O documento discute a crise enfrentada pela Petrobras, incluindo a desconfiança em sua governança corporativa e perdas financeiras significativas, como o prejuízo de R$ 1,34 bilhão no segundo trimestre. A presidente Graça Foster reconhece problemas estruturais e a ineficiência da companhia, que viu a produção crescer apenas 45% enquanto o número de funcionários aumentou drasticamente. Além disso, há preocupações com a paralisação da exploração e a capacidade de investimentos da empresa devido a intervenções políticas.