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EVOLUÇÃO E SUA COMPLEXIDADE DIALÉTICA
Thiago de Ávila Medeiros
botanicatam@yahoo.com.br
Disciplina: Evolução
4º e 5º período em Ciências Biológicas
Faculdades São José
Rio de Janeiro – 2015.2
Objetivos, habilidades e
competências
 Levar o aluno a compreender, através de noções básicas, os
padrões e processos evolutivos.
 Levar a uma compreensão holística acerca da biodiversidade e as
relações evolutivas como tal.
 Despertar o sentido comparado nos estudos biológicos.
Conteúdo Programático
 Histórico da teoria evolutiva,
 introdução à obra de Darwin.
O começo de tudo . . .
O pensar evolutivo
EVOLUÇÃO – O CONCEITO
 Evolução é a mudança comumente descrita pelo uso da
palavra desenvolvimento.
 Ex.: Desenvolvimento do automóvel.
EVOLUÇÃO - ORGÂNICA
 Aplicação do conceito de evolução às formas vivas.
 Teoria de que as plantas, animais e todos os organismos
vivos atuais são descendentes com modificações de
plantas, animais e outros organismos que viveram no
passado.
PROPRIEDADES
 Esta descendência direta é uma propriedade específica da
evolução orgânica.
 A mudança ocorre entre gerações.
 Diferentemente do senso comum, que atribui a origem de
uma forma moderna a partir de outra forma moderna (“O
homem veio dos macacos”), cada forma atual é produto de
longa história evolutiva.
• A teoria evolutiva pode ser considerada como um eixo centralizador e integrador das
demais ciências biológicas.
• TIDON e LEWONTIN (2004) apontaram uma série de dificuldades dos professores
que trabalham conteúdos de evolução biológica, tais como:
1. Problemas com o material didático e com o currículo escolar;
2. A falta de preparo dos alunos para a compreensão desse assunto;
3. Concepções equivocadas dos próprios professores;
4. Por fim, os autores chamam a atenção às campanhas de resistência ao ensino
do darwinismo por organizações religiosas .
• Percebe-se que por mais que seja um tema secular, os
desafios nos ensino sobre o tema estão longe de serem
superados.
• E a problemática referente as resistências no ensino de
tais conteúdos é tema central desta dissertação.
Quais são os objetivos da Biologia
Evolutiva?
Segundo FUTUYMA (2002, p.12):
A Biologia Evolutiva tem dois objetivos amplos:
Descobrir a História da vida na Terra: isto é, (1) determinar as relações ancestral-
descendente entre todas as espécies que já viveram — sua filogenia; (2) determinar as épocas
em que elas surgiram e se extinguiram; e (3) determinar a origem de suas características,
bem como o ritmo e o curso de suas mudanças e
Compreender os processos causais da Evolução: isto é, compreender (1) as origens das
variações hereditárias; (2) de que modo processos diversos atuam no sentido de influenciar o
destino dessas variações; (3) a importância relativa dos numerosos processos coadjuvantes
das mudanças; (4) com que velocidade ocorrem as mudanças; (5) como processos tais como
a mutação, a seleção natural e a deriva genética deram origem às diversas características
moleculares, anatômicas, comportamentais e outras dos diferentes organismos; e (6) como
populações se tornam espécies diferentes.
BREVE HISTÓRIA DA IDÉIA DE
EVOLUÇÃO
BREVE HISTÓRIA DA IDÉIA DE
EVOLUÇÃO
O pensamento evolutivo anterior a Darwin: do
Fixismo ao Lamarckismo
BREVE HISTÓRIA DA IDÉIA DE
EVOLUÇÃO
Grécia Antiga
ANAXIMANDRO
(Século VI aC)
 Primeiramente os homens foram
formados como peixes, mas com
o tempo perderam a pele de
peixe e iniciaram a vida em terra
firme.
XENÓFANES
(Século V aC, contemporâneo parcial de Anaximandro)
 Reconheceu que os fósseis,
como as conchas petrificadas
incluídas nas rochas, são restos
de animais que existiram
anteriormente.
 Também compreendeu que a
presença de fósseis marinhos
onde hoje é terra firme indica
que o oceano cobriu esta área
no passado.
EMPÉDOCLES
(Século V aC)
 As plantas surgiram da terra e subsequentemente os
animais. Os animais surgiam como resultado da junção
casual de órgãos.
 A maioria eram monstros aberrantes incapazes de
sobreviver, mas ocasionalmente surgia uma combinação
bem sucedida.
 Estas combinações sobreviveram e povoaram a terra.
Embora a ideia pareça lógica, entre os organismos
formados desta maneira estava incluído o homem.
ARISTÓTELES
(Século IV aC ou 340 aC)
 Estudioso da
biologia marinha na
ilha de Lesbos.
Evolução aristotélica
 Existe uma gradação completa na natureza: o estágio mais
baixo é o inorgânico, do qual surgiu o estágio orgânico, por
metamorfose direta.
 O mundo orgânico consistia de 3 estágios:
✓ 1-Vegetais;
✓ 2-Vegetais-animais, como as esponjas;
✓ 3-Animais, com sensibilidade.
 Desenhou a primeira árvore genealógica, como uma linha reta
desde os pólipos até o homem, sem incluir os animais fósseis.
De Aristóteles a Lamarck:
2000 anos de alicerce
Século XIX
LAMARCK
(Século XIX)
 Propôs que a evolução
orgânica causaria
diferenças observadas
entre espécies, mas
determinou erroneamente
o mecanismo.
LAMARCK
(Século XIX)
 (1) tendência para o aumento da
complexidade:
Lamarck constatou, a partir de comparações
entre os organismos atuais com outros que
surgiram antes, que havia um aumento da
complexidade dos organismos, o que
caracterizou como certo aperfeiçoamento;
 (2) surgimento de órgãos em função de
necessidades e que acabam se mantendo:
“A produção de um novo órgão em um
corpo animal resulta de uma nova
necessidade que surgiu e que continua a se
fazer sentir e de um novo movimento que
essa necessidade faz nascer e mantém”;
LAMARCK
(Século XIX)
 (3) Lei do Uso e do Desuso:
 Para Lamarck, o uso frequente de um órgão
aumenta sua capacidade, seu
desenvolvimento, e órgãos pouco
utilizados podem atrofiar e perder suas
funções. Cabe aqui o exemplo da girafa,
que, segundo o autor, de tanto forçar a
musculatura, acabava por alongar o
pescoço e;
 (4) herança dos Caracteres Adquiridos:
 Lamarck afirmava que algumas
características adquiridas durante a vida
dos organismos eram transmitidas para as
próximas gerações, mas não conseguiu
explicar ou exemplificar o mecanismo
dessa transmissão.
 Primeira árvore-da-vida com ramos, incluindo os fósseis,
foi publicada em 1809, na Philosophie Zoologique.
 Ainda usada hoje da mesma maneira, contém as relações
entre os aninais.
LINNAEUS
(Século XVIII)
 Criou o sistema de
classificação atual
dos seres vivos.
Carl Linnaeus
 Acreditava que as espécies de animais e vegetais que
nomeou eram na maioria as criadas como descrito no
Gênesis.
 Seu pensamento se modificou, tendo admitido
posteriormente que novas espécies poderiam surgir por
hibridização entre espécies.
BUFFON
 Realizou o inventário das
espécies conhecidas em
Histoire naturelle, por
volta de 1730-70.
BARÃO DE CUVIER
(Séculos XVIII e XIX)
 Teoria do CATASTROFISMO – os
animais constantes do registro fóssil
se extinguiram sem deixar
descendentes.
 Talvez grandes calamidades como
enchentes os tenham dizimado, sendo
substituídos por outras espécies
especialmente criadas ou vindas de
outra partes da Terra.
Van BAER
 Em 1828 generalizou que os
embriões passam por estados de
desenvolvimento muito
similares aos das formas
ancestrais.
GEOFFREY St. HILAIRE
 Defendia a existência de ancestralidade entre moluscos e
vertebrados e debateu com Cuvier (em 1830) sobre a
existência da homologia, que implica na evolução a partir
de ancestrais comuns.
Charles Darwin e
Alfred Russel Wallace
 (1) evolução, o mundo é mutável e os organismos
transformados ao longo do tempo;
 (2) descendência comum, os organismos descendem de
ancestrais comuns;
 (3) multiplicação de espécies, explica a enorme diversidade
orgânica pelo estabelecimento de isolamento geográfico entre
populações que evoluem para novas espécies;
 (4) gradualismo, as mudanças evolucionárias são graduais e
 (5) seleção natural, as mudanças evolutivas ocorrem através de
uma produção abundante de variações genéticas e os
indivíduos que sobrevivem tem melhores adaptações.
DARWIN
(Século XIX)
 Circunavegou o globo no HMS Beagle.
 Evolução por adaptação e seleção natural. Única teoria capaz
de unificar a biologia.
 Rascunhou suas ideias sobre seleção natural em 1844, mas
somente publicou quando provocado por Wallace em 1858.
 Em 1859 publicou “A origem das espécies através da seleção
natural ou a preservação das raças favorecidas na batalha da
vida”.
WALLACE
(Século XIX)
 Ideias semelhantes às de Darwin, exceto que não admitiu
jamais que se aplicassem ao homem.
 Enviou carta a Darwin sobre suas ideias, de maneira que
resolveram publicar pequenos artigos simultaneamente.
As influências de Darwin
Influências da Geologia:
Charles Lyell foi uma das personalidades que mais influenciou
Darwin, pois este geólogo na época admitiu que:
 As leis são constantes no espaço e no tempo;
 Se deve explicar o passado a partir de dados do presente;
 Na longa história da Terra decorreram permanentemente mudanças
geológicas lentas e graduais.
As influências de Darwin
Durante a viagem no Beagle, Darwin observou ainda numerosos
fósseis, tendo descoberto nas rochas dos Andes, a milhares de
metros de altitude, fósseis de conchas de animais marinhos.
É provável que tenha admitido que, se a terra tem milhões de
anos e está em mudanças constantes e graduais, então, de um
modo semelhante, a vida sobre a terra poderia ter seguido o
mesmo percurso.
Os seres experimentam ao longo dos anos mudanças contínuas e
graduais, inicialmente imperceptíveis, mas que com o tempo
acabam por ter significado.
As influências de Darwin
Malthusianismo:
 No Outono de 1838, Darwin leu um trabalho publicado pelo e
economista e teólogo Thomas Malthus.
 De acordo com Malthus, a população humana tende a crescer para
além das possibilidades do meio para a sustentar.
 Então se os fatores externos, como doenças e falta de alimento, não
limitassem o crescimento da população humana, esta duplicaria de
25 em 25 anos.
 Darwin utilizou as ideias de Malthus relativamente à população
humana e adaptou-as as populações animais.
As influências de Darwin
Malthusianismo:
 Por exemplo, os elefantes tem uma baixa taxa de reprodução, se um casal
procriasse dos 30 aos 90 anos e tivesse apenas seis crias neste período de
tempo, os seus descendentes poderiam originar 19 milhões de elefantes em
750 anos.
 No entanto, isso não acontece, o número de elefantes mantém-se
constante.
 Na enorme diversidade do mundo do mundo vivo, e devido à escassez de
recursos, vai ocorrer uma luta pela sobrevivência e, como resultado dessa
competição, a partir de certa altura a mortalidade compensa a natalidade e
crescimento da população estabiliza.
HAECKEL
 Lei biogenética (1866): a ontogenia recapitula a filogenia.
FISHER, WRIGHT e HALDANE
 Entre 1818 e 1832 estabeleceram a teoria matemática da
genética de populações e suas relações com a evolução.
Primeira síntese evolutiva.
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DOBZHANSKY (1937)
 “Nada na biologia faz
sentido, exceto à luz da
evolução”.
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Síntese Evolutiva
 Juntamente com MAYR, SIMPSON, STEBBINS e
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Teoria Sintética da Evolução, mostrando que a seleção
natural agindo sobre as variações genéticas descritas por
MENDEL era consistente com a evolução de populações,
espécies e registro fóssil.
KIMURA
 Desenvolveu a partir de 1964 o Modelo Neutro para a
evolução molecular.
 Base para o relógio molecular.
LEWONTIN e HUBBY
 Demonstram a existência dos polimorfismos bioquímicos
e iniciam o debate entre a evolução neutra e evolução
adaptativa.
GOULD E STEPHEN JAY
 Maior defensor do fenômeno da evolução.
 Maior divulgador da ideia evolutiva.
EVOLUÇÃO E SUA COMPLEXIDADE DIALÉTICA
Thiago de Ávila Medeiros
botanicatam@yahoo.com.br
Disciplina: Evolução
4º e 5º período em Ciências Biológicas
Faculdades São José
Rio de Janeiro – 2015.2
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A complexidade dialética do processo evolutivo

  • 1. EVOLUÇÃO E SUA COMPLEXIDADE DIALÉTICA Thiago de Ávila Medeiros botanicatam@yahoo.com.br Disciplina: Evolução 4º e 5º período em Ciências Biológicas Faculdades São José Rio de Janeiro – 2015.2
  • 2. Objetivos, habilidades e competências  Levar o aluno a compreender, através de noções básicas, os padrões e processos evolutivos.  Levar a uma compreensão holística acerca da biodiversidade e as relações evolutivas como tal.  Despertar o sentido comparado nos estudos biológicos.
  • 3. Conteúdo Programático  Histórico da teoria evolutiva,  introdução à obra de Darwin.
  • 4. O começo de tudo . . .
  • 6. EVOLUÇÃO – O CONCEITO  Evolução é a mudança comumente descrita pelo uso da palavra desenvolvimento.  Ex.: Desenvolvimento do automóvel.
  • 7. EVOLUÇÃO - ORGÂNICA  Aplicação do conceito de evolução às formas vivas.  Teoria de que as plantas, animais e todos os organismos vivos atuais são descendentes com modificações de plantas, animais e outros organismos que viveram no passado.
  • 8. PROPRIEDADES  Esta descendência direta é uma propriedade específica da evolução orgânica.  A mudança ocorre entre gerações.  Diferentemente do senso comum, que atribui a origem de uma forma moderna a partir de outra forma moderna (“O homem veio dos macacos”), cada forma atual é produto de longa história evolutiva.
  • 9. • A teoria evolutiva pode ser considerada como um eixo centralizador e integrador das demais ciências biológicas. • TIDON e LEWONTIN (2004) apontaram uma série de dificuldades dos professores que trabalham conteúdos de evolução biológica, tais como: 1. Problemas com o material didático e com o currículo escolar; 2. A falta de preparo dos alunos para a compreensão desse assunto; 3. Concepções equivocadas dos próprios professores; 4. Por fim, os autores chamam a atenção às campanhas de resistência ao ensino do darwinismo por organizações religiosas .
  • 10. • Percebe-se que por mais que seja um tema secular, os desafios nos ensino sobre o tema estão longe de serem superados. • E a problemática referente as resistências no ensino de tais conteúdos é tema central desta dissertação.
  • 11. Quais são os objetivos da Biologia Evolutiva? Segundo FUTUYMA (2002, p.12): A Biologia Evolutiva tem dois objetivos amplos: Descobrir a História da vida na Terra: isto é, (1) determinar as relações ancestral- descendente entre todas as espécies que já viveram — sua filogenia; (2) determinar as épocas em que elas surgiram e se extinguiram; e (3) determinar a origem de suas características, bem como o ritmo e o curso de suas mudanças e Compreender os processos causais da Evolução: isto é, compreender (1) as origens das variações hereditárias; (2) de que modo processos diversos atuam no sentido de influenciar o destino dessas variações; (3) a importância relativa dos numerosos processos coadjuvantes das mudanças; (4) com que velocidade ocorrem as mudanças; (5) como processos tais como a mutação, a seleção natural e a deriva genética deram origem às diversas características moleculares, anatômicas, comportamentais e outras dos diferentes organismos; e (6) como populações se tornam espécies diferentes.
  • 12. BREVE HISTÓRIA DA IDÉIA DE EVOLUÇÃO
  • 13. BREVE HISTÓRIA DA IDÉIA DE EVOLUÇÃO O pensamento evolutivo anterior a Darwin: do Fixismo ao Lamarckismo
  • 14. BREVE HISTÓRIA DA IDÉIA DE EVOLUÇÃO Grécia Antiga
  • 15. ANAXIMANDRO (Século VI aC)  Primeiramente os homens foram formados como peixes, mas com o tempo perderam a pele de peixe e iniciaram a vida em terra firme.
  • 16. XENÓFANES (Século V aC, contemporâneo parcial de Anaximandro)  Reconheceu que os fósseis, como as conchas petrificadas incluídas nas rochas, são restos de animais que existiram anteriormente.  Também compreendeu que a presença de fósseis marinhos onde hoje é terra firme indica que o oceano cobriu esta área no passado.
  • 17. EMPÉDOCLES (Século V aC)  As plantas surgiram da terra e subsequentemente os animais. Os animais surgiam como resultado da junção casual de órgãos.  A maioria eram monstros aberrantes incapazes de sobreviver, mas ocasionalmente surgia uma combinação bem sucedida.  Estas combinações sobreviveram e povoaram a terra. Embora a ideia pareça lógica, entre os organismos formados desta maneira estava incluído o homem.
  • 18. ARISTÓTELES (Século IV aC ou 340 aC)  Estudioso da biologia marinha na ilha de Lesbos.
  • 19. Evolução aristotélica  Existe uma gradação completa na natureza: o estágio mais baixo é o inorgânico, do qual surgiu o estágio orgânico, por metamorfose direta.  O mundo orgânico consistia de 3 estágios: ✓ 1-Vegetais; ✓ 2-Vegetais-animais, como as esponjas; ✓ 3-Animais, com sensibilidade.  Desenhou a primeira árvore genealógica, como uma linha reta desde os pólipos até o homem, sem incluir os animais fósseis.
  • 20. De Aristóteles a Lamarck: 2000 anos de alicerce Século XIX
  • 21. LAMARCK (Século XIX)  Propôs que a evolução orgânica causaria diferenças observadas entre espécies, mas determinou erroneamente o mecanismo.
  • 22. LAMARCK (Século XIX)  (1) tendência para o aumento da complexidade: Lamarck constatou, a partir de comparações entre os organismos atuais com outros que surgiram antes, que havia um aumento da complexidade dos organismos, o que caracterizou como certo aperfeiçoamento;  (2) surgimento de órgãos em função de necessidades e que acabam se mantendo: “A produção de um novo órgão em um corpo animal resulta de uma nova necessidade que surgiu e que continua a se fazer sentir e de um novo movimento que essa necessidade faz nascer e mantém”;
  • 23. LAMARCK (Século XIX)  (3) Lei do Uso e do Desuso:  Para Lamarck, o uso frequente de um órgão aumenta sua capacidade, seu desenvolvimento, e órgãos pouco utilizados podem atrofiar e perder suas funções. Cabe aqui o exemplo da girafa, que, segundo o autor, de tanto forçar a musculatura, acabava por alongar o pescoço e;  (4) herança dos Caracteres Adquiridos:  Lamarck afirmava que algumas características adquiridas durante a vida dos organismos eram transmitidas para as próximas gerações, mas não conseguiu explicar ou exemplificar o mecanismo dessa transmissão.
  • 24.  Primeira árvore-da-vida com ramos, incluindo os fósseis, foi publicada em 1809, na Philosophie Zoologique.  Ainda usada hoje da mesma maneira, contém as relações entre os aninais.
  • 25. LINNAEUS (Século XVIII)  Criou o sistema de classificação atual dos seres vivos.
  • 26. Carl Linnaeus  Acreditava que as espécies de animais e vegetais que nomeou eram na maioria as criadas como descrito no Gênesis.  Seu pensamento se modificou, tendo admitido posteriormente que novas espécies poderiam surgir por hibridização entre espécies.
  • 27. BUFFON  Realizou o inventário das espécies conhecidas em Histoire naturelle, por volta de 1730-70.
  • 28. BARÃO DE CUVIER (Séculos XVIII e XIX)  Teoria do CATASTROFISMO – os animais constantes do registro fóssil se extinguiram sem deixar descendentes.  Talvez grandes calamidades como enchentes os tenham dizimado, sendo substituídos por outras espécies especialmente criadas ou vindas de outra partes da Terra.
  • 29. Van BAER  Em 1828 generalizou que os embriões passam por estados de desenvolvimento muito similares aos das formas ancestrais.
  • 30. GEOFFREY St. HILAIRE  Defendia a existência de ancestralidade entre moluscos e vertebrados e debateu com Cuvier (em 1830) sobre a existência da homologia, que implica na evolução a partir de ancestrais comuns.
  • 31. Charles Darwin e Alfred Russel Wallace
  • 32.  (1) evolução, o mundo é mutável e os organismos transformados ao longo do tempo;  (2) descendência comum, os organismos descendem de ancestrais comuns;  (3) multiplicação de espécies, explica a enorme diversidade orgânica pelo estabelecimento de isolamento geográfico entre populações que evoluem para novas espécies;  (4) gradualismo, as mudanças evolucionárias são graduais e  (5) seleção natural, as mudanças evolutivas ocorrem através de uma produção abundante de variações genéticas e os indivíduos que sobrevivem tem melhores adaptações.
  • 33. DARWIN (Século XIX)  Circunavegou o globo no HMS Beagle.  Evolução por adaptação e seleção natural. Única teoria capaz de unificar a biologia.  Rascunhou suas ideias sobre seleção natural em 1844, mas somente publicou quando provocado por Wallace em 1858.  Em 1859 publicou “A origem das espécies através da seleção natural ou a preservação das raças favorecidas na batalha da vida”.
  • 34. WALLACE (Século XIX)  Ideias semelhantes às de Darwin, exceto que não admitiu jamais que se aplicassem ao homem.  Enviou carta a Darwin sobre suas ideias, de maneira que resolveram publicar pequenos artigos simultaneamente.
  • 35. As influências de Darwin Influências da Geologia: Charles Lyell foi uma das personalidades que mais influenciou Darwin, pois este geólogo na época admitiu que:  As leis são constantes no espaço e no tempo;  Se deve explicar o passado a partir de dados do presente;  Na longa história da Terra decorreram permanentemente mudanças geológicas lentas e graduais.
  • 36. As influências de Darwin Durante a viagem no Beagle, Darwin observou ainda numerosos fósseis, tendo descoberto nas rochas dos Andes, a milhares de metros de altitude, fósseis de conchas de animais marinhos. É provável que tenha admitido que, se a terra tem milhões de anos e está em mudanças constantes e graduais, então, de um modo semelhante, a vida sobre a terra poderia ter seguido o mesmo percurso. Os seres experimentam ao longo dos anos mudanças contínuas e graduais, inicialmente imperceptíveis, mas que com o tempo acabam por ter significado.
  • 37. As influências de Darwin Malthusianismo:  No Outono de 1838, Darwin leu um trabalho publicado pelo e economista e teólogo Thomas Malthus.  De acordo com Malthus, a população humana tende a crescer para além das possibilidades do meio para a sustentar.  Então se os fatores externos, como doenças e falta de alimento, não limitassem o crescimento da população humana, esta duplicaria de 25 em 25 anos.  Darwin utilizou as ideias de Malthus relativamente à população humana e adaptou-as as populações animais.
  • 38. As influências de Darwin Malthusianismo:  Por exemplo, os elefantes tem uma baixa taxa de reprodução, se um casal procriasse dos 30 aos 90 anos e tivesse apenas seis crias neste período de tempo, os seus descendentes poderiam originar 19 milhões de elefantes em 750 anos.  No entanto, isso não acontece, o número de elefantes mantém-se constante.  Na enorme diversidade do mundo do mundo vivo, e devido à escassez de recursos, vai ocorrer uma luta pela sobrevivência e, como resultado dessa competição, a partir de certa altura a mortalidade compensa a natalidade e crescimento da população estabiliza.
  • 39. HAECKEL  Lei biogenética (1866): a ontogenia recapitula a filogenia.
  • 40. FISHER, WRIGHT e HALDANE  Entre 1818 e 1832 estabeleceram a teoria matemática da genética de populações e suas relações com a evolução. Primeira síntese evolutiva. John Burton Scott Haldane 2
  • 41. DOBZHANSKY (1937)  “Nada na biologia faz sentido, exceto à luz da evolução”.
  • 42. Ernst Mayr  Idealizador dos pressupostos da biogeografia evolutiva.
  • 43. Síntese Evolutiva  Juntamente com MAYR, SIMPSON, STEBBINS e RENSCH estabeleceram a SÍNTESE MODERNA ou Teoria Sintética da Evolução, mostrando que a seleção natural agindo sobre as variações genéticas descritas por MENDEL era consistente com a evolução de populações, espécies e registro fóssil.
  • 44. KIMURA  Desenvolveu a partir de 1964 o Modelo Neutro para a evolução molecular.  Base para o relógio molecular.
  • 45. LEWONTIN e HUBBY  Demonstram a existência dos polimorfismos bioquímicos e iniciam o debate entre a evolução neutra e evolução adaptativa.
  • 46. GOULD E STEPHEN JAY  Maior defensor do fenômeno da evolução.  Maior divulgador da ideia evolutiva.
  • 47. EVOLUÇÃO E SUA COMPLEXIDADE DIALÉTICA Thiago de Ávila Medeiros botanicatam@yahoo.com.br Disciplina: Evolução 4º e 5º período em Ciências Biológicas Faculdades São José Rio de Janeiro – 2015.2 MUITO OBRIGADO!