Este poema de Castro Alves descreve uma tarde no mar, onde o poeta reflete sobre a fugacidade da vida e da memória. Ele se lembra de seus amigos ausentes e compara seus próprios poemas a espumas flutuantes no mar, que levam lembranças, assim como as ondas levam a saudade dos marinheiros. O poema exalta a importância da literatura e dos livros para preservar a memória das pessoas e das nações.