Reações adversas dos medicamentos
Medicamentos são receitados e usados exatamente porque produzem certos efeitos desejados
sobre o corpo humano. A reação desejada causada por um medicamento é conhecida como a
atividade da droga, ou efeito terapêutico. Mas medicamentos também podem apresentar
efeitos indesejados algumas vezes. Esses efeitos indesejados são chamados de efeitos
colaterais, reações adversas ou, em alguns casos raros, efeitos letais.

As reações adversas a medicamentos são reações decorrentes do uso de um determinado
fármaco,com as reações alérgicas. As relações alérgicas a medicamentos (RA s)englobam
mais de um terço das reações adversas a medicamentos, sendo considerado um problema de
saúde.

Existem dois tipos de classsificaçoes de reações adversas as que são classsificadas em : Tipo
A; previsíveis e comuns ;Tipo B;imprevisíveis e incomuns; ea Tipo C,vinculada a freqüência de
aparecimento de uma determinada doença a pessoas expostas ao medicamento e relação as
não expostas.

A grande maioria das reações adversas a medicamentos são do tipo A ,no entanto as mais
notificadas sapo a do tipo B e nesse grupo se encontra as reações alérgicas a medicamentos
RA’s.

Em um grande grupo de fármacos que provocam RAS não possui um mecanismo imunológico
de ação esclarecido ,atrapalhando assim a prevenção de novos acidentes alérgicos e
prejudicando o tratamento de alguns pacientes que teria fármaco como linha de frente contra
determinada patologia .

Novos estudos sobre linfócitos T estão em andamentos trazendo novos rumos a para o
esclarecimento do mecanismo imunológico das relações alérgica de medicamentos.

REAÇOES ADVERSAS INESPERADAS

Relaçoes adversas cujas natureza ou severidade não são coerentes com as informações
constantes na bula do medicamento ou no processo de registro sanitário do pais ,ou que
sejam inesperadas de acordo com as características do medicamento.

Mesmo sentindo efeitos colaterais pequenos, é muito importante continuar a tomar seus
medicamentos exatamente da maneira como foram receitados.É aconselhável tomar a dose
completa nos momentos corretos do dia, durante o tempo receitado por seu médico. Não é
correto tomar uma quantidade menor de medicamentos para evitar efeitos colaterais ou porque
normal irá causar metade dos efeitos terapêuticos. Na verdade, uma dosagem menor pode não
oferecer benefício nenhum.

Alguns efeitos colaterais são esperados e inevitáveis, mas outros podem surpreender tanto o
médico quanto o paciente. Essas reações inesperadas podem acontecer devido à resposta
particular do indivíduo à droga.

Eles estão classificados em duas categorias: efeitos colaterais evidentes e efeitos
detectados em testes de laboratório. As conversas sobre o medicamento entre você e seu
médico não devem se limitar aos efeitos colaterais identificados mais facilmente. Há outros
menos óbvios e que também podem ser perigosos e é necessário que você tenha uma clara
compreensão de quais são eles.
Se você sabe que um efeito colateral específico é esperado em uma determinada droga, é
possivel relaxar um pouco. A maioria dos efeitos colaterais é temporária e não devem deixar
você alarmado. Tudo o que sentimos é desconforto e incômodo por um período curto.

Por exemplo, é possível ficar sonolento após tomar um anti-histamínico ou ficar com o
estômago irritado após tomar o antibiótico eritromicina. Claro que, se você acha que efeitos
colaterais menores incomodam muito, converse sobre eles com seu médico. Talvez ele possa
receitar outra droga ou pelo menos garantir benefícios maiores que os efeitos colaterais.

Há situações em que efeitos colaterais podem ser minimizados ou eliminados com a troca dos
horários como por exemplo, tomando os remédios com as refeições. Certifique-se de consultar
seu médico ou farmacêutico caso tenha dúvidas.

Alguns efeitos colaterais são sinais de um problema sério e até mesmo perigoso. Quando um
novo medicamento é receitado, pergunte a seu médico quais sintomas indicariam que você
precisa de atenção imediata.

As seções a seguir falam dos efeitos colaterais mais óbvios, divididos por partes ou sistemas
afetados por remédios. A última seção discute os efeitos mais sutis ou percebidos apenas por
meio de exames de laboratório. Com efeitos colaterais sutis, pode ser que você não perceba
qualquer tipo de sintomas ou que perceba somente sintomas leves. Portanto, seu médico pode
querer que você faça exames laboratoriais periódicos para garantir que nenhum efeito sutil
esteja ocorrendo enquanto toma certos medicamentos.

Na próxima seção, vamos relacionar os efeitos colaterais que podem afetar o sistema
circulatório.

Efeito colateral
Denomina-se efeito colateral como um efeito diferente daquele considerado como
principal por um fármaco .Esse termo deve ser distinguido de efeito adverso, que se
refere a um efeito colateral indesejado,pois um fármaco pode causar outros efeitos
potencialmente benéficos alem do principal.Como por exemplo podem ser citados a
amnésia temporária causada por sedativos e a sonolência em anti-histaminicos , que
podem se benéficos ou adversos dependendo da situação.

A diferença entre Evento Adverso e Reação Adversa
Reação Adversa é qualquer resposta ao uso de um medicamento que seja nociva e
não intencional, que ocorra nas doses normalmente usadas em seres humanos.

Quando um paciente apresenta alguma condição indesejável durante um tratamento
medicamentoso,dizemos que ele teve um Evento Adverso.O Evento Adverso é
qualquer ocorrência medica desfavorável que ocorra durante o uso de um
medicamento,não sendo necessariamente, causada pelo medicamento em questão
.Esse evento somente é considerado como reaçao adversa se for realmente
comprovado que o medicamento consumido foi o responsável pela reaçao



Ao suspeitar de um efeito adverso , alguns fatos devem ser considerados :
•   Um efeito adverso de um medicamento é um fato prejudicial que acontece
    quando um medicamento esta sendo usado, devido ao seu uso, e não por
    coincidência.

•   Algumas situações são mais freqüentes quando se usa uma medicação do que
    quando não se usa

•   Em uma determinada pessoa o fato prejudicial pode ser devido ao
    medicamento, a um outro fator qualquer, ou a uma combinação das duas
    coisas.

•   A possibilidade de um efeito adverso não é a certeza de sua ocorrência .

•   A ocorrência de um fato prejudicial não é a certeza de sua origem pelo uso da
    medicação.

•   A decisão de usar,de não usar ou de suspender uma medicação deve
    probabilística, ou seja,devem ser balanceadas as probabilidades de beneficio
    com as probabilidades de malefício.



    Toda e qualquer reação adversa medicamentosas graves ou inesperadas
    devem ser notificadas.
O diagnóstico de Reações Adversas
    Início


"Uma mulher de 64 anos iniciou uso de atorvastatina, 10mg ao dia para tratamento
de uma dislipidemia. Três dias após iniciar o uso ela apresentou insônia
persistente."(Butlletí Groc 2000,13(1):4)

O exemplo acima presta-se a ilustrar a questão central das reações adversas aos
medicamentos (RAM): a definição da relação causa/efeito entre um evento clínico e
o uso do medicamento. Quando consideramos que a grande maioria das reações
adversas são inespecíficas, podendo ser confundidas com outras causas ou
relacionadas a manifestações da doença em tratamento, temos a dimensão da
dificuldade de se definir a causa da manifestação clínica observada. Assim, se
tomamos o nosso exemplo inicial, podemos formular uma série de questões para
tentarmos relacionar o uso da atorvastatina à insônia apresentada pela paciente3.
Deste modo podemos questionar se há relatos na literatura que reforcem a
hipótese de que a insônia seja realmente uma reação adversa a atorvastatina, se
existe algum outro aspecto do quadro da paciente que explique esta reação, etc.

A necessidade de formular questões que auxiliassem e ao mesmo tempo
unificassem os critérios de diagnóstico de RAM deu origem a diversos algoritmos e
tabelas de decisão que, quando adequadamente aplicados, permitem maior
segurança no estabelecimento da relação causal. Essas sistematizações surgiram a
partir da década de setenta e tornaram-se mais ou menos aceitas conforme sua
aplicabilidade na rotina clínica, reprodutibilidade e facilidade de interpretação6,42.
Existem vários algoritmos propostos e foge ao nosso objetivo apresentar cada um
deles. Vamos nos ater às diretrizes gerais que foram utilizadas para a construção
destes algoritmos e apresentar alguns exemplos.

Os algoritmos partem, em geral, da definição de reações adversas da OMS, a qual
exclui falência terapêutica, envenenamento acidental ou proposital e o abuso. A
aplicação desses algoritmos deve permitir o estabelecimento da força da relação
causal, ou seja qual o grau de certeza desta relação. Como vimos anteriormente, as
RAM podem ser classificadas quanto a "força" da relação causal em definida,
provável, possível, condicional e duvidosa (incerta) 23.

Os algoritmos fundamentam-se, então, em algumas questões cruciais para o
estabelecimento da relação causal. Neste contexto a primeira questão a se colocar
é se existe uma seqüência temporal adequada e lógica entre a exposição ao
medicamento e o aparecimento do evento clínico. Isto equivale a responder se a
droga foi utilizada antes da manifestação clínica e numa seqüência temporal lógica.
Embora aparentemente óbvia, as respostas a estas questões podem apresentar
dificuldades quando não se consegue estabelecer o momento exato da exposição ou
do início da manifestação clínica6. Assim, no caso de um paciente que tenha
apresentado tumor renal após o uso durante dez meses de nifedipina, um
bloqueador dos canais de cálcio, existe a exposição anterior ao diagnóstico, porém,
não se consegue estabelecer com exatidão o momento em que se iniciou o processo
tumoral. O mesmo se aplica à seqüência lógica entre a exposição e o evento.
Vamos considerar o caso de um paciente que apresentou anemia aplásica um ano
após a utilização de cloranfenicol. Embora esta seja uma RAM descrita para o
antibiótico, e exista o relato de utilização prévia do medicamento, deve-se avaliar
se esta seqüência temporal pode ser razoável.

Uma vez estabelecida a seqüência temporal, e o caráter lógico desta relação, é
necessário buscar se a farmacologia da droga explica a reação. Muitas vezes a RAM
está relacionada ao modo de ação do medicamento o que, com certeza, reforça a
hipótese causal. Deste modo, se um indivíduo apresenta desconforto
gastrointestinal após a administração de um antinflamatório não esteroidal a
possibilidade de tratar-se de uma RAM deve ser considerada.

Deve-se certificar-se, também, de que o evento não se relaciona ao quadro clínico
do paciente, nem pode ser atribuído a outros medicamentos por ventura em uso,
ou seja, se não há outra hipótese que possa explicar a manifestação clínica
observada.

Se o evento clínico é desencadeado pelo medicamento, seria de se esperar que a
suspensão deste levasse a uma melhora do quadro. Este é outro aspecto levado em
consideração para se estabelecer a relação causal. Deve-se ponderar, contudo, que
existem casos de lesão irreversível, nos quais este quesito não se aplica.

Uma última questão é se a reação reapareceu após a reexposição ao medicamento.
Embora seja importante para se estabelecer indubitavelmente a relação causal,
esta questão tem limitações práticas pois não seria ético reexpor um paciente a um
medicamento ao qual este tivesse apresentado um efeito indesejável,
particularmente se este for grave. Neste caso a avaliação da reexposição restringe-
se aos casos de história de exposição anterior com relatos semelhantes ou
exposição acidental, deliberada ou inadvertida 6.

As respostas a estas questões serão as bases para a construção dos algoritmos e
tabelas de decisão, auxiliando no estabelecimento e no grau de segurança da
relação causal.

Dentre os algoritmos mais difundidos em nosso meio encontram-se o de Karch e
Lasagna22, que se encontra resumido na tabela 7.1. Este consiste de um número de
questões fechadas abordando os aspectos contemplados acima, a serem
respondidas de forma dicotômica. A combinação dos resultados leva ao
estabelecimento da "força" da relação causal. Deve-se considerar como uma
limitação deste método, o fato de uma RAM só poder ser julgada definida se houve
reexposição ao medicamento, o que, como discutido anteriormente, raramente é o
caso.
Contra indicações
A Finasterida não é indicada para uso em mulheres. Alguns estudos indicam que o
fármaco não afeta a esparmatogênesemasculina[1]. Contudo há poucos estudos do
fármaco no estudo da teratologia quando utilizados por mulheres grávidas ou em
amamentação. Sabe-se que o fármaco inibe a conversão da testosterona em
dihidrotestosterona sendo útil para o tratamento do câncer de próstata e da calvície
masculina.

[editar]Reações      adversas
Os efeitos colaterais, normalmente leves, geralmente não resultam na descontinuação
da terapia. Alguns efeitos colaterais foram observados após a administração do
medicamento, tais como, diminuição do libido, disfunção erétil.

O produto é geralmente bem tolerado. A finasterida foi avaliada quanto à segurança
em estudos clínicos envolvendo mais de 3.200 homens. Em três desses estudos, com
12 meses de duração, controlados com placebo, duplo-cegos, multicêntricos, com
protocolos comparáveis, o perfil de segurança global da finasterida e do placebo foram
similares. A descontinuação da terapia em função de efeito adverso clínico ocorreu em
1,7% dos 945 homens tratados com finasterida e 2,1% dos 934 homens que
receberam placebo.

Nesses estudos, os seguintes efeitos adversos relacionados à droga foram relatados
em >1% dos homens tratados com finasterida: diminuição da libido (finasterida, 1,8%
vs. placebo, 1,3%) e disfunção erétil (1,3%, 0,7%). Além disso, foi relatada diminuição
do volume do ejaculado em 0,8% dos homens tratados com finasterida e 0,4% dos
homens que receberam placebo. Esses efeitos desapareceram nos homens que
descontinuaram a terapia e em muitos que mantiveram a terapia. Em outro estudo, o
efeito da finasterida no volume do ejaculado foi avaliado e não foi diferente daquele
observado com placebo.

A finasterida é utilizada também no tratamento de homens mais idosos com
hiperplasia prostática benigna em doses 5 vezes superiores à recomendada para
alopecia androgenética. Outros efeitos colaterais relatados após a comercialização da
concentração de 5 mg em homens com HPB são aumento do volume e da
sensibilidade da mama; e reações de hipersensibilidade, incluindo edema labial e
erupções cutâneas. Em estudos clínicos com finasterida, a incidência desses eventos
não foi diferente da observada no grupo placebo.

Contra indicações

  • 1.
    Reações adversas dosmedicamentos Medicamentos são receitados e usados exatamente porque produzem certos efeitos desejados sobre o corpo humano. A reação desejada causada por um medicamento é conhecida como a atividade da droga, ou efeito terapêutico. Mas medicamentos também podem apresentar efeitos indesejados algumas vezes. Esses efeitos indesejados são chamados de efeitos colaterais, reações adversas ou, em alguns casos raros, efeitos letais. As reações adversas a medicamentos são reações decorrentes do uso de um determinado fármaco,com as reações alérgicas. As relações alérgicas a medicamentos (RA s)englobam mais de um terço das reações adversas a medicamentos, sendo considerado um problema de saúde. Existem dois tipos de classsificaçoes de reações adversas as que são classsificadas em : Tipo A; previsíveis e comuns ;Tipo B;imprevisíveis e incomuns; ea Tipo C,vinculada a freqüência de aparecimento de uma determinada doença a pessoas expostas ao medicamento e relação as não expostas. A grande maioria das reações adversas a medicamentos são do tipo A ,no entanto as mais notificadas sapo a do tipo B e nesse grupo se encontra as reações alérgicas a medicamentos RA’s. Em um grande grupo de fármacos que provocam RAS não possui um mecanismo imunológico de ação esclarecido ,atrapalhando assim a prevenção de novos acidentes alérgicos e prejudicando o tratamento de alguns pacientes que teria fármaco como linha de frente contra determinada patologia . Novos estudos sobre linfócitos T estão em andamentos trazendo novos rumos a para o esclarecimento do mecanismo imunológico das relações alérgica de medicamentos. REAÇOES ADVERSAS INESPERADAS Relaçoes adversas cujas natureza ou severidade não são coerentes com as informações constantes na bula do medicamento ou no processo de registro sanitário do pais ,ou que sejam inesperadas de acordo com as características do medicamento. Mesmo sentindo efeitos colaterais pequenos, é muito importante continuar a tomar seus medicamentos exatamente da maneira como foram receitados.É aconselhável tomar a dose completa nos momentos corretos do dia, durante o tempo receitado por seu médico. Não é correto tomar uma quantidade menor de medicamentos para evitar efeitos colaterais ou porque normal irá causar metade dos efeitos terapêuticos. Na verdade, uma dosagem menor pode não oferecer benefício nenhum. Alguns efeitos colaterais são esperados e inevitáveis, mas outros podem surpreender tanto o médico quanto o paciente. Essas reações inesperadas podem acontecer devido à resposta particular do indivíduo à droga. Eles estão classificados em duas categorias: efeitos colaterais evidentes e efeitos detectados em testes de laboratório. As conversas sobre o medicamento entre você e seu médico não devem se limitar aos efeitos colaterais identificados mais facilmente. Há outros menos óbvios e que também podem ser perigosos e é necessário que você tenha uma clara compreensão de quais são eles.
  • 2.
    Se você sabeque um efeito colateral específico é esperado em uma determinada droga, é possivel relaxar um pouco. A maioria dos efeitos colaterais é temporária e não devem deixar você alarmado. Tudo o que sentimos é desconforto e incômodo por um período curto. Por exemplo, é possível ficar sonolento após tomar um anti-histamínico ou ficar com o estômago irritado após tomar o antibiótico eritromicina. Claro que, se você acha que efeitos colaterais menores incomodam muito, converse sobre eles com seu médico. Talvez ele possa receitar outra droga ou pelo menos garantir benefícios maiores que os efeitos colaterais. Há situações em que efeitos colaterais podem ser minimizados ou eliminados com a troca dos horários como por exemplo, tomando os remédios com as refeições. Certifique-se de consultar seu médico ou farmacêutico caso tenha dúvidas. Alguns efeitos colaterais são sinais de um problema sério e até mesmo perigoso. Quando um novo medicamento é receitado, pergunte a seu médico quais sintomas indicariam que você precisa de atenção imediata. As seções a seguir falam dos efeitos colaterais mais óbvios, divididos por partes ou sistemas afetados por remédios. A última seção discute os efeitos mais sutis ou percebidos apenas por meio de exames de laboratório. Com efeitos colaterais sutis, pode ser que você não perceba qualquer tipo de sintomas ou que perceba somente sintomas leves. Portanto, seu médico pode querer que você faça exames laboratoriais periódicos para garantir que nenhum efeito sutil esteja ocorrendo enquanto toma certos medicamentos. Na próxima seção, vamos relacionar os efeitos colaterais que podem afetar o sistema circulatório. Efeito colateral Denomina-se efeito colateral como um efeito diferente daquele considerado como principal por um fármaco .Esse termo deve ser distinguido de efeito adverso, que se refere a um efeito colateral indesejado,pois um fármaco pode causar outros efeitos potencialmente benéficos alem do principal.Como por exemplo podem ser citados a amnésia temporária causada por sedativos e a sonolência em anti-histaminicos , que podem se benéficos ou adversos dependendo da situação. A diferença entre Evento Adverso e Reação Adversa Reação Adversa é qualquer resposta ao uso de um medicamento que seja nociva e não intencional, que ocorra nas doses normalmente usadas em seres humanos. Quando um paciente apresenta alguma condição indesejável durante um tratamento medicamentoso,dizemos que ele teve um Evento Adverso.O Evento Adverso é qualquer ocorrência medica desfavorável que ocorra durante o uso de um medicamento,não sendo necessariamente, causada pelo medicamento em questão .Esse evento somente é considerado como reaçao adversa se for realmente comprovado que o medicamento consumido foi o responsável pela reaçao Ao suspeitar de um efeito adverso , alguns fatos devem ser considerados :
  • 3.
    Um efeito adverso de um medicamento é um fato prejudicial que acontece quando um medicamento esta sendo usado, devido ao seu uso, e não por coincidência. • Algumas situações são mais freqüentes quando se usa uma medicação do que quando não se usa • Em uma determinada pessoa o fato prejudicial pode ser devido ao medicamento, a um outro fator qualquer, ou a uma combinação das duas coisas. • A possibilidade de um efeito adverso não é a certeza de sua ocorrência . • A ocorrência de um fato prejudicial não é a certeza de sua origem pelo uso da medicação. • A decisão de usar,de não usar ou de suspender uma medicação deve probabilística, ou seja,devem ser balanceadas as probabilidades de beneficio com as probabilidades de malefício. Toda e qualquer reação adversa medicamentosas graves ou inesperadas devem ser notificadas.
  • 4.
    O diagnóstico deReações Adversas Início "Uma mulher de 64 anos iniciou uso de atorvastatina, 10mg ao dia para tratamento de uma dislipidemia. Três dias após iniciar o uso ela apresentou insônia persistente."(Butlletí Groc 2000,13(1):4) O exemplo acima presta-se a ilustrar a questão central das reações adversas aos medicamentos (RAM): a definição da relação causa/efeito entre um evento clínico e o uso do medicamento. Quando consideramos que a grande maioria das reações adversas são inespecíficas, podendo ser confundidas com outras causas ou relacionadas a manifestações da doença em tratamento, temos a dimensão da dificuldade de se definir a causa da manifestação clínica observada. Assim, se tomamos o nosso exemplo inicial, podemos formular uma série de questões para tentarmos relacionar o uso da atorvastatina à insônia apresentada pela paciente3. Deste modo podemos questionar se há relatos na literatura que reforcem a hipótese de que a insônia seja realmente uma reação adversa a atorvastatina, se existe algum outro aspecto do quadro da paciente que explique esta reação, etc. A necessidade de formular questões que auxiliassem e ao mesmo tempo unificassem os critérios de diagnóstico de RAM deu origem a diversos algoritmos e tabelas de decisão que, quando adequadamente aplicados, permitem maior segurança no estabelecimento da relação causal. Essas sistematizações surgiram a partir da década de setenta e tornaram-se mais ou menos aceitas conforme sua aplicabilidade na rotina clínica, reprodutibilidade e facilidade de interpretação6,42. Existem vários algoritmos propostos e foge ao nosso objetivo apresentar cada um deles. Vamos nos ater às diretrizes gerais que foram utilizadas para a construção destes algoritmos e apresentar alguns exemplos. Os algoritmos partem, em geral, da definição de reações adversas da OMS, a qual exclui falência terapêutica, envenenamento acidental ou proposital e o abuso. A aplicação desses algoritmos deve permitir o estabelecimento da força da relação causal, ou seja qual o grau de certeza desta relação. Como vimos anteriormente, as RAM podem ser classificadas quanto a "força" da relação causal em definida, provável, possível, condicional e duvidosa (incerta) 23. Os algoritmos fundamentam-se, então, em algumas questões cruciais para o estabelecimento da relação causal. Neste contexto a primeira questão a se colocar é se existe uma seqüência temporal adequada e lógica entre a exposição ao medicamento e o aparecimento do evento clínico. Isto equivale a responder se a droga foi utilizada antes da manifestação clínica e numa seqüência temporal lógica. Embora aparentemente óbvia, as respostas a estas questões podem apresentar dificuldades quando não se consegue estabelecer o momento exato da exposição ou do início da manifestação clínica6. Assim, no caso de um paciente que tenha apresentado tumor renal após o uso durante dez meses de nifedipina, um bloqueador dos canais de cálcio, existe a exposição anterior ao diagnóstico, porém, não se consegue estabelecer com exatidão o momento em que se iniciou o processo tumoral. O mesmo se aplica à seqüência lógica entre a exposição e o evento. Vamos considerar o caso de um paciente que apresentou anemia aplásica um ano após a utilização de cloranfenicol. Embora esta seja uma RAM descrita para o
  • 5.
    antibiótico, e existao relato de utilização prévia do medicamento, deve-se avaliar se esta seqüência temporal pode ser razoável. Uma vez estabelecida a seqüência temporal, e o caráter lógico desta relação, é necessário buscar se a farmacologia da droga explica a reação. Muitas vezes a RAM está relacionada ao modo de ação do medicamento o que, com certeza, reforça a hipótese causal. Deste modo, se um indivíduo apresenta desconforto gastrointestinal após a administração de um antinflamatório não esteroidal a possibilidade de tratar-se de uma RAM deve ser considerada. Deve-se certificar-se, também, de que o evento não se relaciona ao quadro clínico do paciente, nem pode ser atribuído a outros medicamentos por ventura em uso, ou seja, se não há outra hipótese que possa explicar a manifestação clínica observada. Se o evento clínico é desencadeado pelo medicamento, seria de se esperar que a suspensão deste levasse a uma melhora do quadro. Este é outro aspecto levado em consideração para se estabelecer a relação causal. Deve-se ponderar, contudo, que existem casos de lesão irreversível, nos quais este quesito não se aplica. Uma última questão é se a reação reapareceu após a reexposição ao medicamento. Embora seja importante para se estabelecer indubitavelmente a relação causal, esta questão tem limitações práticas pois não seria ético reexpor um paciente a um medicamento ao qual este tivesse apresentado um efeito indesejável, particularmente se este for grave. Neste caso a avaliação da reexposição restringe- se aos casos de história de exposição anterior com relatos semelhantes ou exposição acidental, deliberada ou inadvertida 6. As respostas a estas questões serão as bases para a construção dos algoritmos e tabelas de decisão, auxiliando no estabelecimento e no grau de segurança da relação causal. Dentre os algoritmos mais difundidos em nosso meio encontram-se o de Karch e Lasagna22, que se encontra resumido na tabela 7.1. Este consiste de um número de questões fechadas abordando os aspectos contemplados acima, a serem respondidas de forma dicotômica. A combinação dos resultados leva ao estabelecimento da "força" da relação causal. Deve-se considerar como uma limitação deste método, o fato de uma RAM só poder ser julgada definida se houve reexposição ao medicamento, o que, como discutido anteriormente, raramente é o caso.
  • 6.
    Contra indicações A Finasteridanão é indicada para uso em mulheres. Alguns estudos indicam que o fármaco não afeta a esparmatogênesemasculina[1]. Contudo há poucos estudos do fármaco no estudo da teratologia quando utilizados por mulheres grávidas ou em amamentação. Sabe-se que o fármaco inibe a conversão da testosterona em dihidrotestosterona sendo útil para o tratamento do câncer de próstata e da calvície masculina. [editar]Reações adversas Os efeitos colaterais, normalmente leves, geralmente não resultam na descontinuação da terapia. Alguns efeitos colaterais foram observados após a administração do medicamento, tais como, diminuição do libido, disfunção erétil. O produto é geralmente bem tolerado. A finasterida foi avaliada quanto à segurança em estudos clínicos envolvendo mais de 3.200 homens. Em três desses estudos, com 12 meses de duração, controlados com placebo, duplo-cegos, multicêntricos, com protocolos comparáveis, o perfil de segurança global da finasterida e do placebo foram similares. A descontinuação da terapia em função de efeito adverso clínico ocorreu em 1,7% dos 945 homens tratados com finasterida e 2,1% dos 934 homens que receberam placebo. Nesses estudos, os seguintes efeitos adversos relacionados à droga foram relatados em >1% dos homens tratados com finasterida: diminuição da libido (finasterida, 1,8% vs. placebo, 1,3%) e disfunção erétil (1,3%, 0,7%). Além disso, foi relatada diminuição do volume do ejaculado em 0,8% dos homens tratados com finasterida e 0,4% dos homens que receberam placebo. Esses efeitos desapareceram nos homens que descontinuaram a terapia e em muitos que mantiveram a terapia. Em outro estudo, o efeito da finasterida no volume do ejaculado foi avaliado e não foi diferente daquele observado com placebo. A finasterida é utilizada também no tratamento de homens mais idosos com hiperplasia prostática benigna em doses 5 vezes superiores à recomendada para alopecia androgenética. Outros efeitos colaterais relatados após a comercialização da concentração de 5 mg em homens com HPB são aumento do volume e da sensibilidade da mama; e reações de hipersensibilidade, incluindo edema labial e erupções cutâneas. Em estudos clínicos com finasterida, a incidência desses eventos não foi diferente da observada no grupo placebo.