia
Brisbane
Rulmeca
Suécia
Falun
Rulmeca
Inglaterra
Rulmeca
Turquia
Rulmeca
Tailandia
Rulmeca
9
• Catracas, Rodas Livres
• Contra Recuos / Backstops
• Freios Industriais a Disco / Tambor
• Grampos de Ancoragem
• Eixos Compensadores Industriais “Cardans”(ECI)
• Embreagens Industriais
• Tambores Auto acionadoS (TAS)
• Auto Alinhador de Correias
• Limitadores de torque mecânicos com reset manual ou automático
• Limitadores de torque pneumáticos com reset automático
Linha de Produtos
10
NR22 – Contra Recuo
EVITE:
22.12.1 - Os equipamentos de ELEVAR
devem possuir:
a) indicação de carga máxima permitida
e da velocidade máxima de operação e
dispositivos que garantam sua
paralisação em caso de ultrapassagem
destes índices;
b) indicador e limitador de velocidade
para máquinas com potência superior a
quarenta quilowatts;
c) em subsolo, indicador de
profundidade funcionando
independente do tambor;
d) freio de segurança contra recuo,
e
e) freio de emergência quando utilizados
para transporte de pessoas.
NR-22 - SEGURANÇA E
SAÚDE OCUPACIONAL NA
MINERAÇÃO
OBRIGATÓRIO O USO DE
CONTRA RECUOS
Entendendo os
CONCEITOS
12
Formas Construtivas
Indexação Bloqueio FlutuanteRolo Rampa
Rolo Rampa (Sprags)
Bloqueio Flutuante
13
Formas Construtivas
+ indexação
14
ROLO RAMPA
Peças confeccionadas para trabalho robusto.
Normalmente instaladas em eixos de baixa rotação.(saída)
Sistema acionado por roletes
pressionados por pinos com mola,
dispostos entre a capa e a superfície de
rampa do cubo. Quando sentido de giro
é invertido os pinos forçam o contato dos
roletes na capa e na rampa do cubo
garantindo o bloqueio.
15
Sistema TravadoSistema Livre
Princípio de funcionamento:
Características
16
INDEXAÇÃO
Peças destinadas para trabalho leve.
Normalmente instaladas em eixos de baixa rotação.(saída)
Sistema Rolo Rampa indexado pelo
movimento sobre a capa e se transforma
em movimento intermitente no cubo
transferido à maquina acionadora.
17
Flange Rolamento Cubo Capa
Pino/Mola
Roletes
Componentes
18
Componentes (amplo)
Componentes internos
Descrição dos componentes
01 Cubo
02 Capa
03 Braço de Torque
04-05 Flanges
06-07 Tampas
08-09 Pinos de Fixação
10-11 Rolamentos
12-13 Retentores
14-15 Gaxetas
16 Roletes
17 Pinos e Molas
18-19 Parafusos
20 Bujões
21 Kit de Lubrificação
06
04
0202
121613
11
18
05
201907
10
08
09
03
01
21
17
14
15
01
02
10
04
08
09
031521
06
14
05
18
11
2019
12161713
07
19
Capa
Anel externo do Contra
Recuo responsável pela
fixação na máquina onde a
movimentação dos Roletes
ocorre em sua pista interna.
1
20
Cubo
Componente interno do
Contra Recuo fixado no eixo
da máquina onde a
movimentação dos Roletes
ocorre nas pistas dos dentes.
2
21
Roletes
Responsáveis pelo
travamento entre a Capa e
o Cubo, permitem também a
movimentação do Contra
Recuo devido a sua
geometria cilíndrica.
3
Pinos e Molas
•22
Componentes
fundamentais que
mantém o alinhamento
dos Roletes e a precisão
durante travamento.
4
23
Rolamentos
Rolamentos: permitem o
correto alinhamento e são
indispensáveis em aplicações
que possuem cargas radiais
e/ou axiais.
5
24
Flanges
Componentes que
permitem a fixação do
Contra Recuo no
equipamento, além de
garantir a vedação e
estanqueidade.
6
25
Aplicações
Transportador de Correia Ascendente
Ver a animação.
Eixo de baixa rotação Contra Recuo TTBFA
26
SPRAGS
Elementos confeccionados com o
baricentro deslocado, propiciando
o seu basculamento pela atuação
da força centrifuga, quando sujeitos
a altas velocidades.
Peças desenvolvidas para trabalharem em Altas Velocidades.
Normalmente instaladas nos eixos de motores ou na segunda ponta
do eixo de entrada de redutores.
Bloqueio Flutuante
27
Características
RPM
Força Centrífuga Força
Centrífuga Articulação
Os Sprags reagem a força centrífuga
resultante da alta rotação.
Princípio de funcionamento:
28
Características
Princípio de funcionamento:
29
Características
Atenção: Os Sprags necessitam de uma velocidade
mínima de decolagem
Princípio de funcionamento:
30
Características
Posição de
Giro Livre
Posição de
Travamento
Detalhe do núcleo de bloqueio
Livre de atrito
Livre de atrito Ponto de contato
Ponto de contato
Princípio de funcionamento:
31
Componentes
Cubo
Núcleo de Bloqueio
Capa
32
Aplicações
Eixo de alta rotação
Contra Recuo
Diferenciação de
APLICAÇÕES
34
DIFERENÇASEntre as formas construtivas
Relação Custo Benefício
Contra Recuo para eixo
de baixa rotação
Contra Recuo para
eixo de alta rotação
Maior Custo de Aquisição.
Requer lubrificação.
Mais pesado.
Maior Segurança
Menor Custo de Aquisição.
Isento de lubrificação.
Menos pesado.
Menor Segurança.
ROLO RAMPA SPRAG
35
Diferenças de Aplicações
Contra Recuo CatracaRoda Livre
Backstop
36
Aplicadas em movimentos
angulares cíclicos, como
alimentadores de prensas, mesas
giratórias...
A Catraca permite
convertermos um
movimento linear em
movimento rotativo.
F
Catraca
Catracas
Aplicação
37
Aplicação - Catracas
Aplicação – Catraca
Alimentador Maquina de
Embalagem
Separador de Semente
39
Exemplos de Aplicação
Aplicação - Catracas
40
Cálculo - Catracas
41
Cálculo - Catracas
42
Cálculo - Catracas
43
Aplicadas em equipamentos que
possuem dois ou mais acionamentos,
como fornos, moinhos ...
Desengata
automaticamente
quando o eixo movido
girar mais rápido que o
eixo motriz.
Rodas Livres
Rodas Livre
Aplicação
44
Aplicação – Rodas Livre
45
Aplicação – Rodas Livre
46
Cálculo - Rodas Livre
47
Cálculo - Rodas Livre
48
Cálculo - Rodas Livre
49
Equipamento que
permite que um eixo gire
em um único sentido.
Previne a rotação inversa,
quando não acionado.
Evitam o retorno de equipamentos
como, elevadores de canecas,
correias transportadoras, esteiras.
Contra Recuo
Contra Recuos
Aplicação
50
Aplicação - Contra Recuos
51
Cálculo - Contra Recuo
52
Cálculo - Contra Recuo
53
Backstop
Indicado para equipamentos de
baixas rotações e elevados torques
como correias transportadoras,
descarregador, entre outras.
Backstop
Equipamento montado
em viga (i) que permite
que um eixo gire em um
único sentido. Previne a
rotação inversa, quando
não acionado.
Aplicação
54
Aplicação - Backstop
Estudo de Caso 1 - TTBFA
Dados:
•Potência do acionamento: 7,5 cv;
•Rotação de Saída: 22 rpm;
•Diâmetro do eixo: 3 15/16”;
•Torque da Aplicação: 2500 Nm;
•Fator de Serviço: 1,5;
Equipamento Selecionado:
TTBFA 70 – 2 – O – CH – BR 914
Estudo de Caso 2 - TTBFA
Dados:
•Potência do acionamento: 70 cv;
•Rotação de Entrada: 1750 rpm;
•Rotação de Saída: 70 rpm;
•Relação de Redução: 1:25;
•Diâmetro do eixo: 90mm;
•Torque da Aplicação: 10750 Nm;
•Fator de Serviço: 1,5;
Equipamento Selecionado:
TTBFA 90 – 2 – O – CH – BR 914
Estudo de Caso 3 - TTBFA
Dados:
•Potência do acionamento: 200 cv;
•Rotação de Saída: 55,62 rpm;
•Diâmetro do eixo: 170mm;
•Fator de Serviço: 1,5;
Equipamento Selecionado:
TTBFA 200 – 2 – O – BR 1849
Estudo de Caso 4 – TTRLA
Dados:
•Potência do Ventilador: 330 kW;
•Potencia do redutor: 2,2 kW;
•Rotação do Ventilador: 890 rpm;
•Rotação do redutor: 51rpm;
•Diâmetro do eixo Ventilador: 110mm;
•Diâmetro do eixo motor: 40mm;
•Fator de Serviço: 2,0;
Equipamento Selecionado:
TTRLA 35
Estudo de Caso 5 – TTKK
Dados:
•Potência do Motor: 8 HP;
•Rotação do eixo: 1750 rpm;
•Relação de Redução: 28:1;
•Diâmetro do eixo do motor: 35 mm;
•Montagem na traseira do motor;
•Fator de Serviço: 1,5;
•Desenvolvida para substituir a serie 6200;
Equipamento Selecionado:
TTKK 30 M ou TTKK 35 M
Estudo de Caso 6 – TTGR + FLT
Dados:
•Potência do Motor: 20 cv;
•Rotação do eixo: 103,72 rpm;
•Diâmetro do eixo do motor: 65 mm;
•Fator de Serviço: 1,5;
Equipamento Selecionado:
TTGR 50 + FLT 12-50 + FLT 13-50
Estudo de Caso 6 – TTGR + FLT
Equipamento Selecionado:
TTGR 50 + FLT 12-50 + FLT 13-50
Estudo de Caso 7 – TTHVS
Dados:
•Potência do Motor: 1200 HP;
•Rotação do eixo: 1790 rpm;
•Diâmetro do eixo do motor: 90 mm;
•Fator de Serviço: 1,5;
Equipamento Selecionado:
TTHVS 80 - T
Procedimento de
INSTALAÇÃO
64
Gravação
do Sentido
de Giro Livre.
Contra Recuo TTFR
Identificação
65
A importância do eixo de
montagem
Em caso de falha em qualquer
parte do acionamento, o
Contra Recuo TERÁ efeito.
Contra Recuo no eixo
de alta rotação
Contra Recuo no eixo
de baixa rotação
Em caso de falha em qualquer
parte do acionamento, o Contra
Recuo NÃO TERÁ efeito.
66
Montagem
A correta instalação de Contra Recuo ou
Backstop no eixo de trabalho, refere-se a um furo
H7 sobre um eixo k6. Tal tolerância de montagem
tem como característica um ajuste deslizante,
logo ações pouco ortodoxas como bater no
Contra Recuo com marreta, não devem ser
executadas.
67
Montagem
Por que ajuste deslizante?
Pressão
Montagens com interferências podem gerar cargas radiais sobre os
rolamentos, não previstas em projeto, prejudicando seu
funcionamento.
68
Montagem
Gravação do
Sentido de
Giro Livre
Gravação do
Sentido de
Giro Livre
Antes de montar o Contra Recuo ou Backstop no eixo do
equipamento, certifique-se que o sentido de giro livre deste, está no
mesmo sentido de rotação do eixo de trabalho do equipamento.
69
Montagem
Para que o Backstop possa
acompanhar possíveis batimentos
do eixo de montagem, o braço de
torque não deve ser fixado
rigidamente, respeitando as folgas
de montagem.
70
Montagem
Prover trava top ou anel elástico na ponta do eixo, não permitindo o
passeio axial do Contra Recuo, eliminando a possibilidade de
queda.
Trava TOP
71
Exemplo de Montagem TTGR
72
Montagem
A fixação do Backstop ao eixo
poderá ser feita conforme as
ilustrações.
Fixação por chaveta dupla Tampa plana Tampa em forma de chapéu
73
Fixação
Alguns modelos de Contra Recuos geralmente são fixados no
Equipamento através de combinações dos Flanges.
Montagem por flanges, externo ao redutor:
Não travar o braço de torque pois o
Contra Recuo deverá acompanhar
possíveis batimentos do eixo no qual
está montado.
74
ATENÇÃO
Axial
Modelos que não contém rolamentos não podem sofrer
esforços Radiais e/ou Axiais.
Radial
75
Fixação
Consiste em um ajuste forçado entre a peça e o alojamento. Pode ser feito
por montagem Axial (prensas, balancins).
Montagem por interferência:
r6
J6
Tolerâncias:
Capa
Alojamento
r6 / J6
76
Fixação
Trata-se da fixação entre a Capa e o Equipamento através de
chaveta externa.
Montagem por chaveta externa:
H8
Chaveta
77
Fixação
A fixação do Contra Recuo é realizada por meio de parafusos presos
entre a Capa e o Equipamento.
Montagem por parafusos:
Parafuso
78
Fixação
O torque de
trabalho
dependerá da
concentricidade
do eixo.
Eixo do
Redutor
A falta de concentricidade impedirá
que todos os elementos de
travamento atuem simultaneamente,
prejudicando o desempenho do
Contra Recuo e sua vida útil.
79
Manutenção
80
Lubrificação
Antes de partir o equipamento, certifique-se de que o
Contra Recuo está corretamente lubrificado. Lembre-se
que existem Contra Recuos lubrificados a graxa, a óleo,
a graxa e óleo e os 100% isentos de lubrificação.
Leia atentamente o Manual que acompanha o Contra
Recuo / Backstop.
81
Lubrificação a Óleo
Os Contra Recuos / Backstops Tec Tor
que possuem selos de retenção
(vedação), são denominados de
peças seladas, não permitem a saída
do óleo lubrificante e nem a entrada
de contaminantes.
Faça o enchimento com o óleo e
aplique a graxa na selagem antes da
entrada em operação.
Graxa
Óleo
82
Lubrificação a Óleo
• Os modelos providos de retentores são denominados selados e
podem ser lubrificados a óleo.
COM RETENTOR
83
Lubrificação a Óleo
O nível de óleo e suas
condições, bem como os
selos / retentores, devem ser
conferidos regularmente.
Para observação das
condições dos lubrificantes,
durante o início de
operação do produto,
recomenda-se :
84
Lubrificação a Óleo
A quantidade de óleo recomendada é
aproximadamente 1/3 do volume interno da peça:
Obs: Para montagens em eixos verticais, contate nosso Depto. de Engenharia.
85
Lubrificação a Graxa
• Os modelos não providos de retentores são denominados não
selados e devem ser lubrificados a graxa.
SEM RETENTOR
86
Lubrificação a Graxa
Alguns modelos de Contra Recuo COM ELEMENTOS DE BLOQUEIO
TIPO “ROLO/RAMPA” foram projetados para operarem com
lubrificação a graxa NESTES ELEMENTOS.
A graxa utilizada e recomendada é a “Isoflex Special 18A Klüber”
Uma graxa do tipo NLGI 2, com longa vida, alto ponto de gota, alta
resistência à compressão e grande estabilidade química.
Para prolongar a vida útil da peça, recomendamos a completa
limpeza dos labirintos de graxa, inspeção dos selos de vedação, e
re-lubrificação em períodos regulares, dependendo da aplicação e
rigorosidade do ambiente de trabalho.
Graxa como Lubrificante
87
Lubrificação a Graxa
Para Contra Recuos / Backstops que
trabalham em ambientes
extremamente agressivos, utiliza-se
graxa como elemento de vedação,
impedindo a contaminação interna
do produto. Tal sistema recebe o
nome de Sistema de Vedação
Reforçada.
Graxa como elemento de vedação
Graxa
Sistema de Vedação Reforçada
88
Lubrificação a Graxa
Obs: Graxa em excesso pode causar problemas durante
o funcionamento da Catraca.
A quantidade de graxa recomendada varia de acordo com o
modelo e tamanho da peça, devendo ser aplicada apenas
superficialmente com o auxílio de uma espátula ou aplicador.
Adote 1/3 da área livre.
89
Temperatura
Após a montagem do Contra Recuo / Backstop no
equipamento, monitore a temperatura de trabalho
durante as primeiras horas de operação.
Assegure-se de que a temperatura do
Contra Recuo / Backstop não
ultrapasse 80º C.
90
Lubrificação a Graxa
• A condição da graxa deve ser conferida regularmente.
• Para condições de trabalho abaixo de -40°C e acima de +80°C,
por favor contate nosso Depto. de Engenharia.
• Caso a Catraca seja utilizada em ambientes com alto grau de
contaminação, consultar nosso Depto. de Engenharia.
A não observância de execução de manutenção preventiva dos
equipamentos pode acarretar danos irreversíveis aos mesmos,
implicando perda de produção e custo elevados de
manutenção corretiva.
91
Especificação
Recomendações para lubrificações a óleo ou graxa
92
Desgaste
Contaminação da
Peça.
Desgaste Interno por
Abrasão.
93
Desgaste
Sulcos do Rolete na
Superfície das Rampas
Desgaste Natural
94
Manutenção Preditiva
Antes de acionar o equipamento, confirme o sentido correto
do giro livre
Durante a primeira hora de funcionamento, checar:
- Temperatura de trabalho ( Máx. 80º C )
- Vibrações indiretas ao Contra Recuo
- Vazamento do lubrificante ( quando este existir )
95
Manutenção Preditiva
Ponto 2: Centro da Capa Ponto 3: Flange DireitaPonto 1: Flange Esquerda
As temperaturas deverão ser coletadas com o auxílio de um
termômetro vulgo High-Tech em 3 pontos estratégicos do Contra
Recuo / Backstop, e mais um no acionamento.
Ponto 4: Caixa do Redutor
Serviços (Service)
• Módulo 1 - INSPEÇÃO DE LINHAS
• Módulo 2 - INSPEÇÃO DE ÓLEO
• Módulo 3 - CONTRATOS DE MANUTENÇÃO
• Módulo 4 - RETIRADA E ENTREGA
• Módulo 5 - RENOVAÇÃO DA GARANTIA DE FÁBRICA
• Módulo 6 - ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO PREDITIVA
• Módulo 7 - COLOCAÇÃO DE ACIONAMENTOS EM OPERAÇÃO
• Módulo 8 – TREINAMENTOS
96
SERVICE
• Manutenção e Recuperação de todos os tipos de
equipamentos incluindo nacionalização de
componentes.
• Balanceamento de ECI’s;
• Usinagens de cruzetas;
• Start Up;
• Montagem e Manutenção;
• Treinamentos;
97
98
Reformas
ANTES
DEPOIS
99
Reformas
DepoisAntes
100
Colocamos nossa equipe a sua disposição.
Tel.: +55 (11) 4428-2888
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Atualização:10/2013

Contra Recuos - Tec Tor

  • 1.
  • 2.
    Introdução • A Empresa •Definição de produtos • Detalhes Construtivos • Partes & Peças • Selecionamento • Lubrificação • Manutenção • Armazenagem • Montagem • Service 2
  • 3.
    Empresa • Desde 1986desenvolve projetos no ramo de equipamentos voltados à transmissão e controle de força mecânica. • Oferece soluções industriais essenciais ou customizadas com responsabilidade técnica, qualidade, precisão e segurança. 3 Santo André – São Paulo
  • 4.
    • A TecTor é uma empresa certificada ISO9001 • Possui CRCC Petrobrás • Certificado de Conteúdo Nacional 4 Gestão da Qualidade
  • 5.
    Ramos de Atividade •Mineração • Siderurgia • Cimento • Papel e Celulose • Sucro-Alcooleiro • Alimentos • Indústrias de Máquinas • Óleo e Gás • Naval e Offshore • Eólico 5
  • 6.
  • 7.
    Rede de Atendimento •Representantes • Brasil • Chile • Peru • Argentina 7
  • 8.
    Tec Tor –World Wide Estados Unidos Pintsch Bubebzer R+W Rulmeca Canada Pintsch Bubebzer Horne Rulmeca Venezuela Rulmeca China R+W Rulmeca Singapura Houngang R+W Africa do Sul Rulmeca Horne Reutech Italia Rulmeca R+W França Rulmeca R+W Alemanha Pintsch Bubebzer R+W Rulmeca Brasil São Paulo Tec Tor 8 Horne R+W Reutech Pintsh Bubenzer Rulmeca Tec Tor Australia Brisbane Rulmeca Suécia Falun Rulmeca Inglaterra Rulmeca Turquia Rulmeca Tailandia Rulmeca
  • 9.
    9 • Catracas, RodasLivres • Contra Recuos / Backstops • Freios Industriais a Disco / Tambor • Grampos de Ancoragem • Eixos Compensadores Industriais “Cardans”(ECI) • Embreagens Industriais • Tambores Auto acionadoS (TAS) • Auto Alinhador de Correias • Limitadores de torque mecânicos com reset manual ou automático • Limitadores de torque pneumáticos com reset automático Linha de Produtos
  • 10.
    10 NR22 – ContraRecuo EVITE: 22.12.1 - Os equipamentos de ELEVAR devem possuir: a) indicação de carga máxima permitida e da velocidade máxima de operação e dispositivos que garantam sua paralisação em caso de ultrapassagem destes índices; b) indicador e limitador de velocidade para máquinas com potência superior a quarenta quilowatts; c) em subsolo, indicador de profundidade funcionando independente do tambor; d) freio de segurança contra recuo, e e) freio de emergência quando utilizados para transporte de pessoas. NR-22 - SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL NA MINERAÇÃO OBRIGATÓRIO O USO DE CONTRA RECUOS
  • 11.
  • 12.
  • 13.
    Rolo Rampa (Sprags) BloqueioFlutuante 13 Formas Construtivas + indexação
  • 14.
    14 ROLO RAMPA Peças confeccionadaspara trabalho robusto. Normalmente instaladas em eixos de baixa rotação.(saída) Sistema acionado por roletes pressionados por pinos com mola, dispostos entre a capa e a superfície de rampa do cubo. Quando sentido de giro é invertido os pinos forçam o contato dos roletes na capa e na rampa do cubo garantindo o bloqueio.
  • 15.
    15 Sistema TravadoSistema Livre Princípiode funcionamento: Características
  • 16.
    16 INDEXAÇÃO Peças destinadas paratrabalho leve. Normalmente instaladas em eixos de baixa rotação.(saída) Sistema Rolo Rampa indexado pelo movimento sobre a capa e se transforma em movimento intermitente no cubo transferido à maquina acionadora.
  • 17.
    17 Flange Rolamento CuboCapa Pino/Mola Roletes Componentes
  • 18.
    18 Componentes (amplo) Componentes internos Descriçãodos componentes 01 Cubo 02 Capa 03 Braço de Torque 04-05 Flanges 06-07 Tampas 08-09 Pinos de Fixação 10-11 Rolamentos 12-13 Retentores 14-15 Gaxetas 16 Roletes 17 Pinos e Molas 18-19 Parafusos 20 Bujões 21 Kit de Lubrificação 06 04 0202 121613 11 18 05 201907 10 08 09 03 01 21 17 14 15 01 02 10 04 08 09 031521 06 14 05 18 11 2019 12161713 07
  • 19.
    19 Capa Anel externo doContra Recuo responsável pela fixação na máquina onde a movimentação dos Roletes ocorre em sua pista interna. 1
  • 20.
    20 Cubo Componente interno do ContraRecuo fixado no eixo da máquina onde a movimentação dos Roletes ocorre nas pistas dos dentes. 2
  • 21.
    21 Roletes Responsáveis pelo travamento entrea Capa e o Cubo, permitem também a movimentação do Contra Recuo devido a sua geometria cilíndrica. 3
  • 22.
    Pinos e Molas •22 Componentes fundamentaisque mantém o alinhamento dos Roletes e a precisão durante travamento. 4
  • 23.
    23 Rolamentos Rolamentos: permitem o corretoalinhamento e são indispensáveis em aplicações que possuem cargas radiais e/ou axiais. 5
  • 24.
    24 Flanges Componentes que permitem afixação do Contra Recuo no equipamento, além de garantir a vedação e estanqueidade. 6
  • 25.
    25 Aplicações Transportador de CorreiaAscendente Ver a animação. Eixo de baixa rotação Contra Recuo TTBFA
  • 26.
    26 SPRAGS Elementos confeccionados como baricentro deslocado, propiciando o seu basculamento pela atuação da força centrifuga, quando sujeitos a altas velocidades. Peças desenvolvidas para trabalharem em Altas Velocidades. Normalmente instaladas nos eixos de motores ou na segunda ponta do eixo de entrada de redutores. Bloqueio Flutuante
  • 27.
    27 Características RPM Força Centrífuga Força CentrífugaArticulação Os Sprags reagem a força centrífuga resultante da alta rotação. Princípio de funcionamento:
  • 28.
  • 29.
    29 Características Atenção: Os Spragsnecessitam de uma velocidade mínima de decolagem Princípio de funcionamento:
  • 30.
    30 Características Posição de Giro Livre Posiçãode Travamento Detalhe do núcleo de bloqueio Livre de atrito Livre de atrito Ponto de contato Ponto de contato Princípio de funcionamento:
  • 31.
  • 32.
    32 Aplicações Eixo de altarotação Contra Recuo
  • 33.
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    34 DIFERENÇASEntre as formasconstrutivas Relação Custo Benefício Contra Recuo para eixo de baixa rotação Contra Recuo para eixo de alta rotação Maior Custo de Aquisição. Requer lubrificação. Mais pesado. Maior Segurança Menor Custo de Aquisição. Isento de lubrificação. Menos pesado. Menor Segurança. ROLO RAMPA SPRAG
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    35 Diferenças de Aplicações ContraRecuo CatracaRoda Livre Backstop
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    36 Aplicadas em movimentos angularescíclicos, como alimentadores de prensas, mesas giratórias... A Catraca permite convertermos um movimento linear em movimento rotativo. F Catraca Catracas Aplicação
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    Aplicação – Catraca AlimentadorMaquina de Embalagem Separador de Semente
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    43 Aplicadas em equipamentosque possuem dois ou mais acionamentos, como fornos, moinhos ... Desengata automaticamente quando o eixo movido girar mais rápido que o eixo motriz. Rodas Livres Rodas Livre Aplicação
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    49 Equipamento que permite queum eixo gire em um único sentido. Previne a rotação inversa, quando não acionado. Evitam o retorno de equipamentos como, elevadores de canecas, correias transportadoras, esteiras. Contra Recuo Contra Recuos Aplicação
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    53 Backstop Indicado para equipamentosde baixas rotações e elevados torques como correias transportadoras, descarregador, entre outras. Backstop Equipamento montado em viga (i) que permite que um eixo gire em um único sentido. Previne a rotação inversa, quando não acionado. Aplicação
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    Estudo de Caso1 - TTBFA Dados: •Potência do acionamento: 7,5 cv; •Rotação de Saída: 22 rpm; •Diâmetro do eixo: 3 15/16”; •Torque da Aplicação: 2500 Nm; •Fator de Serviço: 1,5; Equipamento Selecionado: TTBFA 70 – 2 – O – CH – BR 914
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    Estudo de Caso2 - TTBFA Dados: •Potência do acionamento: 70 cv; •Rotação de Entrada: 1750 rpm; •Rotação de Saída: 70 rpm; •Relação de Redução: 1:25; •Diâmetro do eixo: 90mm; •Torque da Aplicação: 10750 Nm; •Fator de Serviço: 1,5; Equipamento Selecionado: TTBFA 90 – 2 – O – CH – BR 914
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    Estudo de Caso3 - TTBFA Dados: •Potência do acionamento: 200 cv; •Rotação de Saída: 55,62 rpm; •Diâmetro do eixo: 170mm; •Fator de Serviço: 1,5; Equipamento Selecionado: TTBFA 200 – 2 – O – BR 1849
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    Estudo de Caso4 – TTRLA Dados: •Potência do Ventilador: 330 kW; •Potencia do redutor: 2,2 kW; •Rotação do Ventilador: 890 rpm; •Rotação do redutor: 51rpm; •Diâmetro do eixo Ventilador: 110mm; •Diâmetro do eixo motor: 40mm; •Fator de Serviço: 2,0; Equipamento Selecionado: TTRLA 35
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    Estudo de Caso5 – TTKK Dados: •Potência do Motor: 8 HP; •Rotação do eixo: 1750 rpm; •Relação de Redução: 28:1; •Diâmetro do eixo do motor: 35 mm; •Montagem na traseira do motor; •Fator de Serviço: 1,5; •Desenvolvida para substituir a serie 6200; Equipamento Selecionado: TTKK 30 M ou TTKK 35 M
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    Estudo de Caso6 – TTGR + FLT Dados: •Potência do Motor: 20 cv; •Rotação do eixo: 103,72 rpm; •Diâmetro do eixo do motor: 65 mm; •Fator de Serviço: 1,5; Equipamento Selecionado: TTGR 50 + FLT 12-50 + FLT 13-50
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    Estudo de Caso6 – TTGR + FLT Equipamento Selecionado: TTGR 50 + FLT 12-50 + FLT 13-50
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    Estudo de Caso7 – TTHVS Dados: •Potência do Motor: 1200 HP; •Rotação do eixo: 1790 rpm; •Diâmetro do eixo do motor: 90 mm; •Fator de Serviço: 1,5; Equipamento Selecionado: TTHVS 80 - T
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    64 Gravação do Sentido de GiroLivre. Contra Recuo TTFR Identificação
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    65 A importância doeixo de montagem Em caso de falha em qualquer parte do acionamento, o Contra Recuo TERÁ efeito. Contra Recuo no eixo de alta rotação Contra Recuo no eixo de baixa rotação Em caso de falha em qualquer parte do acionamento, o Contra Recuo NÃO TERÁ efeito.
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    66 Montagem A correta instalaçãode Contra Recuo ou Backstop no eixo de trabalho, refere-se a um furo H7 sobre um eixo k6. Tal tolerância de montagem tem como característica um ajuste deslizante, logo ações pouco ortodoxas como bater no Contra Recuo com marreta, não devem ser executadas.
  • 67.
    67 Montagem Por que ajustedeslizante? Pressão Montagens com interferências podem gerar cargas radiais sobre os rolamentos, não previstas em projeto, prejudicando seu funcionamento.
  • 68.
    68 Montagem Gravação do Sentido de GiroLivre Gravação do Sentido de Giro Livre Antes de montar o Contra Recuo ou Backstop no eixo do equipamento, certifique-se que o sentido de giro livre deste, está no mesmo sentido de rotação do eixo de trabalho do equipamento.
  • 69.
    69 Montagem Para que oBackstop possa acompanhar possíveis batimentos do eixo de montagem, o braço de torque não deve ser fixado rigidamente, respeitando as folgas de montagem.
  • 70.
    70 Montagem Prover trava topou anel elástico na ponta do eixo, não permitindo o passeio axial do Contra Recuo, eliminando a possibilidade de queda. Trava TOP
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  • 72.
    72 Montagem A fixação doBackstop ao eixo poderá ser feita conforme as ilustrações. Fixação por chaveta dupla Tampa plana Tampa em forma de chapéu
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    73 Fixação Alguns modelos deContra Recuos geralmente são fixados no Equipamento através de combinações dos Flanges. Montagem por flanges, externo ao redutor: Não travar o braço de torque pois o Contra Recuo deverá acompanhar possíveis batimentos do eixo no qual está montado.
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    74 ATENÇÃO Axial Modelos que nãocontém rolamentos não podem sofrer esforços Radiais e/ou Axiais. Radial
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    75 Fixação Consiste em umajuste forçado entre a peça e o alojamento. Pode ser feito por montagem Axial (prensas, balancins). Montagem por interferência: r6 J6 Tolerâncias: Capa Alojamento r6 / J6
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    76 Fixação Trata-se da fixaçãoentre a Capa e o Equipamento através de chaveta externa. Montagem por chaveta externa: H8 Chaveta
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    77 Fixação A fixação doContra Recuo é realizada por meio de parafusos presos entre a Capa e o Equipamento. Montagem por parafusos: Parafuso
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    78 Fixação O torque de trabalho dependeráda concentricidade do eixo. Eixo do Redutor A falta de concentricidade impedirá que todos os elementos de travamento atuem simultaneamente, prejudicando o desempenho do Contra Recuo e sua vida útil.
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    80 Lubrificação Antes de partiro equipamento, certifique-se de que o Contra Recuo está corretamente lubrificado. Lembre-se que existem Contra Recuos lubrificados a graxa, a óleo, a graxa e óleo e os 100% isentos de lubrificação. Leia atentamente o Manual que acompanha o Contra Recuo / Backstop.
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    81 Lubrificação a Óleo OsContra Recuos / Backstops Tec Tor que possuem selos de retenção (vedação), são denominados de peças seladas, não permitem a saída do óleo lubrificante e nem a entrada de contaminantes. Faça o enchimento com o óleo e aplique a graxa na selagem antes da entrada em operação. Graxa Óleo
  • 82.
    82 Lubrificação a Óleo •Os modelos providos de retentores são denominados selados e podem ser lubrificados a óleo. COM RETENTOR
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    83 Lubrificação a Óleo Onível de óleo e suas condições, bem como os selos / retentores, devem ser conferidos regularmente. Para observação das condições dos lubrificantes, durante o início de operação do produto, recomenda-se :
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    84 Lubrificação a Óleo Aquantidade de óleo recomendada é aproximadamente 1/3 do volume interno da peça: Obs: Para montagens em eixos verticais, contate nosso Depto. de Engenharia.
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    85 Lubrificação a Graxa •Os modelos não providos de retentores são denominados não selados e devem ser lubrificados a graxa. SEM RETENTOR
  • 86.
    86 Lubrificação a Graxa Algunsmodelos de Contra Recuo COM ELEMENTOS DE BLOQUEIO TIPO “ROLO/RAMPA” foram projetados para operarem com lubrificação a graxa NESTES ELEMENTOS. A graxa utilizada e recomendada é a “Isoflex Special 18A Klüber” Uma graxa do tipo NLGI 2, com longa vida, alto ponto de gota, alta resistência à compressão e grande estabilidade química. Para prolongar a vida útil da peça, recomendamos a completa limpeza dos labirintos de graxa, inspeção dos selos de vedação, e re-lubrificação em períodos regulares, dependendo da aplicação e rigorosidade do ambiente de trabalho. Graxa como Lubrificante
  • 87.
    87 Lubrificação a Graxa ParaContra Recuos / Backstops que trabalham em ambientes extremamente agressivos, utiliza-se graxa como elemento de vedação, impedindo a contaminação interna do produto. Tal sistema recebe o nome de Sistema de Vedação Reforçada. Graxa como elemento de vedação Graxa Sistema de Vedação Reforçada
  • 88.
    88 Lubrificação a Graxa Obs:Graxa em excesso pode causar problemas durante o funcionamento da Catraca. A quantidade de graxa recomendada varia de acordo com o modelo e tamanho da peça, devendo ser aplicada apenas superficialmente com o auxílio de uma espátula ou aplicador. Adote 1/3 da área livre.
  • 89.
    89 Temperatura Após a montagemdo Contra Recuo / Backstop no equipamento, monitore a temperatura de trabalho durante as primeiras horas de operação. Assegure-se de que a temperatura do Contra Recuo / Backstop não ultrapasse 80º C.
  • 90.
    90 Lubrificação a Graxa •A condição da graxa deve ser conferida regularmente. • Para condições de trabalho abaixo de -40°C e acima de +80°C, por favor contate nosso Depto. de Engenharia. • Caso a Catraca seja utilizada em ambientes com alto grau de contaminação, consultar nosso Depto. de Engenharia. A não observância de execução de manutenção preventiva dos equipamentos pode acarretar danos irreversíveis aos mesmos, implicando perda de produção e custo elevados de manutenção corretiva.
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    93 Desgaste Sulcos do Roletena Superfície das Rampas Desgaste Natural
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    94 Manutenção Preditiva Antes deacionar o equipamento, confirme o sentido correto do giro livre Durante a primeira hora de funcionamento, checar: - Temperatura de trabalho ( Máx. 80º C ) - Vibrações indiretas ao Contra Recuo - Vazamento do lubrificante ( quando este existir )
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    95 Manutenção Preditiva Ponto 2:Centro da Capa Ponto 3: Flange DireitaPonto 1: Flange Esquerda As temperaturas deverão ser coletadas com o auxílio de um termômetro vulgo High-Tech em 3 pontos estratégicos do Contra Recuo / Backstop, e mais um no acionamento. Ponto 4: Caixa do Redutor
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    Serviços (Service) • Módulo1 - INSPEÇÃO DE LINHAS • Módulo 2 - INSPEÇÃO DE ÓLEO • Módulo 3 - CONTRATOS DE MANUTENÇÃO • Módulo 4 - RETIRADA E ENTREGA • Módulo 5 - RENOVAÇÃO DA GARANTIA DE FÁBRICA • Módulo 6 - ENGENHARIA DE MANUTENÇÃO PREDITIVA • Módulo 7 - COLOCAÇÃO DE ACIONAMENTOS EM OPERAÇÃO • Módulo 8 – TREINAMENTOS 96
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    SERVICE • Manutenção eRecuperação de todos os tipos de equipamentos incluindo nacionalização de componentes. • Balanceamento de ECI’s; • Usinagens de cruzetas; • Start Up; • Montagem e Manutenção; • Treinamentos; 97
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  • 100.
    100 Colocamos nossa equipea sua disposição. Tel.: +55 (11) 4428-2888 Fax.:+55 (11) 4421-9338 www.tector.com.br vendas@tector.com.br Atualização:10/2013