UFCD: Noções Gerais
do Sistema Circulatório
Respiratório
Formadora: Daniela Mendes
Formandos : Diogo Pina,Rafael Alves, Rute Pancha
Mediadora. Drº Claúdia lameiras
Coordenadora. Drª Susana Carvalho
Contoso
Farmacêutica
Contoso
Doença Obstrutiva Pulmonar Crónica
Contos
o
Farmacêutica
Contoso
Introdução:
• Neste trabalho vamos dar a
conhecer a Doença Pulmonar
obstrutiva crônica(DPOC) no
âmbito da UFCD 6566
Sistema circulatório e
respiratório, aborda-mos o
conceito, as causas, os
sintomas, diagnóstico e
tratamento.
página 2
DPOC:
• A DPOC é a limitação do fluxo de ar
provocada por resposta inflamatória a
toxinas inalatórias, normalmente o
tabaco é o mais conhecido por causar
DPOC, mas no entanto existe casos de
DPOC que não são tabagistas que resulta
de uma deficiência de alfa-1 antitripsina
e uma variedade de exposições
• Os sintomas são tosse produtiva e
dispneia, mas iremos abordar mais a
frente especificamente cada um .
Contos
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página 4
A DPOC envolve :
• Bronquite obstrutiva ( determinada clinicamente ) a
bronquite obstrutiva é definida como o
desenvolvimento de evidências espirométricas de
obstrução das vias respiratórias tornando-se crônica
quando for diariamente com a duração mínima de 3
meses em 2 anos consecutivos
• Enfisema pulmonar ( determinado patológica ou
radiologicamente ) é a destruição do parênquima
pulmonar, com a perda da retração elástica dos
septos alveolares e da tração radial das vias
respiratórias, o que aumenta a tendência de colapso
destas que depois é sucedido por hipersuflação
pulmonar, limitação do fluxo aéreo e aprisionamento
do ar.
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Exclusivo
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viverra blandit.
CAUSAS DA DPOC:
.
página 5
• . Tabagismo e outras exposições inalatórias – de todas as exposições inalatórias o tabaco é o principal
fator de risco em todos os países, embora apenas 15 porcento dos fumantes desenvolvam DPOC
clinicamente aparente. A fumaça proveniente de cozimento ou aquecimento em ambientes internos
também é um fator importante em países em desenvolvimento .
• Fatores genéticos – A doença genética causadora mais bem definida é a deficiência da alfa-1
antitripsina, que é uma causa importante de enfisema em não tabagistas e aumenta acentuadamente a
suscetibilidade à doenças em fumadores .
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FISIOPATOLOGIA:
• Vários fatores causam a limitação do fluxo aéreo e
outras complicações da DPOC como:
• Inflamação- A inflamação na DPOC aumenta à
medida que a gravidade da doença aumenta e, na
doença grave(avançada), a inflamação não
desaparece completamente com a cessação do
tabagismo. Essa inflamação crônica parece não
responder aos corticoides
• Infeção – A infeção respiratória (pacientes com
DPOC são propensos a esta infeção) pode
amplificar da destruição do pulmão
• Limitação do fluxo do ar – A característica
fisiopatológica primordial da DPOC é a limitação
do fluxo aéreo provocada por estreitamento e/ou
obstrução das vias respiratórias, perda de retração
elástica, ou ambas
• .
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página7
Complicações:
• Além da limitação do fluxo aéreo e da
insuficiência respiratória, as complicações ás
vezes incluem :
• Hipertensão pulmonar
• Infeção respiratória viral ou bacteriana
• Perda ponderal e outras comorbidades
• Outras doenças como cancro do pulmão,
osteoporose podem ser também provocadas
por DPOC
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página8
página8
Sinais ou sintomas:
A DPOC leva anos a desenvolver e
progredir , o que em média segundo a
fonte maioria dos pacientes fumou 20
cigarros por dia durante mais de 20
anos.
Tosse produtiva é o sintoma inicial em
pacientes tabagistas com 40 ou 50 anos.
A dispneia que é progressiva,
persistente, relacionada com o esforça
na existência de infeção respiratória.
Os sinais incluem sibilos,
Uma fase expiratória prolongada da
respiração.
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SINAIS E SINTOMAS :
página9
• Hiper insuflação pulmonar que se
manifesta pela atenuação dos sons
cardíacos e pulmonares
• Aumento do diâmetro anteroposterior
do tórax
• Pacientes com enfisema avançado
perdem peso e desenvolvem perdas
muscular decorrente da imobilidade
• Hipoxia
• Liberação de mediadores
inflamatórios sistêmicos, como FNT-
ALFA
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EXACERBAÇÕES AGUDAS:
página10
• AS Exacerbações são comparadas muitas vezes como o
avc da parte pulmonar, as suas agudizações ocorrem de
forma esporádica durante a evolução da DPOC e são
normalmente anunciadas pelo aumento da gravidade dos
sintomas.
• É difícil de determinar a causa específica de qualquer
exacerbação, contudo são frequentemente atribuídas à
infeção da via respiratória superior de etiologia viral,
bronquite bacteriana aguda ou exposição a irritantes
respiratórios
• À medida que a DPOC progride, as agudizações tendem
a se tornar mais frequentes, chegando a cerca de 1 a 3
episódios/ano
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• DIAGNÓSTICO –
RADIOGRAFIAAO TÓRAX:
Exames de imagem :
Radiografia ao tórax pode revelar achados
característicos, em pacientes com enfisema, as
alterações podem incluir Hiper insuflação pulmonar
manifestada pela retificação do diafragma com
aumento do ângulo formado pelo esterno e
diafragma anterior do valor normal de 45º para 90º
na incidência lateral.
Outros achados típicos incluem aumento do espaço
aéreo retro esternal e uma sombra cardíaca estreita.
página 11
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DIAGNÓSTICO – TC DO TÓRAX:
página12
• TC do tórax: pode revelar anormalidades que
não são aparentes na radiografia de tórax,
sugestivas de doenças coexistentes ou
complicações, como pneumonia,
pneumoconiose ou cancro pulmonar
• A TC ajudar a avaliar a extensão e a
distribuição do enfisema, estimadas por
quantificação visual ou por análise da
distribuição da densidade pulmonar.
• Realização do TC são indicadas a pacientes
DPOC para a avaliação para a cirurgia de
redução de volume pulmonar
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• DIAGNÓSTICO –
EXAMES ADJUNTIVOS:
• Avaliar níveis de alfa1- antitripsina
• Eletrocardiograma - que normalmente serve
para descartar causas cardíacas de dispneia
• Ecocardiografia – ocasionalmente é útil para
avaliação da função ventricular direita e da
hipertensão pulmonar, embora seja
tecnicamente difícil em pacientes com
DPOC, com frequência é indicada quando há
presunção da coexistência de doença
ventricular esquerda ou valvopatia
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• Os pacientes com agudizações geralmente
têm combinações de tosse intensa, dispneia
bem como a baixa saturação de oxigênio na
oximetria de pulso, sudorese, taquicardia,
ansiedade e cianose. Pacientes com
exacerbações acompanhadas por retenção de
dióxido de carbono podem estar letárgicos ou
sonolentos.
• Todos os pacientes que exigem
hospitalização por causa da agudização
devem ser testados para quantificar a
hipoxemia e a hipercapnia. A hipercapnia
pode existir sem hipoxemia
• Utilização de coloração de GRAM e teste de
influenza para verificação de colonização de
bactérias ou vírus
DIAGNÓSTICO – AVALIAÇÃO DAS EXACERBAÇÕES:
página 14
Contos
o
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DIAGNÓSTICO – AVALIAÇÃO DAS EXACERBAÇÕES:
página 15
• Pacientes com suspeita de DPOC devem ser
submetidos a testes de função pulmonar para
confirmar a limitação do fluxo aéreo e quantificar
a sua gravidade e reversibilidade e para distinguir
DPOC de outros distúrbios, estes testes de função
pulmonar também são úteis para acompanhar as
progressões da doença e monitoramento da
resposta ao tratamento e esses principais testes
são:
• VEF1- O volume do ar expirado durante o
primeiro segundo depois de fazer uma inspiração
completa
• Capacidade vital forçada(CVF) – O volume total
de ar expirado com força máxima
Contos
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• Os pacientes com agudizações geralmente
têm combinações de tosse intensa, dispneia
bem como a baixa saturação de oxigênio na
oximetria de pulso, sudorese, taquicardia,
ansiedade e cianose. Pacientes com
exacerbações acompanhadas por retenção de
dióxido de carbono podem estar letárgicos ou
sonolentos.
• Todos os pacientes que exigem
hospitalização por causa da agudização
devem ser testados para quantificar a
hipoxemia e a hipercapnia. A hipercapnia
pode existir sem hipoxemia
• Utilização de coloração de GRAM e teste de
influenza para verificação de colonização de
bactérias ou vírus
DIAGNÓSTICO – AVALIAÇÃO DAS EXACERBAÇÕES:
página 16
Contos
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• Na continuação do slide anterior
o teste de curvas de fluxo-volume
– registros espirométricos
simultâneos do volume do
volume e fluxo aéreos durante
expiração e inspiração máximas
• Testes adicionais de função
pulmonar só são necessários em
circunstâncias específicas, como
antes da cirurgia de redução do
volume pulmonar. Outras
anormalidades nos testes pode
incluir :
DIAGNÓSTICO – AVALIAÇÃO DAS EXACERBAÇÕES:
página 17
Contos
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• Testes adicionais de função pulmonar só são
necessários em circunstâncias específicas,
como antes da cirurgia de redução do
volume pulmonar. Outras anormalidades
nos testes pode incluir :
• Aumento total da capacidade pulmonar
• Aumento da capacidade residual funcional
• Aumento do volume residual
• Diminuição da capacidade vital
• Diminuição da capacidade de difusão de
monóxido de carbono em respiração única
DIAGNÓSTICO – AVALIAÇÃO DAS EXACERBAÇÕES:
página 18
Contos
o
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• Achados de aumento de
capacidade pulmonar,
capacidade residual
funcional e volume residual
podem ajudar na
diferenciação de um DPOC
de uma pneumonia restritiva,
em que essas medições são
reduzidas.
DIAGNÓSTICO – AVALIAÇÃO DAS EXACERBAÇÕES:
página 19
Contos
o
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• É possível obter uma
previsão mais precisa do
risco de morte medindo
simultaneamente: O índice
de massa corporal, o grau de
obstrução das vias
respiratórias ( VEF1), a
Dispeneia e a Capacidade de
exercício
• Formando o índice de BODE
Prognóstico:
página 20
Contos
o
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Os principais tratamentos são :
• Cessar o tabagismo
• Broncodilatores inalatórios,
corticoides ou até mesmo
ambos
• Tratamento de suporte como
exemplo a suplementação de
oxigênio e a reabilitação
pulmonar
DIAGNÓSTICO – AVALIAÇÃO DAS EXACERBAÇÕES:
página 21
Contos
o
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Tratamento:
Tratamento de DPOC estável visa prevenir
as exacerbações e melhorar as funções
pulmonares e físicas. Aliviar os sintomas de
maneira rápida, principalmente com
fármacos beta-adrenérgicos de ação rápida e
diminuir as exacerbações com corticoides
inalatórios, fármacos beta- adrenérgicos de
ação prolongada e anticolinérgicos de ação
prolongada também, e pode se combinar
entre eles .
página 22
Contos
o
Farmacêutica
Contoso
página 23
A reabilitação pulmonar consiste no
treino com exercícios estruturados e
supervisionados , orientação nutricional
e instruções como o paciente se deve
cuidar
Oxigenioterapia( administração de
oxigénio ) para pacientes selecionados
No tratamento das exacerbações
assegura-se os níveis de oxigenação
adequada e ph sanguíneo próximo do
normal, reverte a obstrução das vias
respiratórias e trata qualquer causa.
Tratamento:
Contos
o
Farmacêutica
Contoso
Obrigado!
página 24
Conclusão:
Após esta abordagem esperamos ter ido ao encontro do solicitado e alargado a esfera
de conhecimentos, sobre esta patologia ,que se não for diagnosticada atempadamente
pode levar a danos colaterais irreversíveis, inclusive a morte.
Primeiro aconselha-mos a deixar de fumar pois nos países desenvolvidos os principais
lesados são fumadores como puderam perceber, espero que tenham ficado elucidados
com este trabalho o que é a DPOC! e suas complicações e respetivos tratamentos.

UFCD-6566 Doenca obstrutiva pulmonar pptx

  • 1.
    UFCD: Noções Gerais doSistema Circulatório Respiratório Formadora: Daniela Mendes Formandos : Diogo Pina,Rafael Alves, Rute Pancha Mediadora. Drº Claúdia lameiras Coordenadora. Drª Susana Carvalho Contoso Farmacêutica Contoso Doença Obstrutiva Pulmonar Crónica
  • 2.
    Contos o Farmacêutica Contoso Introdução: • Neste trabalhovamos dar a conhecer a Doença Pulmonar obstrutiva crônica(DPOC) no âmbito da UFCD 6566 Sistema circulatório e respiratório, aborda-mos o conceito, as causas, os sintomas, diagnóstico e tratamento. página 2
  • 3.
    DPOC: • A DPOCé a limitação do fluxo de ar provocada por resposta inflamatória a toxinas inalatórias, normalmente o tabaco é o mais conhecido por causar DPOC, mas no entanto existe casos de DPOC que não são tabagistas que resulta de uma deficiência de alfa-1 antitripsina e uma variedade de exposições • Os sintomas são tosse produtiva e dispneia, mas iremos abordar mais a frente especificamente cada um .
  • 4.
    Contos o Farmacêutica Contoso página 4 A DPOCenvolve : • Bronquite obstrutiva ( determinada clinicamente ) a bronquite obstrutiva é definida como o desenvolvimento de evidências espirométricas de obstrução das vias respiratórias tornando-se crônica quando for diariamente com a duração mínima de 3 meses em 2 anos consecutivos • Enfisema pulmonar ( determinado patológica ou radiologicamente ) é a destruição do parênquima pulmonar, com a perda da retração elástica dos septos alveolares e da tração radial das vias respiratórias, o que aumenta a tendência de colapso destas que depois é sucedido por hipersuflação pulmonar, limitação do fluxo aéreo e aprisionamento do ar.
  • 5.
    Contos o Farmacêutica Contoso Exclusivo Lorem ipsum dolor sitamet, consectetur adipiscing elit. Primeiro a Entrar no Mercado Etiam aliquet eu mi. Ut fermentum a magna ut eleifend. Testado Integer convallis suscipit eu varius. Morbi a purus dolor. Autêntico Suspendisse sit amet ipsum varius finibus justo viverra blandit. CAUSAS DA DPOC: . página 5 • . Tabagismo e outras exposições inalatórias – de todas as exposições inalatórias o tabaco é o principal fator de risco em todos os países, embora apenas 15 porcento dos fumantes desenvolvam DPOC clinicamente aparente. A fumaça proveniente de cozimento ou aquecimento em ambientes internos também é um fator importante em países em desenvolvimento . • Fatores genéticos – A doença genética causadora mais bem definida é a deficiência da alfa-1 antitripsina, que é uma causa importante de enfisema em não tabagistas e aumenta acentuadamente a suscetibilidade à doenças em fumadores .
  • 6.
    Contos o Farmacêutica Contoso FISIOPATOLOGIA: • Vários fatorescausam a limitação do fluxo aéreo e outras complicações da DPOC como: • Inflamação- A inflamação na DPOC aumenta à medida que a gravidade da doença aumenta e, na doença grave(avançada), a inflamação não desaparece completamente com a cessação do tabagismo. Essa inflamação crônica parece não responder aos corticoides • Infeção – A infeção respiratória (pacientes com DPOC são propensos a esta infeção) pode amplificar da destruição do pulmão • Limitação do fluxo do ar – A característica fisiopatológica primordial da DPOC é a limitação do fluxo aéreo provocada por estreitamento e/ou obstrução das vias respiratórias, perda de retração elástica, ou ambas • . página 6
  • 7.
    Contos o Farmacêutica Contoso página7 Complicações: • Além dalimitação do fluxo aéreo e da insuficiência respiratória, as complicações ás vezes incluem : • Hipertensão pulmonar • Infeção respiratória viral ou bacteriana • Perda ponderal e outras comorbidades • Outras doenças como cancro do pulmão, osteoporose podem ser também provocadas por DPOC
  • 8.
    Contos o Farmacêutica Contoso página8 página8 Sinais ou sintomas: ADPOC leva anos a desenvolver e progredir , o que em média segundo a fonte maioria dos pacientes fumou 20 cigarros por dia durante mais de 20 anos. Tosse produtiva é o sintoma inicial em pacientes tabagistas com 40 ou 50 anos. A dispneia que é progressiva, persistente, relacionada com o esforça na existência de infeção respiratória. Os sinais incluem sibilos, Uma fase expiratória prolongada da respiração.
  • 9.
    Contos o Farmacêutica Contoso SINAIS E SINTOMAS: página9 • Hiper insuflação pulmonar que se manifesta pela atenuação dos sons cardíacos e pulmonares • Aumento do diâmetro anteroposterior do tórax • Pacientes com enfisema avançado perdem peso e desenvolvem perdas muscular decorrente da imobilidade • Hipoxia • Liberação de mediadores inflamatórios sistêmicos, como FNT- ALFA
  • 10.
    Contos o Farmacêutica Contoso EXACERBAÇÕES AGUDAS: página10 • ASExacerbações são comparadas muitas vezes como o avc da parte pulmonar, as suas agudizações ocorrem de forma esporádica durante a evolução da DPOC e são normalmente anunciadas pelo aumento da gravidade dos sintomas. • É difícil de determinar a causa específica de qualquer exacerbação, contudo são frequentemente atribuídas à infeção da via respiratória superior de etiologia viral, bronquite bacteriana aguda ou exposição a irritantes respiratórios • À medida que a DPOC progride, as agudizações tendem a se tornar mais frequentes, chegando a cerca de 1 a 3 episódios/ano
  • 11.
    Contos o Farmacêutica Contoso • DIAGNÓSTICO – RADIOGRAFIAAOTÓRAX: Exames de imagem : Radiografia ao tórax pode revelar achados característicos, em pacientes com enfisema, as alterações podem incluir Hiper insuflação pulmonar manifestada pela retificação do diafragma com aumento do ângulo formado pelo esterno e diafragma anterior do valor normal de 45º para 90º na incidência lateral. Outros achados típicos incluem aumento do espaço aéreo retro esternal e uma sombra cardíaca estreita. página 11
  • 12.
    Contos o Farmacêutica Contoso DIAGNÓSTICO – TCDO TÓRAX: página12 • TC do tórax: pode revelar anormalidades que não são aparentes na radiografia de tórax, sugestivas de doenças coexistentes ou complicações, como pneumonia, pneumoconiose ou cancro pulmonar • A TC ajudar a avaliar a extensão e a distribuição do enfisema, estimadas por quantificação visual ou por análise da distribuição da densidade pulmonar. • Realização do TC são indicadas a pacientes DPOC para a avaliação para a cirurgia de redução de volume pulmonar
  • 13.
    Contos o Farmacêutica Contoso página13 • DIAGNÓSTICO – EXAMESADJUNTIVOS: • Avaliar níveis de alfa1- antitripsina • Eletrocardiograma - que normalmente serve para descartar causas cardíacas de dispneia • Ecocardiografia – ocasionalmente é útil para avaliação da função ventricular direita e da hipertensão pulmonar, embora seja tecnicamente difícil em pacientes com DPOC, com frequência é indicada quando há presunção da coexistência de doença ventricular esquerda ou valvopatia
  • 14.
    Contos o Farmacêutica Contoso • Os pacientescom agudizações geralmente têm combinações de tosse intensa, dispneia bem como a baixa saturação de oxigênio na oximetria de pulso, sudorese, taquicardia, ansiedade e cianose. Pacientes com exacerbações acompanhadas por retenção de dióxido de carbono podem estar letárgicos ou sonolentos. • Todos os pacientes que exigem hospitalização por causa da agudização devem ser testados para quantificar a hipoxemia e a hipercapnia. A hipercapnia pode existir sem hipoxemia • Utilização de coloração de GRAM e teste de influenza para verificação de colonização de bactérias ou vírus DIAGNÓSTICO – AVALIAÇÃO DAS EXACERBAÇÕES: página 14
  • 15.
    Contos o Farmacêutica Contoso DIAGNÓSTICO – AVALIAÇÃODAS EXACERBAÇÕES: página 15 • Pacientes com suspeita de DPOC devem ser submetidos a testes de função pulmonar para confirmar a limitação do fluxo aéreo e quantificar a sua gravidade e reversibilidade e para distinguir DPOC de outros distúrbios, estes testes de função pulmonar também são úteis para acompanhar as progressões da doença e monitoramento da resposta ao tratamento e esses principais testes são: • VEF1- O volume do ar expirado durante o primeiro segundo depois de fazer uma inspiração completa • Capacidade vital forçada(CVF) – O volume total de ar expirado com força máxima
  • 16.
    Contos o Farmacêutica Contoso • Os pacientescom agudizações geralmente têm combinações de tosse intensa, dispneia bem como a baixa saturação de oxigênio na oximetria de pulso, sudorese, taquicardia, ansiedade e cianose. Pacientes com exacerbações acompanhadas por retenção de dióxido de carbono podem estar letárgicos ou sonolentos. • Todos os pacientes que exigem hospitalização por causa da agudização devem ser testados para quantificar a hipoxemia e a hipercapnia. A hipercapnia pode existir sem hipoxemia • Utilização de coloração de GRAM e teste de influenza para verificação de colonização de bactérias ou vírus DIAGNÓSTICO – AVALIAÇÃO DAS EXACERBAÇÕES: página 16
  • 17.
    Contos o Farmacêutica Contoso • Na continuaçãodo slide anterior o teste de curvas de fluxo-volume – registros espirométricos simultâneos do volume do volume e fluxo aéreos durante expiração e inspiração máximas • Testes adicionais de função pulmonar só são necessários em circunstâncias específicas, como antes da cirurgia de redução do volume pulmonar. Outras anormalidades nos testes pode incluir : DIAGNÓSTICO – AVALIAÇÃO DAS EXACERBAÇÕES: página 17
  • 18.
    Contos o Farmacêutica Contoso • Testes adicionaisde função pulmonar só são necessários em circunstâncias específicas, como antes da cirurgia de redução do volume pulmonar. Outras anormalidades nos testes pode incluir : • Aumento total da capacidade pulmonar • Aumento da capacidade residual funcional • Aumento do volume residual • Diminuição da capacidade vital • Diminuição da capacidade de difusão de monóxido de carbono em respiração única DIAGNÓSTICO – AVALIAÇÃO DAS EXACERBAÇÕES: página 18
  • 19.
    Contos o Farmacêutica Contoso • Achados deaumento de capacidade pulmonar, capacidade residual funcional e volume residual podem ajudar na diferenciação de um DPOC de uma pneumonia restritiva, em que essas medições são reduzidas. DIAGNÓSTICO – AVALIAÇÃO DAS EXACERBAÇÕES: página 19
  • 20.
    Contos o Farmacêutica Contoso • É possívelobter uma previsão mais precisa do risco de morte medindo simultaneamente: O índice de massa corporal, o grau de obstrução das vias respiratórias ( VEF1), a Dispeneia e a Capacidade de exercício • Formando o índice de BODE Prognóstico: página 20
  • 21.
    Contos o Farmacêutica Contoso Os principais tratamentossão : • Cessar o tabagismo • Broncodilatores inalatórios, corticoides ou até mesmo ambos • Tratamento de suporte como exemplo a suplementação de oxigênio e a reabilitação pulmonar DIAGNÓSTICO – AVALIAÇÃO DAS EXACERBAÇÕES: página 21
  • 22.
    Contos o Farmacêutica Contoso Tratamento: Tratamento de DPOCestável visa prevenir as exacerbações e melhorar as funções pulmonares e físicas. Aliviar os sintomas de maneira rápida, principalmente com fármacos beta-adrenérgicos de ação rápida e diminuir as exacerbações com corticoides inalatórios, fármacos beta- adrenérgicos de ação prolongada e anticolinérgicos de ação prolongada também, e pode se combinar entre eles . página 22
  • 23.
    Contos o Farmacêutica Contoso página 23 A reabilitaçãopulmonar consiste no treino com exercícios estruturados e supervisionados , orientação nutricional e instruções como o paciente se deve cuidar Oxigenioterapia( administração de oxigénio ) para pacientes selecionados No tratamento das exacerbações assegura-se os níveis de oxigenação adequada e ph sanguíneo próximo do normal, reverte a obstrução das vias respiratórias e trata qualquer causa. Tratamento:
  • 24.
    Contos o Farmacêutica Contoso Obrigado! página 24 Conclusão: Após estaabordagem esperamos ter ido ao encontro do solicitado e alargado a esfera de conhecimentos, sobre esta patologia ,que se não for diagnosticada atempadamente pode levar a danos colaterais irreversíveis, inclusive a morte. Primeiro aconselha-mos a deixar de fumar pois nos países desenvolvidos os principais lesados são fumadores como puderam perceber, espero que tenham ficado elucidados com este trabalho o que é a DPOC! e suas complicações e respetivos tratamentos.