O documento discute as primeiras tentativas de explicar a biodiversidade através do fixismo e da evolução das espécies. Aborda as três correntes fixistas - criacionismo, traducianismo e catastrofismo - que defendiam a imutabilidade dos seres vivos, ao contrário das teorias evolucionistas de Lamarck e Darwin que propunham a mudança gradual das espécies ao longo do tempo.