O documento analisa o paradoxo no mercado de trabalho brasileiro, onde, apesar do baixo crescimento econômico (0,9% ao ano), a criação de empregos e a população ativa estão em expansão. Em 2012, o aumento na geração de postos de trabalho contrasta com a dificuldade de retenção de talentos, resultado da alta rotatividade e salários reais em crescimento. Sugere que empresas devem adaptar suas estratégias de atração e retenção de profissionais, oferecendo propostas salariais competitivas e oportunidades de desenvolvimento.