Este documento descreve uma experiência de autoavaliação participativa realizada em duas creches da rede municipal de São Paulo. A autoavaliação utilizou indicadores de qualidade da educação infantil organizados em nove dimensões e uma metodologia das cores para que os participantes pudessem avaliar cada indicador. O documento discute a importância de considerar as crianças como interlocutores e de compreender conceitos como escuta, olhar e currículo. Também aponta que formação deficiente de educadores pode levar ao uso equivocado da metodologia das cores na